Que Deus abra nossos olhos, para que possamos reconhecer aquilo que é de Deus

Mc 3,22-30
Naquele tempo, os mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam que ele estava possuído por Beelzebul, e que pelo príncipe dos demônios ele expulsava os demônios. Então Jesus os chamou e falou-lhes em parábolas: “Como é que Satanás pode expulsar a Satanás? Se um reino se divide contra si mesmo, ele não poderá manter-se. Se uma família se divide contra si mesma, ela não poderá manter-se. Assim, se Satanás se levanta contra si mesmo e se divide, não poderá sobreviver, mas será destruído. Ninguém pode entrar na casa de um homem forte para roubar seus bens, sem antes o amarrar. Só depois poderá saquear sua casa. Em verdade vos digo: tudo será perdoado aos homens, tanto os pecados, como qualquer blasfêmia que tiverem dito. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, mas será culpado de um pecado eterno”. Jesus falou isso, porque diziam: “Ele está possuído por um espírito mau”.

Reflexão:Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, mas será culpado de um pecado eterno’‘ (Mc 3, 29).

Um tema muito difícil, muitas vezes, de se compreender na leitura do Evangelho de Jesus Cristo é aquilo que nós chamamos de “pecado contra o Espírito Santo”. Na verdade, nós podemos entender isso de diversas maneiras, mas o mais duro é realmente o que Jesus afirma no final, porque todos os pecados serão perdoados ao homem, mas aquele que peca contra o Espírito será culpado de um pecado eterno.

No que consiste pecar contra o Espírito? A pessoa ter conhecimento da verdade, ter ciência de uma coisa, até a graça de Deus tem lhe mostrado que é desse jeito que as coisas acontecem, a pessoa pode até não aceitar, pode até não aderir a essa verdade, mas o que a pessoa não pode é negá-la, blasfemar contra ela. E aí a blasfêmia se torna uma coisa terrível, maligna, diabólica; de fato, uma coisa realmente satânica, porque “blasfemar” significa Deus vendo Deus agir, vendo Deus fazer, vendo Deus acontecer.

Vejam que, no Evangelho de hoje, os mestres da Lei viam o que Jesus operava, que Jesus fazia o bem, Ele não fazia o mal; no entanto, queriam atribuir ao que Cristo fazia como se fosse uma coisa do demônio, um atentado contra a verdade. Os mestres da Lei podiam até não aceitar o Senhor, podiam até ser contrários ao que Ele fazia, podiam até ter resistência à ação de Cristo; mas atribuir o que é de Deus ao demônio é uma blasfêmia, algo gravíssimo, uma sentença definitiva que diz: “Eu não aceito Deus, eu não quero Deus realmente na minha vida!”

Está aí porque Jesus mostra a dureza da Sua mensagem; porque eles viam toda a bondade com que o Senhor fazia tudo, eles viam com que autoridade, com que pureza Ele expulsava os demônios. E como é que pode satanás expulsar satanás; satanás ser contra o próprio satanás. Isso não é possível!

Que Deus tire da casa de todos nós, do meio de nós, todo e qualquer espírito de blasfêmia! Blasfemar contra Deus, ser contra aquilo que nós vemos Deus agir é blasfemar contra o Espírito Santo. É alguém em sã consciência, alguém com plena consciência da verdade, mas querendo simplesmente se abster de Deus, agir contra Deus, negar a ação de Deus no meio de nós.

Que todo o espírito de blasfêmia, todo o espírito negativo que, muitas vezes, está agindo em nosso meio, não se apodere de nenhum de nós, da nossa casa e de nossa família! E que Deus abra nossos olhos, para que possamos reconhecer, de fato, aquilo que é de Deus e o que não é de Deus!

Fonte: http://www.pnsbrasil.com.br/?nid=709&t=reflexao-27-01-2014-marcos-3-22-30-blasfemar-contra-deus-e-negar-o-espirito-santo

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Procuremos fazer o bem e não acumular bens

Lucas 12,13-21
Naquele tempo, alguém, do meio da multidão, disse a Jesus: “Mestre, dize ao meu irmão que reparta a herança comigo”. Jesus respondeu: “Homem, quem me encarregou de julgar ou de dividir vossos bens?” E disse-lhes: “Atenção! Tomai cuidado contra todo tipo de ganância, porque mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens”. E contou-lhes uma parábola: “A terra de um homem rico deu uma grande colheita. Ele pensava consigo mesmo: ‘Que vou fazer? Não tenho onde guardar minha colheita’. Então resolveu: ‘Já sei o que vou fazer! Vou derrubar meus celeiros e construir maiores; neles vou guardar todo o meu trigo, junto com os meus bens. Então poderei dizer a mim mesmo: Meu caro, tu tens uma boa reserva para muitos anos. Descansa, come, bebe, aproveita!’ Mas Deus lhe disse: ‘Louco! Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?’ Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não é rico diante de Deus”.

Reflexão: Na passagem do evangelho de hoje Jesus nos dá lição sobre como devemos nos comportar diante dos bens materiais. Essa lição nos mostra que nossa relação com as coisas não é de propriedade e sim de uso. Usaremos os bens materiais enquanto tivermos o direito de usufruí-los. Mas esse direito cessará assim que terminar nossa missão ou nossa existência neste mundo. Estejamos conscientes de que somos valorizados não pelos bens que possuímos ou pelo cargo que temos e sim pelos valores que vivemos.

“Atenção! Guardai-vos de todo tipo de ganância, pois mesmo que se tenha muitas coisas, a vida não consiste na abundância de bens”, alerta-nos Jesus no evangelho deste dia (Lc 12,15).

“Atenção! Guardai-vos de todo tipo de ganância”. Um dos sentidos lexicais da palavra “ganância” é a ambição exacerbada de ganho, de lucro. A ganância é um tipo de ambição violenta. Usam-se todos os meios, até os meios ilícitos para alcançar o que se deseja.

O homem é sempre tentado a buscar sua salvação nos bens, a pôr nas riquezas sua segurança. O cristão deve estar vigilante contra essa tentação insidiosa /cheia de ciladas. Os bens não asseguram nem a mesma vida, menos ainda a salvação. Num leito de morte toda riqueza e todo poder mundano caíram no chão. A felicidade não está nos bens e sim está no próprio homem e entre os homens numa convivência fraterna…

…Ser rico diante de Deus significa dar importância àquelas coisas que levaremos conosco na morte: as boas obras, a caridade praticada na verdade, a justiça e a honestidade que vivemos e assim por diante. É saber compartilhar com os outros nossos bens que é uma riqueza que vale a pena diante de Deus.

No fundo, Jesus quer nos dizer que nem o trabalho nem o capital (dinheiro) será a última palavra sobre o homem; tanto um como o outro fica sem resposta diante da morte, e a morte é a maior questão que persegue o homem. É preciso buscarmos as coisas do alto para superar esta questão, pois Deus rico em misericórdia, que vivificou Jesus, nos vivificará também.

Quase em toda a Bíblia se encontram termos que aludem à tensão em que vive o ser humano: graça e pecado, amor e desamor/ódio, verdade e mentira, autenticidade e falsidade, coerência e incoerência, generosidade e egoísmo, reconciliação e vingança, cautela e despreocupação e assim por diante. Em todo ser humano entram em luta permanente duas forças ou inclinações contrárias: o bem-virtude, e o mal-vício. O primeiro salva, e o segundo condena. Essas duas coisas nos acompanham diariamente. Cabe a cada um escolher, e aceitar as conseqüências dessa escolha. O alerta sobre a importância da vigilância vale para todo momento de nossa vida. Sem a vigilância nos deixaremos levar sem saber o destino final.

Fonte: http://vitus-passoadiante.blogspot.com

Fonte: http://vitus-passoadiante.blogspot.com/2016/07/domingo31072016-saberpartilhar-e-ser.html

ORAÇÃO

Pai Santo, dá-nos discernimento para fazermos a opção radical de vida pelo Amor. Ajuda-nos, Pai Querido, a superar a sedução do mundo, que nos oferece o brilho enganador de suas riquezas, para seguir o Cristo Jesus, teu Filho que nos ensinou a fazer o Bem e, ressuscitado, contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/10/homilia-comentario-e-reflexao-do_21.html

Busquemos ser grandes para o Reino

Marcos 10,35-45
Naquele tempo, Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: “Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir”.
Ele perguntou: “O que quereis que eu vos faça?” Eles responderam: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!” Jesus então lhes disse: “Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?” Eles responderam: “Podemos”. E ele lhes disse: “Vós bebereis o cálice que eu devo beber, e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado. Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado”. Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João. Jesus os chamou e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. Mas, entre vós, não deve ser assim; quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos”.

Reflexão: A partir das ambições dos discípulos, Jesus dá uma lição clara do que é ser seu discípulo e o que precisamos buscar na construção de nossa vida. O fato revela a ambição de dois, João e Tiago, e o confronto com os demais que, provavelmente, ficaram indignados porque também tinham a mesma pretensão. Podemos aprender hoje que as ambições nos dividem, a mania de ser mais do que os outros nos desunem: “A busca de honrarias e protagonismos interesseiros rompe a comunhão da comunidade cristã. Também hoje.” …
…Todo ser humano precisa querer crescer e ser mais. Mas, para nós cristãos, é crescer e atuar mais e mais em favor do Reino de Deus. “A grandeza não se mede pelo poder que se tem, pela posição que se ocupa ou pelos títulos que se ostentam.” Falando dos grandes do mundo, Jesus adverte: “Entre vós não deve ser assim. Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve, e quem quiser ser o primeiro entre vós seja o escravo de todos. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos”. Cristãos verdadeiros destacam-se pela humildade, pela simplicidade, disponibilidade, por colocar-se a serviço da comunidade e do próximo e solidarizar-se. Então, quem tem fé procura ser grande no serviço, no doar-se, no gastar a vida pelo bem, pela felicidade e pela vida do próximo.

Esta lição de Jesus vale para muitos âmbitos e setores. a) Vale para a vida interna da Igreja: há funções diferentes, e as pessoas que recebem mais destaque precisam seguir o exemplo de Jesus, lavar os pés dos outros. b) Vale também para cargos e autoridades da sociedade. Os que os ocupam devem buscar o bem comum do povo, servir os mais pobres e sofredores, e não “fazer-se”, “aproveitar do poder em benefício próprio”. Servir e dar a vida pela salvação e libertação do povo é meta de todo o ser humano, se não for desumano. O exemplo de Jesus é muito diferente das atitudes políticas que propõem liquidar com grupos e setores empobrecidos pela violência e até pela morte…

Ainda bem que na Igreja e na sociedade há milhões de pessoas que, no anonimato e na modéstia, vivem mais para os outros do que para si mesmos. Esses entenderam a advertência de Jesus: “Quem quiser ser o maior… quem quiser ser o primeiro, gaste e doe sua vida servindo, e não servindo-se dos outros”.

Fonte: https://padreivoorograodemostarda.wordpress.com/category/reflexao-2/

A oração, a vontade de Deus e o serviço no Reino nos coloca no nosso devido lugar no Reino.... Frase de Pastor Fabiano do Carmo.

Fonte : https://www.pensador.com/frase/MjM5ODM2NA/

ORAÇÃO

Pai, a exemplo de Jesus, transforma-me em servidor de meus semelhantes, e não me deixes ter medo de colocar minha vida a serviço de quem precisa de mim. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/05/homilia-comentario-e-reflexao-do_29.html

Precisamos deixar que o Senhor toque nossos ouvidos a fim de que se abram à graça divina

Mc 7,31-37
Naquele tempo: Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galiléia, atravessando a região da Decápole. Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. Olhando para o céu, suspirou e disse: ‘Efatá!’, que quer dizer: ‘Abre-te!’ Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade. Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. Muito impressionados, diziam: ‘Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar’.

Reflexão: Ao contemplarmos o Evangelho de hoje, vemos que levaram um homem surdo que falava com dificuldade até Jesus. O próprio Jesus pegou aquele homem pela mão, porque queriam apenas que Ele impusesse as mãos sobre ele. Às vezes, não basta o Senhor colocar as mãos sobre nós, é preciso que Ele nos pegue pela mão, porque Ele precisa nos refazer.

Alguns computadores precisam ser reprogramados, mas não somos computadores, somos criaturas divinas que Deus criou à Sua imagem e semelhança; porém, o mundo e as circunstâncias nos desprogramam daquela graça original. É preciso que Deus nos pegue à parte.

Deus pegou Adão à parte, levou-o para um sono profundo e, então, nasceu uma criatura tão divina quanto ele, que foi Eva, sua esposa. Do mesmo modo, Jesus pegou esse homem pela mão e o afastou da multidão. É importante nos afastarmos dos outros para entrarmos na comunhão com Deus, porque, às vezes, estamos no meio de todo mundo, estamos naquela correria, naquela confusão, naquela vida frenética, estamos vivendo como máquinas. Precisamos nos afastar para encontrar o silêncio original, deixar que a mão de Deus nos toque e nos refaça novamente. Por isso, Jesus, com seus dedos, tocou nos ouvidos daquele homem para que eles se abrissem.

Nossos ouvidos estão, muitas vezes, fechados. A Palavra de Deus não entra mais neles, não conseguimos mais ouvir a sintonia com Deus. Por isso precisamos deixar que o Senhor toque nossos ouvidos, para que eles se abram à graça divina.

Não há nada mais íntimo do que a nossa saliva, e foi com a saliva da intimidade de Deus que Ele tocou na língua daquele homem, para que ele voltasse a falar, para que a sua língua se abrisse. Deus precisa tocar a nossa língua, pois não sabemos mais louvá-Lo, adorá-Lo, proclamar o Seu nome nem falar a verdade. Precisamos do toque da graça.

Aquele homem foi tocado e a sua língua se soltou, mas há muita língua solta para falar o que não deve, para falar da vida dos outros, para fazer fofoca e trazer maledicências. Há muitas línguas soltas, que não param de falar coisas negativas, que é muito melhor que elas se prendam.

Precisamos do toque da graça de Deus, porque o que mais existe são línguas travadas para proclamar a glória do Senhor, para fazer e falar do bem aos outros e para falar bem dos outros. Se a nossa língua está travada, é porque nossos ouvidos estão fechados para ouvir o Senhor.

Aquilo que os ouvidos escutam é o que a boca fala. Se ouvirmos Deus, se escutarmos a Sua Palavra, falaremos d’Ele. Que o Senhor nos toque por dentro, por fora e nos restaure.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com/homilia/permitamos-que-jesus-toque-em-nossos-ouvidos/?sDia=9&sMes=09&sAno=2018


Fonte: https://www.gruposdejesus.com/domingo-23-tempo-ordinario-b-marcos-731-37-2/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, dá-me um coração simples para compreender a riqueza de ensinamentos escondida em tua Palavra. Envia teu Espírito Santo para que eu não tenha medo de escutá-la e vivê-la conforme a tua vontade. Que a Palavra transforme o meu coração através da fé e confiança que eu deposito em Ti. Amém.

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/cura-do-surdo-mudo-mc-731-37/

Se a sua riqueza é o Reino dos Céus, Deus estará no seu coração

Mateus 19,23-30
Naquele tempo, Jesus disse aos discípulos: “Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no reino dos Céus. E digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus”. Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados, e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”.Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. Que haveremos de receber?” Jesus respondeu: “Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos. E muitos que agora são os últimos, serão os primeiros.

Reflexão: Quando escutamos esse Evangelho de Jesus, parece uma sentença condenatória que exclui os ricos do Reino dos Céus, entretanto, o problema não é ser rico, mas a maneira de lidar com as riquezas. O maior tesouro que podemos ter na vida é o Reino dos Céus, é o tesouro que não perece, que ninguém rouba nem tira de nós, mas quando colocamos o nosso coração em outros tesouros, não abraçamos o Reino dos Céus.

A verdade é que o Reino dos Céus não exclui ninguém, são as pessoas que excluem o Reino dos Céus, porque têm preferência por outras riquezas.

Graças a Deus, conheço pessoas ricas e pobres, que mantêm a graça essencial do Reino dos Céus: a simplicidade de vida. Elas trabalham, dedicam-se, têm os seus empreendimentos, mas não colocam ali o seu coração; elas não desprendem o coração de Deus, porque Ele é a maior riqueza da sua vida.

Há pessoas que trabalham para progredir na vida de forma justa, honesta e correta, é assim que Deus quer que todos possamos progredir. O problema é quando a riqueza faz crescer dentro de nós a cobiça e o desejo desenfreado pelos bens; a partir disso, o coração se anela àquilo que ele anseia. “Onde está o tesouro, ali estará o seu coração” (Mateus 6,21). Portanto, se a sua riqueza são os bens deste mundo, é aqui que você vai colocar o seu coração, mas se a sua riqueza é o Reino de Deus e as coisas d’Ele, se a sua riqueza é o bem e os valores eternos, pode ter a certeza de que, sendo rico ou pobre, Deus estará no seu coração.

Não se prenda aos bens deste mundo, não coloque sua confiança nos bens materiais, porque tendo posse ou não, seja uma pessoa desprendida, aguerrida, trabalhadora e dedicada, mas saiba ter ordem e valores. “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e todas as coisas vos serão acrescentados na nossa vida”.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: http://www.alphaeomega.org.br/site/2013/08/20/evangelho-mt-1923-30/

ORAÇÃO

Pai Santo, envia o teu Espírito para ensinar-nos a nos desapegarmos dos bens que a tua Providência nos ofereceu. Que façamos deles instrumentos para aliviar as carências dos irmãos de caminhada – e que o façamos com alegria, sem desejar retornos ou mesmo gratidão. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade doEspírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/08/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_6331.html

 

Que a nossa vontade se preencha da vontade de Deus

Mt 12,46-50
Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Reflexão: Alguns, talvez, olhem para esse Evangelho e digam: “Jesus está desmerecendo Sua Mãe. Ele não deu atenção para ela”. Pelo contrário, o merecimento da Mãe de Jesus não está no fato de ela ter gerado Jesus, é uma graça sublime e única, pois ela poderia ter gerado como muitas mães geram seus filhos e depois dizem: “Eu não quero saber. Quero viver minha vida”. Maria não só gerou fisicamente, mas se tornou inteiramente o lugar da morada de Deus.

Maria é para nós um sinal no mundo em que vivemos, onde precisamos fazer uma oblação na nossa vontade, porque estamos cheios de vontade própria, vivemos em função de nossas vontades, fazemos o que queremos e somente isso nos realiza, por isso somos pessoas tão pouco realizadas e felizes naquilo que projetamos para a nossa vida.

Projetamos a nossa vida em prol das nossas vontades próprias. Nossas crianças estão formadas para serem cheias de vontades. A juventude é o tempo da ganância, da vontade.

Olhemos, hoje, para Maria, e encontremos nela o referencial da oblação, da vontade que se desdobra e, muitas vezes, quebra-se para encontrar em Deus uma vontade realizada, uma vontade que tem gosto pelas coisas de Deus, gosto pelo que é do Céu, em fazer o bem ao próximo.

Quando somos cheios de má vontade ou a nossa vontade se torna má, perdemos o gosto pelas coisas de Deus, perdemos o gosto pelo bem, porque somos cercados pelo nosso orgulho e egoísmo.

Permitamos que Deus faça em nós o que fez em Maria: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua vontade” (Lucas 1,38). Que a nossa vontade se preencha da vontade de Deus.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: https://site.ucdb.br/liturgia-diaria/e-estendendo-a-mao-para-os-discipulos-jesus-disse-eis-minha-mae-e-meus-irmaos/244/

ORAÇÃO

Oração do Abandono

Meu Pai, a vós me abandono: fazei de mim o que quiserdes! O que de mim fizerdes, eu vos agradeço. Estou pronto para tudo, aceito tudo, contanto que a vossa vontade se faça em mim em todas as vossas criaturas. Não quero outra coisa, meu Deus. Entrego minha vida em vossas mãos, eu vo-la dou, meu Deus. Com todo o amor do meu coração, porque eu vos amo. E porque é para mim uma necessidade de amor dar-me, entregar-me em vossas mãos sem medida, com infinita confiança porque sois meu Pai. (Carlos de Foucauld)

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_23.html

O tesouro que acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus

Mt 6,19-23
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão.

Reflexão: Não podemos deixar que o tesouro do nosso coração esteja preso às coisas da Terra, porque essa é a tendência da vida, é olharmos para ela como se fosse aqui e agora. A qualidade de vida para algumas pessoas é o dinheiro que elas acumulam, são os bens que elas têm e a rentabilidade financeira que move a sua vida, de modo que, quando uma dessas três coisas não estão bem, muitas vezes, o coração não está bem, a vida não está bem. É um tremendo engano e uma tremenda ilusão.

A verdade é que se olharmos para as pessoas que têm muito dinheiro, elas estão sofrendo para ter o muito dinheiro que têm, para guardar o muito dinheiro que acumularam. É a preocupação com segurança e em fazer render mais o que têm.

É bom trabalhar honestamente para conseguir melhorar de vida, para ter o que é preciso para uma vida digna, saudável, que é bom para todos. O problema é onde está o seu coração, pois onde ele estiver, ali estará o seu tesouro. Se o seu coração está preso aos bens deste mundo, aos tesouros que você acumula, ali seu coração vai estar preso, e o coração preso a este mundo não consegue absorver as coisas do Céu.

Com os pés no chão, trabalhando para ter uma vida digna, correta, ajustada, pagando as contas, podendo ter só o que precisa, mas com o coração em Deus, no Alto, acumulando o verdadeiro tesouro que traça, ferrugem nem ladrão poderão nos roubar.

Nenhum ladrão pode tirar a alegria do coração de quem é de Deus, nenhuma perda desse mundo tem comparação com o tesouro que acumulamos no Céu. Acumular tesouros no Céu não é transpor realidades materiais nem mundanas para lá. Às vezes, alguém diz: “O dinheiro que eu deposito na igreja é ponto que vou acumular no Céu”. Não nos deixemos iludir nem nos enganar por essa retórica pervertida!

O tesouro que nós acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus, é o amor que temos para as coisas d’Ele e para com o nosso próximo, é o bem que praticamos, a generosidade do nosso coração, a caridade da nossa alma, a misericórdia nas nossas atitudes. O tesouro que acumulamos no Céu é o perdão que oferecemos, sem medida, ao próximo.

Acumular tesouros no Céu é viver a reconciliação com os nossos irmãos, com o mundo em que vivemos. Onde promovemos a paz e o bem não promovemos a guerra, a disputa nem a competição por causa dos bens materiais.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

tesouroFonte:http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mt-619-23-4/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Tu que és a minha maior riqueza, não permitas que eu me perca na busca de coisas materiais. Que minha inteligência, dom da Tua infinita sabedoria, me faça ter o discernimento suficiente para não confundir as riquezas eternas com as efêmeras riquezas da terra. Concede-me a graça, Jesus, de juntar muitos tesouros no céu. Amém!

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-619-23/

O Ponto Afinal

O ponto esclarece ao final ou provocar se faz necessário ?

Deixando Deus falar...

"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar." (Mateus 24:35)

Doando Amor

Faça mais do que existir !