Quando fazemos a experiência de depender completamente do Amor de Deus nada nos falta

Mc 6,7-13
Naquele tempo, Jesus chamou os doze e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros. Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas. E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando saírdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles!” Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.

Reflexão: As instruções que Jesus deu a Seus discípulos nos servem hoje como orientação para a trajetória da nossa vida aqui na terra. Jesus veio instaurar no mundo uma nova maneira de ser e de viver, no amor e na fraternidade sem dependência das coisas materiais que nos escravizam. Por isto, Ele nos ensina a caminhar em unidade com os irmãos, nunca seguindo sozinhos (as), e a nos desapossar de coisas que não são as essenciais para a nossa trajetória. E para que sejamos fiéis seguidores desse Projeto e obedientes ao Evangelho de Cristo nós também somos enviados (as) a caminhar aqui na terra tendo o nosso próximo como companheiro com a consciência de que não podemos viver isolados como uma ilha. Jesus enviou Seus discípulos, dois a dois, pelo mundo a fora levando a Sua paz e anunciando o Seu reino de amor, deu-lhes poder sobre os espíritos impuros e recomendou-lhes que não “levassem nada para o caminho, a não ser um cajado”. E ordenou-lhes: “nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura”, mas acrescentou “que andassem de sandálias e não levassem duas túnicas”. Jesus também nos dá consciência de que algumas coisas nos são necessárias, outras, são supérfluas. O cajado é a Sua Palavra posta em nossas mãos e acolhida no nosso coração. É Ela quem nos dá perseverança e nos sustenta, orienta os nossos passos e nos faz ir por caminho seguro. O pão, a sacola e o dinheiro são as nossas preocupações, apreensões e inquietações com a nossa sobrevivência, o nosso bem-estar, cuidados que mantemos com o alimento, vestimenta e necessidades do dia a dia. Jesus, no entanto, nos recomenda a usar “sandálias” para que os nossos pés não se machuquem com a dureza da estrada. Significa a vida de oração e adoração na intimidade do Espírito Santo que nos dá respaldo e firmeza para caminhar sem machucar os nossos pés e nos motiva a dar passos e a sair do lugar a fim de enfrentar a vida. Finalmente, Jesus nos diz para não levarmos “duas túnicas”, isto é, o que nós mantemos como reserva para quando nos faltar o principal. Todas estas recomendações nos levam à consciência de que a confiança na Providência do Pai é a melhor poupança que podemos nutrir em nós mesmos. Quando fazemos a experiência de depender completamente do Amor de Deus Pai que se manifestou por meio de Jesus Cristo, verificamos que nada trazemos nas mãos, no entanto, nada nos falta. Dessa forma, nós temos poder até sobre os espíritos impuros, pois a capacidade de Deus habita em nós. Não precisamos também ficar mudando de lugar a todo instante. Jesus nos recomenda para que tenhamos perseverança. Ele não nos envia para longe, Ele quer nos ensinar essa nova mentalidade a partir dos nossos relacionamentos familiares.

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mc-67-13-4/

Fonte: http://terapiadecristo.com.br/caminhando-entre-amigos/

ORAÇÃO

Pai Santo, a bagagem que levamos pela vida a fora tenta compensar a nossa falta de fé e torna a caminhada pesada e cansativa. Liberta-nos, Pai amado, das nossas inseguranças, para que sejamos caminhantes leves e alegres nestas estradas que já são do teu reino de Amor, desde que nelas caminhou Jesus de Nazaré, o Cristo, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_14.html

 

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Mantendo-nos sempre na presença da Santíssima Trindade, consigamos a força necessária para não fraquejar em nossa missão

Mc 1, 29-39
Naquele tempo: Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los. À tarde, depois do pôr-do-sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. A cidade inteira se reuniu em frente da casa.Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem,pois sabiam quem ele era. De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. Quando o encontraram, disseram: ‘Todos estão te procurando’. Jesus respondeu: ‘Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza!Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim’. E andava por toda a Galiléia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

Reflexão: Quatro coisas chamaram minha atenção na oração de hoje.

Primeiro, o fato de Jesus, depois de sair da sinagoga, onde participou de uma experiência muito forte ao expulsar um espírito mau de um homem, entrar na casa de Pedro e participar de uma experiência muito meiga e suave. Na sinagoga, ele mostrou sua autoridade com uma ordem veemente: “Cala-te e sai dele!”.  Enquanto que, na casa de Pedro, na intimidade do lar, Jesus demonstra sua autoridade com suavidade. A cena, por sua singeleza, é comovente: “Ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se”.

Penso que podemos contemplar essa cena experimentando a suavidade com que Jesus chega em nossa vida para nos levantar. Às vezes, Ele vem em nossos pensamentos, ajudando-nos a compreender certas situações. Outras vezes, vem na simplicidade de uma pessoa que nos sorri e nos dirige uma palavra que nos anima, muitas vezes na presença silenciosa, mas comprometida, da mãe, esposa, marido, filhos, vizinhos ou amigos, que nos amparam quando estamos doentes. São muitas situações no nosso dia a dia em que podemos perceber essa ação. Vamos trazê-las à memória e agradecer.

Segundo, o fato de a sogra de Pedro, após ser curada, colocar-se imediatamente, a serviço: “Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los”.

Como é interessante esse agradecimento que se faz com o serviço aos outros. Embora seja importante e necessário agradecer com palavras àqueles que nos ajudam, penso que este trecho do evangelho nos ajuda a perceber que o agradecimento maior está em colocar-se a serviço. A alegria de poder participar da vida nos move ao serviço. Não um serviço que se faz com pesar, porque é obrigatório, mas aquele que se realiza livremente, como resposta amorosa ao dom da vida.

Penso que podemos utilizar esta cena para orarmos refletindo sobre a adesão livre e consciente que temos feito ao plano de Deus. Quando alcançamos as graças que pedimos, quais têm sido nossas atitudes? Percebemos que nosso serviço é importante para que Deus também leve a outros a sua cura, as suas graças?

Terceiro, o fato de a comunidade inteira se reunir à porta da casa. A resposta à expulsão do espírito maligno do homem na sinagoga, gerou uma rápida evangelização naquela cidade e todos acorreram a Jesus. Muitos, provavelmente, não compreenderam quem era Jesus, mas não havia como ficar indiferente ao aparecimento de alguém que “ensinava com autoridade”.  Quem anunciou Jesus aos outros não ficou decepcionado, pois Jesus não ficou indiferente à multidão: “Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios”.

Penso que a cena pode nos ajudar a rezar e refletir como está nossa tarefa de evangelização. Como temos anunciado Jesus? Nosso anúncio desperta vontade nas pessoas de irem ao encontro dele? Temos compreendido que o importante é levar as pessoas até Jesus e não, falar bonito e desenvolver doutrinas maravilhosas? Reconhecemos que Jesus e sua autoridade é que dão resposta às necessidades dos outros e, portanto, só nos importa levar as pessoas até Ele?
E o quarto é o fato de Jesus, após todos estes acontecimentos, sair para orar: “Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto” e, em seguida, decretar: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”.

Essa cena pode nos ajudar a compreender melhor a necessidade da oração, de ficarmos a sós com o Pai, no silêncio, no deserto da alma, para não vacilarmos na nossa missão. Tudo o que Jesus havia feito em Cafarnaum era maravilhoso e lhe daria, provavelmente, muitos e muitos anos de fama e de sucesso. Ele poderia facilmente se enganar e achar que, pelo muito feito, já poderia “pendurar as chuteiras” e ficar numa boa.

Normalmente, quando estamos tristes e carentes, somos mais suscetíveis a longas orações, principalmente as de petição. No entanto, na minha oração, vejo um Jesus mostrando que a oração de agradecimento e escuta precisa ser constante em nossa vida. Eu imagino Jesus agradecendo ao Pai por estar sempre junto dele e também perguntando sobre o que fazer a partir daquele momento, além de se silenciar para ouvir o Pai.

Como estão nossas orações? Temos reservado um momento diário para colocar a conversa em dia com a Trindade Santa? Temos sabido ficar em silêncio para escutar o que Deus tem a nos falar? Dialogamos com o Senhor, antes de decidir o que fazer?

Experimentando a presença suave e firme do Senhor a nos levantar de nossas fraquezas, possamos nos colocar a serviço dos outros e levá-los, por sua vez, a conhecer Jesus e, mantendo-nos sempre na presença da Santíssima Trindade, consigamos a força necessária para não fraquejar em nossa missão.

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2015/a-cura-o-servico-e-a-oracao-mc-129-39

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ORAÇÃO

Senhor Jesus, recupera em mim a vida e a liberdade, fazendo assim o Reino acontecer na minha existência.
Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2014/01/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_5148.html

Não deixemos que nada nos roubem da presença do Senhor

Mt 2,1-12
“Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: ‘Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo’. Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado assim como toda a cidade de Jerusalém. Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. Eles responderam: ‘Em Belém, na Judéia, pois assim foi escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo’. Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. Depois os enviou a Belém, dizendo: ‘Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo’.Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande. Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.”

Reflexão: Hoje, celebramos a Solenidade da Epifania, da manifestação do Senhor ao mundo. Jesus não veio somente para o seu pequeno mundo, Ele veio para o mundo todo, para todas as almas, para todos os corações que se abrem para adorá-Lo, para reconhecê-Lo como Deus e Senhor e para presenteá-Lo com a própria vida.

Os magos que vieram do Oriente, quer dizer, de países distantes, cada um de uma localidade diferente, estavam à procura do Salvador, sabiam pelas profecias onde e quando o Salvador poderia nascer. Eles representam todos os corações humanos, sedentos e com fome de Deus, com vontade de encontrar o Deus único e verdadeiro. Eles estavam atrás do menino e, no meio do caminho, encontraram Herodes, que tentava os desviar da verdade e do encontro com Jesus com mentiras, tentava persuadi-los dizendo: “Olha, quando vocês encontrarem o menino, digam para mim para que eu também vá adorá-Lo”.

Na verdade, Herodes queria perseguir e matar Jesus. Há muitos Herodes no meio de nós, hoje, que não querem que adoremos Jesus. Existe todo um mecanismo que move o mundo em que vivemos, que nos tira da presença de Deus para nos deixar distraídos com as coisas do mundo.

É preciso cuidar, refletir sobre o que nos rouba da presença de Deus. Estamos cercados de parafernálias da modernidade, são os smartphones que estão em nossas mãos, as televisões que estão em nossos quartos, são os computadores e todas as coisas que podem ser úteis e têm as suas utilidades, mas o quanto essas coisas nos tiram da presença de Deus, quantas horas gastamos diante de todas essas coisas e não temos tempo para Deus!

O jovem é capaz de virar uma noite em jogos, em coisas ali no seu mundo virtual, e depois não têm mais força para orar, para adorar e voltar-se para Deus. O mesmo se diz que casais, homens, mulheres que vivem o tempo inteiro fechados nas redes do mundo, e o coração é roubado da presença de Deus.

Não deixemos que esses Herodes nos roubem da presença do Senhor, vamos pelo caminho para encontrar Jesus; e ao encontrá-Lo, prostemo-nos diante d’Ele, O adoremos e nos voltemos para Ele, demos a Ele o melhor presente que é o nosso coração.

Os magos tinham presentes materiais: ouro, incenso e mirra, mas nós temos o nosso coração para dar a Deus, e não o queremos dar a mais ninguém. Ele nasceu para todos, adoremos o Senhor em Espírito e verdade.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

ORAÇÃO

Pai, com discernimento e humildade, os magos deixaram-se guiar até Jesus. Concede-me as mesmas virtudes, para que eu siga o caminho que me leva a teu Filho. Amém !

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/01/homilia-comentario-e-reflexao-do_5.html

Vocação é um diálogo entre Deus e a gente

João 1, 35-42
“Naquele tempo, João estava de novo com dois de seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: ‘Eis o Cordeiro de Deus!’ Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: ‘Que estais procurando?’ Eles disseram: ‘Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?’ Jesus respondeu: ‘Vinde ver’. Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. Ele foi logo encontrar seu irmão Simão e lhe disse: ‘Encontramos o Messias (que quer dizer: Cristo)’. Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: ‘Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas’ (que quer dizer: Pedra).”

Reflexão: Vocação” é um diálogo entre Deus e a gente – geralmente por meio de algum intermediário humano. A pessoa não decide por si mesma como vai servir a Deus. Tem de ouvir, escutar, meditar. Que vocação? Para que serviço Deus ou Jesus nos chamam? Logo se pensa em vocação específica para padre ou para a vida religiosa. Mas antes disso existe a vocação cristã geral, a vocação para os diversos caminhos da vida, conduzida pelo Espírito de Deus e da qual Cristo é o portador e dispensador. Essa vocação cristã realiza-se no casamento, na vida profissional, na política, na cultura etc. Seja qual for o caminho, importa ver se nele seguimos o chamado de Deus e não algum projeto concebido em função de nossos próprios interesses.

O convite de Deus pode ser muito discreto. Talvez esteja escondido em algum fato da vida, na palavra de um amigo… ou de um inimigo! Ou simplesmente nos talentos que Deus nos deu. De nossa parte, haja disposição positiva. Importa estar atentos. Os discípulos estavam à procura. Quem não procura pode não perceber o discreto chamamento de Deus. A disponibilidade para a vocação mostra-se na atenção e na concentração. Numa vida dispersiva, a vocação não se percebe. E importa também expressar nossa disponibilidade na oração: “Senhor, onde moras? Fala, Senhor, teu servo escuta”. Sem a oração, a vocação não tem vez.

Finalmente, para que a vocação seja “cristã”, é preciso que Cristo esteja no meio. Há os que confundem vocação com dar satisfação aos pais ou alcançar um posto na poderosa e supostamente segura instituição que é a Igreja. Isso não é vocação de Cristo. Para saber se é realmente Cristo que está chamando, precisamos de muito discernimento, essencial para distinguir sua voz nas pessoas e nos fatos por meio dos quais ele fala.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2015/01/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_18.html

Fonte: https://cnbbne2.org.br/reflexao-ii-domingo-tempo-comum-vocacao-um-convite-inesperado-uma-decisao-inadiavel-jo-135-42/

ORAÇÃO

Pai Santo, dá-nos a graça do encantamento. Que a alegria e o entusiasmo da descoberta do teu Reino de Amor em nós não sejam diluídos em uma rotina de cumprimento de preceitos, mas nos leve a Viver cada vez mais intensamente a fraternidade com os peregrinos que estão ao nosso lado na caminhada. Pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2015/01/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_18.html

Como é importante que nossas famílias tenham dentro de casa a sabedoria

Lc 2,41-52
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: — “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”. Jesus respondeu: — “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera. Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas. E Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens.

Reflexão: Todos aqueles que escutavam o Senhor Jesus, com apenas doze anos, estavam admirados da sabedoria das suas respostas, também Maria e José se admiravam (cf. Lc 2,47-48). A sabedoria do Perfeito Deus e do Perfeito Homem, Jesus Cristo, é impressionante; contemplar essa sabedoria quando ele tinha apenas doze anos devia ser algo digno de grande surpresa. Tampouco deixa de ser edificante a capacidade de maravilhar-se de Nossa Senhora e São José: ao pensarmos que eles conviviam com o Menino Jesus e que, portanto, o escutavam frequentemente, nós poderíamos concluir que eles já estavam acostumados às palavras do Deus-Homem. E não era assim! Maria e José continuam admirando-se e meditando em seus corações todas as palavras de Jesus. Aprendamos essa atitude dos pais de Jesus: escutar, admirar, meditar e viver a Palavra de Deus! Essa atitude faz-nos sábios.

Maria e José tinham dentro do próprio lar a sabedoria de Deus. Como é importante também que as nossas famílias tenham dentro de casa a sabedoria. Jesus Cristo é a Sabedoria. A sabedoria é também um dos sete dons do Espírito Santo e faz com que tenhamos um juízo correto sobre as coisas, faz com que julguemos as coisas “segundo o Espírito”, movidos pelo Espírito Santo. Trata-se daquilo que pedimos naquela conhecida oração: “Vinde, Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas”. Como é importante que pensemos todas as coisas da nossa vida segundo as exigências do amor de Deus!

A sabedoria faz com que exista em nós uma inclinação amorosa a querer e seguir a vontade de Deus, uma espécie de co-naturalidade com o que Deus quer. Esse dom acompanha a virtude sobrenatural da caridade. E a caridade é exigente! Trata-se daquela disposição que se encontra em nós pela graça e que nos faz amar a Deus como ele quer ser amado e amar a todos os seres humanos como Deus os ama. Diz Santo Tomás de Aquino que a caridade é um amor de amizade entre o homem e Deus, que constitui a fonte e o motor de toda a vida cristã.

O amor, em seu ponto mais alto, consiste em doar-se, em entregar-se a si mesmo, não só em dar algo, mas dar-se a si mesmo (amor ágape). O que acontece é que essa doação nos deixa “esgotados”. Faço ou não faço isso? Que esse juízo seja feito sob o impulso da sabedoria que vem do alto. Diante das exigências do amor, o dom da sabedoria existe também para dar suavidade à nossa doação, por esse dom somos movidos a realizar a doação que Deus nos pede a cada momento.

Mais concretamente, quais são as exigências do amor de Deus na vida de família? Muitas… e especialmente no que se refere à convivência pacífica e amorosa dos cônjuges e à educação dos filhos. Com relação à convivência conjugal: quem se deixa conduzir pela sabedoria que vem do Espírito Santo saberá descobrir e viver as amorosas exigências do amor matrimonial. Saberá tratar com delicadeza o cônjuge, conviver com as fraquezas dele, melhorá-lo (a). A sabedoria que vem de Deus os fará ver que nos momentos de dificuldades é que se encontra uma excelente oportunidade para demonstrar seu amor a Deus e ao próprio compromisso matrimonial. A vontade de Deus para si, a vontade de Deus para o cônjuge: esta é a norma de conduta da pessoa sábia no seu matrimônio.

Quais as exigências do amor de Deus no que diz respeito aos filhos? Quantos sacrifícios o Senhor pede dos pais para com os seus filhos, em primeiro lugar para tê-los! Somente os pais que são sábios entendem, como exigência do amor de Deus e do amor entre eles, que é preciso ser generosos para receber como dons do alto os filhos que Deus lhes quer enviar. Faço-lhes uma confidência de amigo: admiro com entusiasmo as famílias numerosas e também àquelas que, dentro da sua generosidade para com Deus, têm poucos filhos! Aplaudo também aqueles pais que não tem filhos porque o Senhor não quis dar-lhes e que aceitam essa realidade com vontade de Deus para eles, pois os filhos são presentes de Deus e os presentes não se exigem! Tenho dificuldade para entender a tantas pessoas casadas cujo egoísmo não lhes deixa o caminho livre ao amor que quer se concretizar nos filhos. Além do mais, também há muito sacrifício para educar os filhos! Muitas virtudes precisam ser vividas no lar! Como tratar os filhos na infância, na adolescência, na juventude, na maturidade? É preciso pedir ao Espírito: “dá-me, Senhor, sabedoria”. O sábio vê as coisas movido pelo amor de Deus.

Fonte: http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0073.htm

Fonte: https://robertodearaujocorreia.wordpress.com/2009/12/27/evangelho-de-jesus-cristo-segundo-lucas-241-52/

 

ORAÇÃO

Agradeço-te, meu Deus, porque me chamaste, tirando-me das minhas ocupações do dia-a-dia, muitas vezes difíceis e pesadas, para aqui me encontrar Contigo.Dispõe o meu coração na paz e na humildade para poder ser por Ti encontrado/a e ouvir a Tua Palavra. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/12/homilia-comentario-e-reflexao-do_29.html

Peçamos que a graça de Deus ilumine e direcione os nossos passos

Lucas 11,5-13
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Se um de vós tiver um amigo e for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: ‘Amigo, empresta-me três pães, porque um amigo meu chegou de viagem e nada tenho para lhe oferecer’, e se o outro responder lá de dentro: ‘Não me incomodes! Já tranquei a porta, e meus filhos e eu já estamos deitados; não me posso levantar para te dar os pães’; eu vos declaro: mesmo que o outro não se levante para dá-los porque é seu amigo, vai levantar-se ao menos por causa da impertinência dele e lhe dará quanto for necessário. Portanto, eu vos digo: pedi e recebereis; procurai e encontrareis; batei e vos será aberto. Pois quem pede recebe; quem procura encontra; e, para quem bate, se abrirá. Será que algum de vós que é pai, se o filho pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ou ainda, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ora, se vós que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem!”

Reflexão: Na escola de oração do Mestre Jesus, aprendemos com Ele a oração da súplica, que está ligada à perseverança e à fé na oração. Perseverar é saber em quem estamos colocando a nossa esperança, em que estamos esperando e confiando.

Sabendo em quem estamos esperando e confiando, temos n’Ele toda fé, toda confiança que uma criança tem no seu pai ou na sua mãe, pois sabe que o pai cuida dele mesmo não sendo o melhor do mundo, mas ele vai ser sempre o pai.

O nosso Pai do Céu é aquele que cuida de nós, a quem podemos pedir qualquer coisa, pois, como bom pai, Ele vai nos conceder [o que pedimos]. É importante entendermos que não é qualquer coisa que vai nos servir, e nem precisamos de qualquer coisa, precisamos do Espírito Santo!

O maior dom, a maior dádiva, o maior presente que o Pai pode nos dar é Seu Espírito. Por que precisamos do Espírito Santo? Porque Ele estava com Jesus, e O iluminou, guiou e direcionou. É do Espírito que precisamos para iluminar, dirigir e governar a nossa vida.

Estamos, muitas vezes, perdidos na estrada. Para que nos encontremos no caminho da vida, precisamos da luz do Alto. Por isso, peçamos o Espírito Santo. Mesmo sendo pecadores e frágeis como somos, ainda necessitamos do Espírito que vem em nosso socorro, em nosso auxílio, em socorro da nossa pobreza, que direciona o nosso caminho e ilumina as estradas da nossa vida.

Com todo amor do nosso coração, que, na nossa oração de cada dia, não falte a súplica ao Espírito de Amor, que o Pai nos conceda em abundância os dons do Seu Espírito, para que a graça de Deus ilumine e direcione os nossos passos.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

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Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2016/o-pai-do-ceu-dara-o-espirito-santo-lc-11-5-13/

Espirito Santo, dê-nos sabedoria para discernir o que realmente necessitamos, o certo do errado, a paciência para esperar o tempo de Deus, a coragem para ir sempre adiante e a fortaleza para fazer o que é necessário sem desistir no caminho e principalmente o AMOR para entendermos que Deus quer habitar em nós e nos fazer instrumentos, para poder atender tantos pedidos de tantos filhos.

Concede-nos, oh Pai, a graça de receber o teu Santo Espirito e que seja ele quem conduza minha vida, e assim eu seja um operário na construção do teu reino, que também é nosso. Maria, mãezinha querida, seja nossa companheira e protetora e nos ensine a ouvir, tu que eres plena no Espirito.

Amém!

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2016/o-pai-do-ceu-dara-o-espirito-santo-lc-11-5-13/

Na oração nos comunicamos com Deus e comungamos do Seu amor

Lc 11, 1-4
Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: ‘Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos.’ Jesus respondeu: ‘Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação’.’

Reflexão: Hoje, quero pegar a humildade desse discípulo de Jesus e, como discípulo que também sou, suplicar: “Senhor, ensina-me a rezar, pois, muitas vezes, não o sei fazer”.

Jesus passava horas em oração, fazendo comunhão e comunicação com o Pai. Hoje, Ele está nos ensinando que a oração não é outra coisa senão ter comunicação e comunhão com Deus. Pena que muitos de nós centramos a oração na repetição de palavras, e essa oração, muitas vezes, não nos coloca em comunhão com Ele. Ainda que as palavras nos ajudem a expressar aquilo que precisamos rezar, a oração é feita da boca para fora, porque o coração está bem longe do Senhor. A oração é feita com o corpo inteiro, com a vida inteira.

Na oração, precisamos estar inteiros, sermos filhos e Ele o Pai, por isso a oração é sempre clamando: “Pai nosso”, porque Ele é o Pai de todos nós. Quando oramos, não vamos primeiro pedir e suplicar, mas glorificar nosso Deus, colocar-nos na presença d’Ele para amá-Lo, para ficarmos no colo d’Ele, para nos comunicarmos com Ele e comungarmos do Seu amor. É assim que precisamos aprender a rezar a cada dia. Antes mesmo de começar, um dos discípulos de Jesus disse: “Senhor, ensina-nos. Que teu Espírito venha em nosso socorro, em nosso auxílio e nos ensine a rezar, ensine-nos a exaltar o nosso Pai, a pedir que o Reino d’Ele aconteça em nosso meio.

Não precisamos de mais nada em nossa vida além do Reino de Deus acontecendo aqui e agora. O que vamos pedir a Deus? Só precisamos que o Reino d’Ele esteja aqui, que o seu nome seja exaltado, glorificado, e que Ele perdoe os nossos pecados e nossos erros, nossas fraquezas e ofensas. Não podemos deixar de suplicar: “Livra-me do maligno. Liberta-me das tentações persistentes: tentações nos pensamentos, nos sentimentos, tentações que nos levam a sucumbir no mal”.

Só na oração encontramos a comunhão com Deus, para andarmos na presença d’Ele todos os dias. Por isso, eu termino pedindo: “Senhor, ensina-me a rezar, porque preciso, a cada dia, estar em comunhão contigo”.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

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Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-sao-mateus-67-15/

ORAÇÃO

Jesus, Mestre: que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria. Que eu ame com o teu coração. Que eu veja com os teus olhos. Que eu fale com a tua língua. Que eu ouça com os teus ouvidos. Que as minhas mãos sejam as tuas. Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas. Que eu reze com as tuas orações. Que eu celebre como tu te imolaste. Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_27.html

O Ponto Afinal

O ponto esclarece ao final ou provocar se faz necessário ?

Deixando Deus falar...

"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar." (Mateus 24:35)

Doando Amor

Faça mais do que existir !