Santo é aquele que deixa prevalecer a graça, o combate para viver a vida em Deus

Mt 5,1-12a

Naquele tempo, 1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, 2e Jesus começou a ensiná-los:3”Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.4Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.5Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.7Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.8Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.9Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.10Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. 11Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. 12aAlegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus.

Reflexão: Hoje, temos a grande alegria de celebrarmos a Solenidade de todos os santos. Veja aqui uma particularidade, “todos os santos” quer dizer até mesmo aqueles que não conhecemos, que não são canonizados, que não foram oficialmente dados pela Igreja como santos, mas são.

A santidade não é mérito nosso, mas é mérito de Deus, e é Ele quem chama para junto de si aqueles que levaram, aqui na Terra, uma vida bem-aventurada, são dignos de participar da glória celeste. É o destino de todos nós, é o que devemos almejar com toda a força da nossa alma e do nosso coração!

Não podemos querer ser outra coisa a não ser santos. Podemos até dizer: “Eu sou pecador. Tenho os meus pecados”. Todos os santos, com exceção da bem-aventurada Virgem Maria, que também lutou pela sua santidade para permanecer imaculada, nasceram pecadores, mas não deixaram o pecado prevalecer, porque santo é aquele que deixa prevalecer a graça, a luta pela santidade, o combate para viver a vida em Deus.

O dia de hoje nos faz lembrar os santos que temos devoção e amor, os santos que nós conhecemos a sua história, a sua vida. Hoje, especialmente, essa festa é dedicada para lembrar os santos que fazem ou fizeram parte do nosso cotidiano: os nossos avós, algum dos nossos pais que já partiram para a eternidade, pessoas de nossa comunidade, próximas a nós que dizemos: “Que pessoa santa que nos edificou com a sua vida, que viveu essas bem-aventuranças, o espírito da pobreza, da aflição, da mansidão, da paz, da pureza”. Foram perseguidos, injustiçados, mas permaneceram fiéis a Deus e a Sua Palavra.

São essas pessoas que estamos celebrando no dia de hoje, essa enorme multidão que ocupa lugar no coração de Deus e participam da felicidade sem fim que ninguém mais poderá roubar. Que mérito esses homens e essas mulheres têm! Da nossa parte, a nossa luta, porque a nossa meta é o Céu, é ir morar junto com eles na eternidade feliz, junto com Deus.

Precisamos, no dia de hoje, assumir um compromisso de viver a graça do batismo com seriedade, serenidade e empenho. Que graça é essa? O batismo nos conferiu a santidade original quando nos lavou dos nossos pecados. Precisamos lutar para viver a graça da pureza batismal, que nos foi concedida pelo Senhor. Ele é santo e deseja que nós todos sejamos santos.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

as bem - aventuranças 3fonte : https://palavravivaeeficaz.com.br/index.php/2018/04/19/bem-aventurados/

ORAÇÃO

Pai, move-me pelo Espírito a trilhar o caminho da santidade, colocando minha vida em tuas mãos e buscando viver as bem-aventuranças proclamadas por teu Filho Jesus. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/bem-aventurancas-mt-51-12a/

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Que generosidade, desapego e gratuidade não sejam para nós apenas palavras que admiramos

Mc 10,17-30
Naquele tempo, quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele e perguntou: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?” Jesus disse: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe”. Ele respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”. Jesus olhou para ele com amor, e disse: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!” Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!”

Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: “Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!” Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: “Então, quem pode ser salvo?” Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível”. Pedro então começou a dizer-lhe: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”. Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna”.

Reflexão: Vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu!” Com estas palavras Jesus nos ensina como poderemos perseguir a perfeição e assim, acumular um tesouro no céu. Por mais pecadores que sejamos todos nós temos desejo de santidade e ansiamos progredir no caminho da perfeição. O exemplo do jovem rico é uma confirmação disso. Viver apenas os mandamentos não nos basta. Cumprir a lei é pouco diante do anseio que temos de perfeição, de liberdade, de sairmos de nós mesmos (as) e alçar o livre arrebatamento dos filhos de Deus criados à Sua imagem e semelhança. Jesus falou para o jovem rico que ele precisaria vender tudo o que tinha. E nós? O que será preciso vender? Podemos começar admitindo que primeiramente, precisamos sair de nós mesmos e nos descartar de tudo que nos aprisiona, escraviza e nos impede de voar para fora da mesmice da nossa vidinha medíocre de “cumprir a obrigação” e amealhar, depositando sobre nós uma carga pesada e levando uma bagagem difícil de carregar que dificulta a viagem que empreendemos. Jesus veio nos salvar do pecado e da morte eterna, por isso, Ele tem em Si todos os atributos de que precisamos para o nosso fortalecimento. Quando Ele nos recomenda, vender tudo para dar aos pobres, é porque sabe que quanto mais nos apegarmos a nós mesmos e às nossa mentalidade egoísta, mais ranzinzas e infelizes seremos. O rico é aquele que é apegado às suas conveniências e não consegue perceber a necessidade dos outros. Dar aos pobres é não viver só para si, é deixar de olhar apenas os próprios interesses para alcançar os interesses de Deus e fazer a Sua vontade.

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mc-1017-30/

 

No pueden servir a Dios y al dinero

Fonte: https://mensajealosamigos.wordpress.com/2016/11/04/tiempo-ordinario-sabado-31-ciclo-c/

ORAÇÃO

Pai Santo, que generosidade, desapego e gratuidade não sejam para nós apenas palavras que admiramos, mas diretrizes efetivas do relacionamento nosso com os companheiros de caminhada, seguindo os passos do Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.

Fonte: http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php

Os humildes se corrigem e se deixam corrigir

Mt 23,13-22
Naquele tempo, disse Jesus: “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós fechais o Reino dos Céus aos homens. Vós porém não entrais, nem deixais entrar aqueles que o desejam. Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós percorreis o mar e a terra para converter alguém, e quando conseguis, o tornais merecedor do inferno, duas vezes pior do que vós. Ai de vós, guias cegos! Vós dizeis: ‘Se alguém jura pelo Templo, não vale; mas, se alguém jura pelo ouro do Templo, então vale!’ Insensatos e cegos! O que vale mais: o ouro ou o Templo que santifica o ouro? Vós dizeis também: ‘Se alguém jura pelo altar, não vale; mas, se alguém jura pela oferta que está sobre o altar, então vale!’ Cegos! O que vale mais: a oferta, ou o altar que santifica a oferta? Com efeito, quem jura pelo altar jura por ele e por tudo o que está sobre ele. E quem jura pelo Templo jura por ele e por Deus que habita no Templo. E quem jura pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está sentado”.

Reflexão : Toda e qualquer hipocrisia deve ser condenada e combatida. Jesus não está combatendo os homens, pelo contrário, Ele está combatendo a hipocrisia reinante nos homens religiosos da sua época. Nós, que somos pessoas religiosas por vocação, pelo batismo, pela graça de servirmos a Deus, precisamos estar sempre vigilantes contra a tentação da hipocrisia.

O que é a hipocrisia? Sabemos o que é certo e o que é errado, temos uma facilidade para condenar o erro e a fraqueza dos outros, apontar quem está certo ou errado, mas temos uma facilidade ainda maior para absolvermos nossos próprios erros. Temos até uma postura sempre de desculpa com as nossas falhas e com os nossos limites.

Não é que precisamos ter uma postura de aceitar tudo que está errado no mundo, pelo contrário, não podemos cair num modo de vida farisaico, que tem, realmente, a capacidade de apontar o dedo, de ver que o erro é esse ou aquele e dizer: “Eu não cometo aquilo que os outros cometem, mas eu cometo outros erros e pecados”. O que precisamos fazer? Precisamos nos corrigir, deixar-nos converter a cada dia, colocar-nos numa atitude de vigilância, e colocar a nossa “barba de molho” a cada dia, sem jamais levantar o dedo para condenar essa ou aquela pessoa.

Não vejo o Mestre Jesus condenando nem discriminando ninguém. Eu vejo o Mestre Jesus amando os pecadores que acharíamos os piores pecadores da sua época. Contudo, eu vejo Jesus condenando qualquer hipocrisia.

Não podemos ser diferentes, temos de prestar atenção no que fazemos, no que falhamos, como nos portamos diante dos outros, porque a hipocrisia vai ser sempre uma tentação para a nossa vida.

Os humildes se corrigem e se deixam corrigir; os hipócritas e orgulhosos se fecham e não são corrigidos. Que Deus nos mostre a via da humildade que nos santifica sempre.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

 

Fonte: https://mensajealosamigos.wordpress.com/2016/08/21/tiempo-ordinario-lunes-21-ciclo-c/

ORAÇÃO

Pai Santo, o primeiro anúncio que nós fazemos do teu Reino de Amor é com o nosso jeito de viver. Só a nossa vida nos fará arautos confiáveis perante os irmãos. Dá-nos, Pai Amado, sabedoria e coragem para seguir o Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_26.html

A centralidade da Lei de Deus é o mandamento do amor

Mt 5,17-19
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas”. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus.

Reflexão: 1 – Você sabe mesmo o que é lei divina? É importante refletir sobre este conceito. Muitas pessoas, talvez pela formação religiosa rígida que receberam, têm até pavor em falar sobre este assunto. Há, efetivamente, quem tem medo até de Deus, quanto mais das suas leis. Contudo, precisamos entender que a lei divina é a lei do amor. Entendendo o amor de Deus, entenderemos a lei divina. Entendendo a lei divina, entenderemos o amor de Deus. Isso resume tudo o que Deus é: amor!

2 – Faz-se necessário dizer que a Lei divina não se compara com as leis feitas por nós, mortais criaturas, para o bom ordenamento da vida em sociedade. É inegável que as leis humanas adquirem maior sentido quando tem seu fundamento na lei de Deus. Quanto mais tivermos Deus como referência, tanto mais humanos seremos. A Lei divina além de resgatar a pessoa na sua totalidade, a projeta para a santidade e a eternidade. Na Lei de Deus a vida plena e feliz do ser humano é o que realmente importa. O ponto central de convergência na Lei divina é o próprio Deus. É por isso que Jesus diz: Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. Não nos esqueçamos, jamais, que a Lei de Deus é amor.

3 – Cumprir a sua Lei sagrada é participar ativamente deste amor de predileção. O problema é que nós, humanamente falando, temos uma tentação enorme em contemporizar tudo e flexibilizar tudo, de conformidade com a nossa medida de entendimento ou interesses pessoais. O que Deus tem em mente com sua Lei sagrada, efetivamente, é nos preservar dos caminhos que nos afastam d’Ele. Ele bem sabe que longe d’Ele não seremos felizes. A virtude da obediência aos mandamentos nos garante esta proximidade com Ele. A Lei divina tem uma dimensão vertical e uma dimensão horizontal. É amar a Deus sobre todas as coisas e, ao próximo, como a nós mesmos. A partir do momento que tivermos entendido isso, tudo será diferente em nós. Só o amor liberta… A Lei de Deus não tem nada de escravidão. A centralidade da Lei de Deus é o mandamento do amor. Feliz é a nação, feliz é a família, feliz é a pessoa, cujo Deus é o Senhor.

fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-517-19/

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2018/chegar-ao-coracao-da-lei-mt-5-17-19/

ORAÇÃO

Ó Deus criador, do qual tudo me vem, eu Te louvo pela beleza e perfeição que todas as coisas contêm. Tua Lei natural tudo governa e me governa. Humildemente Te peço: não me deixes viver afastado de Tua lei divina. Longe da Tua sagrada lei não serei feliz. Dá-me, Jesus, o discernimento necessário para amar-Te sobre todas as coisas e, ao próximo, como a mim mesmo. Porque És amor, tua lei é amor. Porque És perfeito, Tua lei é perfeita. Porque És eterno, Tua lei é eterna. Porque És misericordioso, Tua lei é misericordiosa. Resgata-me, Senhor, por Teu grande amor. Que meus juízos não sejam vazios da Tua presença. Mais do que conhecer, dá-me a graça de entender e viver Tua sagrada Lei que liberta e salva. Faze-me capaz de legislar tendo em mente tão somente a defesa da vida de todo ser humano. Amém!

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-517-19/

Defender a vida é, entre as tarefas humanas, a que mais agrada a Deus

Mc 12,13-17

Naquele tempo, as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. Quando chegaram, disseram a Jesus: “Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?” Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: “Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja”. Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: “De quem é a figura e a inscrição que estão nessa moeda?” Eles responderam: “De César”. Então Jesus disse: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. E eles ficaram admirados com Jesus.

Reflexão: Como é bom saber que Deus não olha a aparência dos seres humanos, mas a interioridade. Como é bom saber que Deus não faz acepção de pessoas. Todos fomos feitos à Tua imagem e semelhança. Para Deus somos todos lindos, cheios de talentos e com capacidade de mudar tantas coisas. Basta que acreditemos em nós mesmos e nas qualidades que recebemos de Deus. Todavia, os talentos recebidos não são para nosso gozo pessoal. Temos que ser capazes de colocar em comum os dons recebidos, sobretudo em ações de solidariedade. O Evangelho de hoje nos ensina que temos obrigações com Deus e com o mundo. O que não devemos fazer jamais é colocar Deus e César no mesmo patamar. Tudo o que pertence a este mundo é fugaz, termina. Só Deus e eterno. Ainda que fiquemos indignados com o mau uso do dinheiro público por parte de alguns “César” que atuam no poder público, temos que ter a capacidade de viver bem essas duas instâncias: a divina e a terrena. A boa educação e o respeito pelas realidades terrenas têm início dentro de nós mesmos. Temos direitos, mas também deveres, é verdade. E a melhor forma de sermos responsáveis com as realidades terrenas, é ajudando os seres humanos a terem vida com dignidade. É decepcionante constatar que nem todo o dinheiro dos nossos impostos são revertidos em benefício dos mais necessitados. Defender a vida é, entre as tarefas humanas, a que mais agrada a Deus e a que mais gera santidade e salvação. E só defenderá a vida quem coloca Deus em primeiro lugar na sua própria vida. Deus tem o primeiro lugar em nossas vidas? Conseguimos provar a presença d’Ele em nós com ações concretas? Então, realmente, temos fé. Fé sem obras perde a sua consistência.

Fonte:http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-marcos-1213-17/

fonte: http://paroquiaperpetuosocorro.net/3a-feira-da-9a-semana-do-tempo-comum.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, Tu que vês a minha interioridade e sabes que fui criado à Tua imagem e semelhança, renova em mim a Tua imagem sagrada. Desse modo serei capaz de reconhecer-Te novamente, sobretudo no rosto de cada irmão e de cada irmã. A Tua fortaleza em mim, Jesus, me ajude a ser capaz de entregar a vida na defesa da vida. Livra-me de fazer mau uso do dinheiro ou dos bens que disponho. Liberta-me da tentação do consumismo desenfreado. Educa-me para que eu consiga dar a César o que é de César, mas, a Ti, o que efetivamente Te pertence: o meu existir. Dá-me, Jesus, o dom da sensatez para que eu saiba cada vez mais que devo entregar a Ti o que tenho de melhor: A minha própria vida. Amém.

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-marcos-1213-17/

Aproximar-se da Cruz significa também aproximar-se do momento da Redenção

Jo 3,14-21
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: “Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna. Pois Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê, não é condenado, mas, quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito. Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus”.

Reflexão: Nesse tempo de conversão, que é a Quaresma, meditemos na Cruz, na alegria da Cruz! É sempre o mesmo júbilo de estar com Cristo: “Somente d’Ele é que cada um de nós pode dizer com plena verdade, juntamente com S. Paulo: “Ele me amou e se entregou por mim” (Gal 2,20). Daí deve partir a vossa alegria mais profunda, daí deve advir também a vossa força e o vosso ponto de apoio. Se, por desgraça, deveis encontrar amarguras, padecer sofrimentos, experimentar incompreensões e até cair em pecado, que o vosso pensamento se dirija rapidamente para Aquele que vos ama sempre e que, com o seu amor ilimitado, faz vencer todas as provas, preenche todos os nossos vazios, perdoa todos os nossos pecados e nos impele com entusiasmo para um caminho novamente seguro e alegre” (São João Paulo II).

A Igreja quer recordar-nos que a alegria é perfeitamente compatível com a mortificação e a dor. O que se opõe à alegria é a tristeza, não a penitência!Vivendo com profundidade o tempo da Quaresma que conduz à Paixão – e portanto à dor -, compreendemos que aproximar-se da Cruz significa também aproximar-se do momento da Redenção, e por isso a Igreja e cada um dos seus filhos se enchem de alegria. A mortificação que procuramos viver nestes dias não deve ofuscar a nossa alegria interior, mas, pelo contrário, deve fazê-la crescer, porque está prestes a realizar-se essa prova máxima de amor pelos homens que é a Paixão, e é iminente o júbilo da Páscoa. Por isso queremos estar muito unidos ao Senhor, para que também na nossa vida se repita o mesmo processo da sua: chegarmos, pela sua Paixão e Cruz, à glória e à alegria da sua Ressurreição.

Os sofrimentos e as tribulações acompanham todos os homens na terra, mas o sofrimento, por si só, não transforma nem purifica; pode até causar revolta e ódio. Alguns cristãos separam-se do Mestre quando chegam até a Cruz, porque esperavam uma felicidade puramente humana, que estivesse isenta de dor e acompanhada de bens naturais.

Para O amarmos com obras, o Senhor pede-nos que percamos o medo à dor, às tribulações, e o procuremos onde Ele nos espera: na Cruz. A nossa alma ficará então mais purificada e o nosso amor mais forte. Então compreenderemos que a alegria está muito perto da Cruz. Mais ainda: que nunca seremos felizes se não amarmos o sacrifício.

Essas tribulações que, à luz exclusiva da razão, nos parecem injustas e sem sentido, são necessárias para a nossa santidade pessoal e para a salvação de muitas almas. No mistério da co-redenção, a nossa dor, unida aos sofrimentos de Cristo, adquire um valor incomparável para toda a Igreja e para toda a Humanidade. A dor, quando lhe damos o seu verdadeiro sentido, quando serve para amar mais, produz uma paz íntima e uma profunda alegria. Por isso, em muitas ocasiões, o Senhor abençoa-nos com a Cruz.

Assim temos que percorrer “o caminho da entrega: a Cruz às costas, com um sorriso nos lábios, com uma luz na alma” (São Josemaria Escrivá, Via Sacra, II º est.).

Sigamos Jesus com alegria, até Jerusalém, até o Calvário, até a Cruz. Além disso, “não é verdade que, mal deixas de ter medo à Cruz, a isso que a gente chama de cruz, quando pões a tua vontade em aceitar a Vontade divina, és feliz, e passam todas as preocupações, os sofrimentos físicos ou morais?” (São Josemaria Escrivá, Via Sacra, IIº est.).

Fonte: http://www.presbiteros.com.br/site/homilia-do-mons-jose-maria-–-iv-domingo-da-quaresma-–-ano-b/

Fonte: http://www.senhoradasgracas.org/2017/06/08/quem-nao-crer-ja-esta-condenado-condenado-a-que-jo-314-21/

ORAÇÃO

Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agradecemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração convertido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência, para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém.
Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/deus-deu-ao-mundo-o-seu-filho-unico-jo-314-21/

 

 
 

A centralidade da Lei de Deus é o mandamento do amor

Mateus 5, 17-19
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: Não pen­seis que vim abolir a Lei e os Profetas”. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da lei, sem que tudo se cumpra.Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus.

Reflexão:

1- Voce sabe mesmo o que é lei divina? É importante refletir sobre este conceito. Muitas pessoas, talvez pela formação religiosa rígida que receberam, têm até pavor em falar sobre este assunto. Há, efetivamente, quem tem medo até de Deus, quanto mais das suas leis. Contudo, precisamos entender que a lei divina é a lei do amor. Entendendo o amor de Deus, entenderemos a lei divina. Entendendo a lei divina, entenderemos o amor de Deus. Isso resume tudo o que Deus é: amor!

2 – Faz-se necessário dizer que a Lei divina não se compara com as leis feitas por nós, mortais criaturas, para o bom ordenamento da vida em sociedade. É inegável que as leis humanas adquirem maior sentido quando tem seu fundamento na lei de Deus. Quanto mais tivermos Deus como referência, tanto mais humanos seremos. A Lei divina além de resgatar a pessoa na sua totalidade, a projeta para a santidade e a eternidade. Na Lei de Deus a vida plena e feliz do ser humano é o que realmente importa. O ponto central de convergência na Lei divina é o próprio Deus. É por isso que Jesus diz: Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. Não nos esqueçamos, jamais, que a Lei de Deus é amor.

3 – Cumprir a sua Lei sagrada é participar ativamente deste amor de predileção. O problema é que nós, humanamente falando, temos uma tentação enorme em contemporizar tudo e flexibilizar tudo, de conformidade com a nossa medida de entendimento ou interesses pessoais. O que Deus tem em mente com sua Lei sagrada, efetivamente, é nos preservar dos caminhos que nos afastam d’Ele. Ele bem sabe que longe d’Ele não seremos felizes. A virtude da obediência aos mandamentos nos garante esta proximidade com Ele. A Lei divina tem uma dimensão vertical e uma dimensão horizontal. É amar a Deus sobre todas as coisas e, ao próximo, como a nós mesmos. A partir do momento que tivermos entendido isso, tudo será diferente em nós. Só o amor liberta… A Lei de Deus não tem nada de escravidão. A centralidade da Lei de Deus é o mandamento do amor. Feliz é a nação, feliz é a família, feliz é a pessoa, cujo Deus é o Senhor.

Aproveito para recordá-los os 10 mandamentos:1. Amar a Deus sobre todas as coisas.2. Não tomar seu santo nome em vão.3. Guardar domingos e festas.4. Honrar pai e mãe.5. Não matar.6. Não pecar contra a castidade (fidelidade).7. Não furtar.8. Não levantar falso testemunho.9. Não desejar a mulher do próximo.10. Não cobiçar as coisas alheias.

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-517-19/

ORAÇÃO

Ó Deus criador, do qual tudo me vem, eu Te louvo pela beleza e perfeição que todas as coisas contêm. Tua Lei natural tudo governa e me governa. Humildemente Te peço: não me deixes viver afastado de Tua lei divina. Longe da Tua sagrada lei não serei feliz. Dá-me, Jesus, o discernimento necessário para amar-Te sobre todas as coisas e, ao próximo, como a mim mesmo. Porque És amor, tua lei é amor. Porque És perfeito, Tua lei é perfeita. Porque És eterno, Tua lei é eterna. Porque És misericordioso, Tua lei é misericordiosa. Resgata-me, Senhor, por Teu grande amor. Que meus juízos não sejam vazios da Tua presença. Mais do que conhecer, dá-me a graça de entender e viver Tua sagrada Lei que liberta e salva. Faze-me capaz de legislar tendo em mente tão somente a defesa da vida de todo ser humano. Amém.
Fonte:http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-mateus-517-19/