Não é bom ficar sem luz nem guia na vida

João 6, 60-69
“Naquele tempo, muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: ‘Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?’ Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: ‘Isto vos escandaliza? E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. Mas entre vós há alguns que não crêem’. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo. E acrescentou: ‘É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai’. A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. Então, Jesus disse aos doze: ‘Vós também vos quereis ir embora?’ Simão Pedro respondeu: ‘A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus’”.

Reflexão: O discurso de Nosso Senhor na sinagoga de Cafarnaum, sobre o pão da vida, a Eucaristia foi para aquele povo uma palavra dura. Como..? Diziam, murmuravam uns aos outros; comer de sua carne e beber de seu sangue..? E diziam: É verdade que o Rabi fez grandes milagres, multiplicou os pães, alimentou cinco mil homens, nos revelou grandes profecias, falou-nos de um Reino do Céu, que não sabíamos existir, ressuscitou mortos; mas comer de sua carne e beber de seu sangue..? Não.. isso…não..! É demais, um absurdo para ouvir, comer sua carne humana! O Mestre pirou, enlouqueceu, longe de nós seguirmos sua louca doutrina..!? A fé dos discípulos encontrou um obstáculo difícil. Os discípulos começaram a murmurar-se, por causa da nova novidade da doutrina dizendo: “Esta palavra é dura. Quem pode escuta-la?” Jesus sabendo dos seus pensamentos lhes disse: “Isto vos escandaliza? E quando virdes o filho do homem subindo para onde estava antes? O Espírito e que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vós falei são espírito e vida. Mas entre vós alguns que não crêem.”Jesus escolheu discípulos, tornou-se um pai para eles; alguns eram pescadores, um publicano, um zelote, isto é, gente que viviam à margem da lei, da sociedade, e da religião hebraica. Chegou agora também para eles o momento de dar sua resposta à dramática alternativa de escolher: “Quereis ficar comigo, ou quereis ir embora? “Os discípulos não conseguem dar o passo esperado… muitos abandonaram Jesus. Estavam depois do entusiasmo da novidade do Reino de Deus, decepcionados com a doutrina da Eucaristia, entraram em crise diante da novidade que devia proceder a Nova e Eterna Aliança. Estão livres; muitos se retiram, outros ficam…Ficam só os doze que formarão a Igreja, mas ficam não mais como antes, sem compromisso; agora sabem que escolheram a Ele para a vida a para a morte. “Tu tens palavras de vida eterna – Nós cremos firmemente e reconhecemos que és o santo de Deus”.O debate entre Jesus e os discípulos a respeito do “Pão da vida”, aumenta em tensão quando Ele fala da necessidade de comer sua carne e beber seu sangue ( Jo 6,51-52 ) Na mentalidade judaica, seria uma abominação, porque corresponde a uma atitude que vai contra qualquer sentido de pureza religiosa. São João no Evangelho às comunidades cristãs quer imprimir na Igreja, que Nosso Senhor tem plena consciência de sua missão e identidade. Sua fala refere-se em primeiro lugar a seu gesto de entrega em favor da humanidade, ou seja, sua vida – corpo e sangue – em favor da vida de todos. Nunca como hoje, os cristãos se encontram diante daquela pergunta explicita de Jesus: “Quereis vós também retirar-vos?” – “Quereis ir embora também..? Todos os dias encontramos alguém que “volta para trás e não vai mais com Ele”, porque julga seu discurso duro demais… – “Quereis ficar comigo, ou quereis ir embora”.?! Muitos de nós parecem não ter se dado conta disto, porque continuam a dobrar um joelho a Deus e outro ao anti-cristo. Da escuta da verdade do Evangelho, retrocedem à escuta entusiástica do anti-evangelho relativista do mundo. O caminho que Deus nos propõe, por meio de seu Filho Jesus, nos liberte de todo o egoismo, orgulho, autossuficiência e da escravidão. Diante desse dois caminhos, a quem iremos? Nosso Senhor Jesus Cristo é o único que tem palavra de vida eterna, pois nos conduz ao Pai. Nele, esta a vida em plenitude. Digamos hoje e sempre para o Senhor Jesus: “A onde iremos Senhor, só tu tens palavras de vida eterna.’ ( Jo 6,68 ) Amém!

Fonte: http://joseinacioh.blogspot.com/2015/08/evangelho-sao-joao-660-69-21-do-seria.html

Fonte: http://passionistas.pt/ano-b-xxi-domingo-do-tempo-comum/

ORAÇÃO

Senhor Jesus, tu és o Caminho. Em meio a sombras e luzes, alegrias e esperanças, tristezas e angústias, Tu nos levas ao Pai. Não nos deixes caminhar sozinhos. Fica conosco, Senhor!Tu és a Verdade. Desperta nossas mentes e faze arder nossos corações sedentos de justiça e santidade. Ajuda-nos a sentir a beleza de crer em Ti. Fica conosco, Senhor!Tu és a Vida. Abre nossos olhos para Te reconhecermos no “partir o Pão”, sublime sacramento da Eucaristia. Alimenta-nos com o Pão da Unidade. Sustenta-nos em nossos sofrimentos, faze-nos solidários com os pobres, os oprimidos e os excluídos. Fica conosco, Senhor!Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida, no vigor do Espírito Santo, faze-nos teus discípulos missionários. Com a humilde serva do Senhor, nossa Mãe Aparecida, queremos ser alegres no Caminho para a Terra Prometida. Corajosas testemunhas da Verdade libertadora. Promotores da vida em plenitude. Fica conosco, Senhor! Amém.(Oração composta pela Arquidiocese de Brasília)

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/so-tu-tens-palavras-de-vida-eterna-jo-660-69/

 
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Para eu poder ser feliz, eu preciso fazer o outro feliz

Mateus 19: 16-22

Naquele tempo, alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?” Jesus respondeu: “Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”. O homem perguntou: “Quais mandamentos?” Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe, e ama teu próximo como a ti mesmo”.O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. Que ainda me falta?” Jesus respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico.

Reflexão: Na sua resposta Jesus corrige a pergunta do jovem rico. Em vez de usar a palavra “possuir”, Jesus usa a palavra “entrar”: “Se queres entrar na vida eterna…”. Jesus quer lhe dizer: “Deus te oferece a vida, portanto não é que tu possas possuí-la e sim, se quiseres participar nela, observa os mandamentos; se quiser entrar nela pratique a bondade, já que tu me perguntas ‘o que eu devo fazer de bom…’”. A bondade é a própria perfeição possuída por um ser e é a capacidade que possui num ser de dar a outro a perfeição que lhe falta. A bondade é a disposição natural a fazer o bem ou a trabalhar corretamente pelo bem de todos. Bondoso é quem se comporta com bondade. Quem tem bondade é porque tem amor.

O texto nos diz que o jovem rico observa todos os mandamentos. Mas ele insiste: “O que ainda me falta?”. Nesta pergunta percebemos algo importante de que por mais que alcancemos algo, sempre falta alguma coisa ou algumas coisas na nossa vida. Por melhores que nós possamos ser, sempre falta alguma coisa na nossa vida ou para nossa vida. Com efeito, nós somos o que somos e o que nos falta. Com efeito, não somos cristãos e sim estamos cristãos, isto é, estamos em processo para ser verdadeiros cristãos a exemplo do próprio Cristo. Em nós há algo que exige de nós muito mais, que nos convida a fazermos um passo adiante, que exige profundidade de relações, relações pessoais com Deus e com os demais homens. O que falta em nós nos dá força para que possamos buscá-lo e pode nos inquietar.
Na sua resposta Jesus diz ao jovem que ele deve desfazer-se de tudo o que tem sem esperança de retorno: “vender tudo e dar o dinheiro aos pobres”. Não somente “vender tudo”, porque o jovem poderia possuir o dinheiro, fruto da venda dos bens. Jesus exige dele muito mais: “dar aos pobres” tudo que é o fruto da venda dos bens. Deixada a segurança da riqueza ele encontrará outra segurança superior (Mt 6,25-34) que é o próprio Jesus que é o Caminho, a verdade e a Vida (cf. Jo 14,6). Por isso, em seguida Jesus acrescenta: “Depois, vem e segue-me”. Jesus chama-o à nova fidelidade, ao amor a todo homem, como o Pai do céu (Mt 5,48). A felicidade plena, a vida em abundância está na partilha, na solidariedade, na compaixão, no amor mútuo… A felicidade não se obtém na sua busca e sim na partilha. Para eu poder ser feliz, eu preciso fazer o outro feliz. Este é o paradoxo da vida autêntica.
… Saber renunciar às coisas materiais é ser rico. Dar ou partilhar é a manifestação da riqueza. Segurar egoisticamente, sem partilha, é a expressão do pobreza interior. Para possuir o Tudo temos que aprender a deixar tudo. Posso possuir as coisas, mas jamais as coisas podem me possuir para que eu possa manter minha liberdade e leveza na vida. O apego exagerado aos bens materiais é um terrível empecilho para o seguimento de Jesus. A dinâmica deste seguimento vai exigindo rupturas sempre mais radicais dos bens deste mundo. É preciso usarmos as coisas que passam e abraçarmos as coisas que não passam. Quem não está livre para fazê-las, ficará na metade do caminho, como o jovem rico no evangelho lido neste dia. O caminho da perfeição passa pela liberdade de coração, em relação aos bens deste mundo, para buscar Deus e solidarizar-se com os mais necessitados. É assim que se chega à vida eterna. Um homem que não cresce diariamente regride um passo cada dia.

“O que devo fazer para entrar na vida eterna” e “O que ainda me falta?”. São duas perguntas que devem ser respondidas por cada um de nós diariamente. Nós somos o que somos e o que nos falta, pois o nosso ideal é bastante alto: “Sejam perfeitos como o Pai do céu é perfeito” (Mt 5,48). Eu estou sendo o que devo ser para chegar a ser o que, na verdade, sou. Eu não posso me distanciar, cada vez mais, daquilo para o qual devo ser.

Fonte: http://vitus-passoadiante.blogspot.com

Fonte: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com/2016/08/mt-1916-22-deus-tudo_1.html

ORAÇÃO

Pai, quero estar sempre em comunhão contigo, pois só tu és Bom. Que eu possa, assim, conhecer a tua vontade e colocá-la em prática, pois este é o caminho da salvação.Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/08/homilia-comentario-e-reflexao-do_19.html

É preciso esforçar-se por conseguir o alimento que sacia a fome de vida

Jo 6,24-35
Naquele tempo, quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum. Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”. Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”. Eles perguntaram: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”. Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”. Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

Reflexão: Jesus apresenta-Se como o “pão” da vida que desceu do céu para dar vida ao mundo. Aos que O seguem, Jesus pede que aceitem esse “pão” – isto é, que escutem as palavras que Ele diz, que as acolham no seu coração, que aceitem os seus valores, que adiram à sua proposta. A cena inicial  parece sugerir, à primeira vista, que a pregação de Jesus alcançou um êxito total: a multidão está entusiasmada, procura Jesus com afã e segue-O para todo o lado. Aparentemente, a missão de Jesus não podia correr melhor. Contudo, Jesus percebe facilmente que a multidão está equivocada e que O procura pelas razões erradas. Na verdade, a multiplicação dos pães e dos peixes pretendeu ser, por parte de Jesus, uma lição sobre amor, partilha e serviço; mas a multidão não foi sensível ao significado profundo do gesto, ficou-se pelas aparências e só percebeu que Jesus podia oferecer-lhe, de forma gratuita, pão em abundância. Assim, o fato de a multidão procurar Jesus e Se dirigir ao seu encontro não significa que tenha aderido à sua proposta; significa, apenas, que viu em Jesus um modo fácil e barato de resolver os seus problemas materiais. Na verdade, o gesto de repartir pela multidão os pães e os peixes gerou um perigoso equívoco. Jesus está consciente de que é preciso desfazer, quanto antes, esse mal-entendido. Por isso, nem sequer responde à pergunta inicial que Lhe põem (“Mestre, quando chegaste aqui?”); mas, mal se encontra diante da multidão, procura esclarecer coisas bem mais importantes do que a hora da sua chegada a Cafarnaum… As palavras que Jesus dirige àqueles que O rodeiam põem o problema da seguinte forma: eles não procuram Jesus, mas procuram a resolução dos seus problemas materiais . Trata-se de uma procura interesseira e egoísta, que é absolutamente contrária à mensagem que Jesus procurou passar-lhes. Depois de identificar o problema, Jesus deixa-lhes um aviso: é preciso esforçar-se por conseguir, não só o alimento que mata a fome física, mas sobretudo o alimento que sacia a fome de vida que todo o homem tem. A multidão, ao preocupar-se apenas com a procura do alimento material, está a esquecer o essencial – o alimento que dá vida definitiva. Esse alimento que dá a vida eterna é o próprio Jesus que o traz . O que é preciso fazer para receber esse pão? – pergunta-se a multidão. A resposta de Jesus é clara: é preciso aderir a Jesus e ao seu projeto. Na cena da multiplicação dos pães, a multidão não aderiu ao projeto de Jesus (que falava de amor, de partilha, de serviço); apenas correu atrás do profeta milagreiro que distribuía pão e peixes gratuitamente e em abundância… Mas, para receber o alimento que dá vida eterna e definitiva, é preciso, que a multidão acolha as propostas de Jesus e aceite viver no amor que se faz dom, na partilha daquilo que se tem com os irmãos, no serviço simples e humilde aos outros homens. É acolhendo e interiorizando esse “pão” que se adquire a vida que não acaba. Os interlocutores de Jesus não estão, no entanto, convencidos de que esse “pão” garanta a vida definitiva. Custa-lhes a aceitar que a vida eterna resulte do amor, do serviço, da partilha. O que é que garante, perguntam eles, que esse seja um caminho verdadeiro para a vida definitiva? Qual a prova de que a realização plena do homem passe pelo dom da própria vida aos demais? Porque é que Jesus não realiza um gesto espetacular – como Moisés, que fez chover do céu o maná, não apenas para cinco mil pessoas, mas para todo o Povo e de forma continuada – para provar que a proposta que Ele faz é verdadeiramente uma proposta geradora de vida? Jesus responde pondo a questão da seguinte forma: o maná foi um dom de Deus para saciar a fome material do seu Povo; mas o maná não é esse “pão” que sacia a fome de vida eterna do homem. Só Deus dá aos homens, de forma contínua, a vida eterna; e esse dom do Pai não veio ao encontro dos homens através de Moisés, mas através de Jesus. Portanto, o importante não é testemunhar gestos espetaculares, que deslumbram e impressionam mas não mudam nada; mas é acolher a proposta que Jesus faz e vivê-la nos gestos simples de todos os dias. A última frase do nosso texto identifica o próprio Jesus, já não com o “portador” do pão, mas como o próprio pão que Deus quer oferecer ao seu Povo para lhe saciar a fome e a sede de vida. “Comê-lo” será escutar a sua Palavra, acolher a sua proposta, assimilar os seus valores, interiorizar o seu jeito de viver, fazer da vida (como Jesus fez) um dom total de amor aos irmãos. Seguindo Jesus, acolhendo a sua proposta no coração e deixando que ela se transforme em gestos concretos de amor, de partilha, de serviço, o homem encontrará essa “qualidade” de vida que o leva à sua realização plena, à vida eterna.

Fonte: http://paroquiadapiedade.com.br/category/homilia-da-semana/

 
Fonte: http://www.pascommipibu.com/2015/08/evangelho-do-dia.html

ORAÇÃO

Pai, dá-me sensibilidade para perceber que a presença de Jesus, na nossa história, é a grande obra que realizaste: dar-nos a vida eterna. Amém!

Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/jesus-realiza-muitos-sinais-jo-630-35/

De que modo podemos traduzir em gestos concretos o lava-pés na nossa vida cotidiana e o amar até o fim?

Jo 13,1-15
Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.

Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”. Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”. Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”. Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”.

Reflexão: Quando pegou uma toalha e aplicou-se a lavar e enxugar os pés dos seus discípulos Jesus nos mostrou que o verdadeiro amor nos motiva a servir, a estar à disposição, a solidarizar-se fraternalmente com as pessoas. Jesus é o Mestre e nós somos Seus discípulos e sabemos que só Ele tem as palavras de vida eterna para nós. Por essa razão todo discípulo deve imitar o Mestre e mesmo que não compreenda bem o porquê dos seus ensinamentos, precisa obedecê-lo. Jesus aproveitou os últimos momentos antes de ser levado para o Calvário para nos ensinar a vivenciar o verdadeiro amor despojando-se de si mesmo tirando o manto da realeza, da autoridade e da dignidade de ser Filho de Deus e abaixando-se para servir aos Seus amigos. A Pedro, que não compreendeu o sentido da ação do Mestre e tentou dissuadi-Lo do Seu propósito de lavar os pés dos discípulos, Jesus replicou com uma afirmação que é muito importante para todos nós, hoje: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo.” Os pés significam o nosso caminhar, nossas ações, nossas escolhas, nossas preferências. Dessa maneira, Jesus deseja nos purificar e usa os nossos irmãos como Seus instrumentos. Por meio do nosso próximo mais próximo Jesus nos ampara, nos lava e nos purifica para que possamos também fazer o mesmo com outros. Portanto, todas as vezes em que acolhemos com humildade o auxílio de alguém que se oferece para nos ajudar, estamos nos deixando lavar por Jesus. Quando não admitimos ser “lavados” é porque entendemos que somos muito perfeitos e não carecemos da ajuda de ninguém. Da mesma forma, seguindo o exemplo do Mestre nós necessitamos lavar os pés das pessoas que surgem no nosso caminho e que precisam do nosso amor e da nossa atenção. Só quando nos deixarmos lavar é que iremos compreender a profundidade do gesto de Jesus. Por isso, Ele nos deu a seguinte explicação: “compreendeis o que acabo de fazer?… Se eu, o Senhor e mestre vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros”.

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-jo-131-15-5/

Neste dia celebramos também o dia da instituição da eucaristia. Em Jo não se fala da instituição da eucaristia. No lugar disto, ele coloca um discurso longo sobre o Pão da vida(veja Jo 6).
Jesus certamente instituiu a eucaristia dentro de uma refeição, a ceia. Na ceia Jesus não somente oferece alimento, mas deu-se como comida e bebida sagradas: seu Corpo e Sangue. Sabemos que a vida é uma caminhada para a casa do Pai onde participaremos do banquete do Reino eternamente(cf.Lumen Gentium VII, 48-50; SC 8). Se a nossa vida é uma peregrinação rumo à casa do Pai, necessitamos de duas coisas: o caminho e o alimento. Jesus certamente é o Caminho(Jo 14,6). Ele se faz o caminho para que não fiquemos perdidos no mundo cheio de outros caminhos que nos levam à perdição. Além do caminho, para que possamos chegar à casa do Pai nesta peregrinação precisamos também de alimento. Quem quiser andar longe com força necessária, precisa ter alimento suficiente para não morrer de fome no meio do caminho. Jesus sabe disto e por isso ele se faz alimento para todos os peregrinos desta vida: “Tomam e comam, isto é o meu corpo que é dado por vocês” (Mt 26,26;Lc 22,19). Com Jesus que é o Caminho e o alimento chegaremos até a casa do Pai.

Fonte: https://www.trendsmap.com/twitter/tweet/979441988826226688

ORAÇÃO

 

Senhor Jesus, Pão Sagrado descido do céu, alimenta-me cada vez mais com teu Corpo dado e Teu Sangue derramado, por amor. Santifica-me com a força deste alimento de Salvação. Pela comunhão Eucarística, elimina em mim todo desejo de vingança, todo ódio, raiva, amargura e ressentimentos. Que a Sagrada Eucaristia, alimento de amor, me robusteça e fortifique cada vez mais, afim de ser capaz de promover a vida de meus semelhantes. Faze-me, pelo poder sagrado da Eucaristia, encontrar forças para enfrentar e sublimar todas as cruzes da vida. Elimina, Jesus, da minha vida, toda e qualquer resistência ao entendimento do que efetivamente é a Sagrada Eucaristia. Ajuda-me, com a Tua graça, a transformar a Eucaristia em ação concreta na vida de meus semelhantes. Amém.

Fonte: http://ironispuldaro.com.br/site/evangelho-joao-131-15/

Vamos permitir que as Palavras de Deus transformem, renovem e sejam a palavra da nossa vida

Jo 8,51-59
Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte”. Disseram então os judeus: “Agora sabemos que tens um demônio. Abraão morreu e os profetas também, e tu dizes: ‘Se alguém guardar a minha palavra jamais verá a morte’. Acaso és maior do que nosso pai Abraão, que morreu, como também os profetas? Quem pretendes ser?” Jesus respondeu: “Se me glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus. No entanto, não o conheceis. Mas eu o conheço e, se dissesse que não o conheço, seria um mentiroso, como vós! Mas eu o conheço e guardo a sua palavra. Vosso pai Abraão exultou, por ver o meu dia; ele o viu, e alegrou-se”. Os judeus disseram-lhe então: “Nem sequer cinquenta anos tens, e viste Abraão!” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo, antes que Abraão existisse, eu sou”. Então eles pegaram em pedras para apedrejar Jesus, mas ele escondeu-se e saiu do Templo.

Reflexão: Não queremos a morte, pelo contrário, queremos a vida. Como teremos a vida em Deus? Como teremos a vida eterna? Guardando a Palavra de Deus, fazendo com que a nossa vida seja guiada por Sua Palavra.

A nossa vida é guiada e conduzida por palavras; são as palavras que escutamos dos nossos pais, são as ouvimos de conselhos, de orientações, de direções que vamos recebendo ao longo da vida. Têm palavras que entram em nossos ouvidos, em nossa mente e em nosso coração.

Os discípulos de qualquer escola são movidos à vida de acordo com as palavras que escutam. Palavra é instrução, é direção, a palavra vai formando o homem e a mulher que somos. Portanto, se seguimos as palavras a fundo, somos formados de acordo com esses conceitos que o mundo vai formando dentro de nós.

Há uma confusão de palavras no meio de nós; a própria confusão vem das palavras que saem de nós: palavras de maldição, palavras feias, ofensivas, grossas, pornográficas, impuras, sujas. Mas, são palavras que entram pelos nossos ouvidos e saem pela boca e vão para os ouvidos de tantos.

A palavra tem o poder de levantar, de destruir, de iludir, de enganar, mas há uma palavra que tem o poder de salvar, essa é a única palavra que transforma, renova, santifica e faz nova todas as coisas. Muitas vezes, resistimos a ela ou fazemos pouco caso, não colocamos essa palavra como aquilo que ela deve ser, com a primazia que ela deve exercer em nossa vida. Não trata-se de palavras [letras], que lemos, mas, da “Palavra Viva” que é o próprio Cristo Jesus.

“Guardar” quer dizer: viver, introjetar e permitir que as Palavras de Deus transformem, renovem e sejam a palavra da nossa vida, trazê-las no coração, na mente, na boca, em nossas ações.

Às vezes, tudo o que uma pessoa precisa é de uma palavra de conforto, de consolo e, muitas vezes, as pessoas levam até ela, palavras que não consolam e não transformam.

Jesus é a Palavra eterna do Pai, é a Palavra que encarnou-se e está no meio de nós. Guardemos Suas palavras e vivamos delas.
Fonte: https://homilia.cancaonova.com/homilia/jesus-tu-tens-palavras-de-vida-eterna/?sDia=22&sMes=03&sAno=2018

Fonte: http://www.caminhandocomele.com.br/cristo-1-mais-conhecer-para-mais-amar-e-servir-introducao-1/

ORAÇÃO

Pai, coloca-me em sintonia com as palavras e o modo de pensar de teu Filho Jesus, para que eu possa compreender seus ensinamentos, sem deturpá-los. Amém!
Fonte:http://liturgia.catequisar.com.br/aquele-que-guardar-minha-palavra-jo-851-59/

O amor trabalha sempre e não mede esforços para realizar o que deve ser realizado

Jo 5,17-30
Naquele tempo, Jesus respondeu aos judeus: “Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho”. Então, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque, além de violar o sábado, chamava Deus o seu Pai, fazendo-se, assim, igual a Deus. Tomando a palavra, Jesus disse aos judeus:

“Em verdade, em verdade, vos digo, o Filho não pode fazer nada por si mesmo; ele faz apenas o que vê o Pai fazer. O que o Pai faz o Filho o faz também. O Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que ele mesmo faz. E lhe mostrará obras maiores ainda, de modo que ficareis admirados. Assim como o Pai ressuscita os mortos e lhes dá a vida, o Filho também dá a vida a quem ele quer. De fato, o Pai não julga ninguém, mas ele deu ao Filho o poder de julgar, para que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honra o Filho, também não honra o Pai que o enviou.

“Em verdade, em verdade, vos digo, quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, possui a vida eterna. Não será condenado, pois já passou da morte para a vida. Em verdade, em verdade, eu vos digo: está chegando a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão. Porque, assim como o Pai possui a vida em si mesmo, do mesmo modo concedeu ao Filho possuir a vida em si mesmo. Além disso, deu-lhe o poder de julgar, pois ele é o Filho do Homem. Não fiqueis admirados com isso, porque vai chegar a hora em que todos os que estão nos túmulos ouvirão a voz do Filho e sairão: aqueles que fizeram o bem ressuscitarão para a vida; e aqueles que praticaram o mal, para a condenação. Eu não posso fazer nada por mim mesmo. Eu julgo conforme o que escuto, e meu julgamento é justo, porque não procuro fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou”.

Reflexão: Jesus é a mais pura expressão do amor de Deus. Se Deus parasse de expressar seu amor, nós não nos sustentaríamos. Jesus trabalha sempre, pois o amor de Deus está sempre a serviço, não nos abandona nunca.

Jesus expõe sua relação íntima com o Pai. Ele faz o que vê o Pai fazer, o Pai o ama e dele não guarda segredos. O Pai se revela completamente ao Filho.

Na minha oração, percebo Jesus nos incluindo nessa relação. Honrando Jesus, honraremos também o Pai. Por Ele conheceremos o Pai e receberemos do Pai a vida, pois a vida está em Jesus e Ele a dá a quem quer.

Será que estamos entre os que Jesus deseja dar a vida? Lembremos que o mesmo Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância” (Jo 10,10b).

Jesus fala também de um julgamento. Como sabemos se seremos aprovados no julgamento de Jesus?

Na minha oração, percebo que o julgamento de Jesus não é como o de nossas cortes jurídicas, pois Ele não dá uma sentença ao final, pelo contrário Ele nos dá uma orientação inicial de ouvirmos sua voz e acreditarmos naquele que O enviou, para termos a vida eterna. Ora, nessa perspectiva, não é exatamente Jesus que nos julga, mas nós mesmos que decidimos participar ou não da vida.

Penso que ouvir a voz de Jesus e honrá-lo está diretamente ligado ao que fazemos, quando nos miramos em seus exemplos para considerar como estamos caminhando.

Pensando nisso, lembro que essa argumentação de Jesus com os judeus se dá logo após Ele curar, em dia de sábado, um homem que já estava doente há trinta e oito anos. Jesus desconsiderou o impedimento legal ao curar. O amor trabalha sempre e não mede esforços para realizar o que deve ser realizado!

Para nós hoje, este é o grande convite à oração: O que nos tem feito desistir de fazer o bem?

Muitas vezes, conseguimos ficar em paz com nossa consciência porque não fazemos mal a ninguém. Contudo, hoje Jesus nos cobra um pouco mais que isso. Ele não para de trabalhar, assim como o Pai também não. E nós? Paramos por quê? Por que desistimos do outro?

Mesmo que estejamos trabalhando constantemente para o bem da comunidade, de nossos queridos familiares, das pessoas mais necessitadas, enfim, que estejamos buscando, com empenho, imitar Jesus em nossas ações e comportamentos, ainda precisamos cuidar para não fazermos julgamentos indevidos. O julgamento justo só é possível quando não buscamos o que nos é vantajoso, quando conseguimos olhar para o outro com o olhar de Deus, quando levamos em consideração o sábio conselho do Meste: “Não julguem, e vocês não serão julgados. De fato, vocês serão julgados com o mesmo julgamento com que vocês julgarem, e serão medidos com a mesma medida com que vocês medirem” (Mt 7,1-2).

Achou que seria fácil ser cristão? Fácil não é, mas Deus está conosco neste caminho.

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2015/amor-incansavel-jo-517-30/

Fonte: https://estudos.gospelmais.com.br/boa-perfeita-e-agradavel-vontade-de-deus.html

ORAÇÃO

Queremos que tu Senhor, definas os contornos de

Nossos caminhos,

As cores de nossas palavras e gestos,

A dimensão de nossos projetos,

O calor de nossos relacionamentos e o

Rumo de nossa vida.

Podes entrar, Senhor!

Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós. Amém!
Fonte:http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/2013/03/jo-517-30-quem-cre-tem-vida-eterna.html

Que o Reino de Amor seja muito mais realidade no meio de nós!

Marcos 1,14-20
Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos, e crede no Evangelho!” E, passando à beira do mar da Galileia, viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.

Reflexão: O evangelho nos convida a acompanhar e seguir Jesus ao longo do seu ministério. Após ser batizado e João Batista ser preso, Jesus inicia seu ministério, proclamando a Boa Nova de Deus. E nos chama a conversão e ao acolhimento da Boa Nova. “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos, e crede no evangelho!” Converte-se e crer no evangelho são atitudes de quem deseja seguir e ser discípulo de Jesus.

Jesus não chamou para serem seus discípulos: sacerdotes, rabinos, doutores ou letrados. Jesus chama e escolhe para discípulos, homens de origem humilde, assim como era Jesus. Ele chama os irmãos Simão e André, que jogavam rede ao mar da Galiléia. E eles largam tudo para se tornarem pescadores de homens. Em seguida, Jesus vê e chama: Tiago e João, filhos de Zebedeu, que consertavam redes, e eles deixaram o pai e seguiram Jesus. São escolhidos os primeiros discípulos de Jesus, para juntos proclamar e levar a todos, a palavra de libertação. Libertação de todo tipo de opressão e restaurar a dignidade humana, comunicando a vida eterna, a prática do amor nas relações humanas e acolhedoras.

E eles estão na Galiléia, região com tendência a revoltas contra o domínio do poder religioso e do poder civil, o que fazia aquela região ser desprezada e rejeitada por Jerusalém e seu Templo. E Jesus escolhe a Galiléia para anunciar o Reino de solidariedade, partilha, fraternidade e comunidade, junto com seus discípulos. E assim também prepara seus discípulos, como prepara qualquer um de nós, que muitas vezes nos sentimos despreparados para as coisas de Deus, o que nos deixa temerosos. E usamos esse argumento como desculpa para não nos comprometermos e assumir a missão de evangelizadores do Reino. Mas Jesus diz: “Não tenhas medo!” Ops! acho que não tem desculpas.

E Jesus escolhe uma região desprezada e pessoas “despreparadas” para iniciar seu ministério. Porém, exatamente os excluídos, os humildes, os despreparados são os que acolhem e recebem os ensinamentos, a palavra de Jesus. Pois estão com seus corações aberto para Deus, não deixando espaço para o egoísmo e não permitem que a hipocrisia atrapalhe sua conversão.

O discípulo ao aceitar o chamado de Cristo, passa a ser seu imitador, em conseqüência terá que viver para o Pai, e fazer somente o bem, viver o amor. Viver para o Pai, não quer dizer largar tudo, mas escolher Jesus e se colocar a serviço do Reino de Deus, mudar de vida, dar continuidade ao plano de salvação do Pai, anunciando com alegria a palavra que nos traz a liberdade, a luz, a reconciliação e a vida.

Fonte: http://reflexaoliturgiadiaria.blogspot.com.br/2010/01/jesus-convida-partilhar-seu-ministerio.html