O maior milagre é a conversão e a mudança de vida

Mt 11,20-24
Naquele tempo, Jesus começou a censurar as cidades, onde tinha feito grande número de seus milagres, por terem recusado arrepender-se: “Ai de ti, Corozaim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e a cinza. Por isso, vos digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Tiro e para Sidônia que para vós! E tu, Cafarnaum, serás elevada até o céu? Não! Serás atirada até o inferno! Porque, se Sodoma tivesse visto os milagres que foram feitos dentro dos teus muros, subsistiria até este dia. Por isso, te digo: no dia do juízo, haverá menor rigor para Sodoma do que para ti!”.

Reflexão: As pessoas querem milagres, curas e coisas mágicas, mas o maior milagre é a conversão e a mudança de vida. O milagre não é o espetáculo realizado em nome da fé, mas a nossa vida transformada.

Olhamos para a vida dos santos e queremos os milagres. Muitas vezes, as pessoas procuram santos que nem conhecem a história, mas sabem que ele realiza milagres, a causa dos impossíveis, as causas difíceis. Entretanto, precisamos olhar o milagre que Deus realizou na vida daquele santo, daquele homem e daquela mulher. Quando olhamos para a vida deles e vemos o que Deus fez, dizemos: “Realiza-se em mim, Senhor”.

O nosso impossível, as nossas causas difíceis estão projetadas, muitas vezes, em conquistas materiais, são dívidas que temos para pagar, situações que temos para resolver, curas que temos de alcançar. Às vezes, até conseguimos essas coisas, mas o essencial não se realizou.

Jesus está censurando as cidades onde Ele realizou boa parte de Seus milagres, pois as pessoas não compreenderam nem mergulharam na essência dos Seus milagres. Por isso, Jesus vai realizar pouquíssimos prodígios nessas cidades, como muitas vezes Ele não vai os realizar no nosso meio como muitos querem que aconteça.

Nossos olhares querem coisas mágicas no Céu, nossos olhares estão em busca de coisas extraordinárias. E não há nada mais extraordinário do que vidas convertidas e transformadas!

Quando eu olho para Francisco de Assis, nunca pedi uma graça para ele, mas eu só olho para ele e fico admirado, fico olhando e penso: “Que milagre é esse homem! O que ele era e o que se tornou depois que se encontrou com Jesus!”. Quando eu olho para Inácio de Loyola ou para Paulo, que era Saulo e se transformou.

Quando olho para a minha vida, encontro nela o milagre de Deus? Ele tem feito o milagre da transformação na minha vida? Eu vejo muitas convicções mudadas, mas eu sei que preciso que Deus realize o Seu milagre em mim. Eu não peço nada de material, não peço para Ele nada que seja focado em necessidades humanas. A minha humanidade tem sede de conversão, de santidade e mudança de santidade de vida. É esse milagre que eu quero e preciso a cada dia da minha vida.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: http://paroquiadosnavegantestra.blogspot.com/2017/07/evangelho-do-dia-no-dia-do-julgamento.html

ORAÇÃO

Senhor, nós te agradecemos por este dia.

Abrimos nossas portas e janelas para que tu possas

Entrar com tua luz.

Queremos que tu Senhor, definas os contornos de

Nossos caminhos,

As cores de nossas palavras e gestos,

A dimensão de nossos projetos,

O calor de nossos relacionamentos e o

Rumo de nossa vida.

Podes entrar, Senhor em nossas famílias.

Precisamos do ar puro de tua verdade.

Precisamos de tua mão libertadora para abrir

Compartimentos fechados.

Precisamos de tua beleza para amenizar

Nossa dureza.

Precisamos de tua paz para nossos conflitos.

Precisamos de teu contato para curar feridas.

Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença

Para aprendermos a partilhar e abençoar!

Amém!

Fonte: http://paroquiadosnavegantestra.blogspot.com/2017/07/evangelho-do-dia-no-dia-do-julgamento.html

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Como está sua vida de oração?

Lucas 11,1-4
Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”. Jesus respondeu: “Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação”.

Reflexão: A súplica desse discípulo, pedindo ao Mestre Jesus que nos ensine como devemos orar, é a súplica do coração de cada um de nós e da nossa alma. Queremos nos relacionar com Deus, queremos falar com Ele, queremos escutá-Lo, mas, muitas vezes, não sabemos orar como convém e caímos numa prática que se tornou comum, simplesmente repetimos fórmulas, fazemos orações que já estão prontas. É claro que todas elas têm seu valor, sua importância, e são orações que nós aprendemos. Oração é, acima de tudo e antes de tudo, atitude de relação com Deus, é a decisão de um coração de um discípulo que quer falar com o Pai, que quer relacionar-se com Ele.

Os discípulos de Jesus viram como Ele se relacionava e falava com Seu Pai, como entrava em comunhão com Deus. Ele se dirigia ao Pai e o Pai a Ele. Os discípulos queriam aprender a fazer a mesma coisa! Nós, discípulos de Jesus, precisamos também querer buscar essa graça da oração, a graça de ter comunhão com Deus.

Podemos rezar e não fazer comunhão com Deus, porque, se na oração nos deixamos levar ou simplesmente cumprimos o que está escrito, os pensamentos não se elevam a Deus. É preciso, acima de tudo, deixar que o coração se eleve, que o coração saia das excitações do cotidiano, da vida presente, para colocar, diante do Sagrado, essa presença maravilhosa de Deus no meio de nós.

Toda oração começa dessa forma: “Pai, santificado seja o seu nome”. Na oração, santificamos Aquele que já é santo; elevamos, glorificamos e exaltamos, na nossa vida, o nome do Senhor Nosso Deus, glorificamos Aquele que é nosso Pai. A oração é, acima de tudo, uma atitude de deixar que Deus seja o primeiro, que Ele seja glorificado e exaltado na nossa vida e no nosso coração.

Chamar Deus de Pai é uma grande graça! Não é um título, mas, na verdade, a relação de um filho que se aproxima do seu pai e fala com Ele.

Irmãos e irmãs, oremos, peçamos ao Senhor a graça de nos dar um espírito orante, de comunhão com Deus, para que toda nossa vida seja direcionada na vontade de Deus, seja direcionada na relação com Ele. Não podemos ter outro caminho para nos relacionar com Deus a não ser pela oração.

A oração começa pela vontade e pela decisão de orar, pela atitude de nos colocar em oração na presença de Deus.

Cada vez que nos empenhamos em orar, mais a nossa comunhão com Deus cresce. Não há problema se não sabemos rezar, precisamos pedir a Jesus que nos ensine e, a cada dia, o Mestre nos coloca no caminho do Pai, no coração d’Ele, para nos relacionarmos com Ele.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com/homilia/a-oracao-e-atitude-de-relacao-com-deus/?sDia=11&sMes=10&sAno=2017

Fonte: http://tbcparoquia.blogspot.com.br/2010/10/senhor-ensina-nos-rezar.html

ORAÇÃO

Pai, inspira-me a rezar como convém, de forma que a minha oração se expresse em gestos de solidariedade e de reconciliação, sinais inequívocos de minha comunhão contigo. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/ensina-nos-rezar/

Deus lhe dá o privilégio de abrir o peito, a alma e o coração

Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

Reflexão: Talvez, neste momento, você se sinta de coração sepultado no túmulo de algum pecado. Talvez você se encontre num verdadeiro beco sem saída. Ou até seja um daqueles que, olhando para frente, não consiga ver uma saída. Ao contrário: a vida vai piorando a cada dia e o desespero crescente toma conta do seu coração.
É exatamente neste momento que você pára e começa a analisar que, de fato, você está só. Não tem amigos verdadeiros, alguém com quem possa conversar de coração para coração, alguém em quem possa confiar. Ou talvez ainda você se sinta vazio, triste, desprezado, deprimido, desesperado, com mágoa, ira, ódio, angústia profunda, amargura e ressentimento. Ou pensando que é um “zero à esquerda”, que não é alguém e que melhor seria sumir sem que ninguém perceba. Ou pode também pensar que você não é importante, não é especial, não tem valor, não presta para nada e que ninguém se preocupa.
Não importa se está passando por esta crise, pensando que ninguém se importa, que ninguém se preocupa, o que eu quero lhe dizer são palavras do Mestre: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados de carregar as vossas pesadas cargas, e eu vos darei descanso”.
Neste texto, Jesus demonstra o Seu amor para com você. Ele se importa e por isso lhe chama. Faz-lhe um convite. E este convite é para os que têm problemas, para os cansados e os oprimidos; os que estão com cargas tão pesadas e tão grandes que não dão conta de carregá-las sozinhos; os que perderam a esperança até mesmo para esperar; os que estão feridos e com traumas profundos; os que não têm mais caminho, para caminhar; os que perderam o rumo da vida, para os que perderam a direção.
O convite é para você que está com o coração quebrado, arrebentado, porque há reabilitação, há cura; é para você que desperdiçou a sua vida no mal, pois ainda há possibilidade para fazer o bem; para você que já não tem mais perspectiva na vida, expectativa de um novo começo; para você que se sente desesperado, desprezado; para você que se sente doente, perdido na vida; para você que está longe e “morto” em delitos e pecados.
Talvez você diga: “Minha vida não tem jeito, porque ‘o pau que nasce torto’, cresce torto e morre torto!”, mas eu lhe digo: “Tem sim! Porque ‘o pau que nasce torto’, só é torto antes de chegar nas mãos do Carpinteiro de Nazaré. Depois de passar pelas Suas mãos sai um móvel precioso, raríssimo de encontrar! Ele lhe oferece uma nova oportunidade. Jesus é o Deus do impossível, é o Deus capaz de fazer: do vilão, um herói; do bandido, um santo; do perseguidor, um defensor do Evangelho”.
Com as palavras “Vinde a Mim”, Jesus nos chama a confiar n’Ele, a crer. Porque ninguém pode ir – e seguir – sem crer, sem confiar n’Ele.
Ele lhe chama para que você tome sobre si o jugo d’Ele: “Tomai sobre vós o meu jugo”.Jesus não lhe engana. Ele não prometeu só “mar de rosas”, porque aqui “jugo” quer dizer que tudo aquilo que Jesus passou você terá de passar. Assim como Ele foi perseguido, sofreu, foi maltratado, caluniado, zombado, odiado, abandonado entre ladrões e morto na Cruz (mas que três dias depois ressuscitou) assim também você terá de passar pela mesma situação. Aliás, ao discípulo basta ser igual ao Mestre: “Se a mim trataram assim, a vós também. Mas não tenhais medo. Eu venci o mundo!”
Precisamos aprender d’Ele: “E aprendei de mim que sou manso e humilde de coração”.Chama-nos ao discipulado d’Ele, a sermos Seus alunos. Ele quer que eu e você sejamos Seus imitadores. Ele passará a ser o seu modelo. Você precisará conhecer mais e mais o seu Senhor, as coisas d’Ele, até chegar ao pleno conhecimento. Mas isso só será possivel se estiver perto d’Ele. É por isso que também nos chama para estar perto d’Ele, junto d’Ele, para ter comunhão e intimidade com Ele. É urgente que você conte tudo para Deus. Ele lhe dá este privilégio de abrir o peito, a alma, e o coração. E então: “Achareis descanso para as vossas almas”.

Padre Bantu Mendonça

fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_18.html

imagem fonte: http://www.lectionautas.com.br/2014/venham-a-mim-todos-os-cansados-mateus-1128-30/

ORAÇÃO

Oração do Jubileu da Misericórdia
Senhor Jesus Cristo, Vós que nos ensinastes a ser misericordiosos como o Pai celeste, e nos dissestes que quem Vos vê, vê a Ele. Mostrai-nos o Vosso rosto e seremos salvos.
O Vosso olhar amoroso libertou Zaqueu e Mateus da escravidão do dinheiro; a adúltera e Madalena de colocar a felicidade apenas numa criatura; fez Pedro chorar depois da traição, e assegurou o Paraíso ao ladrão arrependido.
Fazei que cada um de nós considere como dirigida a si mesmo as palavras que dissestes à mulher samaritana: Se tu conhecesses o dom de Deus!
Vós sois o rosto visível do Pai invisível, do Deus que manifesta sua onipotência sobretudo com o perdão e a misericórdia: fazei que a Igreja seja no mundo o rosto visível de Vós, seu Senhor, ressuscitado e na glória.
Vós quisestes que os Vossos ministros fossem também eles revestidos de fraqueza para sentirem justa compaixão por aqueles que estão na ignorância e no erro: fazei que todos os que se aproximarem de cada um deles se sintam esperados, amados e perdoados por Deus.
Enviai o Vosso Espírito e consagrai-nos a todos com a sua unção para que o Jubileu da Misericórdia seja um ano de graça do Senhor e a Vossa Igreja possa, com renovado entusiasmo, levar aos pobres a alegre mensagem, proclamar aos cativos e oprimidos a libertação e aos cegos restaurar a vista.
Nós Vo-lo pedimos por intercessão de Maria, Mãe de Misericórdia, a Vós que viveis e reinais com o Pai e o Espírito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém.

fonte:http://www.paulinas.org.br/diafeliz/pt-br/
Mais informações sobre a BULA DE PROCLAMAÇÃO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA http://marista.edu.br/domsilverio/files/2015/02/Misericordiae-Vultus-Ano-da-Miseric%C3%B3rdia.pdf

Precisamos saber ser presença no meio do mundo e da sociedade, ser uma presença amiga.

A misericórdia de Deus – Lc 15,1-10

Todos os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus e os escribas, porém, murmuravam contra ele. “Este homem acolhe os pecadores e come com eles”. Então ele contou-lhes esta parábola: “Quem de vós que tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la? E quando a encontra, alegre a põe nos ombros e, chegando em casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!’. Eu vos digo: assim haverá no céu alegria por um só pecador que se converte, mais do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão. E se uma mulher tem dez moedas de prata e perde uma, não acende a lâmpada, varre a casa e procura cuidadosamente até encontrá-la? Quando a encontra, reúne as amigas e vizinhas, e diz: Alegrai-vos comigo! Encontrei a moeda que tinha perdido! Assim, eu vos digo, haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que se converte”.

Reflexão: Precisamos estar mais próximos daqueles que parecem estar perdidos do que somente entre os que parecem ser santos. É ali que precisamos estar, para sermos uma presença amorosa do Reino de Deus

“Haverá júbilo entre os anjos de Deus por um só pecador que se arrepender” (Lucas 15, 10).

Os fariseus, escribas e conhecedores da Lei estavam murmurando e reclamando, porque Jesus recebia, comia e fazia companhia às pessoas tidas como “pecadoras”, de má vida e assim por diante.

Jesus, contando a parábola da ovelha que se perde e a alegria que significa encontrá-la, é como se Ele estivesse dizendo que ‘para Deus nada está perdido!’. Ou mais ainda, que o perdido é mais importante que os noventa e nove que parecem achados. É mais alegria para um pai que tem seu filho de volta do que aqueles que já estão ali com ele, não que sejam sem importância; de forma nenhuma, é que aqueles que estão com ele precisam junto dele buscar o que está perdido.

A Igreja não pode se conformar só com as pessoas que vão à Missa, aos cultos e grupos de oração. Pelo contrário, a alegria da Igreja é fazer-se presente onde as ovelhas de Cristo estão distantes, onde os filhos de Deus estão pelo mundo. Por isso, não pode haver tempo difícil nem pessoas perdidas. O que se perde, muitas vezes, é a fé, a esperança e a convicção de que para Deus nada é impossível.

Por isso, ninguém pode ser excluído, discriminado e considerado perdido, porque a graça de Deus vai além das nossas possibilidades. Desse modo, precisamos saber ser presença no meio do mundo e da sociedade, não para julgar nem para condenar, mas para ser sal, fermento e luz, ser uma presença amiga.

Não tem por que discriminar, julgar nem condenar ninguém; precisamos ser melhores no compromisso e na santidade, mas jamais deixar de amar qualquer pessoa. Até a pessoa que já foi desqualificada, tida como alguém de má vida, precisa ser acolhida, amada e cuidada.

Nós, muitas vezes, precisamos estar mais próximos daqueles que parecem perdidos do que somente entre os que parecem santos. É ali que precisamos estar, para sermos uma presença amorosa do Reino de Deus.

A nossa missão é resgatar o que parecia perdido, porque pode ser que o “perdido” seja salvo ou chegue primeiro a Deus do que nós, que já nos achamos salvos e santos.

fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/acolhamos-aqueles-que-se-encontram-afastados-de-cristo/

imagem fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=48971

ORAÇÃO

Jesus Mestre, santificai meus pensamentos e aumentai minha fé.
Jesus Mestre, libertai-me do desânimo e fortificai minha esperança.
Jesus, Mestre vivo na Igreja, ajudai-me a viver a solidariedade e o amor.
Jesus Mestre, caminho entre o Pai e nós, tudo vos ofereço e de vós tudo espero.
Jesus, caminho da santidade, tornai-me vosso fiel seguidor.
Jesus Caminho, tornai-me perfeito como o Pai que está nos céus.
Jesus Vida, vivei em mim, para que eu viva em vós.
Jesus Vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor.
Jesus Verdade, que eu seja luz para o mundo.
Jesus Caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante de todos.
Jesus Vida, fazei que minha presença comunique vosso amor e vossa alegria. Amém.

fonte: http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&id=5399

Deus vê no segredo, onde os olhos não alcançam.

A oposição entre exterior e interior – Mt 23,27-32

Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de cadáveres e de toda podridão! Assim também vós: por fora, pareceis justos diante dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e injustiça. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Construís sepulcros para os profetas e enfeitais os túmulos dos justos, e dizeis: “Se tivéssemos vivido no tempo de nossos pais, não teríamos sido cúmplices da morte dos profetas”. Com isso, confessais que sois filhos daqueles que mataram os profetas. Vós, pois, completai a medida de vossos pais!

Será que Jesus no evangelho de hoje está dizendo alguma coisa para nós? Será que nós também não lavamos muito bem o nosso corpo e até passamos perfume e deixamos a nossa alma embaçada pelo pecado? Ou será que nós procuramos manter uma aparência de santos, de quem observa todos os mandamentos de Jesus, e tudo mais, porém, na realidade, não passamos de pecadores maiores que aqueles que ao ver as nossas aparências de justos se sentem pequeninos em relação a nós?

Você acha que Deus está vendo as suas ações de caridade? Você tem sido fiel, justo(a) e misericordioso(a) com as pessoas com quem você convive? Você faz alguma coisa para aparecer?

Pai, dá-me pureza de coração para que do meu interior brotem a justiça, a misericórdia e a fidelidade, e assim, eu possa guiar meus semelhantes na caminhada para ti.

fonte:http://www.liturgiadapalavra.com/

Deus conhece tudo

imagem fonte: http://www.belasmensagens.com.br/religiosa/page/3

ORAÇÃO

Pai, torna-me de tal modo transparente que meu íntimo possa ser revelado por meus gestos e atitudes.

Livra-me de ser como um sepulcro caiado! Amém!

fonte: https://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho

Jesus é o semeador que lança a boa semente

A parábola do joio e do trigo nos convida a meditar sobre a convivência do bem e do mal. O bem e o mal dentro do nosso coração; o bem e o mal que vemos em outros, que vemos existir neste mundo.

«Explica-nos a parábola» (Mt 13,36), pedem os discípulos a Jesus. E nós, hoje, podemos fazer o propósito de ter mais cuidado com a nossa oração pessoal, com o nosso trato cotidiano com Deus. Senhor, podemos dizer-lhe, explique-me por que não avanço suficientemente em minha vida interior. Explique-me como posso lhe ser mais fiel, como posso buscar-lhe em meu trabalho, ou através dessa circunstância que não entendo, ou não quero. Como posso ser um apóstolo qualificado. A oração é isso, pedir explicações a Deus. Como é minha oração? É sincera? É constante? É confiante?

Jesus Cristo nos convida a ter os olhos fixos no céu, nossa morada eterna. Freqüentemente, vivemos enlouquecidos pela pressa, e quase nunca nos detemos para pensar que um dia próximo ou não, não o sabemos deveremos prestar contas a Deus de nossa vida, de como temos feito frutificar as qualidades que Ele nos tem dado. E o Senhor nos diz que no fim dos tempos haverá uma triagem. Devemos ganhar o Céu na terra, no dia-a-dia, sem esperar situações que possivelmente nunca virão. Devemos viver heroicamente o que é ordinário, o que aparentemente não possui nenhuma transcendência. Viver pensando na eternidade e ajudar os outros a pensar nela!: paradoxalmente, «esforça-se para não morrer o homem que há de morrer; e não se esforça para não pecar o homem que há de viver eternamente» (São João de Toledo).

Colheremos o que houvermos semeado. Devemos lutar para dar 100% hoje. Para que quando Deus nos chame a sua presença Lhe apresentemos as mãos cheias: de atos de fé, de esperança, de amor. Que se concretizam em coisas muito pequenas e em pequenos vencimentos que, vividos diariamente, nos fazem mais cristãos, mais santos, mais humanos.

fonte:http://evangeli.net/evangelho/feria/2015-07-28

imagem fonte: http://jornalparoquialdeparaipaba.blogspot.com.br/2015/06/parabola-do-trigo-e-do-joio-explicacao.html

ORAÇÃO

‘Ó Espírito Santo! Dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora; fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da Santa Igreja! Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao Coração do Senhor Jesus. Um coração grande e forte, para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos. Um coração grande e forte, para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda ofensa, toda desilusão. Um coração grande e forte e constante até o sacrifício, quando for necessário. Um coração, cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo, e cumprir humilde e fielmente a vontade do Pai. Amém.’

oração ao Espírito Santo, do papa Paulo VI
fonte: https://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho

Vós sois o sal da terra e a luz do mundo (Mt 5,13-14)

Quando a Bíblia fala de sermos sal, é para que tenhamos uma vida decidida, sim sim ou não não, quente ou frio, ter e viver uma vida decidida, escolher claramente o que deseja viver. Pois, se o sal deixa de ser salgado ele não presta mais para nada. Se o sal for doce, ele deixa de ser sal. Então, é viver somente a verdade, e não viver entre a verdade e a mentira. Não se pode andar ao mesmo tempo para a direita e para a esquerda.
Jesus compara os seus discípulos a sal e luz. Ambos são símbolos de coisas muito presentes na vida de todas as pessoas. Sem sal, não se sente o sabor dos alimentos. Sem luz não se vê nada, nem sombras, nem caminho, nem cores. A vida se torna quase impossível. O discípulo tem esta missão, dar sabor e sentido ao mundo. Dar vida e sentido aos irmãos. Ser sal é viver uma vida de decisão. E quando fala para sermos luz, isso é algo simples, pois quando se tem luz, nada está escondido, tudo está à vista de nossos olhos. Já na escuridão não se tem as coisas à vista. Então ser luz é viver uma vida de transparência, uma vida limpa e íntegra, onde todos possam ver tudo o que fazemos. Pois quem é santo não tem nada a esconder, sua vida é “um livro aberto”. Jesus é um exemplo, sua vida é transparente, está escrita em um livro universal. Ser luz é ter santidade, viver uma vida de transparência. E analisando nossa vida, será que ela pode ser lida por todos? Será que todos podem ver o que fazemos ou fizemos?
Quem vive a nova lei das Bem-aventuranças, proclamada por Jesus Cristo, o novo Moisés, torna-se sal e luz do mundo. Os dois provérbios parabólicos, do sal e da luz, definem a vida e missão dos discípulos, em contraste com a dos fariseus e pagãos: «Vós sois o sal da terra … Vós sois a luz do mundo». O sal dá sabor aos alimentos, e ainda é usado para evitar a sua corrupção. O sal também era usado na confecção dos sacrifícios (Lv 2, 13) e, portanto, assumia um papel «consacratório» e, se perdesse a capacidade de salgar, era «pisado pelos homens», num gesto dessacralizante. O sal, finalmente, também lembra a sabedoria (Mc 9, 50): devemos condimentar com ele o nosso falar (Cl 4, 6).
Os discípulos são «luz do mundo», tal como Cristo, que é a fonte da luz (Jo 8, 12). Não se acende uma luz «para a colocar debaixo do alqueire» (cf. Mc 4, 21), caso contrário, apaga-se, como acontece quando se coloca o apagador sobre uma vela.
«Sal da terra… luz do mundo: a missão dos discípulos tem um horizonte cósmico, planetário.
Se você quer saber se o que você faz é pecado ou não, se é certo ou não, basta você pensar se pode contar para todos, como: colegas; amigos; pais; no trabalho; na escola; na igreja, se puder contar, pode ter certeza que não, mas se alguém não puder saber, então… Mas temos que ter bom senso. Santidade deve ser vista por todos. A vida cristã não deve ser escondida, tem que ser algo visível, como a vida de Cristo foi. Ser sal e luz é viver sempre decidido e transparente em todas as coisas. Vamos buscar uma vida de santidade, Deus nos chama para uma vida santa.
Pai, tenho diante de mim o mundo todo a ser evangelizado. Transforma cada circunstância e cada momento da minha vida em chance para dar testemunho do teu Reino e poder um dia alcançar a Santidade junto de Vós!

fonte: http://homiliadopebantu.blogspot.com.br/2010/06/vida-como-sal-e-luz-do-mundo-mt-513-16.html

imagem fonte: http://image.slidesharecdn.com/sabedoriadejesuscristo-120514204339-phpapp01/95/sabedoria-de-jesus-cristo-10-728.jpg?cb=1337031342

ORAÇÃO

Senhor,
Tu me chamas a viver em comunidade
E queres que edifique a comunidade.
Queres-me em comunhão com os outros,
Não para me sentir bem nem para ser mais forte,
Mas para que seja eu mesmo.
A comunidade é forte, se espera.
A comunidade é santa, se ama.
A comunidade é santa, se eu e cada um é santo.
Ser comunidade é existir para os outros,
É encontrar-se e comprometer-se com os homens;
É rezar com eles e dar-lhes provas da própria esperança.
Só assim podemos aproximar-nos
daqueles que não receberam a fé
E colocá-los nas Tuas mãos, Senhor.
Só assim podemos suster a fé
Naqueles que a conservam
À custa de duras penas e grandes sofrimentos.
Ajuda-nos, Senhor, a ser, em Ti e na tua Igreja,
Sal da terra e luz do mundo.

fonte: http://apenasoracao.blogspot.com.br/2008/03/ser-sal-da-terra-e-luz-do-mundo.html