O melhor testemunho que podemos dar ao mundo, é o de testemunhar como perdoamos e amamos uns aos outros

Lc 17,1-6
Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: “É inevitável que aconteçam escândalos. Mas ai daquele que produz escândalos! Seria melhor para ele que lhe amarrassem uma pedra de moinho no pescoço e o jogassem no mar, do que escandalizar um desses pequeninos. Prestai atenção: se o teu irmão pecar, repreende-o. Se ele se converter, perdoa-lhe. Se ele pecar contra ti sete vezes num só dia, e sete vezes vier a ti, dizendo: ‘Estou arrependido’, tu deves perdoá-lo”. Os apóstolos disseram ao Senhor: “Aumenta a nossa fé!” O Senhor respondeu: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: ‘Arranca-te daqui e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria”.

Reflexão:Hoje, o Evangelho nos apresenta três elementos fundamentais para a vida de um discípulo, de um seguidor de Jesus Cristo, Nosso Senhor e Mestre. O primeiro desses elementos é o testemunho de vida. É só pelo testemunho que evitamos escandalizar os pequenos.

Jesus é muito repressivo e duro àqueles que praticam escândalo. Praticar escândalos quer dizer, justamente, tirar a fé do coração das pessoas, não testemunhar aquilo que nós acreditamos.

O discípulo de Jesus deve, de todas as formas, primeiro, evitar escandalizar e, segundo, testemunhar com a vida aquilo que nós acreditamos.

Uma das melhores formas de testemunharmos é pela força do perdão. Um discípulo de Jesus que não perdoa, não testemunha o amor de Deus no seu coração. O discípulo de Jesus que vive cultivando ódio, ressentimento, mágoa contra o seu irmão e não consegue perdoar, escandaliza. Um casal que vive junto e não se perdoa, não se reconcilia, causa escândalo para os filhos e para outros. Às vezes, a pessoa está testemunhando na Igreja, está rezando, mas não vive o testemunho do perdão e da misericórdia.

Se o irmão pecar contra nós sete vezes num só dia, sete vezes devemos perdoá-lo. Mas, como vamos perdoar? Pela experiência com a Palavra de Deus.

Quando eu digo perdoar, não é ser complacente com o erro do outro. Perdoar quer dizer: não viver com ódio e ressentimento com o erro que o outro fez, porque é o nosso coração que ficará magoado.

O perdão reconstrói e levanta o outro. O perdão exige, com certeza, reconsideração das atitudes, dos fatos, da convivência e assim por diante. Mas, o que nunca pode faltar na vida de um cristão é o testemunho do perdão. Talvez, você possa perguntar: “Como vou conseguir perdoar se nem tamanha fé para isso eu tenho?”. Não é preciso ter muita fé.

Jesus está nos dizendo que se nossa fé for pequena como um grão de mostarda, diremos para esse ressentimento: “Sai daqui, se não consigo pelas minhas forças humanas, que eu consiga pela fé, arrancar as “plantas” que estão dentro do meu coração. Plantas venenosas e perigosas para a minha vida e para a minha saúde”.

Essas plantas são, com certeza, as plantas que temos de perdoar nesta vida. Se não conseguimos perdoar pelas nossas forças, que perdoemos pela fé e pelo amor. Se não conseguimos, é preciso buscar em Deus essa força.

O melhor testemunho que podemos dar ao mundo, é o de testemunhar como perdoamos e amamos uns aos outros.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

ORAÇÃO

Senhor Jesus, fonte perene do perdão e do amor misericordioso, concede-me a graça de nunca escandalizar ninguém. Que minhas atitudes de cristão(ã) maduro(a) e consciente das atitudes decorrentes desta opção de vida, me ajudem a viver na justiça, na paz e no perdão. Elimina do meu coração a tentação de me fixar no ódio, na vingança, na falta de perdão e compreensão de quem foi fraco na fé. “Aumenta, Jesus, a minha fé!” Faze-me ir em frente, superando a inimizade e o desamor. Jesus, Tu que és Deus de perdão e de misericórdia, robustece-me numa fé madura e operativa que me faz crescer na capacidade de agir em favor dos menos favorecidos da sociedade. Impele-me a tomar posse do dom da fé que me deste no Batismo. Que a lógica do Teu amor misericordioso me transforme e me faça crescer na santidade. Amém.

Fonte:http://diariodepositividade.blogspot.com/2016/11/evangelho-do-dia-lucas-171-6-aumenta.html

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Peçamos perdão a Deus por nossa falta de caridade

Lucas 11,42-46
Naquele tempo, disse o Senhor: “Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as outras ervas, mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus. Vós deveríeis praticar isso, sem deixar de lado aquilo. Ai de vós, fariseus, porque gostais do lugar de honra nas sinagogas, e de serdes cumprimentados nas praças públicas. Ai de vós, porque sois como túmulos que não se vêem, sobre os quais os homens andam sem saber”. Um mestre da Lei tomou a palavra e disse: “Mestre, falando assim, insultas-nos também a nós!” Jesus respondeu: “Ai de vós também, mestres da Lei, porque colocais sobre os homens cargas insuportáveis, e vós mesmos não tocais nessas cargas, nem com um só dedo”.

Reflexão:  É o versículo 42 desta passagem que revela a raiz da reclamação de Cristo: “vós, fariseus, deixais de lado a justiça e o amor de Deus” e vos preocupais com tantas ninharias, vos ocupais com minúcias sem grande importância — o dízimo da hortelã, da arruda etc. —, vos esforçais por querer sempre os primeiros lugares, e no entanto vos esqueceis do mais importante, que é amar a Deus. Jesus faz ainda uma comparação bastante dura; chama àqueles hipócritas “sepulcros que não se veem”; são como gente morta, cadáveres em meio aos quais o povo circula sem saber. Estão como que sepultados por dentro, mas não se apercebem disto.

Jesus dirige estas palavras (duras decerto) também a nós. De fato, se o nosso coração não está em Deus, se não O ama, ele na verdade está morto. A ausência da caridade em nossas vidas, noutras palavras, significa uma podridão interior, uma falta tão radical de vida, que o nosso íntimo assume um aspecto cadavérico: torna-se “sepulcro”. Todos nós deveríamos nos colocar no lugar desses fariseus e, diante de Cristo, nos sentir interpelados, alvejados por essas advertências tão verdadeiras quanto dolorosas para um espírito orgulhoso como o nosso. Quantas vezes somos hipócritas! quantas vezes colocamos uma máscara e buscamos, com uma complacência silenciosa mas venenosa, o elogio público! Gostamos de ser tidos na conta de devotos, de homens ou mulheres de Deus; mas o amor real, o amor verdadeiro, o amor sincero, nada disto nos faz pulsar o coração.

Jesus, porém, clama a cada um de nós: temos de O amar com todas as forças; temos de O amar em todas as coisas, em todas as pessoas, em todas as ocupações, em todos os momentos do dia. Este Evangelho nos lembra e avisa que embora Cristo seja, sim, um Deus de amor, o próprio Amor, Ele não deixa de cutucar nossas feridas. E é justamente esse seu amor divino e imarcescível que O faz irar-se por causa do pecado, que O leva a desmascarar-nos e nos dar a conhecer nossas misérias. Peçamos perdão a Deus por nossa falta de caridade e aproveitemos este dia, em que Cristo nos bate à porta em busca de um amor verdadeiro, para amar com generosidade Aquele que nos amou primeiro e deu a vida por nós.

Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/ai-de-vos-fariseus

Fonte: http://www.laboratoriodafe.net/2015/05/o-fundamento-e-finalidade-da-comunidade-politica-viver-a-fe-pessoa-humana-povo-tutelar-e-promover-os-direitos-convivencia-amizade-autoridade-forca-moral-objecao-de-consciencia-direito-de-resistir-infligir-as-penas-compendio-doutrina-social-da-igreja.html

ORAÇÃO

Pai Santo, faze-nos lembrar sempre aquelas palavras da oração que nosso Mestre nos ensinou: ‘perdoa-nos, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos ofende’. E nos livra da tentação de julgar o irmão. Pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém!

http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php

Na oração nos comunicamos com Deus e comungamos do Seu amor

Lc 11, 1-4
Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: ‘Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos.’ Jesus respondeu: ‘Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação’.’

Reflexão: Hoje, quero pegar a humildade desse discípulo de Jesus e, como discípulo que também sou, suplicar: “Senhor, ensina-me a rezar, pois, muitas vezes, não o sei fazer”.

Jesus passava horas em oração, fazendo comunhão e comunicação com o Pai. Hoje, Ele está nos ensinando que a oração não é outra coisa senão ter comunicação e comunhão com Deus. Pena que muitos de nós centramos a oração na repetição de palavras, e essa oração, muitas vezes, não nos coloca em comunhão com Ele. Ainda que as palavras nos ajudem a expressar aquilo que precisamos rezar, a oração é feita da boca para fora, porque o coração está bem longe do Senhor. A oração é feita com o corpo inteiro, com a vida inteira.

Na oração, precisamos estar inteiros, sermos filhos e Ele o Pai, por isso a oração é sempre clamando: “Pai nosso”, porque Ele é o Pai de todos nós. Quando oramos, não vamos primeiro pedir e suplicar, mas glorificar nosso Deus, colocar-nos na presença d’Ele para amá-Lo, para ficarmos no colo d’Ele, para nos comunicarmos com Ele e comungarmos do Seu amor. É assim que precisamos aprender a rezar a cada dia. Antes mesmo de começar, um dos discípulos de Jesus disse: “Senhor, ensina-nos. Que teu Espírito venha em nosso socorro, em nosso auxílio e nos ensine a rezar, ensine-nos a exaltar o nosso Pai, a pedir que o Reino d’Ele aconteça em nosso meio.

Não precisamos de mais nada em nossa vida além do Reino de Deus acontecendo aqui e agora. O que vamos pedir a Deus? Só precisamos que o Reino d’Ele esteja aqui, que o seu nome seja exaltado, glorificado, e que Ele perdoe os nossos pecados e nossos erros, nossas fraquezas e ofensas. Não podemos deixar de suplicar: “Livra-me do maligno. Liberta-me das tentações persistentes: tentações nos pensamentos, nos sentimentos, tentações que nos levam a sucumbir no mal”.

Só na oração encontramos a comunhão com Deus, para andarmos na presença d’Ele todos os dias. Por isso, eu termino pedindo: “Senhor, ensina-me a rezar, porque preciso, a cada dia, estar em comunhão contigo”.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

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Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-sao-mateus-67-15/

ORAÇÃO

Jesus, Mestre: que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria. Que eu ame com o teu coração. Que eu veja com os teus olhos. Que eu fale com a tua língua. Que eu ouça com os teus ouvidos. Que as minhas mãos sejam as tuas. Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas. Que eu reze com as tuas orações. Que eu celebre como tu te imolaste. Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_27.html

O tesouro que acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus

Mt 6,19-23
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão.

Reflexão: Não podemos deixar que o tesouro do nosso coração esteja preso às coisas da Terra, porque essa é a tendência da vida, é olharmos para ela como se fosse aqui e agora. A qualidade de vida para algumas pessoas é o dinheiro que elas acumulam, são os bens que elas têm e a rentabilidade financeira que move a sua vida, de modo que, quando uma dessas três coisas não estão bem, muitas vezes, o coração não está bem, a vida não está bem. É um tremendo engano e uma tremenda ilusão.

A verdade é que se olharmos para as pessoas que têm muito dinheiro, elas estão sofrendo para ter o muito dinheiro que têm, para guardar o muito dinheiro que acumularam. É a preocupação com segurança e em fazer render mais o que têm.

É bom trabalhar honestamente para conseguir melhorar de vida, para ter o que é preciso para uma vida digna, saudável, que é bom para todos. O problema é onde está o seu coração, pois onde ele estiver, ali estará o seu tesouro. Se o seu coração está preso aos bens deste mundo, aos tesouros que você acumula, ali seu coração vai estar preso, e o coração preso a este mundo não consegue absorver as coisas do Céu.

Com os pés no chão, trabalhando para ter uma vida digna, correta, ajustada, pagando as contas, podendo ter só o que precisa, mas com o coração em Deus, no Alto, acumulando o verdadeiro tesouro que traça, ferrugem nem ladrão poderão nos roubar.

Nenhum ladrão pode tirar a alegria do coração de quem é de Deus, nenhuma perda desse mundo tem comparação com o tesouro que acumulamos no Céu. Acumular tesouros no Céu não é transpor realidades materiais nem mundanas para lá. Às vezes, alguém diz: “O dinheiro que eu deposito na igreja é ponto que vou acumular no Céu”. Não nos deixemos iludir nem nos enganar por essa retórica pervertida!

O tesouro que nós acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus, é o amor que temos para as coisas d’Ele e para com o nosso próximo, é o bem que praticamos, a generosidade do nosso coração, a caridade da nossa alma, a misericórdia nas nossas atitudes. O tesouro que acumulamos no Céu é o perdão que oferecemos, sem medida, ao próximo.

Acumular tesouros no Céu é viver a reconciliação com os nossos irmãos, com o mundo em que vivemos. Onde promovemos a paz e o bem não promovemos a guerra, a disputa nem a competição por causa dos bens materiais.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

tesouroFonte:http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mt-619-23-4/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Tu que és a minha maior riqueza, não permitas que eu me perca na busca de coisas materiais. Que minha inteligência, dom da Tua infinita sabedoria, me faça ter o discernimento suficiente para não confundir as riquezas eternas com as efêmeras riquezas da terra. Concede-me a graça, Jesus, de juntar muitos tesouros no céu. Amém!

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-619-23/

Um dos meios de melhor chegar ao perdão é tentar compreender melhor o outro

Mt 5, 43-48
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos. Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito.’

Reflexão: Este texto do Evangelho é de uma clareza impressionante. A dificuldade não está na compreensão, mas sim em se conseguir obedecer a orientação dada por Jesus. Consideramos fácil amar quem nos ama, mas amar quem está nos perseguindo e tentando prejudicar sistematicamente é outra coisa. Porém apesar dessas preocupações persistentes, podemos ver que o mandamento de Jesus em amar os nossos inimigos é um desafio que precisamos enfrentar com urgência.

Jesus sabia que não são fáceis as transformações morais por Ele ensinadas aos homens. Com certeza compreendia as dificuldades práticas da orientação: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”. Mas também sabia que o cumprimento desse mandamento, longe de ser utopia, é a chave para a solução de muitos dos nossos problemas. A grande luta desafiante consiste em descobrir o significado deste ensinamento, ao tempo em que procuremos vivê-lo, de forma apaixonada, em toda a nossa vida.

A pergunta prática que devemos fazer é: “Como começar uma ação de amar os inimigos”? A resposta é: “Exercendo o perdão”. Não tem outro caminho além deste, pois é impossível chegarmos a amar, se também não chegarmos a perdoar. E não pensemos que a busca do perdão trará esquecimento do mal recebido – a expressão: perdoo mais não esqueço, não pode ser mudada – pois o fato em si está gravado na memória, e não podemos apagá-lo, mesmo que queiramos. Para facilitar esse processo podemos encontrar meios de melhor chegar ao perdão, e um deles é tentar compreender melhor o outro.

Nesta busca de compreensão do outro, temos que ter em mente que o mal que nos possa ter causado, isto é, o que provocou nossa mágoa, nunca exprime o real ser da pessoa que causou. É sempre possível encontrar bondade no outro. Olhemos para nós próprios e perceberemos isto. Temos nossas maldades, e por isso precisamos da compreensão e do perdão, mas também temos nossas coisas boas. Estamos constantemente nessa batalha. O próprio São Paulo já dizia, conforme Rm 7,15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço o que detesto”. Olhando por esses prismas tentemos dar os primeiros passos, buscando amar e orar pelos que nos possam ter magoado.

Fonte: http://www.rosario.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=657:mateus-543-48-332&catid=45:biblia-comentada&Itemid=187

ORAÇÃO

Jesus Mestre Verdade, Caminho e Vida

Jesus Mestre, santificai minha mente e aumentai minha fé.

Jesus, Mestre vivo na Igreja, atraí todos à vossa escola.

Jesus Mestre, libertai-me do erro, dos pensamentos inúteis

e das trevas eternas.

Jesus Mestre, caminho entre o Pai e nós,

tudo vos ofereço e de vós tudo espero.

Jesus, caminho da santidade,

tornai-me vosso fiel seguidor.

Jesus caminho, tornai-me perfeito

como o Pai que está nos céus.

Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós.

Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós.

Jesus vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor.

Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo.

Jesus caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante dos homens.

Jesus vida, fazei que minha presença

contagie a todos com o vosso amor e a vossa alegria.

Fonte: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com/2013/06/mt-543-48-o-pai-faz-nascer-o-sol-para.html

O Reino dos céus é a Palavra de Deus agindo em nós

Mt 10,7-13
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito ao seu sustento. Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. Ao entrardes numa casa, saudai-a. Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz”.

Reflexão: O Espírito Santo é o amor que recebemos do Senhor. Ele é um dom gratuito, incondicional e poderoso para nos curar e nos libertar. É com este amor que nós também poderemos sair pelo mundo afora anunciando que “o reino dos céus está próximo”. As graças que recebemos por meio do Espírito Santo nos levam a um estado de espírito em que a paz que usufruímos são os sinais da justiça que praticamos. “Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos e expulsai os demônios”. É esta a nossa incumbência! Mas para que possamos desempenhá-la, precisamos, nós mesmos (as), nos sentirmos curados (as), ressuscitados (as), purificados (as) e livres de todas as artimanhas do inimigo. Deus quer dar a todos os Seus filhos uma qualidade de vida digna, porque somos criados à Sua Imagem e semelhança e nos chama a sair da nossa redoma para anunciar ao mundo que o reino dos céus é Jesus e que Ele está no meio de nós. A alegria, a felicidade e o perdão, são atributos do reino dos céus que estão dentro do nosso coração e, que, por isso, devemos levar ao mundo. Recebemos de graça, de graça devemos dar, é nosso dever, é nosso chamado e nossa missão. Porém, Ele nos recomenda que na nossa caminhada não levemos nada do que o mundo considera importante, mas tão somente os dons que Dele recebemos, de graça. Assim fazendo nós estaremos livres dos nossos achismos, dos nossos apegos, das nossas ideias desvirtuadas pelo pecado e poderemos anunciar o reino dos céus que é a Palavra de Deus agindo em nós. – O que você tem anunciado no caminho da sua vida? – Você conversa com seus amigos sobre o que vê e ouve na TV, na Internet? – Por que você não anuncia também o Evangelho? – Você tem acolhido no coração as delicadezas de Deus para a sua vida ou tem deixado passar pensando que é mérito seu?

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mt-107-13-4/

Fonte: https://manuroma86.wordpress.com/2015/06/10/mt-107-13-gratuitamente-avete-ricevuto-gratuitamente-date/

ORAÇÃO

Pai Santo, teu Filho fez de nós seus discípulos missionários. Dá-nos sabedoria, força e coragem para segui-lo, convertendo-nos e nos tornando mensageiros do teu Reino de Amor, que Ele trouxe para que o anunciemos ao mundo com o testemunho de nossa vida. Pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2018/06/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_11.html

Muita coisa não muda em nossa vida, porque não deixamos Deus cuidar

Mc 11,11-26
Tendo sido aclamado pela multidão, Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, e observou tudo. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze. No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome. De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. Então Jesus disse à figueira: “Que ninguém mais coma de teus frutos”. E os discípulos escutaram o que ele disse.

Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no Templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo. E ensinava o povo, dizendo: “Não está escrito: ‘Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos?’ No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões”. Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de o matar. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade. Na manhã seguinte, quando passavam, Jesus e os discípulos viram que a figueira tinha secado até a raiz. Pedro lembrou-se e disse a Jesus: “Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou”. Jesus lhes disse: “Tende fé em Deus. Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha: ‘Levanta-te e atira-te no mar’, e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá. Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém, para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados”.

Reflexão: Jesus, no Evangelho de hoje, dá conselhos fundamentais e importantes para a nossa vida. Quero me deter em dois deles. O primeiro é a confiança na oração, a fé que precisamos ter quando nos dirigimos a Deus, quando elevamos o nosso coração a Ele.A oração acontece, primeiro, dentro do nosso coração, mas esperamos sempre resultados externos da oração. Nessa ocasião está o verdadeiro engano, pois a oração alcança, primeiro, o coração, que entra na comunhão e na sintonia com Deus.

Muitas vezes, rezamos, porque estamos passando por aflições, medos, receios, dúvidas e intranquilidades, as quais invadem a nossa alma. Quando nos colocamos, verdadeiramente, em espírito de oração, Deus tira as trevas que estão dentro de nós. Essa é a confiança que devemos ter, porque o coração está tenso, perturbado, inquieto, com medo do fracasso, da derrota, medo de não dar conta e não acontecer.

Na oração, vem a convicção mais profunda que precisamos: tudo está nas mãos de Deus, já não somos mais nós que cuidamos, é Deus que cuida daquilo que confiamos a Ele. Por isso, tudo o que pedirmos, na oração, tenhamos a convicção de que assim será cuidado por Deus, estará nas mãos d’Ele.

Muita coisa não muda em nossa vida, porque não deixamos Deus cuidar. Queremos orações mágicas, mas esta é a elevação da alma ao coração de Deus, é o encontro de corações, é o encontro do Deus amor, Deus bondade e ternura, que cuida do nosso coração aflito, tenso, preocupado e perturbado. Na oração, confiamos que o Senhor está cuidando de nós!

A segunda coisa importantíssima quando estivermos rezando é perdoar tudo que temos contra alguém. Essa é a segunda grande graça da oração, porque nós sempre temos alguma coisa contra o outro, sempre ficamos chateados, revoltados, magoados, aflitos, porque alguém nos machucou, feriu.

Quando o bálsamo do perdão invade nossa alma, experimentamos a paz mais profunda que nada neste mundo pode nos dar ou fazer alcançar. Por isso, a oração é verdadeira quando experimentamos a confiança e o abandono em Deus, quando tiramos as amarras do ressentimento, da mágoa e do ódio que estão em nós pela força do perdão.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com/homilia/oracao-e-elevacao-da-alma-ao-coracao-de-deus/?sDia=1&sMes=06&sAno=2018

ORAÇÃO

“Jesus, Mestre:

que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.

Que eu ame com o teu coração.

Que eu veja com os teus olhos.

Que eu fale com a tua língua.

Que eu ouça com os teus ouvidos.

Que as minhas mãos sejam as tuas.

Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.

Que eu reze com as tuas orações.

Que eu celebre como tu te imolaste.

Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém”.

Fonte:http://www.catequisar.com.br/texto/ev/2010/maio/28.htm