Nos alimentamos de Jesus quando assumimos em nós os sentimentos d’Ele, o pensamento e a vida d’Ele

Jo 6,41-51
Naquele tempo, os judeus começaram a murmurar a respeito de Jesus, porque havia dito: “Eu sou o pão que desceu do céu”. Eles comentavam: “Não é este Jesus o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como pode então dizer que desceu do céu?” Jesus respondeu: “Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai, e por ele foi instruído, vem a mim. Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.

       

Reflexão: Precisamos do alimento para nos dá a vida, para que possamos sobreviver. Mas, às vezes, nos centramos no alimento terreno: o arroz e o feijão. O “pão de cada dia” precisamos para a nossa subsistência, para os nossos filhos, entretanto, esse pão não sacia a nossa fome. Porém, por vezes, nos deixa saciados até demais, mas sem permitir que encontremos o sentido da nossa própria vida.

Jesus está dizendo: “Eu sou o Pão da vida. Quem come desse Pão, jamais terá fome”. Precisamos nos alimentar de Jesus e permitir que Ele seja o alimento da nossa vida. Jesus alimenta a nossa espiritualidade, a nossa alma, os nossos sentimentos e os nossos afetos.

A luz de Jesus penetra o nosso interior e dá sentido à nossa vida e à nossa existência. Alimentar-se de Jesus não é apenas receber a Eucaristia. A Eucaristia é o Sacramento por excelência, é o nosso ponto de chegada na dimensão da nossa caminhada espiritual. Mas, nos alimentamos de Jesus quando assumimos em nós os sentimentos d’Ele, o pensamento e a vida d’Ele.

Alimentamo-nos de Jesus quando nos alimentamos de Suas Palavras, quando nos alimentamo-nos da Bíblia que é a Palavra de Deus por excelência. Alimentamos a nossa vida espiritual pela via da oração quando nos colocamos na presença d’Ele, para nos esvaziar de nós e nos preencher da presença do Senhor.

A nossa alma está sedenta, o nosso coração está faminto e anseia pela presença de Deus. Quando vamos ao encontro do Senhor é preciso que esvaziemos a alma e o coração, para que eles se preencham da presença d’Ele. É preciso que os sentimentos e os pensamentos, tão cheios de devaneios, acalmem-se para que Deus direcione a nossa vida.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: http://www.pascommipibu.com/2015/08/evangelho-do-dia_9.html

ORAÇÃO

“Senhor, Tu és o alimento da vida eterna, queremos nos alimentar de Ti para que o nosso coração esteja na eternidade.” Amém!

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

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Mantendo nossa mentalidade em Deus seremos pedra de salvação

Mt 16,13-23
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesaréia de Filipe e ali perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.

Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias. Jesus começou a mostrar aos seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.

Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça!” Jesus, porém, voltou-se para Pedro, e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”

Reflexão: Talvez você possa se assustar com o Evangelho de hoje, porque Jesus está primeiro elogiando, enaltecendo e exaltando a fé de Pedro, inclusive, está confirmando que ele é a pedra de salvação. Quando Pedro pensa como Deus, quando ele tem a mentalidade de um homem de Deus e se deixa guiar pela revelação divina e professa a sua fé em Jesus: “Tu és Cristo, o filho do Deus vivo”, Pedro se torna pedra de salvação e de edificação, usada para construir o Reino de Deus.

Quando o mesmo Pedro repreende Jesus, porque não quer que Ele passe pelo caminho da cruz, ele está pensando como os homens, e pior do que pensar como os homens, ele está pensando como o maligno. É por isso que Jesus o repreende: “Vai para longe, satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”.

No Reino de Deus também é assim, podemos ser pedra de salvação, pois a pedra de salvação é uma bênção. Queremos atravessar um rio e tem aquela pedra que podemos pisar para caminhar adiante, mas se tem uma pedra de tropeço, tropeçamos, caímos e a tragédia é grande.

Precisamos ser pedra de salvação no caminho dos homens e da construção do Reino de Deus. Se pensarmos com a mentalidade mundana, se renegarmos a cruz de Cristo, se não abraçarmos o Cristo crucificado, se não abraçarmos a nossa cruz de cada dia, tornaremo-nos pedra de tropeço no Reino de Deus, e é triste constatar que estamos nos atropelando demais.

Existem muitas pedras de tropeço nos nossos caminhos, porque nós, muitas vezes, nos tornamos pedras de tropeço no caminho de outros, pensamos com uma mentalidade mundana, pensamos no Reino dos Céus de forma humana e mundana, e não com a mentalidade de Deus.

Deus não quer que sejamos pedras de tropeço na vida de ninguém. Vai para longe de nós todo pensamento do mal, pois precisamos ser pedra de salvação no caminho e na vida dos nossos irmãos.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: https://www.bibliatodo.com/Pt/reflexoes-biblicas/deus-fala-com-voce/

ORAÇÃO

Mestre, caminho entre o Pai e nós, tudo vos ofereço e de vós tudo espero. Jesus, caminho da santidade, tornai-me vosso fiel seguidor. Jesus caminho, tornai-me perfeito como o Pai que está nos céus. Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós. Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós. Jesus Vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor. Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo. Jesus caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante das pessoas. Jesus vida, fazei que minha presença contagie a todos com o vosso amor e a vossa alegria. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_8.html

É preciso esforçar-se por conseguir o alimento que sacia a fome de vida

Jo 6,24-35
Naquele tempo, quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum. Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”. Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”. Eles perguntaram: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”. Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

Reflexão: Jesus apresenta-Se como o “pão” da vida que desceu do céu para dar vida ao mundo. Aos que O seguem, Jesus pede que aceitem esse “pão” – isto é, que escutem as palavras que Ele diz, que as acolham no seu coração, que aceitem os seus valores, que adiram à sua proposta. A cena inicial  parece sugerir, à primeira vista, que a pregação de Jesus alcançou um êxito total: a multidão está entusiasmada, procura Jesus com afã e segue-O para todo o lado. Aparentemente, a missão de Jesus não podia correr melhor. Contudo, Jesus percebe facilmente que a multidão está equivocada e que O procura pelas razões erradas. Na verdade, a multiplicação dos pães e dos peixes pretendeu ser, por parte de Jesus, uma lição sobre amor, partilha e serviço; mas a multidão não foi sensível ao significado profundo do gesto, ficou-se pelas aparências e só percebeu que Jesus podia oferecer-lhe, de forma gratuita, pão em abundância. Assim, o fato de a multidão procurar Jesus e Se dirigir ao seu encontro não significa que tenha aderido à sua proposta; significa, apenas, que viu em Jesus um modo fácil e barato de resolver os seus problemas materiais. Na verdade, o gesto de repartir pela multidão os pães e os peixes gerou um perigoso equívoco. Jesus está consciente de que é preciso desfazer, quanto antes, esse mal-entendido. Por isso, nem sequer responde à pergunta inicial que Lhe põem (“Mestre, quando chegaste aqui?”); mas, mal se encontra diante da multidão, procura esclarecer coisas bem mais importantes do que a hora da sua chegada a Cafarnaum… As palavras que Jesus dirige àqueles que O rodeiam põem o problema da seguinte forma: eles não procuram Jesus, mas procuram a resolução dos seus problemas materiais . Trata-se de uma procura interesseira e egoísta, que é absolutamente contrária à mensagem que Jesus procurou passar-lhes. Depois de identificar o problema, Jesus deixa-lhes um aviso: é preciso esforçar-se por conseguir, não só o alimento que mata a fome física, mas sobretudo o alimento que sacia a fome de vida que todo o homem tem. A multidão, ao preocupar-se apenas com a procura do alimento material, está a esquecer o essencial – o alimento que dá vida definitiva. Esse alimento que dá a vida eterna é o próprio Jesus que o traz . O que é preciso fazer para receber esse pão? – pergunta-se a multidão. A resposta de Jesus é clara: é preciso aderir a Jesus e ao seu projeto. Na cena da multiplicação dos pães, a multidão não aderiu ao projeto de Jesus (que falava de amor, de partilha, de serviço); apenas correu atrás do profeta milagreiro que distribuía pão e peixes gratuitamente e em abundância… Mas, para receber o alimento que dá vida eterna e definitiva, é preciso, que a multidão acolha as propostas de Jesus e aceite viver no amor que se faz dom, na partilha daquilo que se tem com os irmãos, no serviço simples e humilde aos outros homens. É acolhendo e interiorizando esse “pão” que se adquire a vida que não acaba. Os interlocutores de Jesus não estão, no entanto, convencidos de que esse “pão” garanta a vida definitiva. Custa-lhes a aceitar que a vida eterna resulte do amor, do serviço, da partilha. O que é que garante, perguntam eles, que esse seja um caminho verdadeiro para a vida definitiva? Qual a prova de que a realização plena do homem passe pelo dom da própria vida aos demais? Porque é que Jesus não realiza um gesto espetacular – como Moisés, que fez chover do céu o maná, não apenas para cinco mil pessoas, mas para todo o Povo e de forma continuada – para provar que a proposta que Ele faz é verdadeiramente uma proposta geradora de vida? Jesus responde pondo a questão da seguinte forma: o maná foi um dom de Deus para saciar a fome material do seu Povo; mas o maná não é esse “pão” que sacia a fome de vida eterna do homem. Só Deus dá aos homens, de forma contínua, a vida eterna; e esse dom do Pai não veio ao encontro dos homens através de Moisés, mas através de Jesus. Portanto, o importante não é testemunhar gestos espetaculares, que deslumbram e impressionam mas não mudam nada; mas é acolher a proposta que Jesus faz e vivê-la nos gestos simples de todos os dias. A última frase do nosso texto identifica o próprio Jesus, já não com o “portador” do pão, mas como o próprio pão que Deus quer oferecer ao seu Povo para lhe saciar a fome e a sede de vida. “Comê-lo” será escutar a sua Palavra, acolher a sua proposta, assimilar os seus valores, interiorizar o seu jeito de viver, fazer da vida (como Jesus fez) um dom total de amor aos irmãos. Seguindo Jesus, acolhendo a sua proposta no coração e deixando que ela se transforme em gestos concretos de amor, de partilha, de serviço, o homem encontrará essa “qualidade” de vida que o leva à sua realização plena, à vida eterna.

Fonte: http://paroquiadapiedade.com.br/category/homilia-da-semana/

 
Fonte: http://www.pascommipibu.com/2015/08/evangelho-do-dia.html

ORAÇÃO

Pai, dá-me sensibilidade para perceber que a presença de Jesus, na nossa história, é a grande obra que realizaste: dar-nos a vida eterna. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/jesus-realiza-muitos-sinais-jo-630-35/

Quais são os sentimentos que você guarda no seu coração?

Mt 13,44-46
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: ‘ O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola.

Reflexão: Nas duas mensagens deste Evangelho, Jesus nos apresenta o reino dos céus como algo muito valioso que alguém busca, e encontra. Na nossa caminhada aqui na terra, desde cedo saímos à procura da felicidade nos mais diversos lugares, nas ocasiões e situações que nos atraem, assim como também no amor das pessoas, na realização profissional, no sucesso nos empreendimentos, etc. e nem sempre isso nos torna pessoas alegres e felizes. Alcançamos muitas metas, galgamos cargos, amealhamos dinheiro, mas nem sempre tudo isso nos alegra ou nos faz ser feliz. Um dia nós percebemos que alcançamos o reino da terra, mas estamos longe do reino do céu. Nas duas situações que Jesus nos apresenta, porém, nós constatamos que a conquista do reino dos céus desperta em quem o encontrou sentimento de alegria e felicidade assim como a decisão de vender todos os bens que possui para apossar-se daquele tesouro. Acontece que o reino dos céus não pode ser achado fora de nós, nas coisas que encontramos no nosso exterior. Ele é como um tesouro que está escondido dentro do nosso coração no meio do campo da nossa humanidade ou uma pérola preciosa que é buscada por nós, mas que só é encontrada quando nos encontrarmos conosco. Quando descobrimos que dentro de nós há a riqueza do reino de Deus, do amor do céu, aos pouquinhos vamos deixando de lado os valores que nos prendem à vida material, a qual nós tocamos e enxergamos,para nos apossar da riqueza invisível, que gera, amor, paz, alegria, consolo, fortaleza, mansidão, compreensão, esperança, vitória, felicidade, mesmo no meio das dificuldades. Aí então, nós experimentamos uma mudança de vida e de atitude que nos faz ser feliz na vivência das coisas mais simples. O reino de Deus, então, pode ser entendido como um processo de conversão, de mudança e transformação firme e gradual que vai se manifestando no nosso modo de ser e de agir. Dessa forma nós vamos descobrindo que aquilo que tanto buscávamos e procurávamos, na verdade, só acontece na medida em que caminhamos na trilha que o Evangelho nos desvenda. Seguindo esse caminho percebemos também, que o dom da misericórdia acompanha a nossa caminhada e as nossas ações e nos tornamos pessoas mais compreensivas, mais amorosas e mais comunicativas. – Você também tem buscado a felicidade? – Você já sente as primícias do reino de Deus? – Você já tem vislumbrado a pérola e o tesouro que existem no seu coração? – Onde está o reino dos céus? – Quais são os sentimentos que você guarda no seu coração?

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mt-13-44-46/

 

Fonte: https://www.slideshare.net/mobile/DeborahGutierrez/venha-o-teu-reino-54711809

ORAÇÃO

Senhor Jesus, que eu me desfaça, com coragem e alegria, de tudo quanto me impede de colocar o Reino como centro de minha vida. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_31.html

Quando vivemos o milagre do coração convertido somos capazes de multiplicar todos os dons que Deus nos deu

Jo 6,1-15
Naquele tempo, Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com seus discípulos. Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. Levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?” Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”. Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: “Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.

Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!” Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”. Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.

Reflexão : Quando contemplamos o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, ficamos maravilhados e achamos que Jesus fez uma mágica. Deus não realiza mágicas, até porque mágicas são coisas enganosas e ilusórias, e Ele não faz nada que seja ilusório ou enganoso. Deus realiza a transformação, Ele tem poder sobre o pão e sobre os peixes.

Deus tem poder sobre nós e sobre a nossa vida, o poder d’Ele vai transformando a nossa condição. A graça desse grande milagre de Jesus foi, realmente, ver que o cuidado do Mestre fez com que o pão que parecia tão pouco pudesse ser multiplicado, transformado e que desse para todos.

Há algo muito singular aqui, primeiro, porque Jesus acalma a multidão, manda que todos se sentem. Quando nos sentamos e nos acalmamos, Deus vai nos alimentando, porque, se não nos acalmarmos, a fúria vai nos alimentando, e não tem alimento que sacie o coração que está furioso, revoltado e indignado, porque não temos o nosso alimento. Quando nos acalmamos, Deus vai nos saciando da Sua Palavra.

Segundo, Jesus ensina a partilhar o pouco que temos. O que são cinco pães e dois peixes? Talvez não dê nem para alimentar uma pessoa ou uma família. Experimente a graça de dividir o que você tem. Quando sabemos repartir o que temos com o outro, quando sabemos dividir os cinco pães, os dois peixes, o pouco de arroz e o feijão, tudo se multiplica e a festa acontece.

É preciso que o alimento seja encarado como dom sagrado. Primeiro, agradecemos a Deus, porque Jesus disse: “Ele tomou o pão e deu graças”. É o que Ele vai fazer depois com a Eucaristia, pois ela é Seu Corpo dividido, que se multiplica para alimentar a fome de Deus que todos nós temos.

O pão que Deus criou para a humanidade dá para alimentar toda a face da Terra cem vezes mais; depois, o que sobra é recolhido e guardado para depois. Não falta pão nem alimento para ninguém, o que falta é o milagre do coração convertido que se acalma, divide o que tem e é capaz de multiplicar todos os dons que Deus nos deu.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com/homilia/aprendamos-a-dividir-o-nosso-alimento-com-o-proximo/?sDia=29&sMes=07&sAno=2018

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Fonte: http://franciscanos.org.br/?p=167441

ORAÇÃO

Vinde, Espírito Santo, e dai-nos o dom da sabedoria, para que possamos avaliar todas

as coisas à luz do Evangelho e ler nos acontecimento da vida os projetos de amor do Pai.

Dai-nos o dom do entendimento, uma compreensão mais profunda da verdade,

a fim de anunciar a salvação com maior firmeza e convicção.

Dai-nos o dom do conselho, que ilumina a nossa vida e

orienta a nossa ação segundo vossa Divina Providência.

Dai-nos o dom da fortaleza. sustentai-nos, no meio de tantas dificuldades, com vossa coragem,

para que possamos anunciar o Evangelho.

Dai-nos o dom da Ciência, para distinguir o único necessário das coisas meramente importantes.

Dai-nos o dom da piedade, para reanimar sempre mais nossa íntima comunhão convosco.

E, finalmente, dai-nos o dom do vosso santo temor, para que, conscientes de nossas fragilidades,

reconheçamos a força de vossa graça.

Vinde, Espírito Santo, e dai-nos um novo coração. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2014/05/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_2.html

 

Devemos ser bons para acolher a Palavra ou começamos a ser bons quando a acolhemos e a pomos em prática?

Mt 13,18-23

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Ouvi a parábola do semeador: Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento: quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo. A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele não dá fruto. A semente que caiu em boa terra é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta”.

Reflexão : Neste trecho  do Evangelho é como se Mateus perguntasse às comunidades: “E vocês, como acolhem a palavra de Jesus? Será que vocês ainda mantêm seu compromisso com a justiça do Reino? Que tipo de terreno são vocês? Que obstáculos vocês põem à Palavra?”

O primeiro obstáculo é a superficialidade ou a insensibilidade (estrada de chão batido, onde a semente não nasce). A opção por Jesus não foi suficientemente forte a ponto de “amolecer” a insensibilidade; não atingiu a profundidade, ficou só na superfície. O Maligno rouba e leva embora.

O segundo obstáculo são as perseguições. Diante delas surge facilmente o desânimo. Não se trata, todavia, de qualquer tipo de perseguição. São as perseguições “por causa da Palavra”. É o testemunho que provoca conflito e rejeição, exatamente como se deu com Jesus.

O terceiro obstáculo é caracterizado como “as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza”. Isso denota que o cristão vive num contexto concreto: em meio a estruturas políticas e econômicas que fascinam e seduzem. Elas têm o poder de anestesiar (sufocar), de tornar estéril e ineficaz o poder da Palavra.

O tipo de cristão ideal é identificado com o terreno bom. Ele compreende a Palavra; e, porque assim age, é terra boa. É a única alternativa para o ser cristão. Será que ele compreende a Palavra porque é bom terreno ou é bom terreno enquanto vai compreendendo a Palavra e a faz frutificar? Cuidado, portanto, para não cair no determinismo. Devemos ser bons para acolher a Palavra ou começamos a ser bons quando a acolhemos e a pomos em prática?

Pai, que o teu Espírito Santo me revista de fortaleza, e me predisponha a enfrentar todos os contratempos da vida para produzir os frutos que esperas de mim.

Fonte: http://homiliadopebantu.blogspot.com/2010/07/jesus-explica-parabola-do-semeador-mt.html

Fonte: http://sobralonline.com.br/mestre-nao-te-importa-que-perecamos-mc-435-41/

ORAÇÃO

“Vem, Espírito Santo! Faze-nos amar as Escrituras, para reconhecermos a voz viva de Jesus. Torna-nos humildes e simples, a fim de compreendermos os mistérios do Reino de Deus. Amém.”

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/parabola-do-semeador-mt-1318-23/

A grandeza está no servir

Mateus 20,20-28
Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. Jesus perguntou: “O que tu queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”.Jesus, então, respondeu-lhes: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é quem dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”.Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.

Reflexão: Apesar do testemunho de Jesus, os discípulos estavam aferrados aos esquemas mundanos, mostrando-se pouco sensíveis aos ensinamentos do Mestre. O intento dos filhos de Zebedeu foi uma prova disto.Fazendo ouvido de mercador, quando Jesus revelou seu destino de sofrimento e morte, estavam preocupados em garantir para si os melhores lugares no Reino a ser instaurado. Bem se vê que estavam longe de sintonizar com o Reino anunciado por Jesus, pois imaginavam um reino onde os chefes se tornam tiranos, e os grandes se tornam opressores, por estarem revestidos de autoridade.No Reino almejado por Jesus, a grandeza consiste em pôr-se ao serviço do semelhante, de maneira despretensiosa, e o primeiro lugar será ocupado por quem se dispusera assumir a condição de servo. A tirania cede lugar ao serviço, e a opressão transforma-se em amor eficaz em benefício do próximo. Bastava contemplar o modo de proceder do Mestre Jesus que se autodenomina “Filho do Homem”. Jamais buscara ser servido, como se a sua condição de enviado do Pai lhe desse este direito; tampouco teve a arrogância de se considerar superior a quem quer que seja. Manteve sempre sua postura de servo, consciente da missão recebida do Pai, a ponto de entregar a sua própria vida para que toda a humanidade obtivesse salvação. Dera o exemplo no qual os discípulos deveriam inspirar-se.

Fonte: http://www.diocesedejiparana.org.br/noticias-det.php?cod=2469

ORAÇÃO

“Vem, Espírito Santo! Faze-nos amar as Escrituras, para reconhecermos a voz viva de Jesus. Torna-nos humildes e simples, a fim de compreendermos os mistérios do Reino de Deus. Amém.”

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/entre-vos-nao-devera-ser-assim-mt-2017-28/