A salvação está em aceitar Jesus Cristo e a felicidade é caminhar sempre com Deus

Mc 6,53-56
Naquele tempo, tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia, chegaram a Genesaré e amarraram a barca. Logo que desceram da barca, as pessoas imediatamente reconheceram Jesus. Percorrendo toda aquela região, levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam falar que Jesus estava. E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra de sua veste. E todos quantos o tocavam ficavam curados.

Reflexão: Por onde quer que passe, Jesus desperta a curiosidade e, sobretudo, a fé na vida. Diante de Jesus as pessoas experimentam a salvação e a misericórdia de Deus. As pessoas buscam, por onde Jesus passa, tocar, ao menos, na franja do seu manto. Essa observação faz referência às quatro franjas coloridas colocadas na orla do manto (cf. Nm 15,38-39; Dt 22,12; cf. tb. Mc 5,28); a orla da veste representava simbolicamente a pessoa (cf. 1Sm 24,5-6). Cria-se que uma pessoa revestida de poder de curar alguém, como é o caso de Jesus, poderia fazê-lo também através de suas vestes (cf. At 19,11-12), e mesmo através de sua própria sombra (cf. At 5,15). Para o cristão que lê o evangelho importa saber e fazer, ele mesmo, a experiência de que a passagem de Jesus pela vida de alguém desperta a esperança e a fé na vida; permite que ele se encontre com o amor misericordioso de Deus, para quem tudo é possível. Ao se encontrar com o Senhor, cada pessoa experimenta a força da vida que emana dele.
Como é bonito ver a sede de cura que aquele povo tinha, carregavam os doentes acamados, coxos, paraplégicos, todos da forma que estivessem para onde fosse que Jesus estivesse passando e não encontravam dificuldades. Hoje temos tantas igrejas, tantas oportunidades, pessoas se dedicando servindo a DEUS, mesmo assim são poucos que procuram a salvação, por isso não podemos desanimar de ser canal de graça para os irmãos, levando a Palavra do Senhor a todos que tivermos chances mostrando que não adianta procurar refúgio, consolo, abrigo em nada deste mundo, porque a salvação está em aceitar Jesus Cristo e a felicidade é caminhar sempre com DEUS, com isso todas as perguntas e respostas da vida encontraremos na Santa Bíblia.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2015/02/homilia-comentario-e-reflexao-do.html
http://oratoriosaoluiz.com.br/evangelho-do-dia-jesus-cura-em-genesare-mc-653-56/

Fonte: http://ivandecolombo.com.br/momento-reflexao-com-beto-moreira/

ORAÇÃO

Jesus, Mestre divino, vós sois a vida, o amor. Nós vos louvamos, Senhor, pela vida que nos dais!
Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2015/02/homilia-comentario-e-reflexao-do.html

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Que Deus abra nossos olhos, para que possamos reconhecer aquilo que é de Deus

Mc 3,22-30
Naquele tempo, os mestres da Lei, que tinham vindo de Jerusalém, diziam que ele estava possuído por Beelzebul, e que pelo príncipe dos demônios ele expulsava os demônios. Então Jesus os chamou e falou-lhes em parábolas: “Como é que Satanás pode expulsar a Satanás? Se um reino se divide contra si mesmo, ele não poderá manter-se. Se uma família se divide contra si mesma, ela não poderá manter-se. Assim, se Satanás se levanta contra si mesmo e se divide, não poderá sobreviver, mas será destruído. Ninguém pode entrar na casa de um homem forte para roubar seus bens, sem antes o amarrar. Só depois poderá saquear sua casa. Em verdade vos digo: tudo será perdoado aos homens, tanto os pecados, como qualquer blasfêmia que tiverem dito. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, mas será culpado de um pecado eterno”. Jesus falou isso, porque diziam: “Ele está possuído por um espírito mau”.

Reflexão:Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca será perdoado, mas será culpado de um pecado eterno’‘ (Mc 3, 29).

Um tema muito difícil, muitas vezes, de se compreender na leitura do Evangelho de Jesus Cristo é aquilo que nós chamamos de “pecado contra o Espírito Santo”. Na verdade, nós podemos entender isso de diversas maneiras, mas o mais duro é realmente o que Jesus afirma no final, porque todos os pecados serão perdoados ao homem, mas aquele que peca contra o Espírito será culpado de um pecado eterno.

No que consiste pecar contra o Espírito? A pessoa ter conhecimento da verdade, ter ciência de uma coisa, até a graça de Deus tem lhe mostrado que é desse jeito que as coisas acontecem, a pessoa pode até não aceitar, pode até não aderir a essa verdade, mas o que a pessoa não pode é negá-la, blasfemar contra ela. E aí a blasfêmia se torna uma coisa terrível, maligna, diabólica; de fato, uma coisa realmente satânica, porque “blasfemar” significa Deus vendo Deus agir, vendo Deus fazer, vendo Deus acontecer.

Vejam que, no Evangelho de hoje, os mestres da Lei viam o que Jesus operava, que Jesus fazia o bem, Ele não fazia o mal; no entanto, queriam atribuir ao que Cristo fazia como se fosse uma coisa do demônio, um atentado contra a verdade. Os mestres da Lei podiam até não aceitar o Senhor, podiam até ser contrários ao que Ele fazia, podiam até ter resistência à ação de Cristo; mas atribuir o que é de Deus ao demônio é uma blasfêmia, algo gravíssimo, uma sentença definitiva que diz: “Eu não aceito Deus, eu não quero Deus realmente na minha vida!”

Está aí porque Jesus mostra a dureza da Sua mensagem; porque eles viam toda a bondade com que o Senhor fazia tudo, eles viam com que autoridade, com que pureza Ele expulsava os demônios. E como é que pode satanás expulsar satanás; satanás ser contra o próprio satanás. Isso não é possível!

Que Deus tire da casa de todos nós, do meio de nós, todo e qualquer espírito de blasfêmia! Blasfemar contra Deus, ser contra aquilo que nós vemos Deus agir é blasfemar contra o Espírito Santo. É alguém em sã consciência, alguém com plena consciência da verdade, mas querendo simplesmente se abster de Deus, agir contra Deus, negar a ação de Deus no meio de nós.

Que todo o espírito de blasfêmia, todo o espírito negativo que, muitas vezes, está agindo em nosso meio, não se apodere de nenhum de nós, da nossa casa e de nossa família! E que Deus abra nossos olhos, para que possamos reconhecer, de fato, aquilo que é de Deus e o que não é de Deus!

Fonte: http://www.pnsbrasil.com.br/?nid=709&t=reflexao-27-01-2014-marcos-3-22-30-blasfemar-contra-deus-e-negar-o-espirito-santo

O Senhor nos quer de pé e não paralisados na vida

Mc 2,1-12
Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. Reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: “Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando no seu íntimo, e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? O que é mais fácil: dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda’? Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, — disse ele ao paralítico: eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!” O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”.

Reflexão: Uma grande multidão está aglutinada em torno de Jesus, essa multidão queria ouvi-Lo, queria tocar em Jesus e ser tocada por Ele. Outros, no meio daquela multidão, estavam em busca de novidade, em busca de uma palavra para a sua vida e assim por diante.

O paralítico não podia chegar até Jesus, ele não tinha mobilidade. Por isso, quatro homens de fé e convicção pegaram aquele paralítico e deram um jeito de levá-lo até Jesus. Eles passaram por meio daquela multidão, mas não conseguiram entrar na casa, então, eles deram um jeito de entrar pelo teto daquela casa, para que o paralítico pudesse ir ao encontro de Jesus.

Esses homens são exemplos do que nós devemos ser. Precisamos ir até Jesus! Esses homens foram ao encontro de Jesus e foram tocados, transformados por Ele, e com a fé que tinham, levaram aqueles que não podiam chegar até Jesus.

Seja um instrumento, um canal da graça, seja o meio para levar a Jesus, esse mundo tão paralisado. Leve a Ele, aquelas pessoas que estão paralisadas nas diversas situações da vida, e que não podem chegar até a Jesus. Precisamos dar o melhor de nós, o nosso esforço, o nosso tempo, a nossa dedicação, e em muitas situações precisamos pegar a pessoa pela mão, pelos braços e até mesmo pelo colo, mas levá-las para que sejam tocadas por Jesus.

A graça que Jesus trouxe para aquele homem, não foi somente de libertá-lo da paralisia física, Jesus o libertou daquilo que paralisava a sua vida, por isso Ele disse: “Os teus pecados estão perdoados”.

Precisamos ter consciência da forma como o pecado paralisa a nossa vida, como ele deixa a nossa vida realmente parada. Não nos permite ir para frente, de irmos para as águas mais profundas. O pecado vai criando um embaraço em nossas pernas, em nossa mobilidade; o pecado vai criando em nós, uma situação onde tudo se embaralha e fica confuso. Muitos dizem: “Eu quero colocar ordem na minha vida. Eu quero que a minha vida vá para frente”. Mas, não é possível uma vida ir “pra frente” paralisada em meio ao pecado.

Eu não sei qual é o pecado que nós temos, mas, humildemente, reconhecemos que nós temos pecados e, mas muitas vezes, nos conformamos com nossos pecados, paramos ou nos deparamos com ele, e dizemos assim: “Eu sou assim. É assim que eu quero viver”; e não saímos do pecado e ele também não sai de nós. E quando o pecado não sai de nós, ele nos embaraça, prende; e proclama-nos reféns dele. Posso dizer no plural, porque, todos nós, nos tornamos reféns dos “pecados”.

Diante de Jesus que perdoa os nossos pecados, nos liberta de nossas paralisias, busquemos ir ao encontro d’Ele, para renunciarmos ao pecado, nos purificarmos dele e sermos renovados e curados por Ele.

Levanta-te e anda, porque, o Senhor, nos quer de pé, Ele não nos quer paralisados na vida.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2018/01/homilia-diaria-cancao-nova-mc-21-12.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, cura-me de minhas deficiências espirituais, pela força de tua graça, para que eu possa caminhar sempre no amor. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/levanta-te-pega-tua-maca-e-vai-para-casa-mc-21-12/

A conversão acontece com a mudança da mentalidade e do coração

Mc 1,14-20
Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos, e crede no Evangelho!” E, passando à beira do mar da Galileia, viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.

Reflexão: A missão de Jesus acontece com o anúncio o Reino de Deus, o qual nos diz quais são os ingredientes necessários para que a nossa vida seja introduzida à vida do Senhor.

Primeiro, é preciso converter-se. Não precisamos esperar que aconteça alguma coisa, que vivamos o tempo da Quaresma para nos convertermos. A conversão é agora, ela não pode ser depois, não podemos esperar e dizer: “Lá na frente eu vou me converter”, pois essa hora não chega. A conversão acontece com a mudança da mentalidade e do coração.

Muitas vezes, estamos vivendo uma vida em Deus, mas não nos deixamos converter. Deixar-se converter é deixar-se convencer por Deus, pela graça d’Ele, pelo Evangelho, e por isso Ele está dizendo: “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

Crer no Evangelho, na Palavra do Senhor, é acreditar que nenhuma outra palavra pode nos transformar e nos renovar, a não ser a Palavra de Deus. Por isso, creiamos n’Ele e levemos a vida em nome de Jesus, em nome desse Evangelho.

A conversão começa na cabeça, porque é a cabeça que manda em cada um de nós, é a cabeça que nos direciona e nos dá os pensamentos que devemos ter a cada dia. É na cabeça que está a nossa mentalidade. Se temos uma mentalidade mundana e pagã, se temos uma mentalidade que foi, muitas vezes, nutrida com os elementos deste mundo, precisamos mudar essa mentalidade, a forma de pensar, de agir, de conversar.

Quando olhamos para a nossa vida, logo percebemos que existem coisas essenciais para as quais precisamos mesmo nos converter, mas se não nos deixamos convencer por Deus, não somos um convertido, e Deus e a graça d’Ele não nos convertem.

A cada dia, coloco-me de pé para ouvir o Evangelho, para deixar que Deus fale ao meu coração, para que Ele traga a luz para as situações mais sombrias da minha alma e do meu ser, para que Ele me convença que preciso me converter, que preciso ter atitudes novas, pensamentos e sentimentos novos. Se ontem eu pensava assim, a graça do Evangelho me permite pensar diferente. Jesus converte o meu coração.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

 

5-OQueEConversao

Fonte: https://voltemosaoevangelho.com/blog/2014/10/o-que-e-conversao-2/

ORAÇÃO

Pai, torna-me solícito em atender o convite à conversão, proclamado por Jesus. Que eu não perca a chance que me é dada de aderir, com sinceridade, ao teu Reino. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/01/homilia-comentario-e-reflexao-do_13.html

Você se considera um filho(a) amado(a) por Deus?

Lc 3,15-16.21-22
Naquele tempo, o povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo”. Quando todo o povo estava sendo batizado, Jesus também recebeu o batismo. E, enquanto rezava, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba. E do céu veio uma voz: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu bem-querer”.

Reflexão: O Batismo de João Batista era uma imersão na água para purificação dos pecados e conversão dos corações. No entanto, Jesus saiu da Galiléia a fim de ser batizado por João Batista, no rio Jordão, apesar de não precisar submeter-se a este ritual, pois Nele não havia pecado algum. “O que para os outros era sinal de arrependimento para Jesus é plenitude de justiça” nos fala a Bíblia do Peregrino. Por isso, Jesus quis batizar-se a fim de que se cumprisse toda a justiça de Deus. Jesus, que não tinha pecados, confirmou a Sua Filiação pela unção do Espírito Santo e consequentemente a nossa filiação. Portanto, o Batismo de Jesus tem para nós o significado da justiça que o Pai planejou nos conceder com o objetivo de que também nos tornássemos Seus filhos e filhas amados. A filiação atestada pelo próprio Pai deve ser relacionada com a filiação humana. Com o Batismo, Sua Morte na Cruz e Ressurreição Jesus inaugurou para nós um novo tempo de justiça e graça: somos filhos eleitos de Deus. No Batismo de Jesus nós encontramos a estrutura da Santíssima Trindade: A Voz do Pai, a Manifestação do Espírito Santo em forma de pomba e o Título de Filho de Deus amado. No nosso Batismo a Voz do Pai se faz ouvir revelando o Seu grande amor por nós quando nos concede o Seu Espírito Santo e nos adota como filhos no Seu Filho amado. No nosso Batismo também o Pai deu testemunho do Seu Amor por nós: “Tu és o meu filho, a minha filha amada”! Logo, somos irmãos de Jesus Cristo, adotados por causa da Sua Morte e Ressurreição. Não podemos ser pessoas abatidas nem deprimidas, pois o mesmo Espírito que está em Jesus mora também em nós. Se verdadeiramente nos apossarmos dessa graça de filiação, com certeza não teremos nenhuma dúvida de que somos filhos e filhas apreciadas por Deus que nos olha com carinho e está atento às nossas necessidades. – Você tem consciência da grande graça que recebeu no Batismo? – Você também se considera um filho, uma filha amada por Deus Pai? – Pare um pouquinho para escutar a voz que vem do céu apresentando você ao mundo como filho (a) amado (a).

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-lucas-315-16-21-22-2/

Fonte: https://www.qumran2.net/indice.php?c=disegni&immagine=5188

ORAÇÃO

Espírito que converte, toca o meu coração e o coração de todas as pessoas para que, abandonando os erros e vícios, voltemo-nos para Jesus, por uma sincera conversão. Amém.

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/voz-de-quem-clama-no-deserto-preparai-o-caminho-do-senhor-lc-31-6/

Peçamos a Deus que nos livre da contaminação do orgulho e da soberba

Lc 5,12-16
Aconteceu que Jesus estava numa cidade, e havia aí um homem leproso. Vendo Jesus, o homem caiu a seus pés, e pediu: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar”. Jesus estendeu a mão, tocou nele, e disse: “Eu quero, fica purificado”. E, imediatamente, a lepra o deixou. E Jesus recomendou-lhe: “Não digas nada a ninguém. Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela purificação o prescrito por Moisés como prova de tua cura”. Não obstante, sua fama ia crescendo, e numerosas multidões acorriam para ouvi-lo e serem curadas de suas enfermidades. Ele, porém, se retirava para lugares solitários e se entregava à oração.

Reflexão: Era terrível a situação do leproso nos tempos de Jesus. Comenta a Bíblia de Navarra: “Na lepra via-se um castigo de Deus (cf. Nm 12, 10-15). O desaparecimento dessa doença era considerado como uma das bênçãos da época messiânica (Is 35, 8; Mt 11, 5; Lc 7, 22). Ao doente de lepra, pelo caráter contagioso dessa doença, a Lei tinha-o declarado impuro e transmissor de impureza àquelas pessoas que tocava, ou àqueles lugares em que entrava. Por isso tinha de viver isolado (Nm 5, 2; 12, 14ss) e mostrar, por um conjunto de sinais externos, a sua condição de leproso.”

Mas há lepra ainda pior! A ruína do pecado supera em nós as deformações da lepra. Afinal, pelo Batismo, fomos configurados com Cristo, lavados da culpa original, recebendo a face de Cristo. Quando optamos pelo pecado, desfiguramos essa imagem e maculamos o templo de Deus em nós. Todo pecado é lepra: rói, deforma, corrói. Desfigura o pecador. Pense na avareza, que leva o médico a fazer da medicina apenas um meio de ganhar dinheiro. Veja como o pobre não merece sua atenção. Veja como pergunta ao virtual consulente se ele tem dólares para pagar pela cirurgia de sua esposa. E como se presta a fazer abortos assassinos, desde que lhe paguem por isso…

Pense na luxúria, que leva o homem a comprar o corpo da mulher. A olhar para toda mulher que passa com um olhar que é despir. Veja como ninguém escapa de sua gula assassina, nem a criancinha indefesa. Como ele aluga filmes pornô e acumula em seu computador centenas de fotos obscenas, sem perceber que emporcalha sua alma e se rebaixa a um nível sub-humano. Sem amor, o sexo o esvazia sempre mais de toda ternura e toda delicadeza… E a ambição, que move o político a trocar tudo pelo poder, a aceitar qualquer negociata, qualquer ato de corrupção, desde que isso lhe permita manter-se em posição de mando. Ambição que leva o empresário a explorar a mão-de-obra do pobre, fazendo-o escravo ou pagando-lhe salário de fome…

E todos os leprosos podem ser limpos de seu pecado. Um ladrão, crucificado ao lado de Jesus, iria reabrir o paraíso (Lc 23, 43). O Saulo odioso e violento seria o novo Paulo a anunciar a salvação estendida aos pagãos. O Agostinho pecador viria a ser o cantor da misericórdia e da graça de Deus.

Do fundo do poço, revestido de lepra, o pecador se volta para Cristo e faz um ato de fé: “Se queres, podes limpar-me…” E Jesus responde: “Eu quero! Sê limpo!”

Orai sem cessar: “Purifica-me, Senhor, do meu pecado!” (Sl 51, 4)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança

Fonte:http://www.cristominhacerteza.com/2016_01_08_archive.html

ORAÇÃO

Pai, que a oração me ajude a descobrir o verdadeiro sentido do serviço que presto ao Reino, de modo a coibir a tentação de ser contaminado pelo orgulho e pela soberba. Amém!

Fonte:http://www.cristominhacerteza.com/2016_01_08_archive.html

Que no novo ano que está começando a graça do amor seja a graça mais sublime e importante de toda a nossa vida

Jo 1,1-18
No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio, estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela – mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornar filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.

Reflexão: Olha que graça sublime Deus nos deu: a graça de nos tornarmos seus filhos, uma vez que Ele verbo, palavra eterna de Deus, veio até nós para nos conceder tamanha graça.

A graça mais sublime que Deus nos deu foi porque o pecado arrancou de nós a condição filial, a condição de filhos. Deus, no entanto, é bom, é amor, é sublime; e a forma como Ele nos ama é nos resgatando, salvando-nos e trazendo para nós essa condição de sermos seus filhos.

Hoje é o último dia do ano de 2018. Há a expectativa por um novo ano, por um novo tempo, por um novo governo, por uma vida nova. Surgem propósitos e anseios de viver isso e aquilo. Não há um propósito maior na nossa vida do que sermos filhos de Deus, de levarmos a vida em nome do Senhor Nosso Deus.

A primeira coisa necessária é o nosso exame de consciência. No ano que se passou, como vivemos como filhos de Deus? Como a graça de Deus esteve presente em nossa vida em tudo aquilo que realizamos?

Em muitas coisas, não nos portamos como filhos do Senhor: quando preferimos o pecado, quando preferimos a nós mesmos; e quando a força do egoísmo, do orgulho, da soberba tomaram conta de nós, deixamos a graça do filho de Deus ficar para trás. O grande propósito que deve iluminar a nossa vida, o nosso coração, e tudo aquilo que queremos viver no ano que estamos começando é sermos filhos de Deus.

Ninguém é filho de Deus se não vive com os outros filhos d’Ele, ou seja, não assumem diante de Deus que são irmãos uns dos outros.

Fala-se tanto em fraternidade universal, em amor e assim por diante, mas vivemos uma crise de amor profunda. O amor se tornou seletivo e enganoso, selecionamos quem queremos amar, e esse amor seletivo nos leva a ter preconceito, discriminação e a deixarmos de lado as pessoas que mais merecem ser amadas.

Todos nós merecemos amor. É verdade que o coração de Deus veio para os pecadores e não para os justos. É preciso que o coração humano se arme do coração de Deus, porque o amor humano está fracassado, limitado, está excluindo as pessoas d’Aquele que é o amor que Deus nos trouxe.

Que no novo ano que está começando a graça do amor seja a graça mais sublime e importante de toda a nossa vida.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: https://liturgiadiariadapalavra.blogspot.com/2014/12/liturgia-e-homilia-diaria-jo-11-18.html

ORAÇÃO

Senhor Deus Pai Todo Poderoso,
Agradeço a riqueza da Palavra de Deus e os ensinamentos escondidos em cada palavra. Agradeco os convites, os apelos, os desafios que o Senhor me convida a viver neste dia. Agradeço ao Senhor sua fidelidade e seu amor que sempre nos acompanham, mesmo quando temos dificuldades de reconhecê-lo. Agradeço por todo bem realizado ao longo do ano e pelas graças recebidas. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/a-palavra-estava-junto-de-deus-e-a-palavra-era-deus-jo-11-18/