Quais são os sentimentos que você guarda no seu coração?

Mt 13,44-46
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: ‘ O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola.

Reflexão: Nas duas mensagens deste Evangelho, Jesus nos apresenta o reino dos céus como algo muito valioso que alguém busca, e encontra. Na nossa caminhada aqui na terra, desde cedo saímos à procura da felicidade nos mais diversos lugares, nas ocasiões e situações que nos atraem, assim como também no amor das pessoas, na realização profissional, no sucesso nos empreendimentos, etc. e nem sempre isso nos torna pessoas alegres e felizes. Alcançamos muitas metas, galgamos cargos, amealhamos dinheiro, mas nem sempre tudo isso nos alegra ou nos faz ser feliz. Um dia nós percebemos que alcançamos o reino da terra, mas estamos longe do reino do céu. Nas duas situações que Jesus nos apresenta, porém, nós constatamos que a conquista do reino dos céus desperta em quem o encontrou sentimento de alegria e felicidade assim como a decisão de vender todos os bens que possui para apossar-se daquele tesouro. Acontece que o reino dos céus não pode ser achado fora de nós, nas coisas que encontramos no nosso exterior. Ele é como um tesouro que está escondido dentro do nosso coração no meio do campo da nossa humanidade ou uma pérola preciosa que é buscada por nós, mas que só é encontrada quando nos encontrarmos conosco. Quando descobrimos que dentro de nós há a riqueza do reino de Deus, do amor do céu, aos pouquinhos vamos deixando de lado os valores que nos prendem à vida material, a qual nós tocamos e enxergamos,para nos apossar da riqueza invisível, que gera, amor, paz, alegria, consolo, fortaleza, mansidão, compreensão, esperança, vitória, felicidade, mesmo no meio das dificuldades. Aí então, nós experimentamos uma mudança de vida e de atitude que nos faz ser feliz na vivência das coisas mais simples. O reino de Deus, então, pode ser entendido como um processo de conversão, de mudança e transformação firme e gradual que vai se manifestando no nosso modo de ser e de agir. Dessa forma nós vamos descobrindo que aquilo que tanto buscávamos e procurávamos, na verdade, só acontece na medida em que caminhamos na trilha que o Evangelho nos desvenda. Seguindo esse caminho percebemos também, que o dom da misericórdia acompanha a nossa caminhada e as nossas ações e nos tornamos pessoas mais compreensivas, mais amorosas e mais comunicativas. – Você também tem buscado a felicidade? – Você já sente as primícias do reino de Deus? – Você já tem vislumbrado a pérola e o tesouro que existem no seu coração? – Onde está o reino dos céus? – Quais são os sentimentos que você guarda no seu coração?

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mt-13-44-46/

 

Fonte: https://www.slideshare.net/mobile/DeborahGutierrez/venha-o-teu-reino-54711809

ORAÇÃO

Senhor Jesus, que eu me desfaça, com coragem e alegria, de tudo quanto me impede de colocar o Reino como centro de minha vida. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_31.html

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O maior milagre é a conversão e a mudança de vida

Mt 11,20-24
Naquele tempo, Jesus começou a censurar as cidades, onde tinha feito grande número de seus milagres, por terem recusado arrepender-se: “Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e a cinza. Por isso, vos digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Tiro e para Sidônia que para vós! E tu, Cafarnaum, serás elevada até o céu? Não! Serás atirada até o inferno! Porque, se Sodoma tivesse visto os milagres que foram feitos dentro dos teus muros, subsistiria até este dia. Por isso, te digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Sodoma do que para ti!”.

Reflexão: As pessoas querem milagres, curas e coisas mágicas, mas o maior milagre é a conversão e a mudança de vida. O milagre não é o espetáculo realizado em nome da fé, mas a nossa vida transformada.

Olhamos para a vida dos santos e queremos os milagres. Muitas vezes, as pessoas procuram santos que nem conhecem a história, mas sabem que ele realiza milagres, a causa dos impossíveis, as causas difíceis. Entretanto, precisamos olhar o milagre que Deus realizou na vida daquele santo, daquele homem e daquela mulher. Quando olhamos para a vida deles e vemos o que Deus fez, dizemos: “Realiza-se em mim, Senhor”.

O nosso impossível, as nossas causas difíceis estão projetadas, muitas vezes, em conquistas materiais, são dívidas que temos para pagar, situações que temos para resolver, curas que temos de alcançar. Às vezes, até conseguimos essas coisas, mas o essencial não se realizou.

Jesus está censurando as cidades onde Ele realizou boa parte de Seus milagres, pois as pessoas não compreenderam nem mergulharam na essência dos Seus milagres. Por isso, Jesus vai realizar pouquíssimos prodígios nessas cidades, como muitas vezes Ele não vai os realizar no nosso meio como muitos querem que aconteça.

Nossos olhares querem coisas mágicas no Céu, nossos olhares estão em busca de coisas extraordinárias. E não há nada mais extraordinário do que vidas convertidas e transformadas!

Quando eu olho para Francisco de Assis, nunca pedi uma graça para ele, mas eu só olho para ele e fico admirado, fico olhando e penso: “Que milagre é esse homem! O que ele era e o que se tornou depois que se encontrou com Jesus!”. Quando eu olho para Inácio de Loyola ou para Paulo, que era Saulo e se transformou.

Quando olho para a minha vida, encontro nela o milagre de Deus? Ele tem feito o milagre da transformação na minha vida? Eu vejo muitas convicções mudadas, mas eu sei que preciso que Deus realize o Seu milagre em mim. Eu não peço nada de material, não peço para Ele nada que seja focado em necessidades humanas. A minha humanidade tem sede de conversão, de santidade e mudança de santidade de vida. É esse milagre que eu quero e preciso a cada dia da minha vida.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: http://paroquiadosnavegantestra.blogspot.com/2017/07/evangelho-do-dia-no-dia-do-julgamento.html

ORAÇÃO

Senhor, nós te agradecemos por este dia.

Abrimos nossas portas e janelas para que tu possas

Entrar com tua luz.

Queremos que tu Senhor, definas os contornos de

Nossos caminhos,

As cores de nossas palavras e gestos,

A dimensão de nossos projetos,

O calor de nossos relacionamentos e o

Rumo de nossa vida.

Podes entrar, Senhor em nossas famílias.

Precisamos do ar puro de tua verdade.

Precisamos de tua mão libertadora para abrir

Compartimentos fechados.

Precisamos de tua beleza para amenizar

Nossa dureza.

Precisamos de tua paz para nossos conflitos.

Precisamos de teu contato para curar feridas.

Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença

Para aprendermos a partilhar e abençoar!

Amém!

Fonte: http://paroquiadosnavegantestra.blogspot.com/2017/07/evangelho-do-dia-no-dia-do-julgamento.html

O que Deus espera de nós…

Mt 1,16.18-21.24a
Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.

Reflexão: Hoje, a Igreja celebra a solenidade de São José, esposo de Maria. É como um parêntesis alegre dentro da austeridade da Quaresma. Mas a alegria desta festa não é um obstáculo para continuarmos a avançar no caminho de conversão, próprio do tempo quaresmal.Bom é aquele que, elevando o seu olhar, faz esforços para que a sua própria vida se adapte ao plano de Deus. E bom é aquele que, olhando para os outros, procura interpretar sempre no bom sentido todas as ações que realizam e defender o seu bom nome. Nestes dois aspectos de bondade se nos apresenta São José no Evangelho de hoje.Deus tem um plano de amor para cada um de nós, já que «Deus é amor» (1Jo 4,8). Porém, a dureza da vida leva a que algumas vezes não o saibamos descobrir. Logicamente, queixamo-nos e resistimos a aceitar as cruzes.Não deve ter sido fácil para São José ver que Maria «antes de passarem a conviver, se encontrou grávida pela ação do Espírito Santo» (Mt 1,18). Tinha pensado desfazer o acordo matrimonial, mas «secretamente» (Mt 1,19). Contudo, «quando o anjo do Senhor lhe apareceu em sonho» (Mt 1,20) revelando-lhe que tinha de ser pai legal do Menino, aceitou imediatamente «e acolheu sua esposa» (Mt 1,24).A Quaresma é uma boa ocasião para descobrirmos o que é que Deus espera de nós, e reforçar o nosso desejo de o pôr em prática. Peçamos ao bom Deus «por intercessão do Esposo de Maria», que avancemos no nosso caminho de conversão, imitando São José na aceitação da vontade de Deus e no exercício da caridade com o próximo.

Fonte: http://evangeli.net/evangelho/feria/V_06

Fonte: http://sandra-medina.blogspot.com.br/2015/07/a-obediencia-palavra-de-deus.html

 

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Tu que és a fonte de toda santidade e fecundidade, fecunda meu coração com a força do Espírito Santo, para que eu seja cada vez mais transformado pela graça. Orienta, Jesus, minha vida, para que eu possa viver cada vez mais unido a Ti, como São José, homem fiel e justo. Dá-me a capacidade de olhar para São José como modelo de alguém que soube cooperar com a graça, colocando os dons e qualidades a serviço da Sagrada Família de Nazaré. Concede-me o dom de ser pessoa justa e temente a Deus, para estar sempre pronto a escutar Teus pedidos e a obedecer-TE. Concede-me também a capacidade de saber lidar com as situações adversas, que escapam à minha compreensão humana. Faze-me entender que nelas também está a Tua vontade. Ajuda-me a ser cada vez mais Teu servo, para que Tua santa vontade se faça em mim completamente. Pela intercessão de São José abençoa cada pai de família. Amém.
Fonte:http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-116-18-21-24a/

Façamos o caminho de conversão, de uma vida vivida a partir do exterior à uma vida a partir de dentro

Jo 4,43-54
Naquele tempo, Jesus partiu da Samaria para a Galileia. O próprio Jesus tinha declarado, que um profeta não é honrado na sua própria terra. Quando então chegou à Galileia, os galileus receberam-no bem, porque tinham visto tudo o que Jesus havia feito em Jerusalém, durante a festa. Pois também eles tinham ido à festa. Assim, Jesus voltou para Caná da Galileia, onde havia transformado a água em vinho. Havia em Cafarnaum um funcionário do rei que tinha um filho doente. Ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judeia para a Galileia. Ele saiu ao seu encontro e pediu-lhe que fosse a Cafarnaum curar seu filho, que estava morrendo. Jesus disse-lhe: “Se não virdes sinais e prodígios, não acreditais”. O funcionário do rei disse: “Senhor, desce, antes que meu filho morra!” Jesus lhe disse: “Podes ir, teu filho está vivo”. O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora. Enquanto descia para Cafarnaum, seus empregados foram ao seu encontro, dizendo que o seu filho estava vivo. O funcionário perguntou a que horas o menino tinha melhorado. Eles responderam: “A febre desapareceu, ontem, pela uma da tarde”. O pai verificou que tinha sido exatamente na mesma hora em que Jesus lhe havia dito: “Teu filho está vivo”. Então, ele abraçou a fé, juntamente com toda a sua família. Esse foi o segundo sinal de Jesus. Realizou-o quando voltou da Judeia para a Galileia.

Reflexão: Estamos diante de contextos, cuja fé é entendida, interpretada e vivida, por meio de situações diversas: por meio de sinais e por uma necessidade especifica, onde pela fé na providência divina, busca-se uma solução para o já desacreditado. Na primeira situação, a fé é entendida como algo secundário, sempre associada a imediatez das aparências, quase sempre promovidas por sociedades dos espetáculos. Essa mentalidade ainda faz parte da sociedade e da igreja de hoje. É preciso ir além das aparências. É preciso uma fé a partir de dentro. Enraizada e solidificada em Cristo, rocha firme.

A segunda situação apresentada por João, é cena, onde o ouvir sobre Jesus leva o funcionário do rei a ir ao encontro Dele. Aqui também os sentidos (o ouvido) o intuiu e o motivou a ir até Jesus, contudo, diferente dos outros ele creu antes de se dar o sinal da cura do seu filho “O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora”. O que o levou de volta a sua casa, foi a confiança da cura do seu filho. Uma cura não aparente no primeiro momento, pois foi necessário um pedagógico caminho de conversão, para que então o funcionário pudesse ver naquilo que já havia acreditado ter acontecido: a cura do seu filho. A fé, neste sentido, deve preceder os sinais. João, já no seu evangelho intuiu isso e, diferente dos outros evangelistas atribuía aos milagres o termo “sinais”, justificando assim, o fato de que eles, não dão sentido a eles mesmos, mas sempre nos revelam algo maior e central: JESUS CRISTO.

Que a exemplo do funcionário do rei, deixemos, pois, fazer, assim como ele, o caminho de conversão, de uma vida vivida a partir do exterior à uma vida a partir de dentro.

Fonte: http://oratoriosaoluiz.com.br/evangelho-do-dia-cura-do-filho-de-um-oficial/

ORAÇÃO

Pai Santo, nós te agradecemos pela semente de fé que implantaste em nossos corações e te pedimos força e perseverança para cultivarmos essa plantinha em nossa vida, seguindo o Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!
Fonte:http://www.cristominhacerteza.com/2013/03/homilia-comentario-e-reflexao-do_10.html

Aproximar-se da Cruz significa também aproximar-se do momento da Redenção

Jo 3,14-21
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: “Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna. Pois Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê, não é condenado, mas, quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito. Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus”.

Reflexão: Nesse tempo de conversão, que é a Quaresma, meditemos na Cruz, na alegria da Cruz! É sempre o mesmo júbilo de estar com Cristo: “Somente d’Ele é que cada um de nós pode dizer com plena verdade, juntamente com S. Paulo: “Ele me amou e se entregou por mim” (Gal 2,20). Daí deve partir a vossa alegria mais profunda, daí deve advir também a vossa força e o vosso ponto de apoio. Se, por desgraça, deveis encontrar amarguras, padecer sofrimentos, experimentar incompreensões e até cair em pecado, que o vosso pensamento se dirija rapidamente para Aquele que vos ama sempre e que, com o seu amor ilimitado, faz vencer todas as provas, preenche todos os nossos vazios, perdoa todos os nossos pecados e nos impele com entusiasmo para um caminho novamente seguro e alegre” (São João Paulo II).

A Igreja quer recordar-nos que a alegria é perfeitamente compatível com a mortificação e a dor. O que se opõe à alegria é a tristeza, não a penitência!Vivendo com profundidade o tempo da Quaresma que conduz à Paixão – e portanto à dor -, compreendemos que aproximar-se da Cruz significa também aproximar-se do momento da Redenção, e por isso a Igreja e cada um dos seus filhos se enchem de alegria. A mortificação que procuramos viver nestes dias não deve ofuscar a nossa alegria interior, mas, pelo contrário, deve fazê-la crescer, porque está prestes a realizar-se essa prova máxima de amor pelos homens que é a Paixão, e é iminente o júbilo da Páscoa. Por isso queremos estar muito unidos ao Senhor, para que também na nossa vida se repita o mesmo processo da sua: chegarmos, pela sua Paixão e Cruz, à glória e à alegria da sua Ressurreição.

Os sofrimentos e as tribulações acompanham todos os homens na terra, mas o sofrimento, por si só, não transforma nem purifica; pode até causar revolta e ódio. Alguns cristãos separam-se do Mestre quando chegam até a Cruz, porque esperavam uma felicidade puramente humana, que estivesse isenta de dor e acompanhada de bens naturais.

Para O amarmos com obras, o Senhor pede-nos que percamos o medo à dor, às tribulações, e o procuremos onde Ele nos espera: na Cruz. A nossa alma ficará então mais purificada e o nosso amor mais forte. Então compreenderemos que a alegria está muito perto da Cruz. Mais ainda: que nunca seremos felizes se não amarmos o sacrifício.

Essas tribulações que, à luz exclusiva da razão, nos parecem injustas e sem sentido, são necessárias para a nossa santidade pessoal e para a salvação de muitas almas. No mistério da co-redenção, a nossa dor, unida aos sofrimentos de Cristo, adquire um valor incomparável para toda a Igreja e para toda a Humanidade. A dor, quando lhe damos o seu verdadeiro sentido, quando serve para amar mais, produz uma paz íntima e uma profunda alegria. Por isso, em muitas ocasiões, o Senhor abençoa-nos com a Cruz.

Assim temos que percorrer “o caminho da entrega: a Cruz às costas, com um sorriso nos lábios, com uma luz na alma” (São Josemaria Escrivá, Via Sacra, II º est.).

Sigamos Jesus com alegria, até Jerusalém, até o Calvário, até a Cruz. Além disso, “não é verdade que, mal deixas de ter medo à Cruz, a isso que a gente chama de cruz, quando pões a tua vontade em aceitar a Vontade divina, és feliz, e passam todas as preocupações, os sofrimentos físicos ou morais?” (São Josemaria Escrivá, Via Sacra, IIº est.).

Fonte: http://www.presbiteros.com.br/site/homilia-do-mons-jose-maria-–-iv-domingo-da-quaresma-–-ano-b/

Fonte: http://www.senhoradasgracas.org/2017/06/08/quem-nao-crer-ja-esta-condenado-condenado-a-que-jo-314-21/

ORAÇÃO

Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agradecemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração convertido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém.
Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/deus-deu-ao-mundo-o-seu-filho-unico-jo-314-21/

 

 
 

O que faria Jesus em meu lugar?

Mt 21,33-43.45-46
Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes: “Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos. Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’.

Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?” Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”. Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos’?” Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos. Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de Jesus, e compreenderam que estava falando deles. Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta.

Reflexão: A história de Israel, que se desenrolou como uma espécie de luta entre Deus e o povo eleito, é como que a parábola de toda história humana. Enquanto Deus se empenha em salvar a humanidade, esta insiste em caminhar para a condenação. Ele vai lhe apresentando os meios necessários para que se salve, mas o ser humano continua destruindo a obra divina. Deus confia na conversão do coração humano; este, no entanto, frustra, continuamente, a confiança divina.

Apesar disto, o Pai mostra-se sobremaneira paciente. O primeiro gesto de rebeldia do ser humano seria suficiente para merecer a punição. Afinal, ele é quem tem uma dívida de gratidão para com Deus. Criado com todo o carinho, fora-lhe dadas as condições para viver em comunhão com o Criador e com os demais seres humanos. Dele se esperava frutos de amor e de justiça. No entanto, seu coração perverteu-se, levando-a a se rebelar contra Deus. Até mesmo Jesus, que representa o gesto supremo da boa-vontade divina de salvar o ser humano, acabou sendo crucificado.

Ao ressuscitar seu Filho, o Pai estabeleceu-o como sinal de seu amor pela humanidade. Sempre que o ser humano quiser voltar-se para Deus, pode contar com Jesus. Aquele que fora rejeitado pelo ser humano, o Pai constituiu-o como “pedra angular” da salvação.

Fonte:http://www.cristominhacerteza.com/2013/02/homilia-comentario-e-reflexao-do_28.html

Fonte: http://aurelianogondim.blogspot.com.br/2016/02/sexta-feira-da-2-semana-da-quaresma.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, nós vos louvamos e agradecemos, porque sois o exemplo que devemos seguir. Com simplicidade queremos aprender de vós o modo de ver, julgar e agir.
Oh! Senhor Deus Pai Todo Poderoso, que possamos em todas as situações que vivermos nos perguntar sempre: O que faria Jesus em meu lugar? Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/parabola-da-vinha-mt-2133-43-45-46/

Somos ouvidos por Deus em nossas preces quando temos humildade e confiança sem fazer exigências

Lucas 11,29-32
Naquele tempo, quando as multidões se reuniram em grande quantidade, Jesus começou a dizer: “Esta geração é uma geração perversa; pede um sinal, mas não se lhe dará outro sinal senão o sinal do profeta Jonas. Pois, como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim o Filho do Homem o será para esta geração. A rainha do meio-dia levantar-se-á no dia do juízo para condenar os homens desta geração, porque ela veio dos confins da terra ouvir a sabedoria de Salomão! Ora, aqui está quem é mais que Salomão. Os ninivitas levantar-se-ão no dia do juízo para condenar os homens desta geração, porque fizeram penitência com a pregação de Jonas. Ora, aqui está quem é mais do que Jonas”.

Reflexão:  Em alguns momentos da vida podemos cair na mesma tentação que o povo da época de Jesus: pedir a Deus sinais para acreditar no seu amor e poder. Muitas vezes queremos um Deus que esteja ao nosso serviço, que atenda todos os nossos caprichos. Somos ouvidos por Deus em nossas preces quando adotamos uma postura de humildade e confiança sem fazer exigências. Para nós a vida de Jesus, sua palavra, seu amor e sua entrega total são o suficiente para que tenhamos uma fé viva. Precisamos desenvolver muito mais um relacionamento com o Senhor do que com os seus milagres. Confie no Senhor!
Fonte: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia_diaria.php

Praying hands lifted to a sunlit sky.

Fonte:https://www.guideposts.org/faith-and-prayer/prayer-stories/power-of-prayer/god-is-bigger-than-our-problems

ORAÇÃO

Senhor Jesus, que eu me converta diante de teus apelos, porém movido apenas pela força do teu testemunho e de tua palavra. Amém!
Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/10/homilia-comentario-e-reflexao-do_14.html