Quem conhece Jesus experimenta o amor profundo que Ele tem por cada um de nós

Lc 9,7-9
Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu falar de tudo o que estava acontecendo, e ficou perplexo, porque alguns diziam que João Batista tinha ressuscitado dos mortos. Outros diziam que Elias tinha aparecido; outros ainda, que um dos antigos profetas tinha ressuscitado. Então Herodes disse: “Eu mandei degolar João. Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?” E procurava ver Jesus.

Reflexão: Herodes estava incomodado com tudo que ele escutava falar a respeito de Jesus, mas ele não sabia quem era Jesus. Alguns achavam que era João Batista, que tinha voltado dos mortos, ou que era Elias, que havia aparecido, ou algum dos profetas do Antigo Testamento, que havia ressuscitado. Não era uma coisa nem outra. Jesus é o Senhor, é o Messias, é o Cristo.

Herodes ouviu falar a respeito de Jesus e queria vê-Lo. É um passo bom, mas não é o mais importante, porque ele procurava ver Jesus por curiosidade. Sabe aquela curiosidade intelectual ou aquela curiosidade quando queremos saber o que está acontecendo? Existe a curiosidade dos fofoqueiros, onde a pessoa curiosa quer ter algo para contar, procuram saber o que todo mundo está falando e existe a curiosidade de quem procura conhecer de verdade.

A primeira curiosidade é uma tristeza, e usando uma expressão bem pesada, é uma “desgraça”, porque as pessoas curiosas por fofocas fazem um mal terrível. Elas não conhecem a verdade, elas procuram saber do que é superficial, procuram saber somente daquilo que os outros estão dizendo. O curioso é uma erva daninha, ele é danosa para as pessoas, faz mal para si e para os outros.

Herodes era essa espécie de curioso, ele tinha aquela curiosidade de saber quem era o Jesus que todos estavam falando, e ele teve um conhecimento superficial de Jesus, ele soube apenas daquilo que os outros estavam falando e não fez a experiência. Quem não faz a experiência não conhece a verdade.

Muitas vezes, estamos vivendo esse tipo de curiosidade, somos curiosos para saber o que o outro fala, o que estão falando a respeito daquele outro, mas não temos um amor de buscar entender, compreender e mergulhar naquilo que precisa, de fato, ser conhecido.

Se nós conhecêssemos as verdades como elas de fato são, não faríamos maldades nas coisas, não falaríamos mal das pessoas. Se conhecêssemos Jesus como Ele, de fato, precisa ser conhecido por nós, amaríamos mais a Jesus, porque mergulharíamos na pessoa d’Ele.

A partir daquilo que o Evangelho de hoje está dizendo, permitamos dizer ao nosso coração: Não sejamos curiosos de conhecimento, não sejamos curiosos de querermos saber o que está acontecendo. Procuremos a verdade, amemos a verdade, procuremos conhecer Jesus, amá-Lo e permitir que Ele se torne o Senhor da nossa vida.

A nossa vida será transformada, porque só quem conhece Jesus experimenta o amor profundo que Ele tem por cada um de nós.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com


Fonte: http://www.cooperadores-bilbao.com/web/?p=12555

ORAÇÃO

Pai Santo, que a tentação de fazer do Evangelho um objeto apenas de cultura não nos vença. Que saibamos descobrir em suas páginas o jeito de viver de Jesus de Nazaré e façamos dele modelo para conviver com os companheiros de viagem. Pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php

 

 

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Mantendo nossa mentalidade em Deus seremos pedra de salvação

Mt 16,13-23
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.

Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias. Jesus começou a mostrar aos seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.

Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça!” Jesus, porém, voltou-se para Pedro, e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”

Reflexão: Talvez você possa se assustar com o Evangelho de hoje, porque Jesus está primeiro elogiando, enaltecendo e exaltando a fé de Pedro, inclusive, está confirmando que ele é a pedra de salvação. Quando Pedro pensa como Deus, quando ele tem a mentalidade de um homem de Deus e se deixa guiar pela revelação divina e professa a sua fé em Jesus: “Tu és Cristo, o filho do Deus vivo”, Pedro se torna pedra de salvação e de edificação, usada para construir o Reino de Deus.

Quando o mesmo Pedro repreende Jesus, porque não quer que Ele passe pelo caminho da cruz, ele está pensando como os homens, e pior do que pensar como os homens, ele está pensando como o maligno. É por isso que Jesus o repreende: “Vai para longe, satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”.

No Reino de Deus também é assim, podemos ser pedra de salvação, pois a pedra de salvação é uma bênção. Queremos atravessar um rio e tem aquela pedra que podemos pisar para caminhar adiante, mas se tem uma pedra de tropeço, tropeçamos, caímos e a tragédia é grande.

Precisamos ser pedra de salvação no caminho dos homens e da construção do Reino de Deus. Se pensarmos com a mentalidade mundana, se renegarmos a cruz de Cristo, se não abraçarmos o Cristo crucificado, se não abraçarmos a nossa cruz de cada dia, tornaremo-nos pedra de tropeço no Reino de Deus, e é triste constatar que estamos nos atropelando demais.

Existem muitas pedras de tropeço nos nossos caminhos, porque nós, muitas vezes, nos tornamos pedras de tropeço no caminho de outros, pensamos com uma mentalidade mundana, pensamos no Reino dos Céus de forma humana e mundana, e não com a mentalidade de Deus.

Deus não quer que sejamos pedras de tropeço na vida de ninguém. Vai para longe de nós todo pensamento do mal, pois precisamos ser pedra de salvação no caminho e na vida dos nossos irmãos.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: https://www.bibliatodo.com/Pt/reflexoes-biblicas/deus-fala-com-voce/

ORAÇÃO

Mestre, caminho entre o Pai e nós, tudo vos ofereço e de vós tudo espero. Jesus, caminho da santidade, tornai-me vosso fiel seguidor. Jesus caminho, tornai-me perfeito como o Pai que está nos céus. Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós. Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós. Jesus Vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor. Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo. Jesus caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante das pessoas. Jesus vida, fazei que minha presença contagie a todos com o vosso amor e a vossa alegria. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_8.html

Precisamos encontrar Aquele que é a razão maior da alegria

Jo 20,11-18

Naquele tempo, Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés.

Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: “Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”.

Então Jesus disse: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni” (que quer dizer: Mestre). Jesus disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que Jesus lhe tinha dito.

Reflexão: Maria Madalena estava do lado de fora do túmulo, aliás, ela não largava aquele túmulo por nada. Desde o dia em que Jesus encontrou-se com Maria e transformou sua vida, ela nunca mais largou d’Ele.

Quando o Senhor foi crucificado, ela O acompanhou. Quando Ele foi colocado no túmulo ali estava Maria. Por isso, ela foi agraciada para ser a primeira testemunha, primeira discípula, aquela que, de fato, contemplou o Ressuscitado. Ela ainda estava chorando, desconsolada, procurando o Senhor.

Às vezes, encontramo-nos como Maria: do lado de fora do túmulo, procurando pelo Senhor.

Maria Madalena estava, na verdade, procurando a alegria e a razão da sua vida; buscava Aquele que havia a ressuscitado, em primeiro lugar; Aquele que havia dado razão a sua existência.

Maria estava chorando porque procurava a razão da sua vida e os homens haviam-No levado. Mas ela O queria, mesmo que fosse apenas o Seu corpo.

Sabe, também choramos muito na vida. Cada um têm a sua razão para chorar, cada um têm os motivos para sua tristeza. Mas choramos e ficamos desconsolados e, às vezes, deixamo-nos consolar por consolos humanos, momentâneos, que nos levam depois a viver outras tristezas na vida.

Precisamos do consolo pleno, precisamos encontrar Aquele que é a razão maior da alegria, da bênção, da nossa própria existência. Maria encontrou e sua vida nunca mais foi a mesma! Desde que encontrou Jesus, ela fez d’Ele a razão maior da sua vida.

Não basta apenas nos encontrarmos com Jesus Ressuscitado. Precisamos nos encontrar com Cristo e permitir que Ele seja a razão maior da nossa vida. É preciso permitir que Ele alegre definitivamente e plenamente o nosso coração, a nossa vida e nossa existência. É preciso fazer de Jesus o senhor da nossa vida!

O nosso coração não será mais o mesmo, a nossa vida não será mais a mesma. As nossas lágrimas poderão ser derramadas, mas serão consoladas e enxugadas pelo próprio Cristo. Não podemos perdê-Lo. E se ainda não O encontramos, precisamos encontrá-Lo e fazer como Maria Madalena fez: testemunhar para todos que Jesus está vivo e é o Senhor.

Levemos a todos a Boa Nova da ressurreição de Jesus.

Fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/cristo-e-a-razao-maior-da-nossa-vida/

Resultado de imagem para Jo 20, 11-18
Fonte: http://vitus-passoadiante.blogspot.com.br

ORAÇÃO

Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe nossa, a tradição cristã nos diz que a primeira visita de teu Filho ressuscitado foi a ti, não para fortalecer tua fé, que em nenhum momento tinha decaído, senão para compartilhar contigo a alegria do triunfo. Nós te queremos pedir que, como María Madalena, sejamos testemunhas e mensageiros da Resurreição de Jesus Cristo, vivendo contigo a alegria de não nos separar nunca do Senhor. Amém!
Fonte: http://www.coracaodemaria.org.br/index.php/mega-news/128-mega-latest-news/capela-de-oracoes/capela-de-oracoes/1037-oracao-para-pascoa-via-lucis-caminho-da-luz
 

Cristo vive! Ressuscitou!

Jo 20,1-9

No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.

Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.

Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.

Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.

Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.

De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

Reflexão:  Não há descrição da ressurreição. Ninguém testemunhou o fato mais revolucionário da história. Estamos diante de um mistério. Algo aconteceu, é verdade. Olhando de longe, como Maria Madalena, podemos chegar a acreditar em boatos: Os discípulos vieram de noite e levaram o corpo de Jesus (Mt 28.13). Boatos geram incerteza, medo e tristeza.

Temos que chegar mais perto. Como comunidade cristã, temos de correr a corrida da fé, em busca da fé e da esperança. Como Pedro e o discípulo amado, corremos em velocidades diferentes. Nossas forças não são iguais; uns conhecem atalhos que outros ignoram. Mas corremos. Buscamos a presença de Jesus Cristo. Este é o nosso objetivo. Buscamos o corpo de Jesus. A corrida da fé em busca da fé nos leva a todos diante do túmulo vazio e escuro. De fora vemos que o corpo de Jesus não está mais ali onde pensávamos encontrá-lo. Inacreditável! Será que estamos vendo certo? Temos que verificar mais de perto ainda. Temos de entrar no túmulo vazio e escuro, temos de passar por ele. Temos de passar com Cristo pela morte (Jo 12.24; Mc 8.34-35). Somente dentro do túmulo se abrirão os nossos olhos: no escuro do túmulo vazio, na ausência do corpo de Cristo, veremos, qual luz no fim do túnel, o brilho da ressurreição. O que fora estava oculto aos nossos sentidos, dentro se evidencia aos olhos da fé. Deus o ressuscitou no terceiro dia!. Crê somente!

Aos nossos sentidos se revela a realidade marcada pela morte em nosso tempo: no rosto dos desempregados, marcados pelo medo e pela incerteza; no rosto de crianças famintas de pão e de carinho; no rosto das moças que vendem sua vida por alguns trocados; no rosto de pessoas corruptas e gananciosas, que não hesitam em usar outros para seu próprio benefício; nas cicatrizes expostas da natureza depredada. Temos que passar pelo vale escuro, pelo túmulo vazio e olhar para além da nossa realidade.

Aos olhos da fé é revelada a possibilidade e a realidade de uma vida renovada, de um mundo renovado integralmente. Como Pedro e o outro discípulo, nós vamos para casa crendo. Saímos do túmulo repletos de fé e esperança. Saímos renovados. Fomos do túmulo à procura do corpo de Jesus e saímos de lá como corpo de Cristo. Nós somos o corpo que sumiu. Pela fé nos foi revelado que nossa única esperança está além do túmulo. Passamos por ele. Morremos com Cristo. Saímos dele. Fomos ressuscitados juntamente com Cristo e elevados acima da morte (Cl 3.1-4). Nosso corpo já não se presta para servir à morte, mas à libertação de todas as formas de morte e sofrimento.

Ocorreu um redirecionamento de nossa existência no mundo. Buscamos os valores que estão além e acima da morte. Não mais violência, corrupção, mentira, falta de dignidade, exploração, mas amor, fé, esperança, bondade, alegria. Sem ver a plenitude e a glória da ressurreição, sabemos que nossa vida está guardada em Deus e cremos na palavra dos apóstolos. Nossa vida não é a glória, mas reflexo da mesma. Para o nosso tempo somos luzes no fim do túnel, que indicam para o sol da ressurreição e da vida renovada, que é Jesus Cristo.

Ao sairmos daqui, o que temos a fazer? Através de nossa maneira de viver vamos explicar, tornar presença, tornar corpo, tornar palpável, vivenciável a nova realidade da ressurreição, para que mais gente se sinta animada a dar o passo de fé para além do túmulo.
Fonte: https://www.cebi.org.br/2017/04/10/reflexao-de-domingo-ressurreicao-de-jesus-joao-20-1-9-nelio-schneider/

Fonte: http://decristorevestidos.blogspot.com.br/2016/03/reflexao-do-evangelho-domingo-de-pascoa.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, te seguimos nos momentos difíceis de tua Paixão e Morte, sem nos envergonhar de tua cruz redentora. Agora queremos viver contigo a verdadeira alegria, a alegria que brota de um coração apaixonado e entregue, a alegria da resurreição. Mas ensina-nos a não fugir da cruz, porque antes do triunfo ocorre a tribulação. E só tomando tua cruz poderemos nos encher dessa alegria que nunca acaba. Amém!

Fonte: http://www.coracaodemaria.org.br/index.php/mega-news/128-mega-latest-news/capela-de-oracoes/capela-de-oracoes/1037-oracao-para-pascoa-via-lucis-caminho-da-luz

Sejamos iluminados pela luz de Cristo

Mt 28,1-10

Depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. De repente, houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, retirou a pedra e sentou-se nela. Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas ficaram com tanto medo do anjo, que tremeram, e ficaram como mortos.Então o anjo disse às mulheres: “Não tenhais medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar em que ele estava. Ide depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos, e que vai à vossa frente para a Galileia. Lá vós o vereis. É o que tenho a dizer-vos”.As mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos.De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: “Alegrai-vos!”As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”.

Reflexão: Este é o sábado da Vígila Pascal, no qual nos colocamos junto ao túmulo de Jesus para esperar a Sua ressurreição gloriosa. E mais do que esperar, contemplar, meditar e entrar na profundidade do amor apaixonante de Jesus vivo e ressuscitado no meio de nós.

A Vígila Pascal é uma das mais belas e importantes celebrações. Primeiro pela riqueza da Palavra de Deus, que nos é dada como um banquete. Meditamos todo o mistério da vida humana, da humanidade, da criação de todas as coisas desde a criação de Deus até a nova criação com a ressurreição de Jesus.

Hoje, é preciso se banquetear com a Palavra de Deus. “Se ontem fizemos um dia de jejum, hoje vamos nos banquetear. Comeremos tudo à vontade”. Não! Com sobriedade nos alimentaremos de forma abundante da Palavra. Porque a Palavra de Deus que ouvimos hoje, durante toda a Vígilia Pascal, tem uma catequese linda, profunda e magnífica para a nossa vida espiritual!

Caminhamos durante toda a Quaresma para celebrarmos aquilo que vamos viver hoje. Deste modo, escute primeiro o que o anjo está a dizer: “Não tenha medo!”.

A morte foi vencida pela vida. E quando ela é derrotada, porque a última cartada do medo em nós é a morte, o que nós podemos ou devemos ainda temer? De quem ainda teremos medo? Porque Jesus venceu a morte, e uma vez que ela é vencida, não tem mais poder sobre ninguém que está no domínio de Cristo Jesus. Só teremos a morte ou seremos vencidos por ela se não levarmos a vida em Cristo.

Nesta noite da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, precisamos clamar e acima de tudo exclamar: “Ele ressuscitou! Ele está vivo! Está no meio de nós!”.

Em nossa meditação de hoje, gostaria de deixar gravado em nosso coração uma vontade profunda de viver essa noite como aquilo que deve ser a nossa vida: em comunhão com o Ressuscitado. Não viva a Páscoa de outra forma, não fique pensando que celebrar a Páscoa é voltar a fazer o que fazia antes. “Eu já fiz muitas penitências durante a minha Quaresma!”. Mas continuemos na vigilância, cuidando de nós; permitamos que este homem velho possa morrer em nós. Aprofundemos a nossa comunhão com Deus, nossa vida mística, porque sem ela não experimentamos os frutos da ressurreição. Tudo continua a ser como antes e a vida segue assim.

Há algo de profundo nesta noite, há um silêncio que se irrompe, um fogo que nasce e traz uma luz nova para o nosso coração. E quando somos conduzidos à presença de Cristo, é aceso em nós o fogo abraçador, fogo da graça que ilumina as trevas do nosso coração.

Se há algo em nós que ainda caminha em meio às trevas, permitamos que a luz do Ressuscitado nos ilumine. Se há algo em nós que ainda está obscuro, caminha no erro, na ignorância, permitamos que nesta noite sejamos iluminados pela luz de Cristo.

Tudo que posso desejar é que nenhum de nós percamos a maravilha da celebração dessa noite: a noite do Mistério Pascal, da Vigília Pascal, da Ressurreição de Cristo, onde a Sua Palavra nos ilumina e nos cura.

Fonte: http://homilia.cancaonova.com

ORAÇÃO

Senhor Jesus Cristo, na escuridão da morte fizeste luz; no abismo da solidão mais profunda habita agora para sempre a proteção poderosa de Teu amor; em meio ao Teu ocultamento, podemos já cantar o aleluia dos salvos. Concede-nos a humilde simplicidade da fé, que não se deixa desviar quando Tu nos chamas nas horas da escuridão, do abandono, quando tudo parece problemático; concede-nos, neste tempo no qual se combate uma luta mortal ao teu redor, luz suficiente para não te perder; luz suficiente para que possamos dá-la a todos aqueles que precisam ainda mais dela. Faz brilhar o mistério da Tua alegria pascal, como aurora da manhã, nos nossos dias; concede-nos que possamos realmente ser homens pascais em meio ao Sábado Santo da história. Concede-nos que por meio dos dias luminosos e obscuros deste tempo possamos sempre com espírito jubiloso nos encontrar em caminho, rumo à Tua glória futura. Amém!

Fonte: http://jardimdafe.blogspot.com.br/2011/04/oracao-para-o-sabado-santo.html#axzz4eL9sa66K

Anúncio da Paixão de Cristo

Anúncio da Paixão de Cristo (Jo 18,1-19,42)

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João.Naquele tempo, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:— “A quem procurais?”Narrador 1: Responderam:— “A Jesus, o Nazareno”.Narrador 1: Ele disse:— “Sou eu”.Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. De novo lhes perguntou:— “A quem procurais?”Narrador 1: Eles responderam:— “A Jesus, o Nazareno”.Narrador 1: Jesus respondeu:— “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.Narrador 1: Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:— “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.Narrador 2: Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. Então Jesus disse a Pedro:— “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”Narrador 1: Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:Leitor 1: “É preferível que um só morra pelo povo”.Narrador 2: Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. A criada que guardava a porta disse a Pedro:Leitor 2: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”Narrador 2: Ele respondeu:Leitor 1: “Não”.Narrador 2: Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. Jesus lhe respondeu:— “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.Narrador 2: Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:Leitor 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”Narrador 2: Respondeu-lhe Jesus:— “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”Narrador 1: Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:Leitor 2: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”Narrador 1: Pedro negou:Leitor 1: “Não!”Narrador 1: Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:Leitor 2: “Será que não te vi no jardim com ele?”Narrador 2: Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:Leitor 1: “Que acusação apresentais contra este homem?”Narrador 2: Eles responderam:— “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”Narrador 2: Pilatos disse:Leitor 2: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”.Narrador 2: Os judeus lhe responderam:— “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.Narrador 1: Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?”Narrador 1: Jesus respondeu:— “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”Narrador 1: Pilatos falou:Leitor 1: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”.Narrador 1: Jesus respondeu:— “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”.Narrador 1: Pilatos disse a Jesus:Leitor 1: “Então, tu és rei?”Narrador 1: Jesus respondeu:— “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.Narrador 1: Pilatos disse a Jesus:Leitor 1: “O que é a verdade?”Narrador 2: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes:Leitor 1: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”Narrador 2: Então, começaram a gritar de novo:— “Este não, mas Barrabás!”Narrador 2: Barrabás era um bandido. Então Pilatos mandou flagelar Jesus. Os soldados teceram uma coroa de espinhos e colocaram-na na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, aproximavam-se dele e diziam:— “Viva o rei dos judeus!”Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:Leitor 1: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.Narrador 1: Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:— “Eis o homem!”Narrador 1: Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:— “Crucifica-o! Crucifica-o!”Narrador 1: Pilatos respondeu:Leitor 1: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”.Narrador 1: Os judeus responderam:Leitor 2: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.Narrador 2: Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:Leitor 1: “De onde és tu?”Narrador 2: Jesus ficou calado. Então Pilatos disse:Leitor 1: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?”Narrador 2: Jesus respondeu:— “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.Narrador 2: Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:— “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.Narrador 1: Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico Gábata”. Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:Leitor 2: “Eis o vosso rei!”Narrador 1: Eles, porém, gritavam:— “Fora! Fora! Crucifica-o!”Narrador 1: Pilatos disse:Leitor 1: “Hei de crucificar o vosso rei?”Narrador 1: Os sumos sacerdotes responderam:— “Não temos outro rei senão César”.Narrador 2: Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:— “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.Narrador 2: Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:Leitor 2: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.Narrador 2: Pilatos respondeu:Leitor 1: “O que escrevi, está escrito”.Narrador 2: Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 

Disseram então entre si:Leitor 2: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”.Narrador 2: Assim se cumpria a Escritura que diz:— “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”.Narrador 1: Assim procederam os soldados. Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:— “Mulher, este é o teu filho”.Narrador 1: Depois disse ao discípulo:— “Esta é a tua mãe”.Narrador 1: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:— “Tenho sede”.Narrador 1: Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. Ele tomou o vinagre e disse:— “Tudo está consumado”.Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.(Todos se ajoelham – Silêncio.)Narrador 2: Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.— Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro;Narrador 2: e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz:— “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.Narrador 2: E outra Escritura ainda diz:— “Olharão para aquele que transpassaram”.Narrador 1: Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus —, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido a Jesus de noite. Trouxe uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.Narrador 2: No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

HOJE JESUS MORRE POR VOCÊ!

Você já parou pra pensar o que faria se soubesse que sua mãe, esposa, marido ou alguém que você diz amar, tivesse apenas mais algumas horas de vida? Como você viveria esses últimos momentos?

“Ah, eu não sairia de perto nem por um segundo!“, talvez fosse sua resposta. Isso é importante, mas no fundo reflete uma sensação de dever não cumprido, de tarefa mal feita, pois você viveu bons anos ao lado daquela pessoa e pelo “fuzuê” do dia-a-dia, acabou não convivendo (vivendo com) tal pessoa! Se você, ultimamente, não tem estado muito com Jesus, o Pai lhe dá mais uma chance: nesta semana a Igreja nos convida, através da liturgia, a passarmos mais tempo com Jesus, com-vivendo mais com Ele. Por isso temos tantas celebrações.

Ontem, depois da ceia, Jesus com seus apóstolos segue para o Jardim das Oliveiras e convida Pedro, Tiago e João para vigiarem e orarem com Ele. Ao chegarmos à igreja hoje, notaremos, entre outras coisas, o sacrário vazio, o altar descoberto e não haverá celebração da missa. Por quê? Porque hoje refletiremos os últimos momentos de Jesus antes de sua morte e poderemos experimentar na pele sua ausência. O “vazio” na igreja quer simbolizar o vazio de uma vida sem Jesus, vida sem sentido.

Hoje Jesus morre por você! Morre por amor a você! E sabe onde? Na cruz? Claro que não! Jesus morre no Monte das Oliveiras assim que decide, no mais profundo de seu íntimo, fazer a vontade do Pai e não a sua própria. Enquanto ser humano, a vontade dEle está baseada no instinto de sobrevivência, que nada mais é do que o apelo egoísta da nossa natureza pela manutenção da vida. Jesus verdadeiramente morre por amor porque renuncia ao egoísmo de zelar pela própria vida, cedendo-a em nosso favor. Pense, num minuto, nas pessoas que você diz amar. Agora pergunte-se: por quais dessas pessoas eu teria a coragem de morrer se preciso fosse? Seja sincero consigo mesmo e não se envergonhe se não sobrarem muitas pessoas. ELE TEVE CORAGEM DE MORRER POR VOCÊ! Espelhe-se nEle! Ele sabe o que você sente porque já passou por isso! Peça-lhe essa graça hoje: SENHOR, FAZ-ME MORRER PARA O MEU EGOÍSMO E ME RESSUSCITE PARA O AMOR! Se assim viveres, serás feliz!

Fonte: http://reflexaoliturgiadiaria.blogspot.com.br/2008/03/reflexo-evangelho-do-dia-21-de-maro-joo.html

 

Fonte: http://cidadeverde.com/noticias/189379/entenda-o-que-significa-a-sexta-feira-santa-para-os-cristaos

ORAÇÃO

O Pai, em tuas mãos eu entrego o meu Espírito.

A Vós, porém,  ó meu Senhor, eu confio e afirmo que só vós sois meu Deus! Eu entrego em vossas mãos o meu destino. Fortalecei os corações, tende coragem, todos vós  que ao Senhor, vos confiais. Salmo 30.

Nosso distintivo é o amor

Jo 13,31-33a.34-35

Depois que Judas saiu do cenáculo, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo.
Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.

Reflexão: No mundo em que vivemos, necessitamos de identificação, hora usamos um crachá, um uniforme, algo que vai identificar o que somos. Às vezes, sem aquela identidade não sabemos o que a pessoa é. Por isso, cada vez mais, em todas as esferas da sociedade, procuramos identificar as pessoas.

Nós, cristãos, não precisamos disso! É verdade que alguns, talvez, usem uma cruz, um crucifixo, um símbolo de devoção, mas não quer dizer que aquilo que usamos, vestimos e falamos justifica nossa identidade ou o que somos.

O Senhor nos diz, hoje, que nossa identidade é o amor! É a maneira com que amamos uns aos outros que nos edifica como discípulos de Cristo.

Foi em Antioquia que os seguidores de Cristo foram identificados e chamados, pela primeira vez, como cristãos. E não é porque eles diziam “Olha, eu sou cristão!”; pelo contrário, foi pelas obras que faziam, pelo amor vivenciado entre eles. É assim que diziam: “Vejam como eles se amam!”.

As pessoas precisam nos reconhecer pela intensidade do nosso amor. Não se constrói uma fé verdadeira, não se vive uma fé autêntica se não houver a marca do amor!

O amor é capaz de superar as decepções, as mágoas e diferenças. Nós não podemos ficar com aquele amor amarrado e egoísta. Desculpe, mas amar quem gosta de nós, quem pensa como nós, quem nos agrada é muito simples. Os que não creem em Cristo, às vezes, fazem até melhor do que nós. Mas somos chamados a uma identidade com o Cristo, a vivermos um amor sem barreiras, que supera tudo.

A primeira coisa que precisamos fazer é parar de falar mal uns dos outros, saber respeitar quem pensa e fala diferente de nós. Precisamos viver o amor que supera as mágoas e decepções. Não podemos viver o amor recheado por picuinhas, que se machuca e se ressente por qualquer coisa.

O amor que somos chamados a viver não nos permite viver semeando intrigas, fofocas, inimizades no Reino de Deus. Não são esses frutos que o Senhor espera de nós, mas sim o amor, o perdão, a reconciliação e o acolhimento; o amor que não rejeita, ao qual somos chamados a dar vida, como Cristo deu por nós!

fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/nossa-identidade-e-o-amor/

 

imagem fonte: http://paroquiadapiedade.com.br/2016/04/24/santo-evangelho-joao-1331-33a-34-35/

 

ORAÇÃO

Senhor Deus, dá-nos sabedoria e coragem para Amar como Jesus Amou. Amar a ti, Pai querido, amar à natureza que nos emprestaste para ser cuidada, amar a todos os homens e mulheres, como imagens vivas do teu cuidado paterno. Nós te pedimos pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém!

fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/04/homilia-comentario-e-reflexao-do_27.html