Quanto mais nos alimentarmos de Jesus, mais nos pareceremos com Ele e mais seremos reconhecidos pelo Pai

Mc 14,12-16.22-26
No primeiro dia dos Ázimos, quando se imolava o cordeiro pascal, os discípulos disseram a Jesus: “Onde queres que façamos os preparativos para comeres a Páscoa?” Jesus enviou então dois dos seus discípulos e lhes disse: “Ide à cidade. Um homem carregando um jarro de água virá ao vosso encontro. Segui-o e dizei ao dono da casa em que ele entrar: ‘O Mestre manda dizer: onde está a sala em que vou comer a Páscoa com os meus discípulos?’ Então ele vos mostrará, no andar de cima, uma grande sala, arrumada com almofadas. Aí fareis os preparativos para nós!” Os discípulos saíram e foram à cidade. Encontraram tudo como Jesus havia dito, e prepararam a Páscoa. Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, tendo pronunciado a bênção, partiu-o e entregou-lhes, dizendo: “Tomai, isto é o meu corpo”. Em seguida, tomou o cálice, deu graças, entregou-lhes, e todos beberam dele. Jesus lhes disse: “Isto é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado em favor de muitos. Em verdade vos digo, não beberei mais do fruto da videira, até o dia em que beberei o vinho novo no Reino de Deus”. Depois de ter cantado o hino, foram para o monte das Oliveiras.

Reflexão:  No Oriente antigo, o sangue simbolizava a totalidade da vida de um ser, animal ou humano. Por isso, quando o sangue de um animal era oferecido a Deus, na verdade o que se ofertava era a vida da pessoa que fazia a oferenda.
O termo sacrifício significa “tornar sagrado”; portanto, quando o sacerdote colocava o sangue do animal sobre o altar, a vida da pessoa ofertante é que se tornava sagrada, ou seja, consagrada a Deus. A ideia de “Sacrifício” não tinha a atual conotação de “realização de algo difícil ou penoso”, mas de santificação ou sacralização da vida.
Antes de derramar o sangue na cruz, Jesus fez de sua vida uma oferta a Deus e à humanidade. Por isso ele antecipa, no gesto profético da última ceia, o que se dará no momento culminante do dom de si mesmo, a morte na cruz. É por causa de uma vida inteira ofertada, a Deus e ao outro, que a morte de Jesus, cume dessa oferta, pode ser chamada de sacrifício. A vida inteira de Jesus é sacrifício, é uma vida consagrada, santificada. Jesus oferta a própria vida como nosso representante.
Sua obediência e fé integral nos substituem, já que não conseguimos ser obedientes e fiéis da mesma forma. Sua vida humana sem pecados nos liberta do pecado, sua ressurreição nos liberta da morte. Em tudo isso Jesus nos representa e nos substitui. Cessam daqui por diante os antigos sacrifícios de animais. O sangue, a vida ofertada da nova aliança é o que vigora doravante.
As palavras do Senhor: “Isto é o meu corpo… isto é o meu sangue”, “tomai e comei… tomai e bebei”, deveriam nos recordar de que nos compete assimilar em nossa vida as características da vida de Jesus.
Dessa forma, no Corpo e Sangue de Cristo vive e cresce a Igreja, com os fiéis continuamente se alimentando de amor, de fidelidade, de doação ao outro, de perdão e de todos os aspectos de vida de Jesus.

O Corpo e sangue de Cristo são centro e sustentáculo da vida cristã. Por isso, quem deles se alimenta há que aceitar participar da doação de vida realizada por Cristo, em adesão à vontade do Pai e em doação ao próximo. Assim, por meio da Eucaristia, os fiéis vivem o mistério da vida, morte e ressurreição de Cristo, celebrando agora a comunhão sem fim na glória eterna.
Fonte: http://cristaocomapalavra.blogspot.com/2015/06/solenidade-do-santissimo-corpo-e-sangue.html

Fonte: http://navegarmaradentro12.blogspot.com/2015/06/evangelio-segun-san-marcos-1412-1622-26.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, possa a Eucaristia recordar-me sempre que pertenço ao povo redimido por ti e a caminho da casa do Pai. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/corpus-christi-mc-1412-16-22-26/?future=all

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Nós não devemos fugir dos desafios do mundo, mas sim transformar o mundo através dos valores que acreditamos

Jo 17,11b-19
Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos para o céu e rezou, dizendo: “Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que me deste, para que eles sejam um assim como nós somos um. Quando eu estava com eles, guardava-os em teu nome, o nome que me deste. Eu os guardei e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição, para se cumprir a Escritura. Agora, eu vou para junto de ti, e digo estas coisas, estando ainda no mundo, para que eles tenham em si a minha alegria plenamente realizada. Eu lhes dei a tua palavra, mas o mundo os rejeitou, porque não são do mundo, como eu não sou do mundo. Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno. Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo. Consagra-os na verdade; a tua palavra é verdade. Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo. Eu me consagro por eles, a fim de que eles também sejam consagrados na verdade”.

Reflexão: Jesus, antes de partir, ora ao Pai por todos nós. Ele sabe que todos nós precisamos da graça divina para permanecer fiéis a Deus. Os valores que nós acreditamos não são os valores do mundo, e o mundo nos odeia porque não acreditamos nos seus valores. Os nossos valores atrapalham os interesses de quem é deste mundo, pois este mundo é marcado pelo egoísmo, pelo ódio, pela mentira e pela morte, enquanto que nós pregamos o amor, a solidariedade, a verdade e a vida em abundância. Nós não devemos fugir dos desafios do mundo, mas sim transformar o mundo através dos valores que acreditamos.
Fonte: https://oanunciador.com/2012/05/23/evangelho-do-dia-jo-1711b-19/
…Jesus não quer ficar só. A felicidade dele é que todos nós estejamos com ele. Jesus quer que os discípulos e as discípulas tenham a mesma experiência que ele teve do Pai, que conheçam o Pai como ele o conheceu. Conhecer significa experimentar a presença de Deus na convivência amorosa com as pessoas na comunidade.
Fonte: https://www.cebi.org.br/2016/04/25/o-testamento-de-jesus-comunidade-espelho-da-trindade-jo-1711-26-mesters-lopes-e-orofino/

 
 
Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2016_05_11_archive.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Filho unigênito do Pai, quero agradecer-Te por teres rezado por mim. O que seria de mim se não fosse a força do Teu amor, do Teu afeto e do Teu carinho agindo em minha vida? Humildemente Te peço: guarda-me da maldade do mundo. Pela Tua graça eu quero viver no mundo sem ter o coração preso às coisas desse mundo. O Santo Espírito me ilumine com a luz esplendorosa para que nunca erre o caminho que me conduzirá à eternidade, Contigo. Peço-Te perdão, Jesus, se nem sempre procurei viver na unidade. Perdoa-me também pelas vezes que fui causa de divisões e desavenças na família, no trabalho, entre vizinhos… Dá-me a graça de nunca me perder ou me separar de Ti, Jesus, fonte de vida nova. Não obstante a minha fraqueza humana que me leva por caminhos tortuosos, quero ser sempre Teu. Coloca em meu coração, Jesus, o tempero da alegria. Que todos quantos se achegarem a mim, possam sentir em mim a Tua alegre presença. Amém.

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-joao-1711b-19/

O aprofundamento da nossa fidelidade

Mc 15,1-39
Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos:

1Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da Lei e todo o Sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. 2E Pilatos o interrogou:

Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?”

Narrador 1: Jesus respondeu:

— “Tu o dizes”.

Narrador 1: 3E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. 4Pilatos o interrogou novamente:

Leitor 1: “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!”

Narrador 1: 5Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. 6Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. 7Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. 8A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. 9Pilatos perguntou:

Leitor 1: “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?”

Narrador 2: 10Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. 11Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. 12Pilatos perguntou de novo:

Leitor 1: “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?”

Narrador 2: 13Mas eles tornaram a gritar:

— Crucifica-o!

Narrador 2: 14Pilatos perguntou:

Leitor 1: “Mas, que mal ele fez?”

Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força:

— Crucifica-o!

Narrador 2: 15Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. 16Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. 17Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. 18E começaram a saudá-lo:

— “Salve, rei dos judeus!”

Narrador 1: 19Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. 20Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo.

Narrador 2: 21Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. 22Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. 23Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. 24Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um.

Narrador 1: 25Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 26E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: “O Rei dos Judeus”. 27Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda.(28) 29Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

— “Ah! Tu, que destróis o Templo e o reconstróis em três dias, 30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!”

Narrador 1: 31Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo:

— “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar!” 32O Messias, o rei de Israel… que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!”

Narrador 2: Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 33Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. 34Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte:

— “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?”

Narrador 2: Que quer dizer:

— “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”

Narrador 2: 35Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram:

— “Vejam, ele está chamando Elias!”

Narrador 2: 36Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo:

— “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”.

Narrador 1: 37Então Jesus deu um forte grito e expirou. (Todos se ajoelham um instante) 38Nesse momento, a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. 39Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse:

— “Na verdade, este homem era o Filho de Deus!”

Reflexão : Nossa celebração de hoje inicia-se com o Hosana! E culmina no crucifica-o! Mas este não é um contrassenso; é, antes, o coração do mistério. O mistério que se quer proclamar é este: Jesus se entregou voluntariamente a sua Paixão; não se sentiu esmagado por forças maiores do que Ele (Ninguém me tira a vida, mas eu a dou por própria vontade: Jo 10,18); foi Ele que, perscrutando a vontade do Pai, compreendeu que havia chegado a hora e a acolheu com a obediência livre do filho e com infinito amor para os homens: “… sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).

Hoje Jesus quer também entrar triunfante na vida dos homens, sobre uma montaria humilde: quer que demos testemunho d’Ele com a simplicidade do nosso trabalho bem feito, com a nossa alegria, com a nossa serenidade, com a nossa sincera preocupação pelos outros. Quer fazer-se presente em nós através das circunstâncias do viver humano…
…Jesus tentou tudo com Jerusalém, e a cidade não quis abrir as portas à misericórdia. É o profundo mistério da liberdade humana, que tem a triste possibilidade de rejeitar a graça divina.

Como é que estamos correspondendo às inúmeras instâncias do Espírito Santo para que sejamos santos no meio das nossas tarefas, no nosso ambiente? Quantas vezes em cada dia dizemos sim a Deus e não ao egoísmo à preguiça, a tudo o que significa falta de amor, mesmo em pormenores insignificantes?

A entrada triunfal de Jesus foi bastante efêmera para muitos. Os ramos verdes murcharam rapidamente. O hosana entusiástico transformou-se, cinco dias mais tarde, num grito furioso: Crucifica-o! Por que foi tão brusca a mudança, por que tanta inconsistência?

São Bernardo comenta: “Como eram diferentes umas vozes e outras! Fora, fora, crucifica-o e bendito o que vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas! Como são diferentes as vozes que agora o aclamam Rei de Israel e dentro de poucos dias dirão: Não temos outro rei além de César! Como são diferentes os ramos verdes e a Cruz, as flores e os espinhos! Àquele a quem antes estendiam as próprias vestes, dali a pouco o despojam das suas e lançam a sorte sobres elas.”

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém pede-nos coerência e perseverança,aprofundamento da nossa fidelidade, para que os nossos propósitos não sejam luz que brilha momentaneamente e logo se apaga. Muito dentro do nosso coração, há profundos contrastes: somos capazes do melhor e do pior. Se queremos ter em nós a vida divina, triunfar com Cristo, temos de ser constantes e matar pela penitência o que nos afasta de Deus e nos impede de acompanhar o Senhor até a Cruz.

No texto de Mc 15,1-39, somos chamados a contemplar a PAIXÃO e a MORTE de Jesus. Que durante a Semana Santa possamos tirar muitos frutos da meditação da Paixão de Cristo. Que em primeiro lugar tenhamos aversão ao pecado; possamos avivar o nosso amor e afastar a tibieza!

Cabe a nós escolher com que atitude queremos entrar na história da Paixão de Cristo: com a atitude de Cirineu, que se coloca ao lado de Jesus, ombro a ombro, para carregar com Ele o peso da cruz; com a atitude das mulheres que choram, do centurião que bate no peito e de Maria que fica silenciosa ao pé da cruz; ou se queremos entrar com a atitude de Judas, de Pedro, de Pilatos e daqueles que “olham de longe” para ver como irá terminar aquele episódio.

Toda nossa vida é, em certo sentido, uma “semana santa” se a vivemos com coragem e fé, na espera do “oitavo dia” que é o grande Domingo do repouso e da glória eterna.

Neste tempo, Jesus nos repete o convite que dirigiu a seus discípulos no Horto das Oliveiras: “Ficai aqui e vigiai comigo” (Mc 14, 34; Mt 26,38).

Fonte: http://www.presbiteros.org.br/homilia-do-mons-jose-maria-domingo-de-ramos/

Fonte: http://www.ofmscj.com.br/?cat=130

Pai, ajuda-me a descobrir, na morte de Jesus, um testemunho consumado de sua liberdade, e de fidelidade a Ti e ao Teu Reino. Amém!
Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/domingo-de-ramos-mc-151-39/?future=all

Sabemos reconhecer Jesus em nossas vidas?

Jo 7,1-2.10.25-30
Naquele tempo, Jesus andava percorrendo a Galileia. Evitava andar pela Judeia, porque os judeus procuravam matá-lo. Entretanto, aproximava-se a festa judaica das Tendas. Quando seus irmãos já tinham subido, então também ele subiu para a festa, não publicamente, mas sim como que às escondidas. Alguns habitantes de Jerusalém disseram então: “Não é este a quem procuram matar? Eis que fala em público e nada lhe dizem. Será que, na verdade, as autoridades reconheceram que ele é o Messias? Mas este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde ele é”. Em alta voz, Jesus ensinava no Templo, dizendo: “Vós me conheceis e sabeis de onde sou; eu não vim por mim mesmo, mas o que me enviou é fidedigno. A esse, não o conheceis, mas eu o conheço, porque venho da parte dele, e ele foi quem me enviou”. Então, queriam prendê-lo, mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado a sua hora.

Reflexão: O evangelista nos mostra a dificuldade que o ser humano tem para reconhecer Jesus em sua vida, em sua comunidade, em seus semelhantes pobres e sofridos: “mas este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde é”.

Nossa expectativa é por uma presença marcante e majestosa, quando na realidade Ele está operando em nosso cotidiano, nos pequenos atos que praticamos, nos acontecimentos quase que insignificantes aos nossos olhos. Aguardamos intervenções rápidas e radicais em nossas vidas, quando sua ação é lenta e consistente, conforme nosso acolhimento e fidelidade aos seus ensinamentos. Não valorizamos e manifestamos gratidão a graças rotineiras como nossa saúde física, a oportunidade de trabalho que temos, a harmonia em nossa família, ao dom da vida que é renovada e sustentada em nosso dia a dia. Só damos importância a esses fatores quando enfrentamos alguma dificuldade.

Outra mensagem que o evangelista nos passa é a misericórdia e proteção que Deus garante aos seus filhos “mas ninguém pôs a mão nele, porque ainda não tinha chegado sua hora”. Nas horas mais difíceis e angustiosas por que passamos, quando somos fiéis a Deus, não devemos nunca perder a esperança e a certeza da proteção divina que sempre estará presente.
Fonte: http://reflexaoliturgiadiaria.blogspot.com.br/2008/03/reflexo-evangelho-do-dia-07-de-maro-joo.html

Fonte: http://diariodepositividade.blogspot.com.br/2015/03/evangelho-do-dia-jo-7-1-21025-30-ora-eu.html

ORAÇÃO

Pai Santo, ensina-nos a reconhecer a tua Presença nos recados que nos envias. Seja na natureza, na história dos homens, nos sinais dos tempos, na Escritura Sagrada, na Igreja ou no íntimo da nossa consciência, que nós Te acolhamos como o amado Pai do Cristo Jesus, nosso Irmão que contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!
Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/03/homilia-comentario-e-reflexao-do_22.html

Somos operários fiėis do reino dos céus

Lc 17,7-10

Naquele tempo, disse Jesus: “Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’ Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso poderás comer e beber?’ Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado? Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.

Reflexão: Neste Evangelho Jesus nos conscientiza de que o verdadeiro servo faz o que tem de fazer e não espera por gestos de gratidão nem tampouco ser recompensado com regalias pelo seu serviço. A nossa humanidade tem tendência a querer descanso, mordomia, vida fácil. Na maioria das vezes quando desempenhamos um bom trabalho, uma missão profícua ou mesmo a nossa obrigação diária, achamos que já “fizemos muito” e, por isso, então, devemos ser elogiados, exaltados, por tudo que foi perfeitamente executado. Jesus nos ensina que somos servos e, enquanto servos, temos sempre algo a concretizar. Assim, Ele nos exorta a permanecermos fiéis no nosso posto, fazendo tudo por amor e acolhendo as graças que caem sobre nós a todos os momentos enquanto trabalhamos na construção do reino. Todo servo fiel recebe a sua cota de alegria e regozijo pela missão desempenhada e não fica esperando presentes especiais para si. Somos considerados servos inúteis enquanto fizermos somente o que é da nossa obrigação. Precisamos entender que a recompensa que teremos pelas nossas ações de justiça nos serão concedidas no céu, quando tivermos alcançado a vida plena. Enquanto prestamos algum serviço ao reino de Deus, aqui na terra, nós o devemos realizar como parte da nossa condição de servos e de servas fiéis e não para receber honrarias ou esperar elogios. Desse modo, Jesus nos diz: ” quando vocês tiverem feito tudo o que vos mandaram, dizei: “somos servos inúteis: fizemos o que devíamos fazer!” A fé em Jesus nos faz sermos Seus servos de coração contrito, na certeza de que, se não conseguimos fazer tudo o que é necessário, pelo menos o nosso empenho, o nosso zelo, a nossa perseverança dão a amostra de que somos operários e operárias fieis do reino dos céus e que já recebemos o nosso salário. Jesus Cristo deu a vida por todos nós, portanto, Ele é o nosso Senhor! Reflita – Quando você presta algum serviço no reino de Deus você espera elogios? – Você fica triste quando não comentam a sua atuação positivamente? – Quando você é chamado (a) para algum ministério ou trabalho na comunidade você vai de boa vontade ou a contra gosto? – Você acha que já está fazendo muito e que já precisa descansar?

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-lucas-177-10-3/

Reino de Cristo - Fano
Fonte: https://www.conozcaelyunque.es/mi-reino-no-es-de-este-mundo/reino-corazon-fano/

ORAÇÃO

Espírito que estimula a cumprir o dever, que o serviço ao Reino, embora duro e exigente, seja para mim motivo de alegria e realização. Amém!

Fonte: http://santoantoniodopari.com.br/o-dever-do-empregado-lc-177-10.html

É permanecendo firmes diante das dificuldades que provamos a solidez de nossa fé

Lc 21,12-19
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Antes que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé. Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa; porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vós. Todos vos odiarão por causa do meu nome. Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça. É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!”

Reflexão:  A proteção divina não significa que o cristão não vá sofrer dano algum, mas que todo sofrimento, fruto do empenho em favor da vida, será recompensado e nada será perdido. É permanecendo firmes diante das dificuldades que provamos a solidez de nossa fé.
Nós somos eleitos de Deus, não podemos baixar a cabeça diante de tantas injustiças, Jesus nos diz: aquele que me segue sofrerá perseguições, tribulações, difamações, mantenham-se firmes, pois todo aquele que meu Pai me deu jamais se perderá.
Devemos sim dar testemunho do verdadeiro Deus do universo que nos dá a verdadeira paz, salvação e vida eterna. Com certeza o que falamos até aqui é maravilhoso, mais faço uma observação que fica como um alerta para cada um de nós.
O que coloco na oportunidade é o seguinte: É louvável, bonito e parece fácil de dizer e fazer tudo que o evangelho nos pede a testemunhar a nossa fé, e dar testemunho ao mundo, viver numa vida de oração, mais sabemos que não é assim, será que estamos prontos a perdoar aquele que nos fere e nos faz chorar e até nos leva a questionamentos graves? Será que cuido bem e olho o desvalido que pede a nossa compreensão, ajuda e amor? Será que buscamos a justiça, ou praticamos a injustiça? Será que partilho com o meu próximo mesmo aquilo que me sobra? Será que somos fieis aos mandamentos e ensinamentos de Jesus?
Temos a liberdade de responder a nós mesmos com convicção e verdade.
Quando Jesus fala que sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos e amigos, Ele não está amedrontando ninguém, é a pura verdade e o que fazer nesta situação? A humanidade grita por dignidade, respeito e menos violência e corrupções.
A comunidade cristã e a família Igreja não estão livres dessa situação perversa que amedronta a humanidade. Dentro da própria comunidade existe pessoa má que faz a infelicidade de sua própria família e de outras,  temos que buscar Deus, viver mais o amor, procurar através do evangelho e dos sacramentos dar testemunho ao mundo e ser o cristão que faz o bem e quer o bem, sem Deus não somos nada.
Essas são as verdadeiras provações, tribulações e inquietações vividas por nós, por isso nesse momento recorremos à intercessão da Santíssima virgem Maria para que nos conceda a graça de imitá-la no seu comportamento e no seu “Sim” que é verdadeiro, para que possamos viver o verdadeiro perdão com seriedade e perseverança e caminhar em busca de uma liberdade que nos dê um lugar ao céu sem perder nenhuma esperança e poder dizer como no evangelho que estamos firmes e com a graça do nosso bom Deus permaneceremos firmes até o seu chamado.

fonte: http://deusemaior.com.br/2011/11/23/evangelho-de-hoje-23112011-lucas-21-12-19/

flor 300x203 Evangelho de hoje (28/11/2012) Lucas 21, 12 19

imagem fonte: http://deusemaior.com.br/2012/11/28/evangelho-de-hoje-28112012-lucas-21-12-19/

ORAÇÃO

Senhor Deus Pai Eterno,
Envia, Senhor, o Espírito Santo que nos ilumine e fortaleça para não esmorecermos no testemunho do Teu amor e da Verdade que Tu és.

Amém.

fonte: http://apenasoracao.blogspot.com.br/2013/11/rezando-o-evangelho-de-hoje-lc-2112-19.html

Conhecendo e realizando a vontade de Deus

Lc 9,51-62

Estava chegando o tempo de Jesus ser levado para o céu. Então ele tomou a firme decisão de partir para Jerusalém e enviou mensageiros à sua frente.
Estes puseram-se a caminho e entraram num povoado de samaritanos, para preparar hospedagem para Jesus. Mas os samaritanos não o receberam, pois Jesus dava a impressão de que ia a Jerusalém.
Vendo isso, os discípulos Tiago e João disseram: “Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para destruí-los?”
Jesus, porém, voltou-se e repreendeu-os. E partiram para outro povoado.
Enquanto estavam caminhando, alguém na estrada disse a Jesus: “Eu te seguirei para onde quer que fores”.
Jesus lhe respondeu: “As raposas têm tocas e os pássaros têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça”.
Jesus disse a outro: “Segue-me”.
Este respondeu: “Deixa-me primeiro ir enterrar meu pai”.
Jesus respondeu: “Deixa que os mortos enterrem os seus mortos; mas tu, vai anunciar o Reino de Deus”.
Um outro ainda lhe disse: “Eu te seguirei, Senhor, mas deixa-me primeiro despedir-me dos meus familiares”.
Jesus, porém, respondeu-lhe: “Quem põe a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus”.

Reflexão:

O relato reflete a viva hostilidade existente entre os judeus e os samaritanos. A reação dos dois discípulos foi espontânea e irrefletida, mesmo assim não há desculpas. Para eles castigar ou destruir os inimigos é a boa solução. Os discípulos pensam num messianismo espetacular e poderoso que não retrocede diante da morte de alguns. Eles não têm compreendido que a atitude de Jesus é sempre de misericórdia e não destruição (cf. Lc 6,36).

Jesus não quer entrar na onda da violência. Em vez disto, Jesus quer afastar os seus de todo espírito de vingança. Jesus repreendeu-os severamente por ser uma atitude contrária a todos os ensinamentos que ele mesmo lhes havia transmitido (Lc 6,27-36). Responder com violência a uma atitude errada era desfazer toda a proposta nova da missão, que era anunciar um tempo favorável e de graça da parte de Deus (Lc 4,9).
Responder aos outros segundo a provocação é sempre uma tentação. Pagar aos outros de acordo com os erros cometidos é sempre uma tentação. É a situação dos discípulos de Jesus, que pela atitude ou modo de viver, negam aos ensinamentos recebidos de Jesus. O radicalismo na nossas atitudes é apenas protesto de intransigência de nossa pouca bondade. Somos chamados a viver o espírito do evangelho. O evangelho não tem fronteiras, nem línguas, nem etnias, nem cultura, nem cor, etc. Só entende e vive o evangelho quem se dispõe a valorizar o outro, aquele que é diferente de mim, pois é uma grande riqueza, aquele que não me ama. Não somos chamados a fazer a guerra santa fora de nós, mas dentro de nós mesmos. A guerra santa deve ser interior no sentido de combater o mal que faz ninho no nosso coração. Somente assim, veremos os outros e a vida com os olhos de Deus que penetra até o fundo do coração. O único fogo que devemos pedir a Deus é o fogo do Espírito Santo para purificar o nosso coração de todo mal e maldade, de toda vingança e ódio. Este fogo é que Jesus prometeu e trouxe para todos nós. É o fogo que não queima, mas arde, ilumina e purifica. Este fogo deve cair sobre nós para operar a nossa conversão. A vingança coloca a pessoa no mesmo nível de quem cometeu a maldade. ”A não violência não é uma veste com a qual nos revestimos ou da qual nos despimos a gosto. Tem sua sede no coração e deve fazer parte inseparável de nosso ser. Jesus viveria e morria em vão se não conseguisse ensinar-nos a ordenar toda a nossa vida pela eterna lei do amor”(Gandhi, ibid.)…

…Enquanto percorria o caminho Jesus encontra três candidatos a discípulo, que representam os inumeráveis candidatos, que desejarão seguí-Lo ao longo dos séculos e Jesus põe-lhes as condições do Seu seguimento. “Seguir-Te-ei para onde quer que fores” (Lc 9, 57), diz o primeiro; e o Senhor respondeu-lhe: “As raposas têm tocas e a aves do céu têm ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Lc 9, 58). Aquele que deseja seguir a Cristo, não pode ter pretensões de segurança ou vantagens terrenas. Ao segundo, Jesus dirige-lhe um convite decisivo, como que uma ordem: “Segue-Me” (Lc 9, 59) e a este, tal como ao terceiro, que pede um adiamento por questões familiares, Jesus não hesita em declarar que é preciso seguí-Lo sem adiar a Sua chamada.

Meditando nestas palavras devemos reagir contra a tentação de um cristianismo medíocre, fácil, preguiçoso, feito à medida das próprias comodidades e interesses.

Por a mão no arado e olhar para trás… Temos que olhar para frente! Estar decidido a seguir o Mestre. Pois, a chamada do Senhor é sempre urgente, porque a messe é grande e os operários são poucos. E há messes que se perdem por não haver quem as recolha. Entreter-se, olhar para trás, por “senões” à entrega, tudo isso vem a dar no mesmo.

Para sermos fiéis e felizes, é preciso que tenhamos sempre os olhos fixos em Jesus, como o corredor, que, uma vez iniciada a corrida, não se distrai com nada: a única coisa que lhe interessa é a meta.
A fidelidade a essa vocação implica uma correspondência às chamadas que Deus nos vai fazendo ao longo da vida, como desdobramento dessa vontade divina a nosso respeito. Regra geral, trata-se de uma fidelidade em face das pequenas coisas de cada dia, de amar a Deus no trabalho, nas alegrias e nas penas, de repelir com firmeza tudo o que signifique de alguma maneira olhar para onde não podemos encontrar o olhar de Cristo.

fontes: http://vitus-passoadiante.blogspot.com.br/

http://www.presbiteros.com.br/site/homilia-do-mons-jose-maria-xiii-domingo-do-tempo-comum-ano-c/

imagem fonte: http://diariodepositividade.blogspot.com.br/2014_08_01_archive.html

ORAÇÃO

Agradeço-te, meu Deus,
porque me chamaste,
tirando-me das minhas ocupações do dia-a-dia,
muitas vezes difíceis e pesadas,
para aqui me encontrar contigo.
Dispõe o meu coração na paz e na humildade
para poder ser por ti encontrado/a e ouvir a tua Palavra.

fonte: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/2016/06/lc-951-62-quem-comeca-arar-terra-e-olha.html

 

 

O Ponto Afinal

O ponto esclarece ao final ou provocar se faz necessário ?

O eu insólito ...

Jaqueline Bastos

Letra em Flor

Por Vanessa Veloso

Deixando Deus falar...

"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar." (Mateus 24:35)

Doando Amor

Faça mais do que existir !