Que a nossa vontade se preencha da vontade de Deus

Mt 12,46-50
Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Reflexão: Alguns, talvez, olhem para esse Evangelho e digam: “Jesus está desmerecendo Sua Mãe. Ele não deu atenção para ela”. Pelo contrário, o merecimento da Mãe de Jesus não está no fato de ela ter gerado Jesus, é uma graça sublime e única, pois ela poderia ter gerado como muitas mães geram seus filhos e depois dizem: “Eu não quero saber. Quero viver minha vida”. Maria não só gerou fisicamente, mas se tornou inteiramente o lugar da morada de Deus.

Maria é para nós um sinal no mundo em que vivemos, onde precisamos fazer uma oblação na nossa vontade, porque estamos cheios de vontade própria, vivemos em função de nossas vontades, fazemos o que queremos e somente isso nos realiza, por isso somos pessoas tão pouco realizadas e felizes naquilo que projetamos para a nossa vida.

Projetamos a nossa vida em prol das nossas vontades próprias. Nossas crianças estão formadas para serem cheias de vontades. A juventude é o tempo da ganância, da vontade.

Olhemos, hoje, para Maria, e encontremos nela o referencial da oblação, da vontade que se desdobra e, muitas vezes, quebra-se para encontrar em Deus uma vontade realizada, uma vontade que tem gosto pelas coisas de Deus, gosto pelo que é do Céu, em fazer o bem ao próximo.

Quando somos cheios de má vontade ou a nossa vontade se torna má, perdemos o gosto pelas coisas de Deus, perdemos o gosto pelo bem, porque somos cercados pelo nosso orgulho e egoísmo.

Permitamos que Deus faça em nós o que fez em Maria: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua vontade” (Lucas 1,38). Que a nossa vontade se preencha da vontade de Deus.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: https://site.ucdb.br/liturgia-diaria/e-estendendo-a-mao-para-os-discipulos-jesus-disse-eis-minha-mae-e-meus-irmaos/244/

ORAÇÃO

Oração do Abandono

Meu Pai, a vós me abandono: fazei de mim o que quiserdes! O que de mim fizerdes, eu vos agradeço. Estou pronto para tudo, aceito tudo, contanto que a vossa vontade se faça em mim em todas as vossas criaturas. Não quero outra coisa, meu Deus. Entrego minha vida em vossas mãos, eu vo-la dou, meu Deus. Com todo o amor do meu coração, porque eu vos amo. E porque é para mim uma necessidade de amor dar-me, entregar-me em vossas mãos sem medida, com infinita confiança porque sois meu Pai. (Carlos de Foucauld)

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_23.html

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O tesouro que acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus

Mt 6,19-23
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão.

Reflexão: Não podemos deixar que o tesouro do nosso coração esteja preso às coisas da Terra, porque essa é a tendência da vida, é olharmos para ela como se fosse aqui e agora. A qualidade de vida para algumas pessoas é o dinheiro que elas acumulam, são os bens que elas têm e a rentabilidade financeira que move a sua vida, de modo que, quando uma dessas três coisas não estão bem, muitas vezes, o coração não está bem, a vida não está bem. É um tremendo engano e uma tremenda ilusão.

A verdade é que se olharmos para as pessoas que têm muito dinheiro, elas estão sofrendo para ter o muito dinheiro que têm, para guardar o muito dinheiro que acumularam. É a preocupação com segurança e em fazer render mais o que têm.

É bom trabalhar honestamente para conseguir melhorar de vida, para ter o que é preciso para uma vida digna, saudável, que é bom para todos. O problema é onde está o seu coração, pois onde ele estiver, ali estará o seu tesouro. Se o seu coração está preso aos bens deste mundo, aos tesouros que você acumula, ali seu coração vai estar preso, e o coração preso a este mundo não consegue absorver as coisas do Céu.

Com os pés no chão, trabalhando para ter uma vida digna, correta, ajustada, pagando as contas, podendo ter só o que precisa, mas com o coração em Deus, no Alto, acumulando o verdadeiro tesouro que traça, ferrugem nem ladrão poderão nos roubar.

Nenhum ladrão pode tirar a alegria do coração de quem é de Deus, nenhuma perda desse mundo tem comparação com o tesouro que acumulamos no Céu. Acumular tesouros no Céu não é transpor realidades materiais nem mundanas para lá. Às vezes, alguém diz: “O dinheiro que eu deposito na igreja é ponto que vou acumular no Céu”. Não nos deixemos iludir nem nos enganar por essa retórica pervertida!

O tesouro que nós acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus, é o amor que temos para as coisas d’Ele e para com o nosso próximo, é o bem que praticamos, a generosidade do nosso coração, a caridade da nossa alma, a misericórdia nas nossas atitudes. O tesouro que acumulamos no Céu é o perdão que oferecemos, sem medida, ao próximo.

Acumular tesouros no Céu é viver a reconciliação com os nossos irmãos, com o mundo em que vivemos. Onde promovemos a paz e o bem não promovemos a guerra, a disputa nem a competição por causa dos bens materiais.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

tesouroFonte:http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mt-619-23-4/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Tu que és a minha maior riqueza, não permitas que eu me perca na busca de coisas materiais. Que minha inteligência, dom da Tua infinita sabedoria, me faça ter o discernimento suficiente para não confundir as riquezas eternas com as efêmeras riquezas da terra. Concede-me a graça, Jesus, de juntar muitos tesouros no céu. Amém!

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-619-23/

O amor trabalha sempre e não mede esforços para realizar o que deve ser realizado

Jo 5,17-30
Naquele tempo, Jesus respondeu aos judeus: “Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho”. Então, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque, além de violar o sábado, chamava Deus o seu Pai, fazendo-se, assim, igual a Deus. Tomando a palavra, Jesus disse aos judeus:

“Em verdade, em verdade, vos digo, o Filho não pode fazer nada por si mesmo; ele faz apenas o que vê o Pai fazer. O que o Pai faz o Filho o faz também. O Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que ele mesmo faz. E lhe mostrará obras maiores ainda, de modo que ficareis admirados. Assim como o Pai ressuscita os mortos e lhes dá a vida, o Filho também dá a vida a quem ele quer. De fato, o Pai não julga ninguém, mas ele deu ao Filho o poder de julgar, para que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honra o Filho, também não honra o Pai que o enviou.

“Em verdade, em verdade, vos digo, quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, possui a vida eterna. Não será condenado, pois já passou da morte para a vida. Em verdade, em verdade, eu vos digo: está chegando a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão. Porque, assim como o Pai possui a vida em si mesmo, do mesmo modo concedeu ao Filho possuir a vida em si mesmo. Além disso, deu-lhe o poder de julgar, pois ele é o Filho do Homem. Não fiqueis admirados com isso, porque vai chegar a hora em que todos os que estão nos túmulos ouvirão a voz do Filho e sairão: aqueles que fizeram o bem ressuscitarão para a vida; e aqueles que praticaram o mal, para a condenação. Eu não posso fazer nada por mim mesmo. Eu julgo conforme o que escuto, e meu julgamento é justo, porque não procuro fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou”.

Reflexão: Jesus é a mais pura expressão do amor de Deus. Se Deus parasse de expressar seu amor, nós não nos sustentaríamos. Jesus trabalha sempre, pois o amor de Deus está sempre a serviço, não nos abandona nunca.

Jesus expõe sua relação íntima com o Pai. Ele faz o que vê o Pai fazer, o Pai o ama e dele não guarda segredos. O Pai se revela completamente ao Filho.

Na minha oração, percebo Jesus nos incluindo nessa relação. Honrando Jesus, honraremos também o Pai. Por Ele conheceremos o Pai e receberemos do Pai a vida, pois a vida está em Jesus e Ele a dá a quem quer.

Será que estamos entre os que Jesus deseja dar a vida? Lembremos que o mesmo Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10b).

Jesus fala também de um julgamento. Como sabemos se seremos aprovados no julgamento de Jesus?

Na minha oração, percebo que o julgamento de Jesus não é como o de nossas cortes jurídicas, pois Ele não dá uma sentença ao final, pelo contrário Ele nos dá uma orientação inicial de ouvirmos sua voz e acreditarmos naquele que O enviou, para termos a vida eterna. Ora, nessa perspectiva, não é exatamente Jesus que nos julga, mas nós mesmos que decidimos participar ou não da vida.

Penso que ouvir a voz de Jesus e honrá-lo está diretamente ligado ao que fazemos, quando nos miramos em seus exemplos para considerar como estamos caminhando.

Pensando nisso, lembro que essa argumentação de Jesus com os judeus se dá logo após Ele curar, em dia de sábado, um homem que já estava doente há trinta e oito anos. Jesus desconsiderou o impedimento legal ao curar. O amor trabalha sempre e não mede esforços para realizar o que deve ser realizado!

Para nós hoje, este é o grande convite à oração: O que nos tem feito desistir de fazer o bem?

Muitas vezes, conseguimos ficar em paz com nossa consciência porque não fazemos mal a ninguém. Contudo, hoje Jesus nos cobra um pouco mais que isso. Ele não para de trabalhar, assim como o Pai também não. E nós? Paramos por quê? Por que desistimos do outro?

Mesmo que estejamos trabalhando constantemente para o bem da comunidade, de nossos queridos familiares, das pessoas mais necessitadas, enfim, que estejamos buscando, com empenho, imitar Jesus em nossas ações e comportamentos, ainda precisamos cuidar para não fazermos julgamentos indevidos. O julgamento justo só é possível quando não buscamos o que nos é vantajoso, quando conseguimos olhar para o outro com o olhar de Deus, quando levamos em consideração o sábio conselho do Meste: “Não julguem, e vocês não serão julgados. De fato, vocês serão julgados com o mesmo julgamento com que vocês julgarem, e serão medidos com a mesma medida com que vocês medirem” (Mt 7,1-2).

Achou que seria fácil ser cristão? Fácil não é, mas Deus está conosco neste caminho.

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2015/amor-incansavel-jo-517-30/

Fonte: https://estudos.gospelmais.com.br/boa-perfeita-e-agradavel-vontade-de-deus.html

ORAÇÃO

Queremos que tu Senhor, definas os contornos de

Nossos caminhos,

As cores de nossas palavras e gestos,

A dimensão de nossos projetos,

O calor de nossos relacionamentos e o

Rumo de nossa vida.

Podes entrar, Senhor!

Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós. Amém!
Fonte:http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/2013/03/jo-517-30-quem-cre-tem-vida-eterna.html

Cada criatura, ao nascer, traz a mensagem de que Deus ainda não perdeu a esperança no homem

Marcos 1,1-8
Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Está escrito no Livro do profeta Isaías: “Eis que envio meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho. Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas!’” Foi assim que João Batista apareceu no deserto, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados. Toda a região da Judéia e todos os moradores de Jerusalém iam ao seu encontro. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão. João se vestia com uma pele de camelo e comia gafanhotos e mel do campo. E pregava, dizendo: “Depois de mim virá alguém mais forte do que eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias. Eu vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo”.

Reflexão: A Igreja toma como modelo de sua pregação neste Advento a mudança de mentalidade, como a que se dá naquele que se arrepende de um desígnio ou plano anterior como de uma determinação errada ou de uma atuação desastrosa. E as palavras dos antigos profetas indicam o caminho a empreender de novo: Deixai de praticar o mal e aprendei a fazer o bem. Somente com este propósito poderemos entender no seu verdadeiro significado a visita de Jesus e seu modelo como homem.Convido-te a seres como um menino que, diante do presépio, teve um colóquio com Jesus: Que gostarias Jesus que eu te desse como presente de teu aniversário? Três coisas – disse-lhe Jesus: Dá-me o desenho que fizestes hoje de manhã. Mas ninguém gostou do mesmo. Por isso mesmo. Quero que sempre me dês aquilo que os outros não gostam de ti ou que tu mesmo olhas como frustração. Como segundo presente dá-me teu prato. Mas eu quebrei o prato. Por isso mesmo eu quero tudo que na tua vida está roto e fragmentado. Eu te ajudarei a recompô-lo. E a terceira coisa? Pois a resposta que deste os teus pais quando te perguntaram pela quebra do prato. Mas foi uma mentira! Por isso mesmo: eu te mostrarei como a verdade é mais proveitosa do que qualquer mentira mesmo que nesta última encontres a desculpa que te parece necessária, para evitar que o fizeste por raiva, por pirraça. Lembro-te que para Deus nada é impossível. O que Deus não é capaz de faze é deixar de te amar. A tua vida para Ele tem concerto. Porque cada criatura, ao nascer, traz a mensagem de que Deus ainda não perdeu a esperança no homem.

Fonte: http://homiliadopebantu.blogspot.com.br/2009/04/mensagem-de-joao-batista-mc-11-8.html

Fonte: https://odresnuevos.es/category/dibujos/

ORAÇÃO

Ó Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia, nós vos pedimos que nenhuma atividade terrena nos impeça de correr ao encontro do vosso Filho, mas, instruídos pela vossa sabedoria, participemos da plenitude de sua vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte:  http://www.catolicoorante.com.br/liturgia_diaria.php

 

Somos chamados para viver de acordo com o Espírito de Deus

Mateus 9,9-13
Naquele tempo, partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso Mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

Reflexão:  Ao ouvir a chamada do Senhor Mateus prontamente aceitou o convite. Não só a prontidão para seguir a Jesus, mas a prontidão para limpar seu coração de toda a maldade praticada, pois ele era um cobrador de impostos e por isso, era um ladrão diplomado, pecador público, ladrão do bem comum. Ele deixa seu coração livre e limpo para que o Senhor possa usá-lo para o bem do seu Reino. O fruto maior de sua conversão para nós hoje é o evangelho que ele escreveu sobre a vida de Jesus: O evangelho de Mateus. Através do seu evangelho conhecemos o Jesus em quem acreditamos, como Emanuel, Deus Conosco (Mt 1,23; 18,20; 28,20).

Hoje é o dia mais adequado para recordar nosso particular “segue-me”. É o dia em que celebramos uma festa por nosso nome, pois Deus nos chama pelo nome. Diante de Deus cada um tem nome e Deus chama cada um pelo nome (cf. Is 43,1; Jo 10,3). É o dia adequado para recordar a maneira que Deus chamou cada um de nós. O seguimento é a expressão prática da fé/adesão. Mas temos que estar conscientes de que esse chamamento é permanente. Quem não tem tempo para ouvir Deus permanentemente, vai ouvir somente desgraças dos outros e do mundo. Quem não presta para Deus, não presta para os outros. Mas quem presta para os outros é porque no seu coração mora Deus, mesmo que ele não tenha nenhuma religião. Temos que confessar que o que determina a nossa salvação não é aquilo que rezamos, pois pode acontecer que façamos apenas monólogos nas nossas orações. A oração feita é um compromisso assumido para viver de acordo com o Espírito de Deus. Ninguém crê impunemente. O que determina nossa salvação é o nosso comportamento diário, nossa maneira de viver e de conviver de acordo com o bem praticado (cf. Mt 25,31-46).

Fonte: http://vitus-passoadiante.blogspot.com.br

Fonte: http://pescadordecristo.blogspot.com.br/2011/09/festa-de-sao-mateus-evangelho-do-dia-mt.html

ORAÇÃO

Pai, coloca-me sempre junto àqueles que mais carecem de tua salvação, e liberta-me de toda espécie de preconceitos que contaminam o meu coração. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/misericordia-eu-quero-nao-sacrificios-mt-99-13/?future=all

Sejamos movidos pelo amor que faz nova todas as coisas

Lc 6,6-11
Aconteceu num dia de sábado que Jesus entrou na sinagoga e começou a ensinar. Aí havia um homem cuja mão direita era seca. Os mestres da Lei e os fariseus o observavam, para ver se Jesus iria curá-lo em dia de sábado, e assim encontrarem motivo para acusá-lo. Jesus, porém, conhecendo seus pensamentos, disse ao homem da mão seca: “Levanta-te, e fica aqui no meio”. Ele se levantou, e ficou de pé. Disse-lhes Jesus: “Eu vos pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar uma vida ou deixar que se perca?”Então Jesus olhou para todos os que estavam ao seu redor, e disse ao homem: “Estende a tua mão”. O homem assim o fez e sua mão ficou curada. Eles ficaram com muita raiva, e começaram a discutir entre si sobre o que poderiam fazer contra Jesus.

Reflexão:  As atitudes humanas, muitas vezes, são verdadeiros contrastes à atitude divina, à atitude de Deus no meio de nós. O Senhor é Aquele que salva, que liberta e traz para o meio quem está afastado, quem está longe e descriminado, marginalizado e sofrendo, quem está, de fato, passando por tantas situações complicadas e amarradas, as quais deixam a pessoa longe da vida. Deus é Aquele que nos traz à vida, para que esta seja vivida em abundância e plenitude.

Esse homem de mão seca, a quem a Palavra se refere, era um homem que ficava de lado, rejeitado, não era aceito, não era amado nem querido. Jesus o traz para o meio, para o centro do cuidado, da atenção, do amor e da ternura. Muitos que viram a atitude, o cuidado, o amor e a ternura de Jesus para com aquele homem ficaram com raiva d’Ele e planejaram o que poderiam fazer contra Jesus.

Muitas pessoas têm inveja e raiva de quem faz o bem. É uma atitude muito egoísta querermos o bem somente para nós, querermos que o bem chegue somente a nós. É uma atitude muito egoísta não cuidarmos de quem está sofrendo, de quem está afastado e marginalizado, de quem precisa do amor e da ternura.

Coloquemos uma coisa em nosso coração: não somos a pessoa mais sofrida do mundo, não somos a pessoa que mais necessita de atenção no mundo. Há sempre alguém que está sofrendo e passando por situações muito mais complicadas e difíceis nesta vida.

Não podemos querer que o mundo gire em torno de nós. O nosso mundo se torna melhor, menos sofrido, quando sabemos colocar o outro no centro da nossa vida, quando não fazemos de nós o centro do mundo nem o centro da vida. Mas sabemos colocar para dentro, colocar para o meio outros que estão sofrendo, sendo marginalizados e deixados de lado.

Jesus não quer que deixemos ninguém de lado. Ele quer que cuidemos do outro e façamos da nossa vida uma oblação, para cuidarmos dos sofrimentos do nosso próximo. Quando cuidamos do outro, Deus está cuidando de todos nós.

Não sejamos movidos pelo egoísmo, mas pelo amor que faz nova todas as coisas.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

estende a mão

ORAÇÃO

Jesus Mestre, que dissestes:

“Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome,

eu aí estarei no meio deles”,

ficai conosco,

aqui reunidos (pela grande rede da internet),

para melhor meditar

e comungar com a vossa Palavra.

Sois o Mestre e a Verdade:

iluminai-nos, para que melhor compreendamos

as Sagradas Escrituras.

Sois o Guia e o Caminho:

fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.

Sois a Vida:

transformai nosso coração em terra boa,

onde a Palavra de Deus produza frutos

abundantes de santidade e missão.

(Bv. Alberione)

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/09/homilia-comentario-e-reflexao-do_9.html

Sigamos lutando por um mundo que corresponda aos anseios do Senhor

Mateus 25,1-13
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: “O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas. O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide ao seu encontro!’ Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. As previdentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’. Enquanto elas foram comprar óleo, o noivo chegou, e as que estavam preparadas entraram com ele para a festa de casamento. E a porta se fechou. Por fim, chegaram também as outras jovens e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abre-nos a porta!’ Ele, porém, respondeu: ‘Em verdade eu vos digo: Não vos conheço!’ Portanto, ficai vigiando, pois não sabeis qual será o dia, nem a hora”.

Reflexão: Para o discípulo, não importa a hora da chegada do Senhor. Importa, sim, estar pronto para recebê-lo, quando ele chegar. O fato de Jesus tardar gera diferentes tipos de comportamentos por parte dos discípulos. Dois deles são ilustrados pela parábola das dez virgens.

As cinco virgens prudentes representam os discípulos que não esperam o Senhor de braços cruzados. Essa espera não os aliena de suas responsabilidades concretas: lutar por um mundo que corresponda aos anseios do Senhor. São cristãos engajados na luta pela justiça, na defesa dos direitos dos fracos e oprimidos, na busca de um testemunho autêntico de fé, num mundo marcado pela injustiça e pela impiedade. E este empenho efetivo, a longo prazo, mantém suas lâmpadas acesas.

As cinco virgens imprudentes retratam os discípulos que esperam o Senhor numa contemplação inativa. Preocupam-se em fazer o que agrada a Deus, porém excluindo o próximo do âmbito de seus interesses. A oração não os motiva a fazer nada de concreto em benefício dos outros. Seu amor a Deus não se expressa em forma de amor ao próximo. Esta atitude, a longo prazo, se mostrará insuficiente para manter suas lâmpadas acesas.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_31.html

 

Fonte: http://netdia.blogspot.com.br/2014/06/a-parabola-das-dez-virgens.html

ORAÇÃO

Pai Santo, faze-nos prudentes e nos dá discernimento para preparar a mochila para a viagem da vida. Que levemos o óleo precioso da fé – confirmada pelas obras – para nos iluminar até te encontrarmos para o abraço Misericordioso. Por Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_31.html