Nós fazemos no dia a dia o que efetivamente Deus deseja?

Mc 3,31-35
Naquele tempo, chegaram a mãe de Jesus e seus irmãos. Eles ficaram do lado de fora e mandaram chamá-lo. Havia uma multidão sentada ao redor dele. Então lhe disseram: ‘Tua mãe e teus irmãos estão lá fora à tua procura’. Ele respondeu: ‘Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?’ E olhando para os que estavam sentados ao seu redor, disse:’Aqui estão minha mãe e meus irmãos. Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe’.”

Reflexão: Os familiares de Jesus estão “do lado de fora” e a multidão está “sentada em torno dele”. Quantas vezes os que parecem mais próximos de Jesus, os que estão constantemente na Igreja, ficam do lado de fora de seu verdadeiro seguimento na vida, da proximidade com ele nas atitudes, e outros, que parecem estar “de fora”, os da multidão, fazem no dia a dia o que efetivamente Deus deseja, e tornam-se semelhantes a Jesus – seu “irmão”, sua “irmã” e sua “mãe”. Contemplando a cena, ver-me nela: onde estou? Quando estou próxima(o) e quando estou longe dele? Quando estou dentro e quando estou fora? Que sabor experimento em cada uma destas situações? Estar é estar inteiros. Contemplar também que aspectos da minha vida se aproximam de Jesus e que aspectos se distanciam dele. À medida em que contemplo, conversar com Ele. Pedir-lhe a graça de não negar nada do que eu sou, mas de tomar nas mãos e apresentar-lhe, para que Ele seduza e integre.

Os familiares de Jesus não são rejeitados nesta cena. Ele apenas abre as fronteiras de sua família e abole privilégios. Se não são os laços de sangue, tampouco é a denominação religiosa ou a cultura o que faz ser próximo ou não de Jesus. “Aqui estão minha mãe e meus irmãos. Quem faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.”.

Que Maria, que sabia guardar tudo no coração e procurar o sentido, mesmo quando custava como talvez tenha custado a resposta do Seu Filho, nos ensine a como ela, abrir-nos ao que o Senhor efetivamente quer nos convidar a viver, e a dar-lhe um “sim” suave e firme como o dela.

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2014/dentro-ou-fora-marcos-331-35/

 


Fonte:http://www.laboratoriodafe.net/2013/01/quem-e-minha-mae-e-meus-irmaos.html

ORAÇÃO

Pai, ensina-me a pautar minha vida pela fidelidade à tua vontade, para que eu faça parte de tua família, fundada pela ação de Jesus.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/01/homilia-comentario-e-reflexao-do_28.html

Anúncios

Ao entregar nossas vidas para Deus nos conduzir, deixamos ser transformados por Sua misericórdia

Mc 16,15-18
Naquele tempo, Jesus se manifestou aos onze discípulos, e disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem algum veneno mortal não lhes fará mal algum; quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados”

Reflexão: Aí esta a esperança de Jesus para com cada um de nós, depois de todos ensinamentos testemunhados com a própria vida:“Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Ele é claro e direto, afirmando as palavras do Pai:Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado.Está muito bem explicado em todas as passagens bíblicas que o que nos salva, é a nossa fé, a nossa decisão de aceitar Jesus e a busca constante da Sabedoria do Evangelho, continuar caminhando sempre para estar mais íntimos com DEUS, buscando fidelidade a toda prova, deixando a cada comunicação com o Pai o Espírito Santo abrir nossos corações e entregar nossas vidas para Ele nos conduzir, assim deixarmos ser transformados por Sua misericórdia, lapidados como um novo homem e uma nova mulher, com a fé renovada e fortalecida em cada comunhão Eucarística, recebemos toda proteção divina e vencemos os desafios e as tribulações diárias.

Fonte: http://oratoriosaoluiz.com.br/evangelho-do-dia-missao-dada-aos-apostolos-mc-1615-18/

Fonte: http://combonianos.pt/cgi-bin/getfromdb.pl?nid=EuVFZEVVpyCTokgtaC&offset=0

ORAÇÃO

Pai, livra-me da incredulidade que me impede de ser proclamador da ressurreição de teu Filho Jesus, por quem nos é oferecida a tua salvação. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/01/homilia-comentario-e-reflexao-do_24.html

A conversão acontece com a mudança da mentalidade e do coração

Mc 1,14-20
Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos, e crede no Evangelho!” E, passando à beira do mar da Galileia, viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.

Reflexão: A missão de Jesus acontece com o anúncio o Reino de Deus, o qual nos diz quais são os ingredientes necessários para que a nossa vida seja introduzida à vida do Senhor.

Primeiro, é preciso converter-se. Não precisamos esperar que aconteça alguma coisa, que vivamos o tempo da Quaresma para nos convertermos. A conversão é agora, ela não pode ser depois, não podemos esperar e dizer: “Lá na frente eu vou me converter”, pois essa hora não chega. A conversão acontece com a mudança da mentalidade e do coração.

Muitas vezes, estamos vivendo uma vida em Deus, mas não nos deixamos converter. Deixar-se converter é deixar-se convencer por Deus, pela graça d’Ele, pelo Evangelho, e por isso Ele está dizendo: “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

Crer no Evangelho, na Palavra do Senhor, é acreditar que nenhuma outra palavra pode nos transformar e nos renovar, a não ser a Palavra de Deus. Por isso, creiamos n’Ele e levemos a vida em nome de Jesus, em nome desse Evangelho.

A conversão começa na cabeça, porque é a cabeça que manda em cada um de nós, é a cabeça que nos direciona e nos dá os pensamentos que devemos ter a cada dia. É na cabeça que está a nossa mentalidade. Se temos uma mentalidade mundana e pagã, se temos uma mentalidade que foi, muitas vezes, nutrida com os elementos deste mundo, precisamos mudar essa mentalidade, a forma de pensar, de agir, de conversar.

Quando olhamos para a nossa vida, logo percebemos que existem coisas essenciais para as quais precisamos mesmo nos converter, mas se não nos deixamos convencer por Deus, não somos um convertido, e Deus e a graça d’Ele não nos convertem.

A cada dia, coloco-me de pé para ouvir o Evangelho, para deixar que Deus fale ao meu coração, para que Ele traga a luz para as situações mais sombrias da minha alma e do meu ser, para que Ele me convença que preciso me converter, que preciso ter atitudes novas, pensamentos e sentimentos novos. Se ontem eu pensava assim, a graça do Evangelho me permite pensar diferente. Jesus converte o meu coração.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

 

5-OQueEConversao

Fonte: https://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/10/o-que-e-conversao-2/

ORAÇÃO

Pai, torna-me solícito em atender o convite à conversão, proclamado por Jesus. Que eu não perca a chance que me é dada de aderir, com sinceridade, ao teu Reino. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/01/homilia-comentario-e-reflexao-do_13.html

Não deixemos que nada nos roubem da presença do Senhor

Mt 2,1-12
“Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: ‘Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo’. Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado assim como toda a cidade de Jerusalém. Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. Eles responderam: ‘Em Belém, na Judéia, pois assim foi escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo’. Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. Depois os enviou a Belém, dizendo: ‘Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo’.Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.”

Reflexão: Hoje, celebramos a Solenidade da Epifania, da manifestação do Senhor ao mundo. Jesus não veio somente para o seu pequeno mundo, Ele veio para o mundo todo, para todas as almas, para todos os corações que se abrem para adorá-Lo, para reconhecê-Lo como Deus e Senhor e para presenteá-Lo com a própria vida.

Os magos que vieram do Oriente, quer dizer, de países distantes, cada um de uma localidade diferente, estavam à procura do Salvador, sabiam pelas profecias onde e quando o Salvador poderia nascer. Eles representam todos os corações humanos, sedentos e com fome de Deus, com vontade de encontrar o Deus único e verdadeiro. Eles estavam atrás do menino e, no meio do caminho, encontraram Herodes, que tentava os desviar da verdade e do encontro com Jesus com mentiras, tentava persuadi-los dizendo: “Olha, quando vocês encontrarem o menino, digam para mim para que eu também vá adorá-Lo”.

Na verdade, Herodes queria perseguir e matar Jesus. Há muitos Herodes no meio de nós, hoje, que não querem que adoremos Jesus. Existe todo um mecanismo que move o mundo em que vivemos, que nos tira da presença de Deus para nos deixar distraídos com as coisas do mundo.

É preciso cuidar, refletir sobre o que nos rouba da presença de Deus. Estamos cercados de parafernálias da modernidade, são os smartphones que estão em nossas mãos, as televisões que estão em nossos quartos, são os computadores e todas as coisas que podem ser úteis e têm as suas utilidades, mas o quanto essas coisas nos tiram da presença de Deus, quantas horas gastamos diante de todas essas coisas e não temos tempo para Deus!

O jovem é capaz de virar uma noite em jogos, em coisas ali no seu mundo virtual, e depois não têm mais força para orar, para adorar e voltar-se para Deus. O mesmo se diz que casais, homens, mulheres que vivem o tempo inteiro fechados nas redes do mundo, e o coração é roubado da presença de Deus.

Não deixemos que esses Herodes nos roubem da presença do Senhor, vamos pelo caminho para encontrar Jesus; e ao encontrá-Lo, prostemo-nos diante d’Ele, O adoremos e nos voltemos para Ele, demos a Ele o melhor presente que é o nosso coração.

Os magos tinham presentes materiais: ouro, incenso e mirra, mas nós temos o nosso coração para dar a Deus, e não o queremos dar a mais ninguém. Ele nasceu para todos, adoremos o Senhor em Espírito e verdade.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

ORAÇÃO

Pai, com discernimento e humildade, os magos deixaram-se guiar até Jesus. Concede-me as mesmas virtudes, para que eu siga o caminho que me leva a teu Filho. Amém !

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/01/homilia-comentario-e-reflexao-do_5.html

Que no novo ano que está começando a graça do amor seja a graça mais sublime e importante de toda a nossa vida

Jo 1,1-18
No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio, estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela – mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornar filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.

Reflexão: Olha que graça sublime Deus nos deu: a graça de nos tornarmos seus filhos, uma vez que Ele verbo, palavra eterna de Deus, veio até nós para nos conceder tamanha graça.

A graça mais sublime que Deus nos deu foi porque o pecado arrancou de nós a condição filial, a condição de filhos. Deus, no entanto, é bom, é amor, é sublime; e a forma como Ele nos ama é nos resgatando, salvando-nos e trazendo para nós essa condição de sermos seus filhos.

Hoje é o último dia do ano de 2018. Há a expectativa por um novo ano, por um novo tempo, por um novo governo, por uma vida nova. Surgem propósitos e anseios de viver isso e aquilo. Não há um propósito maior na nossa vida do que sermos filhos de Deus, de levarmos a vida em nome do Senhor Nosso Deus.

A primeira coisa necessária é o nosso exame de consciência. No ano que se passou, como vivemos como filhos de Deus? Como a graça de Deus esteve presente em nossa vida em tudo aquilo que realizamos?

Em muitas coisas, não nos portamos como filhos do Senhor: quando preferimos o pecado, quando preferimos a nós mesmos; e quando a força do egoísmo, do orgulho, da soberba tomaram conta de nós, deixamos a graça do filho de Deus ficar para trás. O grande propósito que deve iluminar a nossa vida, o nosso coração, e tudo aquilo que queremos viver no ano que estamos começando é sermos filhos de Deus.

Ninguém é filho de Deus se não vive com os outros filhos d’Ele, ou seja, não assumem diante de Deus que são irmãos uns dos outros.

Fala-se tanto em fraternidade universal, em amor e assim por diante, mas vivemos uma crise de amor profunda. O amor se tornou seletivo e enganoso, selecionamos quem queremos amar, e esse amor seletivo nos leva a ter preconceito, discriminação e a deixarmos de lado as pessoas que mais merecem ser amadas.

Todos nós merecemos amor. É verdade que o coração de Deus veio para os pecadores e não para os justos. É preciso que o coração humano se arme do coração de Deus, porque o amor humano está fracassado, limitado, está excluindo as pessoas d’Aquele que é o amor que Deus nos trouxe.

Que no novo ano que está começando a graça do amor seja a graça mais sublime e importante de toda a nossa vida.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: https://liturgiadiariadapalavra.blogspot.com/2014/12/liturgia-e-homilia-diaria-jo-11-18.html

ORAÇÃO

Senhor Deus Pai Todo Poderoso,
Agradeço a riqueza da Palavra de Deus e os ensinamentos escondidos em cada palavra. Agradeco os convites, os apelos, os desafios que o Senhor me convida a viver neste dia. Agradeço ao Senhor sua fidelidade e seu amor que sempre nos acompanham, mesmo quando temos dificuldades de reconhecê-lo. Agradeço por todo bem realizado ao longo do ano e pelas graças recebidas. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/a-palavra-estava-junto-de-deus-e-a-palavra-era-deus-jo-11-18/

Não podemos fazer das nossas decepções desculpas para não nos comprometermos com Deus e com seu Reino

Mt 11,16-19
Naquele tempo, disse Jesus às multidões: “Com quem vou comparar esta geração? São como crianças sentadas nas praças, que gritam para os colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta e vós não dançastes. Entoamos lamentações e vós não batestes no peito!’ Veio João, que nem come e nem bebe, e dizem: ‘Ele está com um demônio’. Veio o Filho do Homem, que come e bebe e dizem: ‘É um comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e de pecadores’. Mas a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras.”

Reflexão: Os homens da época de Jesus deram diversas desculpas para aceitá-Lo ou não. Não importa a modalidade de vida que estavam vivendo, porque, como Jesus mesmo disse: “Veio João, aquele homem penitente, austero, de vida acética, mas diziam: ‘Ele é um demônio. Esse comportamento dele é estranho’. Veio Jesus, que estava com os pecadores, comiam, visitava as casas das famílias e diziam: ‘É um comilão e beberrão’.

Quando não queremos nos encontrar com a verdade ou quando a verdade nos incomoda, temos qualquer desculpa para fugir do confronto com ela, vamos sempre culpando, criticando, vendo sempre o erro nos outros. A incapacidade que temos de fazer autocrítica, de nos conhecermos de verdade e de nos voltarmos para o nosso interior nos leva a estarmos sempre buscando a culpa e a desculpa nos outros, o problema é sempre o outro. “O problema é aquele padre. O problema é a igreja. O problema são as pessoas da igreja. Eu não vou mais, porque lá está cheio de pessoas falsas”.

Quando não queremos de verdade, quando não queremos nos comprometer, quando não queremos nos conhecer de verdade, não queremos nos entregar para o Reino de Deus ou para os outros compromissos que a vida exige de nós, é mais fácil arrumarmos desculpas e vivermos exaltando essas desculpas e as colocando como as grandes responsáveis pelas decisões que tomamos de nos afastar, de não trabalhar, de não nos comprometermos quando, na realidade, poderíamos parar para buscar a verdadeira saberia que vem de Deus, a qual se encontra nos corações humildes, que reconhecem os seus próprios limites e sabem reconhecer a graça de Deus e onde estão os limites e fraquezas humanas.

Não podemos viver de desculpas para cá ou para lá, não podemos fazer das nossas decepções, das nossas mágoas, dos nossos ressentimentos e rancores culpas e desculpas para não nos comprometermos com Deus e com seu Reino. Ele está no meio de nós, precisamos abraçá-Lo, assumi-Lo, entregar a nossa vida e deixar que Ele cuide de nós e direcione o nosso viver.

Ainda que o humano cause decepções, o nosso humano também causa decepções nos outros. Buscamos corrigir a nossa humanidade a partir d’Aquele que se fez humano por nós para levar a nossa humanidade para junto de Deus. Estejamos com Ele e n’Ele, pois Ele cuida de nós.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

ORAÇÃO

Pai Santo, não permitas que nos nossos momentos de fraqueza nós nos afastemos muito do teu rebanho. Coloca em nossos corações a saudade de tua Casa Paterna e nos dá sabedoria e força para encontrarmos o caminho de volta ao convívio dos irmãos. Pelo Cristo Jesus, teu Filho que se fez humano como nós e contigo reina na unidade do Espírito Santo.

Fonte: http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php

É preciso parar diante Jesus; é preciso escutá-Lo mas, sobretudo, rasgar o nosso coração

Lc 19,1-10
Naquele tempo, Jesus tinha entrado em Jericó e estava atravessando a cidade. Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos e muito rico. Zaqueu procurava ver quem era Jesus, mas não conseguia, por causa da multidão, pois era muito baixo. Então ele correu à frente e subiu numa figueira para ver Jesus, que devia passar por ali. Quando Jesus chegou ao lugar, olhou para cima e disse: “Zaqueu, desce depressa! Hoje eu devo ficar na tua casa”. Ele desceu depressa, e recebeu Jesus com alegria. Ao ver isso, todos começaram a murmurar, dizendo: “Ele foi hospedar-se na casa de um pecador!” Zaqueu ficou de pé, e disse ao Senhor: “Senhor, eu dou a metade dos meus bens aos pobres, e se defraudei alguém, vou devolver quatro vezes mais”.Jesus lhe disse: “Hoje a salvação entrou nesta casa, porque também este homem é um filho de Abraão.Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido”.

Reflexão: Olho para o Zaqueu, esse homem de baixa estatura, mas de boa situação de vida: publicano, cobrador de impostos, rico e com muito dinheiro. Mas, quem se perde em meio aos prazeres e ao dinheiro que tem, não consegue enxergar a vida como ela precisa ser vista.

Zaqueu percebeu que ele estava fora da graça e da vida, por esse motivo, de qualquer forma ele queria ver Jesus. Veja o esforço que esse homem faz quando sobe na árvore para poder vê-Lo.

Antes que Zaqueu quisesse ver Jesus, Ele já tinha enxergado o coração desse homem há muito tempo. Por isso, que assim que o avista diz: “Desce dessa árvore! Porque, hoje, eu quero estar na sua casa”. A resposta de Jesus a Zaqueu é a resposta d’Ele a cada um de nós. Ele nos vê mesmo que nós não O enxerguemos e, mais ainda, Ele quer estar em nossa casa, em nossa vida, em nosso trabalho.

Duas coisas podem acontecer: acharmo-nos muito santos, muito de Deus e da Igreja; acharmos que Ele já está conosco e, de fato, não darmos espaço para que Ele venha. Por outro lado, podemos nos achar muito pecadores e pensar: “Jesus não viria na casa de um pecador”. Os dois pecadores precisam de Jesus: o pecador que se acha muito santo e o pecador que entende que é muito pecador, porém, ambos precisam se libertarem do pecado. Ou seja, eu e você precisamos ver Jesus!

Precisamos deixar que Jesus, hoje, entre em nossa casa, em nossa vida e em nossa família. Para,assim, iluminar situações que precisam de luz, para iluminar a nossa vida com a graça que, muitas vezes, não conseguimos enxergar.

Hoje, o Senhor quer estar conosco, precisamos acolhê-Lo. Não basta dizermos: “Jesus já é da minha casa, é muito bem-vindo”. É preciso parar diante d’Ele; é preciso escutá-Lo mas, sobretudo, rasgar o nosso coração.

Não foi só Zaqueu quem acolheu Jesus, outros pecadores, também, O acolheram, mas Zaqueu foi diferente, ele rasgou o seu coração.

Quando Jesus foi na casa de Simão, esse O acolheu com uma soberba sem igual. A misericórdia não entrou no seu coração. Já, Zaqueu, desprendeu e rasgou o seu coração para Jesus. Então Ele disse: “A salvação, hoje, entrou nessa casa, a salvação entrou nesse coração”.

Quando acolhemos Jesus, quando rasgamos o nosso coração e nos colocamos, humildemente, na presença d’Ele, a salvação entra na nossa vida, na nossa casa e no meio de nós.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

31-TO

 Fonte: https://www.gruposdejesus.com/31-tempo-ordinario-c-lucas-191-10-2/

ORAÇÃO

 

Jesus, Mestre:

que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.

Que eu ame com o teu coração.

Que eu veja com os teus olhos.

Que eu fale com a tua língua.

Que eu ouça com os teus ouvidos.

Que as minhas mãos sejam as tuas.

Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.

Que eu reze com as tuas orações.

Que eu celebre como tu te imolaste.

Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

(BV. Alberione)

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/11/homilia-comentario-e-reflexao-do_19.html