Precisamos deixar que o Senhor toque nossos ouvidos a fim de que se abram à graça divina

Mc 7,31-37
Naquele tempo: Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galiléia, atravessando a região da Decápole. Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. Olhando para o céu, suspirou e disse: ‘Efatá!’, que quer dizer: ‘Abre-te!’ Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade. Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. Muito impressionados, diziam: ‘Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar’.

Reflexão: Ao contemplarmos o Evangelho de hoje, vemos que levaram um homem surdo que falava com dificuldade até Jesus. O próprio Jesus pegou aquele homem pela mão, porque queriam apenas que Ele impusesse as mãos sobre ele. Às vezes, não basta o Senhor colocar as mãos sobre nós, é preciso que Ele nos pegue pela mão, porque Ele precisa nos refazer.

Alguns computadores precisam ser reprogramados, mas não somos computadores, somos criaturas divinas que Deus criou à Sua imagem e semelhança; porém, o mundo e as circunstâncias nos desprogramam daquela graça original. É preciso que Deus nos pegue à parte.

Deus pegou Adão à parte, levou-o para um sono profundo e, então, nasceu uma criatura tão divina quanto ele, que foi Eva, sua esposa. Do mesmo modo, Jesus pegou esse homem pela mão e o afastou da multidão. É importante nos afastarmos dos outros para entrarmos na comunhão com Deus, porque, às vezes, estamos no meio de todo mundo, estamos naquela correria, naquela confusão, naquela vida frenética, estamos vivendo como máquinas. Precisamos nos afastar para encontrar o silêncio original, deixar que a mão de Deus nos toque e nos refaça novamente. Por isso, Jesus, com seus dedos, tocou nos ouvidos daquele homem para que eles se abrissem.

Nossos ouvidos estão, muitas vezes, fechados. A Palavra de Deus não entra mais neles, não conseguimos mais ouvir a sintonia com Deus. Por isso precisamos deixar que o Senhor toque nossos ouvidos, para que eles se abram à graça divina.

Não há nada mais íntimo do que a nossa saliva, e foi com a saliva da intimidade de Deus que Ele tocou na língua daquele homem, para que ele voltasse a falar, para que a sua língua se abrisse. Deus precisa tocar a nossa língua, pois não sabemos mais louvá-Lo, adorá-Lo, proclamar o Seu nome nem falar a verdade. Precisamos do toque da graça.

Aquele homem foi tocado e a sua língua se soltou, mas há muita língua solta para falar o que não deve, para falar da vida dos outros, para fazer fofoca e trazer maledicências. Há muitas línguas soltas, que não param de falar coisas negativas, que é muito melhor que elas se prendam.

Precisamos do toque da graça de Deus, porque o que mais existe são línguas travadas para proclamar a glória do Senhor, para fazer e falar do bem aos outros e para falar bem dos outros. Se a nossa língua está travada, é porque nossos ouvidos estão fechados para ouvir o Senhor.

Aquilo que os ouvidos escutam é o que a boca fala. Se ouvirmos Deus, se escutarmos a Sua Palavra, falaremos d’Ele. Que o Senhor nos toque por dentro, por fora e nos restaure.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com/homilia/permitamos-que-jesus-toque-em-nossos-ouvidos/?sDia=9&sMes=09&sAno=2018


Fonte: https://www.gruposdejesus.com/domingo-23-tempo-ordinario-b-marcos-731-37-2/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, dá-me um coração simples para compreender a riqueza de ensinamentos escondida em tua Palavra. Envia teu Espírito Santo para que eu não tenha medo de escutá-la e vivê-la conforme a tua vontade. Que a Palavra transforme o meu coração através da fé e confiança que eu deposito em Ti. Amém.

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/cura-do-surdo-mudo-mc-731-37/

Anúncios

O Senhor nos chama para exalar no mundo o perfume do Seu Amor

Jo 12,1-11
Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia ressuscitado dos mortos. Ali ofereceram a Jesus um jantar; Marta servia e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Maria, tomando quase meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. A casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo. Então, falou Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de entregar: “Por que não se vendeu este perfume por trezentas moedas de prata, para dá-las aos pobres?” Judas falou assim, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão; ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela. Jesus, porém, disse: “Deixa-a; ela fez isto em vista do dia da minha sepultura. Pobres, sempre os tereis convosco, enquanto a mim, nem sempre me tereis”. Muitos judeus, tendo sabido que Jesus estava em Betânia, foram para lá, não só por causa de Jesus, mas também para verem Lázaro, que Jesus ressuscitara dos mortos. Então, os sumos sacerdotes decidiram matar também Lázaro, porque por causa dele, muitos deixavam os judeus e acreditavam em Jesus.

Reflexão: Maria, que antes sentara aos pés do Mestre para ouvi-Lo e vira seu irmão Lázaro ser ressuscitado por Jesus, nos dá, agora, uma demonstração de amor e gratidão ao derramar o seu perfume precioso e caríssimo nos pés de Jesus e enxugá-los com seus cabelos. A gratidão significa o nosso reconhecimento de tudo que o Senhor tem realizado em nós e no nosso meio. Foi a gratidão que levou Maria a oferecer a Jesus o que de mais valioso ela possuía. Assim fazendo ela entregava a Ele o que tinha de melhor, a sua vida, e com ela todo o seu amor. Jesus sabia que estava prestes a ser entregue e que vivia os seus últimos momentos aqui na terra e já se despedia dos seus amigos, por isso, aceitou de bom grado aquele presente mesmo sob o protesto de Judas que querendo confundir os outros falava da necessidade de pessoas pobres. Jesus soube argumentar: “pobres, sempre terei convosco, mas a mim nem sempre me tereis”. Neste Evangelho nós aprendemos com Maria e com Jesus. Com Maria nós apreendemos que a vida atual aqui na terra é o momento favorável para que também façamos a oferta de tudo quanto temos de precioso: o perfume da nossa oração, da nossa adoração, mas também dos nossos atos concretos de amor, de despojamento. O Senhor nos chama para exalar no mundo o perfume do Seu Amor! Por isso, Ele nos ensina a perceber os sinais de misericórdia que Deus nos dá quando estamos nos momentos decisivos da nossa vida e a aceitar os presentes e as dádivas que vêm do céu por meio das pessoas que nos oferecem algo precioso. Com certeza, o gesto de Maria foi para Jesus como o perdão que damos a quem nos ofende, a reconciliação que promovemos na nossa família, a compreensão que temos com os erros dos nossos irmãos, o tempo que dedicamos às causas justas. Assim, portanto, nós ainda temos oportunidade de também derramar aos pés de Jesus o que temos de tão precioso, o tempo em que vivemos para demonstrar a alguém a nossa gratidão, perdão e reconciliação, enfim, o perfume do nosso amor. – Como você tem aproveitado o tempo que está vivendo? – A quem você tem se dedicado?– Você tem cuidado somente das suas “coisinhas” ou tem tido interesse pela vida de alguém mais? – Você tem oferecido a Deus o momento presente da sua vida? – Você se preocupa com os pobres? – Como você poderá exalar no mundo o perfume do Amor de Deus? Pense nisto!

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-jo-121-11-4/

A gratidão é o único...

Fonte: https://www.frasesparaface.com.br/a-gratidao-e-o-unico-tesouro-dos-humildes/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, perfume excelente que perfuma o mundo, perfuma-me com Tua graça, com Teu amor! Com alegria Te peço: vem visitar minha casa, trazendo a bênção da ressurreição para todos os membros da minha família. Quero oferecer-Te, com grandiosidade de alma, o presente mais precioso: o perfume das retas intenções, da honestidade e da justiça. Ajuda-me a colocar a vida a serviço do Teu projeto maior. Dá-me a capacidade de transformar a vida num constante servir-Te, na pessoa de cada irmão, de cada irmã que necessita das minhas qualidades, dos meus dons. Dilata, Jesus, meu coração, pela força do Teu amor. Peço-Te humildemente: Elimina da minha vida o odor fétido do pecado que me distancia de Ti. Concede-me o dom de ser bálsamo na vida das pessoas que convivem comigo. Amém!
Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-joao-121-11/

Jesus se aproxima de nós e nos incentiva a dar o passo decisivo

Jo 5,1-16
Houve uma festa dos judeus, e Jesus foi a Jerusalém. Existe em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, uma piscina com cinco pórticos, chamada Betesda em hebraico. Muitos doentes ficavam ali deitados — cegos, coxos e paralíticos. De fato, um anjo descia, de vez em quando, e movimentava a água da piscina, e o primeiro doente que aí entrasse, depois do borbulhar da água, ficava curado de qualquer doença que tivesse. Aí se encontrava um homem, que estava doente havia trinta e oito anos.

Jesus viu o homem deitado e sabendo que estava doente havia tanto tempo, disse-lhe: “Queres ficar curado?” O doente respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me leve à piscina, quando a água é agitada. Quando estou chegando, outro entra na minha frente”. Jesus disse: “Levanta-te, pega tua cama e anda”. No mesmo instante, o homem ficou curado, pegou sua cama e começou a andar. Ora, esse dia era um sábado. Por isso, os judeus disseram ao homem que tinha sido curado: “É sábado! Não te é permitido carregar tua cama”. 1le respondeu-lhes: “Aquele que me curou disse: ‘Pega tua cama e anda’”. Então lhe perguntaram: “Quem é que te disse: ‘Pega tua cama e anda’?” O homem que tinha sido curado não sabia quem fora, pois Jesus se tinha afastado da multidão que se encontrava naquele lugar.

Mais tarde, Jesus encontrou o homem no Templo e lhe disse: “Eis que estás curado. Não voltes a pecar, para que não te aconteça coisa pior”. Então o homem saiu e contou aos judeus que tinha sido Jesus quem o havia curado. Por isso, os judeus começaram a perseguir Jesus, porque fazia tais coisas em dia de sábado.

Reflexão: O Evangelho de hoje nos leva a meditar sobre os diversos modos de acomodação que hoje nos fazem viver instalados na mesmice da nossa vida, das nossas enfermidades por conta dos traumas que há tanto tempo nos prendem na “cama”. A cama, significa o estado de inércia que nos paralisa em nós mesmos, nos acomoda e nos impede de sair em busca de tudo quanto Deus tem preparado para o nosso bem estar físico e espiritual. Em outras palavras são as atitudes paralisantes, ou melhor, dizendo, as omissões e fugas dos desafios que nos levam a esperar pelos outros, mesmo que o imprescindível para nós esteja bem perto, ao nosso alcance. O homem do Evangelho de hoje, esperava por ajuda há trinta e oito anos e continuava na mesma. Jesus veio sacudi-lo e questionar a sua inércia. Na maior parte do tempo nós também vivemos “deitados (as)” nos nossos problemas e dificuldades, acomodados (as) e imóveis, somente vendo as coisas “boas” acontecerem com as outras pessoas. A água está bem pertinho de nós, no entanto, não saímos de nós mesmos (as) nem mesmo para pedir a ajuda de alguém que nos possa levar até onde ela está e ficamos esperando que venham ao nosso encontro. Na nossa concepção humana e imperfeita há sempre “um culpado” pela nossa “desventura”! Jesus, hoje, também nos questiona: “Queres ficar curado?” Às vezes, nem sabemos o que queremos e também nos maldizemos: “Não tenho ninguém que me leve”! Esta desculpa faz parte do nosso rosário de lamentações quando ficamos esperando o socorro de alguém que nunca chega. Jesus se aproxima de nós como fez com o paralítico, e nos ordena: “Levanta-te, pega na tua cama e anda!” Pegar na cama é fazer a nossa parte, não ficar parado, somente esperando e pondo a culpa nos outros. Nós murmuramos, criticamos os outros e nos maldizemos e nem notamos a chegado do anjo que nos alerta e quer mexer na água que está dentro do nosso coração, por isso, continuamos na mesmice. Também, quase não percebemos a hora da graça quando Jesus se aproxima de nós e nos incentiva a dar o passo decisivo. É o próprio Jesus quem se achega a nós nos momentos de oração e adoração e nos leva até à piscina do Espírito Santo para nos lavar e purificar. Ao homem que ficou curado Jesus recomendou: “Não voltes a pecar, para que não te aconteça coisa pior” O pecado é o que nos paralisa e nos deixa presos a nós mesmos (as). Precisamos, pois, dar o passo para pedir e acolher o perdão de Deus com verdadeiro arrependimento e bons propósitos. Reflita – Há quanto tempo você está parado (a) perto da piscina da graça do Espírito Santo? – Por quem você está esperando para aproximar-se do banquete que Jesus quer oferecer-lhe? – Por que você não se levanta pega a sua cama (sua vida) e segue a Jesus? – Você se sente como um cego, um coxo ou um paralítico?

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-jo-51-16/

ORAÇÃO

Ó divino Espírito, ensina-me tudo quanto Jesus ensinou. Dá-me inteligência para entender; memória para lembrar; vontade dócil para praticar; coração generoso para corresponder aos teus convites. Amém.

Fonte:http://liturgia.catequisar.com.br/os-doentes-na-piscina-de-bezata-jo-51-16/

“Se chorei de saudade não foi por fraqueza, foi porque amei”

Celebramos hoje a festa da esperança cristã: a esperança na vida eterna, na vida em Deus. A morte não é a última palavra, mas é a primeira palavra na constância do Criador, no teatro em que monta com a presença querida da Trindade Santíssima, do Pai, do Filho e do Espírito Santo. A vitória sobre a morte é o critério da esperança de todos os cristãos. Se Cristo morreu na Cruz por nossa salvação Ele pavimentou nosso acesso ao Reino dos Céus. Basta que cada um de nós faça a sua parte, colaborando no mistério da vida eterna que se inicia aqui e agora neste vale de lágrimas.

Muitos incréus pensam que a morte é o fim. Pelo contrário, para o cristão a morte é o inicio da vida eterna: “a vida não é tirada, mas a vida é transformada”, conforme nos ensina o prefácio da liturgia de hoje: “Nele (Jesus) brilhou para nós a esperança da feliz ressurreição. E, aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola!”.(Cf. Prefácio 75 do Missal Romano).

Ser justo é estar na palma da mão de Deus. E o homem que foi justo em vida está preparando a sua entrada na vida em Deus. Conforme gosta sempre de lembrar o Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo: “quem pratica a justiça está na palma da mão de Deus”. Quem, em vida, mesmo no último minuto, teve um gesto de arrependimento e começou a conduzir a sua vida pela justiça é digno de entrar no reino dos Justos, no reino dos Céus.

Estar unido em Cristo é configurar a sua paixão, morte e ressurreição. Caminhar com Cristo pelo teatro da paixão, da morte e da ressurreição é preparar-se para ir para o céu, para estar junto daquele que irrompeu a morte anunciando a vida, não a vida transitória, mas a vida eterna.

Não podemos viver com a perspectiva de sermos assumidos pelo Espírito de Deus, para ressuscitar com um corpo não carnal, mas espiritual (Cf. 1 Cor 15,44ss), se não nos acostumarmos ao Espírito desde já. O corpo espiritual de que Paulo exorta é a presença “ao modo de Deus”. Este é o nosso destino.

Não peçamos a vida terrena. Peçamos a Deus o dom de aceitar e viver a realidade da morte como a vida em Deus, para que superando a mortalidade desta vida e contemplando eternamente a Cristo Redentor de todos possamos cantar: “Não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim!” Amém!

fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/homilia-do-dia-de-finados/

Homilia do dia de finados

imagem fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/homilia-do-dia-de-finados/

Todos os fiéis defuntos – Jo 12,23-28
Jesus respondeu-lhes: “Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade, vos digo: se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito fruto. Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem não faz conta de sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna. Se alguém quer me servir, siga-me, e onde eu estiver, estará também aquele que me serve. Se alguém me serve, meu Pai o honrará. Sinto agora grande angústia. E que direi? ‘Pai, livra-me desta hora’? Mas foi precisamente para esta hora que eu vim. Pai, glorifica o teu nome!”. Veio, então, uma voz do céu: “Eu já o glorifiquei, e o glorificarei de novo”.

ORAÇÃO

Pai, dá-me a graça de compreender a ressurreição de Jesus como vitória da vida e como sinal de que a morte não tem a última palavra sobre o destino daqueles que creem. Amém!

fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/finados-02-de-novembro-de-2015/

No dinamismo do Reino em crescimento é preciso empenho, paciência e confiança na ação de Deus

O grão de mostarda – Lc 13,18-21

E Jesus dizia: “A que é semelhante o Reino de Deus, e com que poderei compará-lo? É como um grão de mostarda que alguém pegou e semeou no seu jardim: cresceu, tornou-se um arbusto, e os pássaros do céu foram fazer ninhos nos seus ramos”. Jesus disse ainda: “Com que mais poderei comparar o Reino de Deus? É como o fermento que uma mulher pegou e escondeu em três porções de farinha, até tudo ficar fermentado”.

Reflexão: Com que poderei comparar o Reino dos Céus? Primeiro Ele compara com o homem que lança uma semente de mostarda no seu jardim. A semente gera uma árvore que os pássaros do céu fazem ninhos em seus galhos. Qualquer pessoa simples daquela época sabia que a semente de mostarda é a menor dentre todas as sementes, e que gera uma árvore enorme… E o que isso tem a ver com o Reino dos Céus? Veja que comparação linda: o homem que atirou a semente é o próprio Jesus; a semente é o Evangelho; o terreno é o nosso coração; e a árvore que vai crescendo a partir daquela semente é a nossa vida, que é próprio Reino dos Céus onde as aves do céu fazem ninho, ou seja, as crianças de todas as idades vêm se aconchegar aonde as pessoas vêm colher frutos para saciar sua fome de Deus onde tantos vêm descansar à sua sombra quando estão cansados… e mesmo quando vem o lenhador e corta o seus galhos ou até o seu tronco, a árvore exala perfume sobre o machado que a feriu, mas não morre antes de espalhar novas sementes pelo mundo afora.

A segunda comparação foi com o fermento que se mistura com 3 porções de farinha até que tudo fique fermentado. Jesus entendia até de cozinha! Quem cozinha sabe que não é só jogar o fermento e pronto… Existe todo um processo para fazer o fermento penetrar na massa. E eu fico imaginando aquelas mulheres, quando iam preparar o pão, fazendo as analogias a cada gesto durante a preparação do pão. A farinha é o nosso ser, e o fermento é o Amor. Enquanto a massa vai sendo misturada com o fermento, ela precisa ser batida, amassada, deformada e remodelada, para que o fermento se misture e fique igualmente distribuído em toda a massa, para que no momento de ir ao fogo, o pão resista ao calor e cresça por igual. Nós também precisamos ser amassados, deformados e remodelados para que o amor preencha todas as áreas da nossa vida. Enquanto houver áreas sem fermento, aquela área deverá ser amassada e sofrer um pouco mais, até que o fermento do amor entre nela. Tudo isso para que, no momento de ir ao fogo, o nosso pão cresça por igual, sem áreas deformadas pela falta do fermento.

Você deve ter observado que essa reflexão ficou grande, mas poderia ter ficado ainda maior, pela beleza e riqueza deste Evangelho. Jesus também se desafiaria para encontrar uma comparação interessante, com algo que você está habituado a ver no seu cotidiano, só para fazer você entender o que é o Reino dos Céus, e desejar, com todas as forças, fazer parte dele.

Senhor, faça com que eu seja instrumento de seu Reino para que ele chegue à todas as pessoas, sem exceção, mormente aos pobres e marginalizados.

fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/nosso-sofrimento-nos-une-a-cristo/

imagem fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=97161

ORAÇÃO

.Espírito Divino, luz de Deus, vinde nos iluminar para que possamos compreender o sentido profundo da Palavra de Deus. Fazei-nos discípulos missionários de Jesus, Caminho, Verdade e Vida, transformando nosso coração em terra boa, onde a Palavra produza frutos abundantes. Amém.

fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&id=5390

Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo

Lembre-se de Deus ao acordar, ao ir dormir, ao ir trabalhar e ao se alimentar. Isso não é fanatismo; é amor, é reverência, é adoração, é fazer de Deus a prioridade e a riqueza maior da nossa vida.

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento! Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22, 37-39).

O caminho da vida é este: observar os mandamentos da Lei do Senhor. E se os mandamentos são muitos, a vivência deles é muito sintética: colocar Deus em primeiro lugar. Isso não significa amá-Lo só com palavras e com algumas orações, mas sim com todo o nosso coração, com toda a nossa alma e com todo o nosso entendimento. É ter todo o nosso ser voltado para Deus com respeito, reverência, adoração, nos colocar na presença d’Ele, respeitar Suas palavras e nos alimentar de Sua Palavra.

No mundo de hoje, nós nos confundimos e somos confundidos com tantos valores que nos são apresentados de modo que fazemos a escala de valores de acordo com os interesses de cada um ou de acordo com o que o mundo nos vende.

Permita-me dizer ao seu coração: em qualquer escala de valores que você fizer para sua vida, em qualquer escala de prioridades, coloque sempre Deus em primeiro lugar. E na sua lista, não só sua lista escrita, mas na lista do seu coração, da sua cabeça e da sua alma, que o amor a Deus ocupe sempre a prioridade da sua vida. Lembre-se de Deus quando você acordar, quando for dormir, quando for trabalhar, quando for se alimentar. Isso não é fanatismo; é amor, é reverência, é adoração! Isso é fazer de Deus a riqueza maior da nossa vida.

Contudo, ninguém pode amar a Deus e se fechar no amor a Ele. “Eu vou à igreja e fico uma hora diante do Santíssimo Sacramento. Eu fico muitas horas rezando!”. Que bênção fazer isso! Fique muitas horas rezando e com a intensidade com que você ama a Deus ame também o seu próximo, ame também o seu irmão. O que nos leva para o céu não são somente as orações que fazemos, mas também a caridade que praticamos ao próximo: suportar os defeitos, as deficiências do próximo, saber exercer a hospitalidade, a caridade e cuidar dos mais sofridos e necessitados.

Amar a quem nos ama deve ser buscado, refletido e meditado dentro de nós em um grau de importância semelhante ao amor a Deus. É claro que, se somos iluminados e conduzidos por este amor divino, este amor vai nos dar luz, força, coragem e discernimento para amar o próximo como ele deve ser amado.

Que o amor de Deus seja a primazia da nossa vida!

fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/que-o-amor-a-deus-tenha-prioridade-em-nosso-coracao/

Qual é o maior mandamento da Lei? – Mt 22,34-40

Os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então se reuniram, e um deles, um doutor da Lei, perguntou-lhe, para experimentá-lo: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”. Ele respondeu: “‘Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento!’ Esse é o maior e o primeiro mandamento. Ora, o segundo lhe é semelhante: ‘Amarás teu próximo como a ti mesmo’. Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos”.

imagem fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mateus-2234-40-4/

ORAÇÃO

Pai, grava no meu coração o mandamento do amor a ti e a meu semelhante, de modo que toda a minha ação encontre seu sentido nesta dupla fidelidade. Jesus Mestre, agradeço pelas luzes que me destes nesta meditação. Perdoai-me, pelos limites que me impediram de fazê-la melhor. Ofereço-vos a resolução que tomei e que espero viver, pela vossa graça. Amém!

A misericórdia de Deus é o bálsamo para todas as fraquezas humanas.

Para Jesus, a pessoa humana é mais importante do que todas as leis, do que todos os mandamentos e do que todos os dogmas. Tudo aquilo que sabemos de preceitos, tudo aquilo que conhecemos da doutrina da Igreja não é para que nos tornemos escravos; pelo contrário, é para que nos tornemos cada vez mais servos de Deus.

Por isso, meus irmãos, o mais importante não é julgar, não é condenar, nem deixar as pessoas deprimidas e reprimidas porque elas não vivem de acordo com a vontade de Deus. O mais importante é as acolher, é amá-las e lhes mostrar o caminho. As pessoas se tornam dóceis à vontade de Deus quando são acolhidas com amor e misericórdia!

Pode ser que nós caiamos e que tenhamos nossas fraquezas. A misericórdia de Deus é o bálsamo para todas as fraquezas humanas. A misericórdia de Deus é o remédio mais salutar e mais divino para poder impulsionar a nossa natureza humana a se recuperar.

Deus não veio para nos condenar, e sim para nos salvar! Quem também se torna um discípulo de Jesus Cristo deve ser um canal da misericórdia de Deus para com as pessoas, os pobres e os pecadores (dos quais todos nós fazemos parte). Como a nossa natureza pecadora precisa da misericórdia divina e do acolhimento do coração de Deus para se curar e se libertar!

Misericórdia não significa aceitar tudo, concordar com tudo, mas sim que há jeito, há salvação, que a condenação não manda no Reino de Deus. E também sinaliza que este é para salvar e redimir a quem cai, a quem está prostrado, a quem está desanimado, a quem não consegue, muitas vezes, encontrar o caminho e o sentido para sua vida.

A casa de Deus e os homens e as mulheres que são de Deus não apresentam para o mundo a seta da condenação, mas sim a seta para o coração misericordioso de Jesus!

fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/na-misericordia-de-deus-esta-a-cura-para-as-nossas-fraquezas/

wallpaper cristao tem misericórdia de mim ó Deus_1366x768

imagem fonte: http://www.wallpaperscristaos.com.br/tem-misericordia

ORAÇÃO

Consagração à misericórdia divina
Ó misericordioso Jesus, infinita é a vossa bondade e inesgotáveis os tesouros da vossa graça! Confio inteiramente na vossa misericórdia que está acima de todas as vossas obras. Consagro-me a viver inteiramente no brilho esplendoroso de graça e amor que brotaram do vosso Sagrado Coração na cruz. Desejo imitar-vos, praticando as obras de misericórdia espirituais e corporais, particularmente na conversão dos pecadores e dando auxílio, coragem e consolação a todos os pobres, infelizes ou doentes. Cuidai de mim, doravante, como consagrado vosso e vossa própria glória. Tudo receio da minha fraqueza, mas tudo espero da vossa misericórdia. Fazei com que toda a humanidade conheça o mistério insondável da vossa misericórdia e que ponha toda a confiança em vós e vos adore para sempre. Amém.

fonte: https://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho