O Senhor nos quer de pé e não paralisados na vida

Mc 2,1-12
Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. Reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: “Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando no seu íntimo, e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? O que é mais fácil: dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda’? Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, — disse ele ao paralítico: eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!” O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”.

Reflexão: Uma grande multidão está aglutinada em torno de Jesus, essa multidão queria ouvi-Lo, queria tocar em Jesus e ser tocada por Ele. Outros, no meio daquela multidão, estavam em busca de novidade, em busca de uma palavra para a sua vida e assim por diante.

O paralítico não podia chegar até Jesus, ele não tinha mobilidade. Por isso, quatro homens de fé e convicção pegaram aquele paralítico e deram um jeito de levá-lo até Jesus. Eles passaram por meio daquela multidão, mas não conseguiram entrar na casa, então, eles deram um jeito de entrar pelo teto daquela casa, para que o paralítico pudesse ir ao encontro de Jesus.

Esses homens são exemplos do que nós devemos ser. Precisamos ir até Jesus! Esses homens foram ao encontro de Jesus e foram tocados, transformados por Ele, e com a fé que tinham, levaram aqueles que não podiam chegar até Jesus.

Seja um instrumento, um canal da graça, seja o meio para levar a Jesus, esse mundo tão paralisado. Leve a Ele, aquelas pessoas que estão paralisadas nas diversas situações da vida, e que não podem chegar até a Jesus. Precisamos dar o melhor de nós, o nosso esforço, o nosso tempo, a nossa dedicação, e em muitas situações precisamos pegar a pessoa pela mão, pelos braços e até mesmo pelo colo, mas levá-las para que sejam tocadas por Jesus.

A graça que Jesus trouxe para aquele homem, não foi somente de libertá-lo da paralisia física, Jesus o libertou daquilo que paralisava a sua vida, por isso Ele disse: “Os teus pecados estão perdoados”.

Precisamos ter consciência da forma como o pecado paralisa a nossa vida, como ele deixa a nossa vida realmente parada. Não nos permite ir para frente, de irmos para as águas mais profundas. O pecado vai criando um embaraço em nossas pernas, em nossa mobilidade; o pecado vai criando em nós, uma situação onde tudo se embaralha e fica confuso. Muitos dizem: “Eu quero colocar ordem na minha vida. Eu quero que a minha vida vá para frente”. Mas, não é possível uma vida ir “pra frente” paralisada em meio ao pecado.

Eu não sei qual é o pecado que nós temos, mas, humildemente, reconhecemos que nós temos pecados e, mas muitas vezes, nos conformamos com nossos pecados, paramos ou nos deparamos com ele, e dizemos assim: “Eu sou assim. É assim que eu quero viver”; e não saímos do pecado e ele também não sai de nós. E quando o pecado não sai de nós, ele nos embaraça, prende; e proclama-nos reféns dele. Posso dizer no plural, porque, todos nós, nos tornamos reféns dos “pecados”.

Diante de Jesus que perdoa os nossos pecados, nos liberta de nossas paralisias, busquemos ir ao encontro d’Ele, para renunciarmos ao pecado, nos purificarmos dele e sermos renovados e curados por Ele.

Levanta-te e anda, porque, o Senhor, nos quer de pé, Ele não nos quer paralisados na vida.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2018/01/homilia-diaria-cancao-nova-mc-21-12.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, cura-me de minhas deficiências espirituais, pela força de tua graça, para que eu possa caminhar sempre no amor. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/levanta-te-pega-tua-maca-e-vai-para-casa-mc-21-12/

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É convertendo o coração, é nos arrependendo de nossas faltas, buscando o perdão de Deus que encontramos a salvação

Lucas 3,1-6
No décimo quinto ano do império de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judéia, Herodes administrava a Galileia, seu irmão Filipe, as regiões da Itureia e Traconítide, e Lisânias a Abilene; quando Anás e Caifás eram sumos sacerdotes, foi então que a palavra de Deus foi dirigida a João, o filho de Zacarias, no deserto. E ele percorreu toda a região do Jordão, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados, como está escrito no Livro das palavras do profeta Isaías: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas; as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados. E todas as pessoas verão a salvação de Deus’”.

Reflexão: Que graça sublime, neste segundo domingo do Advento, colocarmos em destaque o papel de João Batista. Maria foi toda de Deus, mas João também foi todo d’Ele desde o ventre de sua mãe, quando lá foi santificado. João nasceu com uma missão divina, nasceu para ser profeta do Deus Altíssimo e veio para preparar e aplainar os caminhos por onde o Senhor deveria passar.

João é para nós uma seta que nos indica o caminho do Céu. Como ele mesmo vai nos dizer, ele não é o caminho, mas nos aponta Jesus, que é o caminho. Ele não é a salvação, mas nos aponta Jesus como nosso Salvador.

O modo de João fazer esse percurso e nos mostrar por onde devemos andar é por aquilo que ele fez pregando um batismo de conversão. É convertendo o coração, é nos arrependendo de nossas faltas, buscando o perdão de Deus que encontramos a salvação.

Vemos a salvação de Deus entre nós quando nos arrependemos, sinceramente, dos nossos pecados. O caminho que João traça para a nossa vida, neste tempo de graça que chamamos de Advento, é pararmos para tomar consciência de que todos nós somos pecadores. Essa consciência do todo precisa ser trazida para o nosso individual, para o nosso singular, porque o que precisamos é, de forma pessoal e não coletiva, simplesmente nos arrependermos dos nossos próprios pecados, deixar que aquilo que o batismo fez em nós, quando éramos crianças, nos removendo da consequência do pecado original, que o nosso batismo seja atualizado sempre, seja vivo sempre, que entremos pelas águas do rio Jordão, para que Deus nos lave, purifique-nos e renove para termos a graça de recebermos Jesus, o nosso divino Salvador.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Preparai o Caminho do Senhor

 

fonte: https://jesus-cvv.webnode.com.br/news/o-caminho-do-senhor/

ORAÇÃO

Espírito que converte, toca o coração de todas as pessoas para que, abandonando seus erros e vícios, voltem-se para Jesus, por uma sincera conversão. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/voz-de-quem-clama-no-deserto-preparai-o-caminho-do-senhor-lc-31-6/

O melhor testemunho que podemos dar ao mundo, é o de testemunhar como perdoamos e amamos uns aos outros

Lc 17,1-6
Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: “É inevitável que aconteçam escândalos. Mas ai daquele que produz escândalos! Seria melhor para ele que lhe amarrassem uma pedra de moinho no pescoço e o jogassem no mar, do que escandalizar um desses pequeninos. Prestai atenção: se o teu irmão pecar, repreende-o. Se ele se converter, perdoa-lhe. Se ele pecar contra ti sete vezes num só dia, e sete vezes vier a ti, dizendo: ‘Estou arrependido’, tu deves perdoá-lo”. Os apóstolos disseram ao Senhor: “Aumenta a nossa fé!” O Senhor respondeu: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: ‘Arranca-te daqui e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria”.

Reflexão:Hoje, o Evangelho nos apresenta três elementos fundamentais para a vida de um discípulo, de um seguidor de Jesus Cristo, Nosso Senhor e Mestre. O primeiro desses elementos é o testemunho de vida. É só pelo testemunho que evitamos escandalizar os pequenos.

Jesus é muito repressivo e duro àqueles que praticam escândalo. Praticar escândalos quer dizer, justamente, tirar a fé do coração das pessoas, não testemunhar aquilo que nós acreditamos.

O discípulo de Jesus deve, de todas as formas, primeiro, evitar escandalizar e, segundo, testemunhar com a vida aquilo que nós acreditamos.

Uma das melhores formas de testemunharmos é pela força do perdão. Um discípulo de Jesus que não perdoa, não testemunha o amor de Deus no seu coração. O discípulo de Jesus que vive cultivando ódio, ressentimento, mágoa contra o seu irmão e não consegue perdoar, escandaliza. Um casal que vive junto e não se perdoa, não se reconcilia, causa escândalo para os filhos e para outros. Às vezes, a pessoa está testemunhando na Igreja, está rezando, mas não vive o testemunho do perdão e da misericórdia.

Se o irmão pecar contra nós sete vezes num só dia, sete vezes devemos perdoá-lo. Mas, como vamos perdoar? Pela experiência com a Palavra de Deus.

Quando eu digo perdoar, não é ser complacente com o erro do outro. Perdoar quer dizer: não viver com ódio e ressentimento com o erro que o outro fez, porque é o nosso coração que ficará magoado.

O perdão reconstrói e levanta o outro. O perdão exige, com certeza, reconsideração das atitudes, dos fatos, da convivência e assim por diante. Mas, o que nunca pode faltar na vida de um cristão é o testemunho do perdão. Talvez, você possa perguntar: “Como vou conseguir perdoar se nem tamanha fé para isso eu tenho?”. Não é preciso ter muita fé.

Jesus está nos dizendo que se nossa fé for pequena como um grão de mostarda, diremos para esse ressentimento: “Sai daqui, se não consigo pelas minhas forças humanas, que eu consiga pela fé, arrancar as “plantas” que estão dentro do meu coração. Plantas venenosas e perigosas para a minha vida e para a minha saúde”.

Essas plantas são, com certeza, as plantas que temos de perdoar nesta vida. Se não conseguimos perdoar pelas nossas forças, que perdoemos pela fé e pelo amor. Se não conseguimos, é preciso buscar em Deus essa força.

O melhor testemunho que podemos dar ao mundo, é o de testemunhar como perdoamos e amamos uns aos outros.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

ORAÇÃO

Senhor Jesus, fonte perene do perdão e do amor misericordioso, concede-me a graça de nunca escandalizar ninguém. Que minhas atitudes de cristão(ã) maduro(a) e consciente das atitudes decorrentes desta opção de vida, me ajudem a viver na justiça, na paz e no perdão. Elimina do meu coração a tentação de me fixar no ódio, na vingança, na falta de perdão e compreensão de quem foi fraco na fé. “Aumenta, Jesus, a minha fé!” Faze-me ir em frente, superando a inimizade e o desamor. Jesus, Tu que és Deus de perdão e de misericórdia, robustece-me numa fé madura e operativa que me faz crescer na capacidade de agir em favor dos menos favorecidos da sociedade. Impele-me a tomar posse do dom da fé que me deste no Batismo. Que a lógica do Teu amor misericordioso me transforme e me faça crescer na santidade. Amém.

Fonte:http://diariodepositividade.blogspot.com/2016/11/evangelho-do-dia-lucas-171-6-aumenta.html

Peçamos perdão a Deus por nossa falta de caridade

Lucas 11,42-46
Naquele tempo, disse o Senhor: “Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as outras ervas, mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus. Vós deveríeis praticar isso, sem deixar de lado aquilo. Ai de vós, fariseus, porque gostais do lugar de honra nas sinagogas, e de serdes cumprimentados nas praças públicas. Ai de vós, porque sois como túmulos que não se vêem, sobre os quais os homens andam sem saber”. Um mestre da Lei tomou a palavra e disse: “Mestre, falando assim, insultas-nos também a nós!” Jesus respondeu: “Ai de vós também, mestres da Lei, porque colocais sobre os homens cargas insuportáveis, e vós mesmos não tocais nessas cargas, nem com um só dedo”.

Reflexão:  É o versículo 42 desta passagem que revela a raiz da reclamação de Cristo: “vós, fariseus, deixais de lado a justiça e o amor de Deus” e vos preocupais com tantas ninharias, vos ocupais com minúcias sem grande importância — o dízimo da hortelã, da arruda etc. —, vos esforçais por querer sempre os primeiros lugares, e no entanto vos esqueceis do mais importante, que é amar a Deus. Jesus faz ainda uma comparação bastante dura; chama àqueles hipócritas “sepulcros que não se veem”; são como gente morta, cadáveres em meio aos quais o povo circula sem saber. Estão como que sepultados por dentro, mas não se apercebem disto.

Jesus dirige estas palavras (duras decerto) também a nós. De fato, se o nosso coração não está em Deus, se não O ama, ele na verdade está morto. A ausência da caridade em nossas vidas, noutras palavras, significa uma podridão interior, uma falta tão radical de vida, que o nosso íntimo assume um aspecto cadavérico: torna-se “sepulcro”. Todos nós deveríamos nos colocar no lugar desses fariseus e, diante de Cristo, nos sentir interpelados, alvejados por essas advertências tão verdadeiras quanto dolorosas para um espírito orgulhoso como o nosso. Quantas vezes somos hipócritas! quantas vezes colocamos uma máscara e buscamos, com uma complacência silenciosa mas venenosa, o elogio público! Gostamos de ser tidos na conta de devotos, de homens ou mulheres de Deus; mas o amor real, o amor verdadeiro, o amor sincero, nada disto nos faz pulsar o coração.

Jesus, porém, clama a cada um de nós: temos de O amar com todas as forças; temos de O amar em todas as coisas, em todas as pessoas, em todas as ocupações, em todos os momentos do dia. Este Evangelho nos lembra e avisa que embora Cristo seja, sim, um Deus de amor, o próprio Amor, Ele não deixa de cutucar nossas feridas. E é justamente esse seu amor divino e imarcescível que O faz irar-se por causa do pecado, que O leva a desmascarar-nos e nos dar a conhecer nossas misérias. Peçamos perdão a Deus por nossa falta de caridade e aproveitemos este dia, em que Cristo nos bate à porta em busca de um amor verdadeiro, para amar com generosidade Aquele que nos amou primeiro e deu a vida por nós.

Fonte: https://padrepauloricardo.org/episodios/ai-de-vos-fariseus

Fonte: http://www.laboratoriodafe.net/2015/05/o-fundamento-e-finalidade-da-comunidade-politica-viver-a-fe-pessoa-humana-povo-tutelar-e-promover-os-direitos-convivencia-amizade-autoridade-forca-moral-objecao-de-consciencia-direito-de-resistir-infligir-as-penas-compendio-doutrina-social-da-igreja.html

ORAÇÃO

Pai Santo, faze-nos lembrar sempre aquelas palavras da oração que nosso Mestre nos ensinou: ‘perdoa-nos, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos ofende’. E nos livra da tentação de julgar o irmão. Pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém!

http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php

Na oração nos comunicamos com Deus e comungamos do Seu amor

Lc 11, 1-4
Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: ‘Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos.’ Jesus respondeu: ‘Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação’.’

Reflexão: Hoje, quero pegar a humildade desse discípulo de Jesus e, como discípulo que também sou, suplicar: “Senhor, ensina-me a rezar, pois, muitas vezes, não o sei fazer”.

Jesus passava horas em oração, fazendo comunhão e comunicação com o Pai. Hoje, Ele está nos ensinando que a oração não é outra coisa senão ter comunicação e comunhão com Deus. Pena que muitos de nós centramos a oração na repetição de palavras, e essa oração, muitas vezes, não nos coloca em comunhão com Ele. Ainda que as palavras nos ajudem a expressar aquilo que precisamos rezar, a oração é feita da boca para fora, porque o coração está bem longe do Senhor. A oração é feita com o corpo inteiro, com a vida inteira.

Na oração, precisamos estar inteiros, sermos filhos e Ele o Pai, por isso a oração é sempre clamando: “Pai nosso”, porque Ele é o Pai de todos nós. Quando oramos, não vamos primeiro pedir e suplicar, mas glorificar nosso Deus, colocar-nos na presença d’Ele para amá-Lo, para ficarmos no colo d’Ele, para nos comunicarmos com Ele e comungarmos do Seu amor. É assim que precisamos aprender a rezar a cada dia. Antes mesmo de começar, um dos discípulos de Jesus disse: “Senhor, ensina-nos. Que teu Espírito venha em nosso socorro, em nosso auxílio e nos ensine a rezar, ensine-nos a exaltar o nosso Pai, a pedir que o Reino d’Ele aconteça em nosso meio.

Não precisamos de mais nada em nossa vida além do Reino de Deus acontecendo aqui e agora. O que vamos pedir a Deus? Só precisamos que o Reino d’Ele esteja aqui, que o seu nome seja exaltado, glorificado, e que Ele perdoe os nossos pecados e nossos erros, nossas fraquezas e ofensas. Não podemos deixar de suplicar: “Livra-me do maligno. Liberta-me das tentações persistentes: tentações nos pensamentos, nos sentimentos, tentações que nos levam a sucumbir no mal”.

Só na oração encontramos a comunhão com Deus, para andarmos na presença d’Ele todos os dias. Por isso, eu termino pedindo: “Senhor, ensina-me a rezar, porque preciso, a cada dia, estar em comunhão contigo”.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

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Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-sao-mateus-67-15/

ORAÇÃO

Jesus, Mestre: que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria. Que eu ame com o teu coração. Que eu veja com os teus olhos. Que eu fale com a tua língua. Que eu ouça com os teus ouvidos. Que as minhas mãos sejam as tuas. Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas. Que eu reze com as tuas orações. Que eu celebre como tu te imolaste. Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_27.html

O tesouro que acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus

Mt 6,19-23
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão.

Reflexão: Não podemos deixar que o tesouro do nosso coração esteja preso às coisas da Terra, porque essa é a tendência da vida, é olharmos para ela como se fosse aqui e agora. A qualidade de vida para algumas pessoas é o dinheiro que elas acumulam, são os bens que elas têm e a rentabilidade financeira que move a sua vida, de modo que, quando uma dessas três coisas não estão bem, muitas vezes, o coração não está bem, a vida não está bem. É um tremendo engano e uma tremenda ilusão.

A verdade é que se olharmos para as pessoas que têm muito dinheiro, elas estão sofrendo para ter o muito dinheiro que têm, para guardar o muito dinheiro que acumularam. É a preocupação com segurança e em fazer render mais o que têm.

É bom trabalhar honestamente para conseguir melhorar de vida, para ter o que é preciso para uma vida digna, saudável, que é bom para todos. O problema é onde está o seu coração, pois onde ele estiver, ali estará o seu tesouro. Se o seu coração está preso aos bens deste mundo, aos tesouros que você acumula, ali seu coração vai estar preso, e o coração preso a este mundo não consegue absorver as coisas do Céu.

Com os pés no chão, trabalhando para ter uma vida digna, correta, ajustada, pagando as contas, podendo ter só o que precisa, mas com o coração em Deus, no Alto, acumulando o verdadeiro tesouro que traça, ferrugem nem ladrão poderão nos roubar.

Nenhum ladrão pode tirar a alegria do coração de quem é de Deus, nenhuma perda desse mundo tem comparação com o tesouro que acumulamos no Céu. Acumular tesouros no Céu não é transpor realidades materiais nem mundanas para lá. Às vezes, alguém diz: “O dinheiro que eu deposito na igreja é ponto que vou acumular no Céu”. Não nos deixemos iludir nem nos enganar por essa retórica pervertida!

O tesouro que nós acumulamos no Céu é o amor que depositamos no coração de Deus, é o amor que temos para as coisas d’Ele e para com o nosso próximo, é o bem que praticamos, a generosidade do nosso coração, a caridade da nossa alma, a misericórdia nas nossas atitudes. O tesouro que acumulamos no Céu é o perdão que oferecemos, sem medida, ao próximo.

Acumular tesouros no Céu é viver a reconciliação com os nossos irmãos, com o mundo em que vivemos. Onde promovemos a paz e o bem não promovemos a guerra, a disputa nem a competição por causa dos bens materiais.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

tesouroFonte:http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mt-619-23-4/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Tu que és a minha maior riqueza, não permitas que eu me perca na busca de coisas materiais. Que minha inteligência, dom da Tua infinita sabedoria, me faça ter o discernimento suficiente para não confundir as riquezas eternas com as efêmeras riquezas da terra. Concede-me a graça, Jesus, de juntar muitos tesouros no céu. Amém!

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-619-23/

Um dos meios de melhor chegar ao perdão é tentar compreender melhor o outro

Mt 5, 43-48
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos. Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito.’

Reflexão: Este texto do Evangelho é de uma clareza impressionante. A dificuldade não está na compreensão, mas sim em se conseguir obedecer a orientação dada por Jesus. Consideramos fácil amar quem nos ama, mas amar quem está nos perseguindo e tentando prejudicar sistematicamente é outra coisa. Porém apesar dessas preocupações persistentes, podemos ver que o mandamento de Jesus em amar os nossos inimigos é um desafio que precisamos enfrentar com urgência.

Jesus sabia que não são fáceis as transformações morais por Ele ensinadas aos homens. Com certeza compreendia as dificuldades práticas da orientação: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”. Mas também sabia que o cumprimento desse mandamento, longe de ser utopia, é a chave para a solução de muitos dos nossos problemas. A grande luta desafiante consiste em descobrir o significado deste ensinamento, ao tempo em que procuremos vivê-lo, de forma apaixonada, em toda a nossa vida.

A pergunta prática que devemos fazer é: “Como começar uma ação de amar os inimigos”? A resposta é: “Exercendo o perdão”. Não tem outro caminho além deste, pois é impossível chegarmos a amar, se também não chegarmos a perdoar. E não pensemos que a busca do perdão trará esquecimento do mal recebido – a expressão: perdoo mais não esqueço, não pode ser mudada – pois o fato em si está gravado na memória, e não podemos apagá-lo, mesmo que queiramos. Para facilitar esse processo podemos encontrar meios de melhor chegar ao perdão, e um deles é tentar compreender melhor o outro.

Nesta busca de compreensão do outro, temos que ter em mente que o mal que nos possa ter causado, isto é, o que provocou nossa mágoa, nunca exprime o real ser da pessoa que causou. É sempre possível encontrar bondade no outro. Olhemos para nós próprios e perceberemos isto. Temos nossas maldades, e por isso precisamos da compreensão e do perdão, mas também temos nossas coisas boas. Estamos constantemente nessa batalha. O próprio São Paulo já dizia, conforme Rm 7,15: “Realmente não consigo entender o que faço; pois não pratico o que quero, mas faço o que detesto”. Olhando por esses prismas tentemos dar os primeiros passos, buscando amar e orar pelos que nos possam ter magoado.

Fonte: http://www.rosario.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=657:mateus-543-48-332&catid=45:biblia-comentada&Itemid=187

ORAÇÃO

Jesus Mestre Verdade, Caminho e Vida

Jesus Mestre, santificai minha mente e aumentai minha fé.

Jesus, Mestre vivo na Igreja, atraí todos à vossa escola.

Jesus Mestre, libertai-me do erro, dos pensamentos inúteis

e das trevas eternas.

Jesus Mestre, caminho entre o Pai e nós,

tudo vos ofereço e de vós tudo espero.

Jesus, caminho da santidade,

tornai-me vosso fiel seguidor.

Jesus caminho, tornai-me perfeito

como o Pai que está nos céus.

Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós.

Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós.

Jesus vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor.

Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo.

Jesus caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante dos homens.

Jesus vida, fazei que minha presença

contagie a todos com o vosso amor e a vossa alegria.

Fonte: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com/2013/06/mt-543-48-o-pai-faz-nascer-o-sol-para.html