Se a sua riqueza é o Reino dos Céus, Deus estará no seu coração

Mateus 19,23-30
Naquele tempo, Jesus disse aos discípulos: “Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no reino dos Céus. E digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus”. Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados, e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”.Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. Que haveremos de receber?” Jesus respondeu: “Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos. E muitos que agora são os últimos, serão os primeiros.

Reflexão: Quando escutamos esse Evangelho de Jesus, parece uma sentença condenatória que exclui os ricos do Reino dos Céus, entretanto, o problema não é ser rico, mas a maneira de lidar com as riquezas. O maior tesouro que podemos ter na vida é o Reino dos Céus, é o tesouro que não perece, que ninguém rouba nem tira de nós, mas quando colocamos o nosso coração em outros tesouros, não abraçamos o Reino dos Céus.

A verdade é que o Reino dos Céus não exclui ninguém, são as pessoas que excluem o Reino dos Céus, porque têm preferência por outras riquezas.

Graças a Deus, conheço pessoas ricas e pobres, que mantêm a graça essencial do Reino dos Céus: a simplicidade de vida. Elas trabalham, dedicam-se, têm os seus empreendimentos, mas não colocam ali o seu coração; elas não desprendem o coração de Deus, porque Ele é a maior riqueza da sua vida.

Há pessoas que trabalham para progredir na vida de forma justa, honesta e correta, é assim que Deus quer que todos possamos progredir. O problema é quando a riqueza faz crescer dentro de nós a cobiça e o desejo desenfreado pelos bens; a partir disso, o coração se anela àquilo que ele anseia. “Onde está o tesouro, ali estará o seu coração” (Mateus 6,21). Portanto, se a sua riqueza são os bens deste mundo, é aqui que você vai colocar o seu coração, mas se a sua riqueza é o Reino de Deus e as coisas d’Ele, se a sua riqueza é o bem e os valores eternos, pode ter a certeza de que, sendo rico ou pobre, Deus estará no seu coração.

Não se prenda aos bens deste mundo, não coloque sua confiança nos bens materiais, porque tendo posse ou não, seja uma pessoa desprendida, aguerrida, trabalhadora e dedicada, mas saiba ter ordem e valores. “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e todas as coisas vos serão acrescentados na nossa vida”.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: http://www.alphaeomega.org.br/site/2013/08/20/evangelho-mt-1923-30/

ORAÇÃO

Pai Santo, envia o teu Espírito para ensinar-nos a nos desapegarmos dos bens que a tua Providência nos ofereceu. Que façamos deles instrumentos para aliviar as carências dos irmãos de caminhada – e que o façamos com alegria, sem desejar retornos ou mesmo gratidão. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade doEspírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/08/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_6331.html

 

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A realização pessoal verdadeira é aquela que nos realiza como seres humanos criados à imagem e semelhança de Deus

Mc 9,30-37
Naquele tempo, Jesus e seus discípulos atravessavam a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso, pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão, mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará”. Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar. Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “Que discutíeis pelo caminho?” Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior.Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles, e abraçando-a disse: “Quem acolher em meu nome uma dessas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas àquele que me enviou”.

Reflexão:  No longo processo de sua formação, os discípulos foram sendo instruídos no modo de ser característico de quem aderiu ao Reino de Deus. Jesus ensinou-os a serem solidários, a cultivar a união fraterna, a estarem sempre prontos para servir. Não foram educados com critérios humanos de superioridade ou inferioridade, pois entre eles deveria reinar a igualdade.

As lições do Mestre nem sempre encontraram corações abertos para acolhê-las. Os discípulos mostravam-se reticentes em abrir mão de sua mentalidade. Daí, a preocupação em saber quem, dentre eles, seria o maior, ou seja, quem teria autoridade sobre os outros, quem seria o mais importante objeto da reverência e do respeito dos demais. Tudo ao inverso do que lhes fora ensinado pelo Senhor Jesus!

E então, Jesus resume, numa frase, um princípio de ação que deveria nortear a vida do discípulo: “Quem quiser ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos”. Esta era Sua pauta de ação. Ele se apresentava como Servo. E Sua vida definia-se como serviço a todos, sem distinção.

Cristo nunca esteve em busca de grandezas, muito menos reduziu os discípulos à condição de escravos Seus. Não se preocupou em granjear a estima e a reverência alheias, a qualquer custo. Simplesmente seguiu o Seu caminho de servidor, esforçando-se por satisfazer as carências e os sofrimentos humanos. Apresentou-se como exemplo a ser imitado!

Vivemos dias de muita insegurança e decepções com respeito ao comportamento das pessoas. É muito comum, hoje – talvez muitos influenciados pelos meios de comunicação social em geral – a vontade incontestável de crescer socialmente, de “subir na vida”, mas não no sentido espiritual e sim material, para se tornar “celebridade”.

A busca de glória, fama, cargo. Tudo isso, porém, só se pode satisfazer plenamente quando for estruturado na sua raiz, pelo que é bom, pelo que é honesto, alicerçado em Deus.

Você que busca a glória humana, saiba que a celebridade social é muito falsa, fingida e cheia de interesses anexos que vão frustrando aqueles que a alcançam e alcançaram. Até porque num “piscar de olhos” se acaba e a pessoa se sente completamente só e ignorada por aqueles que a aplaudiam enquanto lhes interessava.

Nesse trecho do Evangelho de Marcos, Jesus adverte os apóstolos e lhes diz: “Se algum de vocês quer ser o maior, seja o menor, seja o último, seja aquele que serve.” Quando nos atemos às palavras de Jesus e procuramos segui-las , colocando-as em prática na nossa vida, descobrimos que servir é melhor do que ser servido.

Quando damos um presente como sinal de grande amizade sentimo-nos plenamente realizados só em sentir a alegria e contentamento de quem o recebeu. Ele será, certamente, algo que nunca nos deixará esquecidos por aquele amigo ou por aquela família.

A doação sincera – seja ela material ou espiritual – produz em nós uma alegria inigualável, fruto da presença do nosso Deus, que nos criou, principalmente, para amarmos a todos como Ele nos ama.

A realização pessoal verdadeira não é aquela que faz das pessoas celebridades sociais com um tempo muito curto de glória, mas sim é aquela que nos realiza como verdadeiros seres humanos, criados à imagem e semelhança de Deus.

Os apóstolos tornaram-se verdadeiras “celebridades” para as coisas de Deus. Todos simples, sem estudos e preparo, foram chamados por Jesus e capacitados para a missão de divulgar a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Eles são e serão até o fim dos tempos as verdadeiras “celebridades”: simples, sem arrogâncias e nunca esquecidas.

Somos também chamados a ser “celebridades”, desde que na humildade, simplicidade e sem aspiração de grandezas. Celebridades do bem!

Peçamos ao Pai celeste que tire do nosso coração os ideais mundanos de glória e nos coloquemos no verdadeiro caminho para sermos glorificados por Ele, fazendo-nos servos de todos.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/02/homilia-comentario-e-reflexao-do_21.html
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Fonte: http://www.jardinierdedieu.com/article-mc-9-30-37-25eme-dimanche-du-temps-ordinaire-b-110219671.html

ORAÇÃO

Senhor Jesus, tira do meu coração todo ideal humano de grandeza, e faze-me compreender que ela consiste em fazer-me servidor. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/02/homilia-comentario-e-reflexao-do_21.html

Na busca contínua da vontade de Deus

 Mc 3,13-19

Naquele tempo, Jesus subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram até ele. Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar, com autoridade para expulsar os demônios. Designou, pois, os Doze: Simão, a quem deu o nome de Pedro; Tiago e João, filhos de Zebedeu, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do trovão”; André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, e Judas Iscariotes, aquele que depois o traiu.

Reflexão: A palavra “discípulo” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mt 28,18-20) para que fossem suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos. No entanto, mesmo quando Jesus ainda estava na terra, os termos discípulos e apóstolos eram de certa forma usados alternadamente, enquanto Jesus os treinava e enviava para pregarem.

Jesus não chamou para seu grupo de discípulos os mais preparados do seu tempo, mas, os mais disponíveis. Há um provérbio popular que diz: “Deus não chamou os mais capacitados, mas capacitou os que chamou”. Chamou simples pescadores – Pedro, André, Tiago, João. Chamou o cobrador de impostos. Chamou gente simples. Não significa que discriminou. Apenas, significa que o coração mais simples está livre de muitas preocupações. Estes chamados recebem o mesmo poder de Jesus: anunciar o Reino, autoridade para expulsar os espíritos maus e curar todas as doenças, missão de libertar as pessoas de todos os males.

“ A admiração pela pessoa de Jesus, seu chamado e seu olhar de amor despertam uma resposta consciente e livre desde o mais íntimo do coração do discípulo, uma adesão de toda sua pessoa ao saber que Cristo o chama por seu nome (cf. Jo 10,3). É um “sim” que compromete radicalmente a liberdade do discípulo a se entregar a Jesus, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6). É uma resposta de amor a quem o amou primeiro “até o extremo” (cf. Jo 13,1). A resposta do discípulo amadurece neste amor de Jesus: “Te seguirei por onde quer que vás” (Lc 9,57). (DAp136).

Fonte: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/2012/01/mc-3-13-19-jesus-forma-sua-equipe.html

MARCOS 3.14

Fonte: https://reflexionesevangelio.wordpress.com/2015/09/20/marcos-3-13-19/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, eu creio que estou na tua presença e te adoro profundamente. Ilumina a minha inteligência e fortifica a minha vontade,de modo que a minha vida seja, aos poucos, transformada pelo encontro contigo. Liberta-me de tantas coisas que me oprimem, ensina-me a evitar a dispersão em muitos interesses superficiais; ajuda-me na busca contínua da tua vontade. Espírito Santo, cria em mim um coração novo, capaz de amar todas as pessoas. Que a minha oração seja sustentada pela intercessão de Maria, Mãe da Igreja e modelo de disponibilidade à voz de Deus. Amém.

Fonte: leituraorantedapalavra

As palavras movem, mas os exemplos arrastam

Mt 23,13-22

Naquele tempo, disse Jesus: Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós fechais o Reino dos Céus aos homens. Vós porém não entrais, nem deixais entrar aqueles que o desejam.
Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós percorreis o mar e a terra para converter alguém, e quando o conseguis, o tornais merecedor do inferno, duas vezes pior do que vós. Ai de vós, guias cegos! Vós dizeis: ‘Se alguém jura pelo Templo, não vale; mas, se alguém jura pelo ouro do Templo, então vale!’ Insensatos e cegos! O que vale mais: o ouro ou o Templo que santifica o ouro? Vós dizeis também: ‘Se alguém jura pelo altar, não vale; mas, se alguém jura pela oferta que está sobre o altar, então vale!’ Cegos! O que vale mais: a oferta, ou o altar que santifica a oferta? Com efeito, quem jura pelo altar, jura por ele e por tudo o que está sobre ele. E quem jura pelo Templo, jura por ele e por Deus que habita no Templo. E quem jura pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que nele está sentado.

Reflexão:  Uma das virtudes humanas mais apreciadas pela maioria das pessoas é, sem dúvida nenhuma, a coerência de vida. Na própria vida de Jesus podemos ver um grande exemplo de coerência humana, pois Ele atua como prega. As palavras de Jesus não ultrapassam sua atuação. Vivamos para que nossa palavra e a prática sejam niveladas. Será melhor, se tivermos mais ação do que palavra, pois as palavras movem enquanto que o exemplo arrasta (Verba movent, exempla trahunt, diz o ditado latim).

Os seguidores de Cristo são alertados a considerar tal comportamento incompatível com a sua opção. O exibicionismo e a hipocrisia devem ser combatidos com o espírito de simplicidade e humildade. Isto exigirá de todos nós cultivar uma atitude de fraternidade e igualdade. A atitude que convém ao discípulo consiste em fazer-se servidor de seu semelhante, num gesto de amor de gratuidade.

Todos nós somos chamados a ser de Cristo e a viver como Cristo. Não fechemos a porta do Reino para aqueles que não são de nossa condição social, econômica ou cultural ou que não pensam como nós. Nossas palavras não ultrapassem nossa atuação. Que seja mais ação do que pregação. Não sejamos escândalos para os outros. Ganhemos todos para Cristo e para ser novos parceiros do bem e não para que sejam de nosso grupo egoísta…
Há momentos em que precisamos parar para reconhecer nossos pecados antes que eles destruam nossa vida… Nosso Deus, o Deus da vida, o Deus de Jesus Cristo, o Deus Pai Nosso é glorificado quando vivemos de verdade sem medos nem mediocridades nem retaguardas e assim por diante. Um cristão vivo nesta maneira será capaz de dar vida ali onde se encontra. Somente assim se pode anunciar com verdade que temos uma Boa Notícia para dar ao mundo, porque o Filho de Deus não veio para nos julgar e sim para dar vida e a vida em abundância (cf. Jo 10,10).

Fonte: http://vitus-passoadiante.blogspot.com.br

ORAÇÃO

Pai Santo, o primeiro anúncio que nós fazemos do teu Reino de Amor é com o nosso jeito de viver. Só a nossa vida nos fará arautos confiáveis perante os irmãos. Dá-nos, Pai Amado, sabedoria e coragem para seguir o Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_26.html

Capacitação, vivência, oração e oportunidade podem fazer algo sair do chão e se edificar

Mt 10,1-7

Naquele tempo, Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder de expulsar os espíritos maus e de curar todo tipo de doença e enfermidade. Estes são os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes, que foi o traidor de Jesus. Jesus enviou estes Doze, com as seguintes recomendações: “Não deveis ir aonde moram os pagãos, nem entrar nas cidades dos samaritanos! Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’”.

Reflexão: A didática de Jesus é a prova clara que capacitação, vivência, oração e oportunidade podem fazer algo sair do chão e se edificar.
Jesus escolheu pessoas simples, talvez pra dizer a nós “estudados” que a sabedoria não se encontra em livros de faculdade ou bibliotecas, mas sim no contato simples com as pessoas que vêem chuviscos onde vemos tempestades; que comem apenas feijão e farinha e mesmo assim dão Glórias a Deus por estarem vivas; que são zombadas, criticadas quando fazem suas “rezas e novenas” pra chuva chegar e se não vem, mesmo assim agradece.
“(…) Que diremos depois disso? Se Deus é por nós, quem será contra nós”? (Romanos 8, 31)
Fico a imaginar a nossa fé sem André, que acreditava em João Batista e apresentou Pedro a Jesus (João 1, 41); Imagino a nossa igreja sem Tiago, que tomava conta das igrejas enquanto Pedro percorria a região; ou Felipe que na Santa Ceia consolidou um pedido: a nossa esperança nas mãos de Deus (João 14, 8).
Estes que citei foram “coadjuvantes” dos “grandes” apóstolos. Desempenhavam um trabalho singelo e silencioso. Acredito que nenhum deles tenha se proposto a fazer algo que não tinham a capacidade de fazer.
Uma dura verdade: nossa fraqueza humana nos atrai a holofotes, brilhos, vaidades, tapinhas nas costas, (…). Não vi em nenhuma passagem da bíblia, Jesus ostentando sabedoria ou poder e esse fato intriga alguns estudiosos ao ponto de alguns não acreditarem que Jesus realmente ter existido, pois todo homem tem seu lado previsível e Jesus contradizendo o previsível conseguia ser o senhor do improvável. Batiam em sua face. Esperava-se uma resposta áspera, dura ou um troco e Ele olhava nos olhos do seu algoz e relevava; entre outras.
Em nossas comunidades temos dificuldade em falar com os “grandes astros”. Pessoas que não cantam nas missas e sim fazem shows; não cantam, “se esgoelam”; não fazem comentários, e sim homilias; se pudessem, pediriam pro padre ir embora e eles (as) mesmo “fariam” a missa (…). Vejo também com tristeza a banalização da fé cristã e como as pessoas por desespero se apegam e confiam em pessoas e aos poucos Deus fica em segundo plano.
“(…) Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne. Porque os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis”. (Romanos 8, 31)
Jesus sai mais uma vez a procura de apóstolos. Talvez você, eu, nós não tenhamos o dom de cantar, falar em público, anunciar; mas Jesus conhece profundamente nosso coração e deste coração quer usar para consolar, amar, resgatar, servir aos outros ou de ser um pé de bode em prol de algo maior: “(…) procurem as ovelhas perdidas do povo de Israel. Vão e anunciem isto: “O Reino do Céu está perto.”.
Em suma…
“(…) Nós devemos ter sempre a convicção de que, se fomos chamados para trabalhar no Reino de Deus, foi Jesus quem nos chamou. Outras pessoas podem até ter participado deste chamado, mas forma instrumentos nas mãos de Jesus para que esse chamado acontecesse. E porque foi Jesus quem nos chamou, é da obra dele que participamos. Não temos o nosso próprio projeto e nem participamos de projetos de outras pessoas, mas na verdade, nos inserimos no projeto do próprio Jesus. Com isso, não realizamos a nossa obra, mas a obra daquele que nos chamou e não agimos pelo nosso próprio poder, mas agimos pelo poder daquele que nos chamou e nos enviou para a realização do seu projeto de amor”. (reflexão proposta pelo site da CNBB)

fonte: http://deusemaior.com.br/2011/07/06/evangelho-de-hoje-06072011-mateus-10-1-7/

imagem fonte: http://www.santateresinhago.com.br/noticia.php?id=249

ORAÇÃO

Pai, tu me escolheste para ser companheiro de missão de teu Filho Jesus. Que eu seja capaz de percorrer, com fidelidade, o mesmo caminho trilhado por ele.

fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_9.html

 

Com o pouco ou com o muito que temos, nosso coração precisa estar em Deus

Jo 6,22-29

Depois que Jesus saciara os cinco mil homens, seus discípulos o viram andando sobre o mar. No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar constatou que havia só uma barca e que Jesus não tinha subido para ela com os discípulos, mas que eles tinham partido sozinhos.
Entretanto, tinham chegado outras barcas de Tiberíades, perto do lugar onde tinham comido o pão depois de o Senhor ter dado graças. Quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum.
Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”. Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.

Reflexão: Muitas vezes, ficamos entusiasmados com Deus quando Ele abençoa, faz crescer aquilo que já temos, quando a nossa mesa está farta, quando conseguimos um bom emprego, quando conseguimos melhorar no que fazemos. Associamos, muitas vezes, nossa ligação com Deus com o que é material.

Não permita que sua ligação com Deus seja comercial, material e capitalista. Na penúria ou abundância, nosso coração precisa ser de Deus. Com o pouco ou com o muito que temos, nosso coração precisa estar n’Ele!

Não pense que ter muitas graças é ter muitas coisas, porque, às vezes, a pessoa está aumentando suas riquezas, seus bens, suas posses e diz: “Ah, é Deus quem está me abençoando!”. Não é verdade que o aumento de posse, de bens materiais seja sinônimo de aumento de graça, porque, tantas vezes, o aumento das coisas materiais acaba sendo uma verdadeira desgraça para a nossa vida, nos torna pessoas orgulhosas, avarentas e opulentas.

Tantas vezes, crescer na posse dos bens materiais nos afasta da posse da graça do essencial. Deus abençoa quem trabalha com aplicação, com diligência, quem coloca os seus dons e é capaz de melhorar e crescer na vida.

Não pense que aqueles que levam uma vida simples, que se contentam com o pouco que têm são menos abençoados por Deus. Muitas vezes, a pessoa na pior das indigências é toda de Deus. E como é difícil uma pessoa que muito têm lembrar-se de Deus e ser livre para servi-Lo.

Por isso, meus irmãos, não trabalhemos apenas pelo pão dessa vida, pelos elementos e alimentos dessa vida, mas coloquemos os nossos esforços no alimento que permanece para sempre: a vida eterna que o Filho de Deus nos trouxe. Os outros alimentos são perecíveis, servem para essa vida, mas o alimento que nos sustenta para a eternidade é o próprio Jesus quem nos dá!

A bênção não está em possuir muito, mas em se abrir para que a graça de Deus esteja em nós, para que o Pão da Vida seja o nosso alimento e a nossa busca pelo Reino de Deus não seja menor do que nossos esforços pelo bens terrenos.

Vivamos o equilíbrio da vida, sabendo trabalhar para conquistar o pão de cada dia e dando o melhor de nós para alcançar o pão da eternidade!

fonte: http://homilia.cancaonova.com/homilia/jesus-e-o-alimento-que-nos-conduz-a-eternidade/

imagem fonte: http://mulpix.com/instagram/dos_que_nele_jesus.html

ORAÇÃO

Senhor Deus e Pai!
A ti, a nossa gratidão pela vida que desperta, pelo calor que
cria vida, pela luz que abre nossos olhos.
Nós te agradecemos por tudo que forma nossa vida, pela terra, pela água, pelo ar, pelas pessoas. Inspira-nos com teu Espírito Santo os pensamentos que vamos alimentar,as palavras que vamos dizer, os gestos que vamos dirigir,a comunicação que vamos realizar.
Abençoa as pessoas que nós encontramos, os alimentos que vamos ingerir.
Abençoa os passos que nós dermos, o trabalho que devemos fazer.
Abençoa, Senhor, as decisões que vamos tomar, a esperança que vamos promover,a paz que vamos semear,a fé que vamos viver, o amor que vamos partilhar.
Ajuda-nos, Senhor, a não fugir diante das dificuldades, mas a abraçar amor as pequenas cruzes deste dia.
Queremos estar contigo, Senhor, no início, durante e no fim deste dia.
Amém.

fonte: http://www.cristominhacerteza.com/

RAMOS: A CAMINHO DA JERUSALÉM INTERIOR

Senhor, domingo de Ramos me motiva a fazer o percurso em direção à minha Jerusalém interior. Mas, para descer em direção a esta cidade é preciso despojar-me da vaidade, do prestígio e do poder, montado no jumentinho da simplicidade.

Minha Jerusalém interior é também lugar das contradições e ambiguidades; ali dentro experimento a trama de relações conflitivas, ali me deparo com as angústias, carências e dúvidas…
Preciso cuidar o coração da minha “Jerusalém interior”, esvaziá-la, limpá-la, aquecê-la, transformá-la em humilde e acolhedor espaço, para que o Espírito do Senhor possa aí descer e habitar, transmitindo-lhe vida, luz, calor, paz, ternura…
Preciso voltar a pôr o “coração de Deus no coração de minha Jerusalém”. Faz-se necessária uma opção corajosa, como Jesus, para entrar e estar no interior de minha Jerusalém, para aí descobrir o verdadeiro coração de Deus, que pulsa no ritmo dos excluídos, dos sofredores, dos sedentos.
Preciso aprender a integrar meus conflitos da cidade interior para convertê-los em vida nova a partir do silêncio, e é preciso percorrer as ruas descoloridas e violentas do espaço interno. Meu zelo e amor pelo Evangelho e pela semente do Reino que nele está contida, há de favorecer o advento de uma “nova Jerusalém”, cheia de humanidade e comunhão, de justiça e de fraternidade.
Preciso aprender a ler a minha Jerusalém com os olhos pacientes, misericordiosos, fecundos, cordiais…
Ali reconhecer também a presença das beatitudes originais que habitam o meu coração; ali sentir a força da ação do Espírito em cada canto desta cidade e em cada rosto que encontrar; ali terei acesso a outros recursos e possibilidade de vida que ainda não foram ativados.
Ao mesmo tempo, entrar na minha Jerusalém me faz consciente de que sou ser em movimento, protagonista de mudança, capaz de criar novo modo de existir, de romper com o instituído e buscar o diferente, o novo, o desconhecido… Jerusalém é missão: é preciso “descer” em direção às periferias da minha Galiléia e ali prolongar a atividade criativa e libertadora de Jesus.

fonte: http://www.cristominhacerteza.com/

imagem fonte: http://blog.cancaonova.com/cleberrodrigues/o-que-e-domingo-de-ramos/

Oração de Domingo de Ramos

 

Neste dia de alegria que te acolhemos Jesus,como nosso Rei e Salvador,
também caminhamos na sombra da Tua cruz.
Hossana! Hossana!
Abençoado sejas porque vieste
em nome de Deus para nos salvar.
Hossana! Hossana!
Fortalece a nossa fé neste Domingo de Ramos para que,
quando chegar o tempo de carregar a cruz,
continuemos a aclamar-Te em sentida oração.
Concede-nos a Graça e a coragem para Te seguir
nesta Semana Santa, da morte à Ressurreição,
das trevas ao esplendor da Luz.
Precisamos de Ti, Jesus, nosso Salvador,
Hossana! Hossana!

fonte: http://gjlumiar.blogs.sapo.pt/25054.html

O Ponto Afinal

O ponto esclarece ao final ou provocar se faz necessário ?

O eu insólito ...

Jaqueline Bastos

Letra em Flor

Por Vanessa Veloso

Deixando Deus falar...

"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar." (Mateus 24:35)

Doando Amor

Faça mais do que existir !