A aliança é feita nos corações

Mc 10,1-12
Naquele tempo, Jesus foi para o território da Judeia, do outro lado do Jordão. As multidões se reuniram de novo em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. Alguns fari­seus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher. Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?” Os fari­seus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”. Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moi­sés vos escreveu este mandamento. No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!” Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto. Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.

Reflexão: Jesus continua falando para nós, hoje, e nos instruindo sobre coisas que fazem parte da nossa vida e do nosso dia a dia. Diante do que Ele expõe nós percebemos que ainda hoje a aliança entre os casais se rompe por causa da dureza dos corações que não se rendem ao Amor e à graça de Deus que se derramam em forma de uma bênção especial no momento que assumem o compromisso um com o outro. A verdadeira aliança se realiza no corpo e no espírito e uma coisa não pode está dissociada da outra. Tem que ser em espírito e em verdade e não apenas de fachada e de aparência. Quem quebra esta aliança está tentando quebrar um elo que Deus fez. Muitos casamentos são falsos aos olhos de Deus, pois Ele conhece as intenções dos corações e percebe os interesses que estão ocultos por detrás do que aparentam. Nesses casos, o Senhor não abençoa a união. Para que? Quando não há sinceridade não há aliança, é fantasia, é utopia. Há que se ter uma formação humana e espiritual aprofundada para que haja uniões lícitas aos olhos de Deus. Precisamos a cada dia nas nossas orações pedir ao Espírito Santo discernimento e sabedoria para fazermos as escolhas que serão abençoadas por Deus. E aos que já se consagraram diante do Altar, também cabe fortalecer esta aliança através de uma renovação constante porque o Senhor, todos os dias, nos dá as graças necessárias. Somente em função de um amor abençoado por Deus, o homem, pode deixar seu pai e sua mãe para unir-se a uma mulher e vice-versa. A aliança é feita nos corações. Deus é quem une o homem e a mulher numa só carne através deste anel.

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mc-101-12/

liturgia-20-5

Fonte: http://sousagradosoufeliz.com/mc-101-12-2.html

ORAÇÃO

Oração da Paz pedindo esta paz para as famílias

Senhor,

Fazei-me um instrumento de vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor;

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;

Onde houver discórdia, que eu leve a união;

Onde houver dúvida, que eu leve a fé;

Onde houver erro, que eu leve a verdade;

Onde houver desespero, que eu leve a esperança;

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre,

Fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado;

Compreender, que ser compreendido;

Amar, que ser amado,

Pois é dando que recebe,

É perdoando que se é perdoado,

E é morrendo que se vive para a vida eterna.

Amém !

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/05/homilia-comentario-e-reflexao-do_23.html

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Quando nos deixamos divinizar pela graça de Deus, o perdão flui em nossa alma

Mt 18,21-35

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei tudo’. Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.

Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’. O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo! E eu te pagarei’. Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”.

Reflexão:  Perdão não é uma coisa simples e nem fácil para ninguém. Perdão é a decisão mais importante de um coração para tornar-se sadio e pleno da graça de Deus, porque o perdão purifica o coração, renova a alma e os lava.

O perdão nos dá saúde, nos aproxima de Deus e transforma o nosso coração rancoroso e cheio de ressentimentos, em um coração misericordioso. No entanto, exercitar o perdão não é fácil. Por isso, Pedro perguntou quantas vezes devemos perdoar; já perdoamos uma, duas e tem uma hora que alguém fala “já cansei de perdoar”.

Eu diria a você que é importante reverter a pergunta de Pedro. A pergunta deve ser esta: “quantas vezes Deus deve me perdoar? Uma vez somente, duas ou três vezes?”, nesse sentido, o próprio coração vai entender, compreender e acolher que Deus deve nos perdoar sempre.

Até podemos dizer que nosso coração não é como o de Deus, mas deveria ser. Nós devemos buscar ter esse coração, porque o coração do nosso Pai é pleno em perdão, perdoa de uma forma infinita, e essa graça do perdão deve estar dentro de nós. E, se Deus não perdoasse, Ele seria um Deus rancoroso, magoado; mas, o nosso Deus é pleno em amor, e n’Ele não há espaço para o rancor, ódio; não há espaço nenhum para ressentimentos.

Um filho que busca ser como o seu pai, busca, acima de tudo, no coração. Sendo assim, é muito importante que, neste tempo da graça que estamos vivendo, abramos o nosso coração (semelhante ao coração de Deus) para a dimensão do perdão em nossa vida; aquele perdão verdadeiro, sincero, da mesma forma como Deus nos perdoa; e Ele não nos perdoa pouco, ou mais ou menos ou com limites. Aprendamos com o Pai como devemos fazer e exercitemos o perdão!

A Páscoa verdadeira acontece no coração daquele que celebra, na vida, o dom do perdão. A renovação de uma alma só acontece quando o perdão é algo divino na vida, porque humanamente, há situações que nós não conseguimos perdoar, mas quando nos deixamos divinizar pela graça de Deus, o perdão flui em nossa alma. Os elementos divinos estão aí como: o sacramento da reconciliação, o da Eucaristia, a Palavra de Deus, e não podemos entender que “banqueteamos” de tantas coisas sagradas, mas meu coração não consiga viver a dimensão profunda do perdão.

A Eucaristia e o Sacramento da Confissão nos auxiliam a “quebrar e amolecer” o nosso coração, e esse, experimenta o tamanho da misericórdia de Deus para que nos tornemos verdadeiramente misericordiosos.

Se não temos força para perdoar, precisamos fazer uma outra pergunta ao nosso coração: “eu tenho a mesma comunhão com Deus e abraço mesmo a misericórdia de Deus sobre mim?”. Porque, pode ser que só tenha uma via – a que entra; e a via que sai pode estar obstruída.

O perdão de Deus e a comunhão Eucarística que entram em nós, precisam sair; e a forma deles saírem é pelo “remédio” do perdão e da misericórdia, porque se eles entram em mim, eles também sairão de mim em direção ao outro.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com/homilia/quantas-vezes-e-preciso-perdoar-aqueles-que-nos-ofendem/?sDia=6&sMes=03&sAno=2018

 
Fonte: http://deusmeuprofessor.blogspot.com.br/2014/12/perdao-liberdade-mateus-1821-35.html

ORAÇÃO

Pai, é meu desejo imitar teu modo de agir, no tocante ao perdão. Faze-me ser pródigo e misericordioso em relação ao próximo que precisa do meu perdão.

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/devemos-perdoar-sempre-mt-1821-35/

Vamos lutar por novas relações na sociedade e no trabalho, baseadas no valor da vida, não na produção e consumo

Mt 20,1-16a
Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos:“O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha.Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’. E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa.Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’.Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 1Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata.Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.

Reflexão: A parábola de hoje nasce na realidade agrícola do povo da Galiléia. Era uma região rica, de terra boa, – mas com o seu povo empobrecido, pois as terras estavam nas mãos de poucos, e a maioria trabalhava ou como arrendatários ou como “boia-frias” como diríamos hoje. Embora a cena situe-se na Galiléia de dois mil anos atrás, bem poderia ser o Brasil da atualidade. Apresenta uma situação de trabalhadores braçais desempregados, não por querer, mas “porque ninguém nos contratou” (v.7). Talvez haja uma diferença, comparando com a situação de hoje – na parábola, o salário combinado era uma moeda de prata, um denário, que na época era o suficiente para o sustento diário duma família – o que nem sempre se verifica hoje.

O dono de uma vinha chamou trabalhadores para a colheita. A uns chamou pela manhã, outros ao longo do dia e outros, ainda, no fim do dia. A todos, compromete-se com o mesmo pagamento. Naturalmente, aqueles que começaram a trabalhar ainda cedo reclamaram ao patrão por ter recebido o mesmo montante dos outros que trabalharam apenas uma pequena parte do dia. Para o patrão, porém, está feita justiça: pagou a todos conforme o combinado e, ademais, dispôs daquilo que é seu. Se, aos olhos do empregado que se considera lesado aquilo era injusto, ao patrão foi apenas um acerto de contas equânime, dentro dos limites que tinha estabelecido.

Muitas vezes assumimos o papel dos trabalhadores que reclamam por ter trabalhado tanto enquanto outros que não sofreram as mesmas penas recebem a mesma recompensa. Assim o é na vida civil e na vida cristã. Mas, para Deus, não importa o “tempo de casa” ou aquilo tudo que já demos: importa com que amor o demos, com que dedicação o fizemos. Além disso, o Senhor nos dá a Sua graça e esta Ele dispõe como deseja. Essa é a aparente contradição: a perspectiva humana entende que o pagamento deve ser correspondente ao tempo ou à responsabilidade do trabalho. Deus, não. Ele entende que pode dispor do que é seu e dá a cada um como considera o seu merecimento.

O texto nos ensina que a lógica do Reino não é a lógica da sociedade vigente. Na nossa sociedade, uma pessoa vale pelo que produz – logo, quem não produz não tem valor. Assim se faz pouco caso do idoso, aposentado, doente, excepcional. Na parábola, o patrão (símbolo do Pai) usa como critério de pagamento, não a produção, mas o sustento da vida – também o trabalhador da última hora precisa sustentar a família, e por isso recebe o valor suficiente, um denário.

O Reino tem outros valores do que a sociedade do nosso tempo – a vida é o critério, não a produção. Por isso, quem procura vivenciar os valores do Reino estará na contramão da sociedade dominante. O texto nos convida a imitar o Pai do Céu, lutando por novas relações na sociedade e no trabalho, baseadas no valor da vida, não na produção e consumo. Para a comunidade de Mateus, a parábola tinha mais um sentido. Começavam a entrar pagãos na comunidade, e muitos cristãos de origem judaica tinham dificuldade em aceitá-los em pé de igualdade – eram “da última hora”. Mateus conta a parábola para ensiná-los que no Reino, experimentado através da comunidade, não pode haver discriminação entre cristãos de várias origens, por isso “os últimos serão os primeiros”. O critério é a gratuidade de Deus Pai, pois tudo o que temos, recebemos dele, e sendo todos filhos e filhas amados dele, a comunidade cristã não pode discriminar pessoas, por qualquer motivo que seja.

O Senhor está sempre a nos convocar para fazer parte do seu reino. Enquanto aqui vivemos seremos a cada instante convidados para entrarmos em sintonia com o reino dos céus. Feliz de quem atende ao chamado do Senhor logo cedo da vida, pois usufruirá de tudo quanto Ele providenciou para que tenhamos uma qualidade de vida melhor. Quando nós aceitamos o convite de Jesus para entrar no Seu reino, tendo-o como Rei e Senhor da nossa vida, nós também nos tornamos Seus colaboradores para atrair outros que ainda estão vagando no mundo e não encontraram ainda a verdadeira felicidade porque não abraçaram a salvação de Jesus.

A recompensa é a salvação e o Senhor a promete a todos àqueles que a acolherem. Seja em qualquer hora da nossa vida, até na hora da nossa morte nós teremos a chance de ganhar o prêmio da vida eterna. É pela bondade e misericórdia do Pai que nos enviou Jesus Cristo que nós somos salvos. Portanto, não façamos questão para sermos os primeiros ou os últimos, o mais importante é que já estamos dentro do redil do reino de Deus. Você já aceitou o convite para trabalhar na vinha do Senhor? Qual é a recompensa que você espera? Você se incomoda se outros também receberem a mesma recompensa que você espera? Você deseja que muitos entrem também com você no reino de Deus? O que você tem feito para que isto aconteça?

Fonte: http://homiliadopebantu.blogspot.com.br/2009/08/muitos-dos-primeiros-serao-dos-ultimos.html

Fonte: http://tercodoshomensnsradocarmo.blogspot.com.br/2014/08/meditando-o-evangelho-de-hoje-mt-201.html
ORAÇÃO

Pai, que eu jamais me deixe levar pelo espírito de ambição e de rivalidade, convencido de que, no Reino, somos todos iguais, teus filhos. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/operarios-da-vinha-mt-201-16a/

Se tivermos a mistura da prudência com a simplicidade encontraremos o caminho da vida

Mt 10,16-23
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas. Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas. Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós. O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. Vós sereis odiados por todos, por causa de meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo. Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo, vós não acabareis de percorrer as cidades de Israel, antes que venha o Filho do Homem.

Reflexão: O discípulo de Jesus é uma ovelha mansa, cuidada, renovada e convertida pela graça de Deus. Mas uma ovelha de Jesus não é ingênua, ela vive no mundo cercado por lobos ferozes. Esses lobos querem atacá-las, tirar a vida delas, para que não sigam o rumo do Pastor.

O Bom Pastor tem o remédio para Suas ovelhas, Ele as ensina como devem viver neste mundo. O remédio para nós, que somos ovelhas no redil de Jesus, é a prudência da serpente. Como nós precisamos ser prudentes, não podemos ser pessoas bobas, ingênuas, achando que tudo cai do Céu, que de tudo Deus vai cuidar. Ele cuida de nós, Ele nos abençoa, mas nos deixa diligentes, atentos, cuidadosos, prudentes em tudo aquilo que fazemos.

Não podemos expor nossa vida ao perigo, não podemos fazer aquilo que é errado nem ficar de braços abertos esperando que tudo caia do céu. Não! Precisamos, com determinação, fazer a nossa obrigação e responsabilidade. Há muitas pessoas de braços cruzados, esperando que Deus venha em socorro delas.

Não é com passividade, mas com prudência e determinação que age uma ovelha de Jesus. Ela trabalha, corre atrás, luta, faz a sua parte, previne-se, não se expõe ao mal nem ao perigo. Uma ovelha de Jesus pensa, raciocina, medita e confia na graça de Deus, mas nunca deixa de fazer a sua parte.

Não confundamos fé com ingenuidade. Num português bem claro, um discípulo não pode ser um lobo no mundo; precisa ser, realmente, uma pessoa muito prudente, ter discernimento: “Isso convém. Isso não convém”, e não fica dizendo: “Foi Jesus quem mandou. Foi Deus quem me falou”. Tomemos muito cuidado com isso! Muitas pessoas estão fazendo muita coisa em nome de Deus, mas não precisam ficar falando. É a cabeça e a mente da pessoa que não sabe ter o verdadeiro discernimento.

A segunda coisa: uma ovelha de Jesus é simples, humilde, não é arrogante nem se comporta com altivez e orgulho. Com simplicidade, ela busca ajuda, aconselhamento, procura ouvir a voz do discernimento, porque ela é simples como a pomba.

Às vezes, estamos complicando demais, impondo coisas que não levam a nada. Se tivermos a mistura da prudência com a simplicidade, poderemos até nos machucar, mas sempre encontraremos o caminho da vida, porque a simplicidade e a prudência são os remédios que conduzem e guiam a vida de uma ovelha em meio a tantos lobos deste mundo.

fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: http://www.pnsbrasil.com.br/?nid=1730&t=reflexao-08-07-2016-pecamos-a-deus-a-prudencia-necessaria-mateus-10-16-23-evangelho-de-jesus-cristo-segundo-sao-mateus

ORAÇÃO

Pai, reveste-me com a força do teu Espírito a fim de que eu tenha força suficiente para perseverar, até o fim, no cumprimento da missão recebida de Jesus. Amém!
Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/sede-prudentes-e-simples-mt-1016-23/

A graça se manifesta no meio de nós

Mt 10,7-15
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito a seu sustento. Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida.Ao entrardes numa casa, saudai-a. Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz. Se alguém não vos receber, nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade, e sacudi a poeira dos vossos pés. Em verdade vos digo, as cidades de Sodoma e Gomorra serão tratadas com menos dureza do que aquela cidade, no dia do juízo.

Reflexão:  Reino de Deus é a graça que recebemos da bondade infinita de Deus por nós, e essa graça se manifesta no meio de nós, libertando-nos, restaurando-nos, purificando-nos, renovando e ressuscitando-nos a cada dia.

Essa graça está agindo em nosso meio e deve tomar conta de nós a cada dia da nossa vida. O que nós recebemos de graça, como graça e na graça, devemos levar com gratidão e gratuidade ao coração dos outros.

Precisamos anunciar o Reino de Deus. Como se anuncia o Reino de Deus? Primeiro, cuidando dos doentes, sendo cura para eles. Curar o doente não é simplesmente deixá-lo instantaneamente curado daquela enfermidade. Curamos um doente quando cuidamos dele, oramos por sua cura. Todos os doentes que vêm até mim, peço para que sejam curados. A cura do doente é o cuidado, pois ele nunca foi cuidado como precisava. Então, curai e cuidai dos doentes.

A segunda maneira de anunciar o Reino de Deus é ressuscitando os mortos, pois há muitas pessoas mortas no meio de nós. Muitas vezes, estamos mortos, sem vida, sem alento, sem gosto. Precisamos levar tempero, gosto, sabor para a vida das pessoas.

Outra maneira é purificando os leprosos, e para isso somos os primeiros. A lepra que há em nós é toda as sujeira, são todos os sentimentos e pensamentos, todas as coisas impuras deste mundo. Precisamos não só nos purificar, mas purificar todos que estão ao nosso lado; e, com toda certeza, expulsar os demônios.

Quando anunciamos o Reino dos Céus expulsando os demônios, curando os doentes, purificando os leprosos e ressuscitando os mortos, ele está acontecendo no meio de nós! Não pode ser de outra forma, não podemos simplesmente deixar que a vida aconteça do jeito que está e nos conformarmos com as coisas do jeito que elas estão indo.

O Reino de Deus não pode ser ignorado, ele precisa ser cada vez mais vivido, celebrado, glorificado e exaltado; o Reino precisa estar no meio de nós, foi essa graça que recebemos e nós a levaremos para o mundo.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

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Fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=63212

ORAÇÃO

Pai, faze de mim um instrumento para a construção da paz desejada por Jesus. Paz que se constrói na comunicação dos bens divinos a cada pessoa humana. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/o-reino-dos-ceus-esta-proximo-o-sermao-missionario-mt-107-15/

Que a paz do Senhor esteja irradiando em nossa alma

Jo 16,29-33

Naquele tempo, os discípulos disseram a Jesus: “Eis, agora falas claramente e não usas mais figuras. Agora sabemos que conheces tudo e que não precisas que alguém te interrogue. Por isto cremos que vieste da parte de Deus”. Jesus respondeu: “Credes agora? Eis que vem a hora – e já chegou – em que vos dispersareis, cada um para seu lado, e me deixareis só. Mas eu não estou só; o Pai está comigo. Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em mim. No mundo, tereis tribulações. Mas tende coragem! Eu venci o mundo!”

Reflexão:  Jesus nos encoraja, primeiro, porque todas as coisas que Ele nos diz é para que tenhamos paz. Mas como vou ter paz vivendo tantas tribulações, angústias, dificuldades, situações não resolvidas, conflitos comigo e com os outros? Vivendo no meio de tantas tribulações, se eu guardo a Palavra do Senhor, o meu coração terá a paz.

Ter paz não significa não ter problemas, mas é justamente o contrário. O Senhor está nos dizendo que, no mundo, teremos tribulações, dificuldades e muitos problemas, mas há uma diferença grande, pois eu posso enfrentar os meus problemas com paz e também sem paz. E isso se torna realmente um grande problema, porque se eu não tenho paz para lidar com as minhas dificuldades, com os meus problemas, com as tribulações da vida, tudo realmente vira uma grande angústia. Agora, se eu tenho a paz, que vem do coração de Deus, eu terei serenidade, têmpera e a graça de Deus para lidar com cada coisa a seu tempo.

Os problemas não me roubarão nem me comandarão, mas, na paz que vem do coração de Deus, eu enfrentarei os problemas e as dificuldades. O Senhor está nos dizendo: “Coragem!”. Nada de andar desanimado, triste, desencorajado, nada de se entregar, de prostrar-se, de dizer “não tem mais jeito, a minha vida acabou”. Isso é para quem não conhece Deus, para quem não conhece a Sua Palavra.

Confiamos no Senhor, sabemos que Ele venceu o mundo e, desse modo, vamos vencer todo o “mundo” que está a nossa frente. Que mundo é esse? O mundo de coisas, de problemas e das situações que temos de viver. “Parece que esse mundo é maior do que eu!”. No entanto, maior do que esse mundo e do que nós é o nosso Deus, é Jesus, vencedor desse mundo. Por isso, eu confio n’Ele, entrego-me a Ele, não posso tirar d’Ele o meu olhar, porque Ele, a cada dia, me ensina, ajuda-me, convence-me, ilumina-me, direciona-me a vencer este mundo, a lidar com os problemas de cada dia, com paz, serenidade e confiança no Seu amor.

Os problemas não têm a primeira nem a última palavra na nossa vida. Jesus tem a primeira, a última, a do meio, em todas as situações que vivemos! Jesus dá a paz que todos nós precisamos, a cada dia, para lidar com as situações a cada momento.

Que a paz do Senhor esteja irradiando em nossa alma, em nosso coração, para vencermos o mundo a cada dia.

Fonte: http://homilia.cancaonova.com

João 16:33

Fonte: https://br.pinterest.com/explore/joão16-33-914005005987/

ORAÇÃO

Divino Espírito Santo, em profunda adoração te peço:Realiza a fusão de meu coração, de minha vontade, de minha mente com Jesus. Que os afetos de Jesus sejam os meus; os desejos de Jesus sejam os meus desejos; os pensamentos de Jesus sejam os meus pensamentos. Amém! (Bv. Alberione)

Fonte: https://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/2009/05/jo-1623b-28-jesus-nosso-intercessor.html?m=1

A gratuidade, somos simplesmente servos…

Lc 17,7-10
Naquele tempo, disse Jesus: “Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’ Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso poderás comer e beber?’ Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado? Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.
Reflexão: O discípulo é alguém que serve. É aquela pessoa que aprendeu a superar o próprio egoísmo. Compreendeu a sua missão de discípulo servidor e reconhece até, ser um “servo inútil”, quer dizer não é indispensável. Há uma outra compreensão desta expressão. Os santos a entenderam assim: o discípulo apenas é um instrumento de Deus, um canal do qual Deus se serve para comunicar a sua graça, o seu amor. O canal por si não realiza nada. É preciso que a graça de Deus passe por ele, É Deus quem age!

fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/11/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_12.html

imagem fonte: http://padrejoaobortoloci.blogspot.com.br/

ORAÇÃO

Pai Santo, dá-nos sabedoria e coragem para sermos generosos. Que nas nossas relações com o próximo nós não procuremos buscar vantagens pessoais, mas sejamos movidos unicamente pela compaixão e a generosidade. Pelo Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!