Mantendo-nos sempre na presença da Santíssima Trindade, consigamos a força necessária para não fraquejar em nossa missão

Mc 1, 29-39
Naquele tempo: Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los. À tarde, depois do pôr-do-sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. A cidade inteira se reuniu em frente da casa.Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem,pois sabiam quem ele era. De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. Quando o encontraram, disseram: ‘Todos estão te procurando’. Jesus respondeu: ‘Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza!Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim’. E andava por toda a Galiléia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

Reflexão: Quatro coisas chamaram minha atenção na oração de hoje.

Primeiro, o fato de Jesus, depois de sair da sinagoga, onde participou de uma experiência muito forte ao expulsar um espírito mau de um homem, entrar na casa de Pedro e participar de uma experiência muito meiga e suave. Na sinagoga, ele mostrou sua autoridade com uma ordem veemente: “Cala-te e sai dele!”.  Enquanto que, na casa de Pedro, na intimidade do lar, Jesus demonstra sua autoridade com suavidade. A cena, por sua singeleza, é comovente: “Ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se”.

Penso que podemos contemplar essa cena experimentando a suavidade com que Jesus chega em nossa vida para nos levantar. Às vezes, Ele vem em nossos pensamentos, ajudando-nos a compreender certas situações. Outras vezes, vem na simplicidade de uma pessoa que nos sorri e nos dirige uma palavra que nos anima, muitas vezes na presença silenciosa, mas comprometida, da mãe, esposa, marido, filhos, vizinhos ou amigos, que nos amparam quando estamos doentes. São muitas situações no nosso dia a dia em que podemos perceber essa ação. Vamos trazê-las à memória e agradecer.

Segundo, o fato de a sogra de Pedro, após ser curada, colocar-se imediatamente, a serviço: “Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los”.

Como é interessante esse agradecimento que se faz com o serviço aos outros. Embora seja importante e necessário agradecer com palavras àqueles que nos ajudam, penso que este trecho do evangelho nos ajuda a perceber que o agradecimento maior está em colocar-se a serviço. A alegria de poder participar da vida nos move ao serviço. Não um serviço que se faz com pesar, porque é obrigatório, mas aquele que se realiza livremente, como resposta amorosa ao dom da vida.

Penso que podemos utilizar esta cena para orarmos refletindo sobre a adesão livre e consciente que temos feito ao plano de Deus. Quando alcançamos as graças que pedimos, quais têm sido nossas atitudes? Percebemos que nosso serviço é importante para que Deus também leve a outros a sua cura, as suas graças?

Terceiro, o fato de a comunidade inteira se reunir à porta da casa. A resposta à expulsão do espírito maligno do homem na sinagoga, gerou uma rápida evangelização naquela cidade e todos acorreram a Jesus. Muitos, provavelmente, não compreenderam quem era Jesus, mas não havia como ficar indiferente ao aparecimento de alguém que “ensinava com autoridade”.  Quem anunciou Jesus aos outros não ficou decepcionado, pois Jesus não ficou indiferente à multidão: “Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios”.

Penso que a cena pode nos ajudar a rezar e refletir como está nossa tarefa de evangelização. Como temos anunciado Jesus? Nosso anúncio desperta vontade nas pessoas de irem ao encontro dele? Temos compreendido que o importante é levar as pessoas até Jesus e não, falar bonito e desenvolver doutrinas maravilhosas? Reconhecemos que Jesus e sua autoridade é que dão resposta às necessidades dos outros e, portanto, só nos importa levar as pessoas até Ele?
E o quarto é o fato de Jesus, após todos estes acontecimentos, sair para orar: “Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto” e, em seguida, decretar: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”.

Essa cena pode nos ajudar a compreender melhor a necessidade da oração, de ficarmos a sós com o Pai, no silêncio, no deserto da alma, para não vacilarmos na nossa missão. Tudo o que Jesus havia feito em Cafarnaum era maravilhoso e lhe daria, provavelmente, muitos e muitos anos de fama e de sucesso. Ele poderia facilmente se enganar e achar que, pelo muito feito, já poderia “pendurar as chuteiras” e ficar numa boa.

Normalmente, quando estamos tristes e carentes, somos mais suscetíveis a longas orações, principalmente as de petição. No entanto, na minha oração, vejo um Jesus mostrando que a oração de agradecimento e escuta precisa ser constante em nossa vida. Eu imagino Jesus agradecendo ao Pai por estar sempre junto dele e também perguntando sobre o que fazer a partir daquele momento, além de se silenciar para ouvir o Pai.

Como estão nossas orações? Temos reservado um momento diário para colocar a conversa em dia com a Trindade Santa? Temos sabido ficar em silêncio para escutar o que Deus tem a nos falar? Dialogamos com o Senhor, antes de decidir o que fazer?

Experimentando a presença suave e firme do Senhor a nos levantar de nossas fraquezas, possamos nos colocar a serviço dos outros e levá-los, por sua vez, a conhecer Jesus e, mantendo-nos sempre na presença da Santíssima Trindade, consigamos a força necessária para não fraquejar em nossa missão.

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2015/a-cura-o-servico-e-a-oracao-mc-129-39

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ORAÇÃO

Senhor Jesus, recupera em mim a vida e a liberdade, fazendo assim o Reino acontecer na minha existência.
Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2014/01/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_5148.html

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A gratuidade do serviço

Lucas 17,7-10
Naquele tempo, disse Jesus: “Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’ Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso poderás comer e beber?’ Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado? Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.

Reflexão: O discípulo é alguém que serve. É aquela pessoa que aprendeu a superar o próprio egoísmo. Compreendeu a sua missão de discípulo servidor e reconhece até, ser um “servo inútil”, quer dizer não é indispensável. Há uma outra compreensão desta expressão. Os santos a entenderam assim: o discípulo apenas é um instrumento de Deus, um canal do qual Deus se serve para comunicar a sua graça, o seu amor. O canal por si não realiza nada. É preciso que a graça de Deus passe por ele, É Deus quem age!
Somos todos servos inúteis. Deus não precisa de nós, uma vez que ele pode, por si só, realizar todas as coisas. Mas Deus quis contar conosco, com a nossa colaboração, e isso não em vista da pessoa dele, mas sim em vista do nosso próprio bem, uma vez que, quando colaboramos com a obra da salvação da humanidade, estamos de fato participando de uma obra que não é humana, mas divina, o que se torna para nós causa de santificação e caminho de perfeição. O amor de Deus por nós é tão grande que faz da nossa inutilidade fonte de santificação e de vida nova, não só para nós mesmos, mas também para toda a Igreja, para todas as pessoas.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/11/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_12.html

 

Evangelho (Lc 17,7-10)

O Evangelho de hoje não se dirige à atitude do Senhor, mas à dos servos. Jesus convida os seus apóstolos, através do exemplo de uma parábola a considerar a atitude de serviço: o servo tem que cumprir o seu dever sem esperar recompensa. Jesus utiliza esse tema com objetivo de descrever nossa posição em relação a Deus. Ao colocar-se a serviço de Deus precisamos abandonar a ideia de recompensa e de direitos adquiridos. Assim, orientados por uma atitude religiosa e espiritual, não nos cabe estabelecer condições, nem colocar limites ao dom recebido de Deus, pois ele próprio se fez nosso “servidor”, “entregue” por nós, corpo e alma, até à morte e morte de cruz. E a nossa recompensa: o dom gratuito da bondade do Senhor e a Sua misericórdia, que não deixa de premiar o servo que ama generosamente e, na humildade, dá o melhor de si, para que o Reino de Deus possa de fato acontecer. Que não nos preocupemos com reconhecimento ou gratidão, mas coloquemos com alegria a serviço, tudo o que temos e somos. Pois antes mesmo de Jesus dizer essas palavras do Evangelho, sua Mãe já havia se declarado serva do Senhor: “Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” ( Lc 1,38). Maria nos ensina a sermos discípulos de Jesus. Ensina-nos a importância de ouvir e contemplar serena e confiantemente, mesmo nos momentos mais difíceis pelos quais ela passou. De onde vinha tanta força? Da comunhão com a palavra de Deus. Que ela nos ajude a sermos servos fiéis da vinha do Senhor e verdadeiramente comprometidos com a Tua Palavra.  #compromissocomaPalavradeDeus  #mãesqueorampelosfilhos

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Fonte:https://deskgram.net/explore/tags/CompromissoComAPalavraDeDeus

ORAÇÃO

Pai Santo, dá-nos sabedoria e coragem para sermos generosos. Que nas nossas relações com o próximo nós não procuremos buscar vantagens pessoais, mas sejamos movidos unicamente pela compaixão e a generosidade. Pelo Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/11/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_12.html

 

Busquemos ser grandes para o Reino

Marcos 10,35-45
Naquele tempo, Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: “Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir”.
Ele perguntou: “O que quereis que eu vos faça?” Eles responderam: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!” Jesus então lhes disse: “Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?” Eles responderam: “Podemos”. E ele lhes disse: “Vós bebereis o cálice que eu devo beber, e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado. Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado”. Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João. Jesus os chamou e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. Mas, entre vós, não deve ser assim; quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos”.

Reflexão: A partir das ambições dos discípulos, Jesus dá uma lição clara do que é ser seu discípulo e o que precisamos buscar na construção de nossa vida. O fato revela a ambição de dois, João e Tiago, e o confronto com os demais que, provavelmente, ficaram indignados porque também tinham a mesma pretensão. Podemos aprender hoje que as ambições nos dividem, a mania de ser mais do que os outros nos desunem: “A busca de honrarias e protagonismos interesseiros rompe a comunhão da comunidade cristã. Também hoje.” …
…Todo ser humano precisa querer crescer e ser mais. Mas, para nós cristãos, é crescer e atuar mais e mais em favor do Reino de Deus. “A grandeza não se mede pelo poder que se tem, pela posição que se ocupa ou pelos títulos que se ostentam.” Falando dos grandes do mundo, Jesus adverte: “Entre vós não deve ser assim. Quem quiser ser o maior entre vós seja aquele que vos serve, e quem quiser ser o primeiro entre vós seja o escravo de todos. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos”. Cristãos verdadeiros destacam-se pela humildade, pela simplicidade, disponibilidade, por colocar-se a serviço da comunidade e do próximo e solidarizar-se. Então, quem tem fé procura ser grande no serviço, no doar-se, no gastar a vida pelo bem, pela felicidade e pela vida do próximo.

Esta lição de Jesus vale para muitos âmbitos e setores. a) Vale para a vida interna da Igreja: há funções diferentes, e as pessoas que recebem mais destaque precisam seguir o exemplo de Jesus, lavar os pés dos outros. b) Vale também para cargos e autoridades da sociedade. Os que os ocupam devem buscar o bem comum do povo, servir os mais pobres e sofredores, e não “fazer-se”, “aproveitar do poder em benefício próprio”. Servir e dar a vida pela salvação e libertação do povo é meta de todo o ser humano, se não for desumano. O exemplo de Jesus é muito diferente das atitudes políticas que propõem liquidar com grupos e setores empobrecidos pela violência e até pela morte…

Ainda bem que na Igreja e na sociedade há milhões de pessoas que, no anonimato e na modéstia, vivem mais para os outros do que para si mesmos. Esses entenderam a advertência de Jesus: “Quem quiser ser o maior… quem quiser ser o primeiro, gaste e doe sua vida servindo, e não servindo-se dos outros”.

Fonte: https://padreivoorograodemostarda.wordpress.com/category/reflexao-2/

A oração, a vontade de Deus e o serviço no Reino nos coloca no nosso devido lugar no Reino.... Frase de Pastor Fabiano do Carmo.

Fonte : https://www.pensador.com/frase/MjM5ODM2NA/

ORAÇÃO

Pai, a exemplo de Jesus, transforma-me em servidor de meus semelhantes, e não me deixes ter medo de colocar minha vida a serviço de quem precisa de mim. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/05/homilia-comentario-e-reflexao-do_29.html

Se Cristo veio nos libertar não podemos continuar com as práticas que nos afastam do Salvador

Mc 9,38-43.45.47-48

Naquele tempo, João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”.

Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor.

Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa.

E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço.

Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.

Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno.

Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, ‘onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga’”.

 

Reflexão: Mais uma vez Jesus nos instrui a distinguir a diferença que há entre a mentalidade do mundo e o pensamento de Deus. Nós também, como os discípulos de Jesus, muitas vezes, entendemos que Jesus é de nossa propriedade exclusiva ou do movimento a que pertencemos. Diante do que Ele nos expõe, no entanto, concluímos que em nenhuma situação poderemos afirmar que alguém não está a serviço do reino somente porque não faz parte da nossa “turma”, da nossa religião ou da nossa comunidade. Jesus nos ensina a fazer todas as nossas ações em Seu Nome, isto é, por amor a Ele. Por isso, Ele acolhe de coração todas as pessoas que de uma maneira ou de outra trabalham com amor para a edificação da Sua Igreja. A Igreja é o Corpo de Cristo agindo no mundo. Porém, todo aquele que é de Cristo segue os seus ensinamentos. Deus quer salvar o homem do pecado e quem quiser seguir Jesus deve renunciar ao pecado mesmo que para isso tenha que renunciar a algo que muito lhe custa. Se Cristo veio nos libertar do pecado e da morte, não podemos continuar com as práticas que nos afastam do Salvador. Ninguém é Senhor de si mesmo, ninguém pode salvar-se por si só, por isso, Jesus, num sentido figurado nos manda arrancar a mão, o pé, isto é, cortar as ações que nos apartam da graça de Deus. – Você costuma desprezar as outras religiões ou pessoas de outras comunidades? – Você se considera dono (a) de Jesus? – A que ou a quem o seu pé ou a sua mão estão levando você? – Aquilo que você pratica, os lugares que você frequenta o (a) estão levando para Deus ou o (a) afastam Dele?

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-mc-938-43-45-47-48/

Fonte: https://cnbbne2.org.br/reflexao-xxvi-domingo-do-tempo-comum-ciume-invejoso-um-falso-zelo-que-escandaliza-mc-938-43-45-47-48/

ORAÇÃO

“Vem, Espírito Santo, faze-nos amar as Escrituras, para reconhecermos a voz viva de Jesus. Torna-nos humildes e simples, a fim de compreendermos os mistérios do Reino de Deus. Amém.”

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/mestre-vimos-alguem-expulsar-demonios-em-teu-nome-mc-938-43-45-47-48/

Para Deus a humildade é o trampolim para a glória

Mc 9,30-37
Naquele tempo, Jesus e seus discípulos atravessaram a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso, pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão, mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará”. Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar. Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “Que discutíeis pelo caminho?” Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior. Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles, e abraçando-a disse: “Quem acolher em meu nome uma dessas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas aquele que me enviou”.

Reflexão: Os discípulos não compreendiam as palavras de Jesus e não queriam aprofundar-se no que Ele lhes revelava, porque tinham medo de enfrentar dificuldades. Assim eles achavam melhor conversar sobre quem seria o maior no reino que eles entendiam que Jesus viera instaurar. Fizeram como nós que, muitas vezes, não temos coragem de enfrentar assuntos, como morte, enfermidades, sofrimentos, desafios e preferimos divagar sobre assuntos de coisas que nem sabemos se irão acontecer. Fugimos da realidade e achamos que por acreditar em Jesus, estamos isentos de passar por dificuldades. Isto ocorre em vista da nossa fraca percepção humana, da nossa carne covarde que teme o sofrimento e não se apoia no Espírito que nos fortalece. Não admitimos a dificuldade, a luta, o esforço e queremos logo conquistar a vitória e ter a recompensa pelo nosso trabalho. Nós também, como eles, queremos ter o primeiro lugar, ser grandes, ser o maioral, ter sucesso aqui na terra e também no céu, mas não pensamos no ônus que tudo isto pode nos acarretar. Para cada um de nós que hoje nos propomos a ser Seus discípulos (as), Jesus também esclarece: para seguir os passos do Mestre nós precisamos acolher as dificuldades próprias da nossa missão, com humildade sem querermos ser distinguidos (as) dos outros visando ocupar postos mais elevados, como os discípulos pretenderam. Por isso, Jesus também nos ensina: “se alguém quiser ser o primeiro que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” Para que sejamos grandes no céu e os maiores diante de Deus, nós temos que ser pequenos e humildes na terra, como uma criança que depende da força do Pai para caminhar. Devemos ter consciência de que para Deus a humildade é o trampolim para a glória.

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-mc-930-37-2/

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Fonte: https://www.gruposdejesus.com/25-tempo-ordinario-b-marcos-930-37-2/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, tira do meu coração todo ideal humano de grandeza, e faze-me compreender que ela consiste em fazer-me servidor. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/02/homilia-comentario-e-reflexao-do_21.html

Amar e lutar para construir um mundo mais justo e fraterno

Mt 24,42-51
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor. Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá. Qual é o empregado fiel e prudente que o senhor colocou como responsável pelos demais empregados para lhes dar alimento na hora certa? Feliz o empregado, cujo senhor o encontrar agindo assim, quando voltar. Em verdade vos digo, ele lhe confiará a administração de todos os seus bens. Mas, se o empregado mau pensar: ‘Meu senhor está demorando’, e começar a bater nos companheiros, a comer e a beber com os bêbados; então o senhor desse empregado virá no dia em que ele não espera, e na hora que ele não sabe. Ele o partirá ao meio e lhe imporá a sorte dos hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes”.

Reflexão: A vigilância é a espiritualidade do cuidado, da diligência com a alma, com a vida e tudo aquilo que faz. Vigilante não é aquele que leva a sua vida de qualquer jeito, que não se prepara para as circunstâncias nem os imprevistos da vida.

Todos nós passamos por situações de imprevistos na vida em diversas circunstâncias, e o que é vigiar senão estar preparado, senão cuidar a cada dia de si mesmo? Cuidar dos pensamentos, dos sentimentos, daquilo que dentro de nós se torna bagunçado.

Às vezes, chegamos de surpresa na casa de alguém para fazer uma visita, e a pessoa não está nos esperando. Então, ela nos recebe somente na porta, porque a casa está bagunçada, as coisas não estão em ordem e, geralmente, se nos deixam entrar, ficam com receio de que olhemos para o restante da casa ou fecham as portas do quarto para que ninguém veja.

O nosso quarto, a nossa casa, tem de estar cuidada a cada dia; não somente quando alguém vem nos visitar, não somente quando sabemos que alguém vai chegar, porque o bom amigo, a boa visita é aquela que chega sem avisar e estamos sempre preparados para recebê-la.

Deus não marca hora para vir nos buscar, para estarmos com Ele, mas se temos vigilância com a nossa vida, estamos preparados para estar com o Senhor hoje, amanhã ou depois, não vamos dizer: “Espera Senhor, eu tenho que arrumar a minha casa”.

…Na prática essa vigilância significa cumprir o próprio dever. O servo fiel e prudente dá alimento ao pessoal da casa na hora certa. Cuidar da casa significa cuidar da própria casa, da Igreja, do bairro, da cidade, do país..(http://franciscanos.org.br/?p=169599)

Cuide sempre do seu coração, esteja sempre com ele em ordem. Estejamos com as coisas sempre bem cuidadas para que não sejamos surpreendidos pela vida. Quem se cuida a cada dia vive bem a vida, quem se descuida da vida é tomado pelos imprevistos que, muitas vezes, nos surpreendem.

Que Deus nos dê a espiritualidade da vigilância e cuidado da nossa vida a cada dia.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

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ORAÇÃO

Senhor Jesus, que eu me prepare para o encontro contigo, amando meu próximo e lutando para construir um mundo mais justo e fraterno. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_29.html

Os humildes se corrigem e se deixam corrigir

Mt 23,13-22
Naquele tempo, disse Jesus: “Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós fechais o Reino dos Céus aos homens. Vós porém não entrais, nem deixais entrar aqueles que o desejam. Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós percorreis o mar e a terra para converter alguém, e quando conseguis, o tornais merecedor do inferno, duas vezes pior do que vós. Ai de vós, guias cegos! Vós dizeis: ‘Se alguém jura pelo Templo, não vale; mas, se alguém jura pelo ouro do Templo, então vale!’ Insensatos e cegos! O que vale mais: o ouro ou o Templo que santifica o ouro? Vós dizeis também: ‘Se alguém jura pelo altar, não vale; mas, se alguém jura pela oferta que está sobre o altar, então vale!’ Cegos! O que vale mais: a oferta, ou o altar que santifica a oferta? Com efeito, quem jura pelo altar jura por ele e por tudo o que está sobre ele. E quem jura pelo Templo jura por ele e por Deus que habita no Templo. E quem jura pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está sentado”.

Reflexão : Toda e qualquer hipocrisia deve ser condenada e combatida. Jesus não está combatendo os homens, pelo contrário, Ele está combatendo a hipocrisia reinante nos homens religiosos da sua época. Nós, que somos pessoas religiosas por vocação, pelo batismo, pela graça de servirmos a Deus, precisamos estar sempre vigilantes contra a tentação da hipocrisia.

O que é a hipocrisia? Sabemos o que é certo e o que é errado, temos uma facilidade para condenar o erro e a fraqueza dos outros, apontar quem está certo ou errado, mas temos uma facilidade ainda maior para absolvermos nossos próprios erros. Temos até uma postura sempre de desculpa com as nossas falhas e com os nossos limites.

Não é que precisamos ter uma postura de aceitar tudo que está errado no mundo, pelo contrário, não podemos cair num modo de vida farisaico, que tem, realmente, a capacidade de apontar o dedo, de ver que o erro é esse ou aquele e dizer: “Eu não cometo aquilo que os outros cometem, mas eu cometo outros erros e pecados”. O que precisamos fazer? Precisamos nos corrigir, deixar-nos converter a cada dia, colocar-nos numa atitude de vigilância, e colocar a nossa “barba de molho” a cada dia, sem jamais levantar o dedo para condenar essa ou aquela pessoa.

Não vejo o Mestre Jesus condenando nem discriminando ninguém. Eu vejo o Mestre Jesus amando os pecadores que acharíamos os piores pecadores da sua época. Contudo, eu vejo Jesus condenando qualquer hipocrisia.

Não podemos ser diferentes, temos de prestar atenção no que fazemos, no que falhamos, como nos portamos diante dos outros, porque a hipocrisia vai ser sempre uma tentação para a nossa vida.

Os humildes se corrigem e se deixam corrigir; os hipócritas e orgulhosos se fecham e não são corrigidos. Que Deus nos mostre a via da humildade que nos santifica sempre.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

 

Fonte: https://mensajealosamigos.wordpress.com/2016/08/21/tiempo-ordinario-lunes-21-ciclo-c/

ORAÇÃO

Pai Santo, o primeiro anúncio que nós fazemos do teu Reino de Amor é com o nosso jeito de viver. Só a nossa vida nos fará arautos confiáveis perante os irmãos. Dá-nos, Pai Amado, sabedoria e coragem para seguir o Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_26.html