Estamos do lado de fora ou estamos no meio destes que escutam a palavra e a colocam em prática

Mt 12,46-50
Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Reflexão: Hoje esta palavra nos leva a nos questionar onde estamos no seguimento a Jesus, se somos estes que estamos do lado de fora ou estamos no meio destes que escutam a palavra e a colocam em prática.

Que hoje possamos ter a coragem de nos perguntar: Onde estou? Sinto-me parte desta família de Jesus? Como tenho vivido o meu Cristianismo? Sabemos que somos parte desta família se realizamos e fazemos a vontade de Deus, se vivemos segundo a sua palavra. Ser Cristão vai além de participar de missas, de rezar o terço ou de fazer parte de algum grupo da igreja, somos Cristãos quando a nossa vida está no centro da vontade de Deus, quando a nossa vida caminha de mãos dadas com a palavra de Deus e não vivemos uma vida divorciada da fé.

É muito fácil ser cristão dentro da igreja, o desafio ao qual somos chamados é sermos Cristãos dentro da faculdade, no ônibus, na empresa e nos ambientes onde o evangelho não se faz presente. A vida do Cristão é chamada a exalar o perfume de Cristo, quem se encontrar conosco precisa encontrar com a pessoa de Jesus. Que possamos nos questionar profundamente: Como tem sido os meus diálogos com as pessoas? Quem olha pra minha vida vê a Jesus? Que possamos neste momento fazer uma revisão de nosso seguimento e diante do olhar amoroso do Pai perguntar o que precisa ser mudado, o que está faltando para a caminhada tornar-se verdadeiramente cristã.

“Pois quem faz a vontade do meu Pai, que está no céu, é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

E qual é vontade de Deus? A palavra de Deus nos diz que a Sua vontade é que todos tenham a vida e a tenham em abundância, somos chamados para a sermos estes doadores da vida, mas não podemos dar qualquer tipo de vida, temos que dar a vida de Deus, vida esta fruto de uma vida íntima com Deus, uma vida de oração diária.

Tem uma frase que Diz: “As palavras convencem, mas os testemunhos arrastam”. Que a nossa vida seja uma constante pregação e que pelo nosso testemunho muitos possam se encontrar com a palavra de Jesus. “Deus não chama os capacitados, mas capacita os chamados”.

Peçamos a Jesus e a Maria, que nos ensine e nos dê a sabedoria de viver a palavra de uma forma que atrai e que leve os outros a conhecer a Deus.

Fonte: http://www.lectionautas.com.br/2013/884/
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fonte:http://www.lectionautas.com.br/2013/884/

ORAÇÃO

Hoje, com Maria, irei ao encontro de Jesus, na certeza de que sou da sua família, porque faço a vontade de Deus. Amém!

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_23.html

 

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Que a nossa vontade se preencha da vontade de Deus

Mt 12,46-50
Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Reflexão: Alguns, talvez, olhem para esse Evangelho e digam: “Jesus está desmerecendo Sua Mãe. Ele não deu atenção para ela”. Pelo contrário, o merecimento da Mãe de Jesus não está no fato de ela ter gerado Jesus, é uma graça sublime e única, pois ela poderia ter gerado como muitas mães geram seus filhos e depois dizem: “Eu não quero saber. Quero viver minha vida”. Maria não só gerou fisicamente, mas se tornou inteiramente o lugar da morada de Deus.

Maria é para nós um sinal no mundo em que vivemos, onde precisamos fazer uma oblação na nossa vontade, porque estamos cheios de vontade própria, vivemos em função de nossas vontades, fazemos o que queremos e somente isso nos realiza, por isso somos pessoas tão pouco realizadas e felizes naquilo que projetamos para a nossa vida.

Projetamos a nossa vida em prol das nossas vontades próprias. Nossas crianças estão formadas para serem cheias de vontades. A juventude é o tempo da ganância, da vontade.

Olhemos, hoje, para Maria, e encontremos nela o referencial da oblação, da vontade que se desdobra e, muitas vezes, quebra-se para encontrar em Deus uma vontade realizada, uma vontade que tem gosto pelas coisas de Deus, gosto pelo que é do Céu, em fazer o bem ao próximo.

Quando somos cheios de má vontade ou a nossa vontade se torna má, perdemos o gosto pelas coisas de Deus, perdemos o gosto pelo bem, porque somos cercados pelo nosso orgulho e egoísmo.

Permitamos que Deus faça em nós o que fez em Maria: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua vontade” (Lucas 1,38). Que a nossa vontade se preencha da vontade de Deus.

Fonte: https://homilia.cancaonova.com

Fonte: https://site.ucdb.br/liturgia-diaria/e-estendendo-a-mao-para-os-discipulos-jesus-disse-eis-minha-mae-e-meus-irmaos/244/

ORAÇÃO

Oração do Abandono

Meu Pai, a vós me abandono: fazei de mim o que quiserdes! O que de mim fizerdes, eu vos agradeço. Estou pronto para tudo, aceito tudo, contanto que a vossa vontade se faça em mim em todas as vossas criaturas. Não quero outra coisa, meu Deus. Entrego minha vida em vossas mãos, eu vo-la dou, meu Deus. Com todo o amor do meu coração, porque eu vos amo. E porque é para mim uma necessidade de amor dar-me, entregar-me em vossas mãos sem medida, com infinita confiança porque sois meu Pai. (Carlos de Foucauld)

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2012/07/homilia-comentario-e-reflexao-do_23.html

Paixão de Cristo

João 18,1—19,42

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João. 
Naquele tempo, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos.Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas.Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:Pres.: “A quem procurais?”Nar. 1: 5Responderam:Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.Nar. 1: Ele disse:Pres.: “Sou eu”.Nar. 1: Judas, o traidor, estava junto com eles.Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra.De novo lhes perguntou:Pres.: “A quem procurais?”Nar. 1: Eles responderam:Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.Nar. 1: Jesus respondeu:Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.Nar. 1: Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.Nar. 2: Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. Então Jesus disse a Pedro:Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”Nar. 2: Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram.Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano.Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:L. 1: “É preferível que um só morra pelo povo”.Nar. 2: Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote.Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro.A criada que guardava a porta disse a Pedro:Mulher: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”Nar. 2: Ele respondeu:L. 1: “Não”.Nar. 2: Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento.Jesus lhe respondeu:Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas.Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.Nar. 2: Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:L. 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”Nar. 2: Respondeu-lhe Jesus:Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”Nar. 1: Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote.Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:L. 1: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”Nar. 1: Pedro negou:L. 2: “Não!”Nar. 1: Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:L. 1: “Será que não te vi no jardim com ele?”Nar. 2: Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa.Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:Pilatos: “Que acusação apresentais contra este homem?”Nar. 2: Eles responderam:Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”Nar. 2: Pilatos disse:Pilatos: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”.Nar. 2: Os judeus lhe responderam:Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.Nar. 1: Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer.Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?”Nar. 1: Jesus respondeu:Pres.: “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”Nar. 1: Pilatos falou:Pilatos: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”Nar. 1: Jesus respondeu:Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”.Nar. 1: Pilatos disse a Jesus:Pilatos: “Então, tu és rei?”Nar. 1: Jesus respondeu:Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.Nar. 1: Pilatos disse a Jesus:Pilatos: “O que é a verdade?”Nar. 1: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes:Pilatos: “Eu não encontro nenhuma culpa nele.Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”Nar. 1: Então, começaram a gritar de novo:Ass.: “Este não, mas Barrabás!”Nar. 2: Barrabás era um bandido.Então Pilatos mandou flagelar Jesus.Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, aproximavam-se dele e diziam:Ass.: “Viva o rei dos judeus!”Nar. 2: E davam-lhe bofetadas. Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:Pilatos: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.Nar. 2: Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:Pilatos: “Eis o homem!”Nar. 2: Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!”Nar. 2: Pilatos respondeu:Pilatos: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”.Nar. 2: Os judeus responderam:Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.Nar. 2: Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:Pilatos: “De onde és tu?”Nar. 2: Jesus ficou calado.Então Pilatos disse:Pilatos: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?”Nar. 2: Jesus respondeu:Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.Nar. 2: Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.Nar. 2: Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico “Gábata”. Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:Pilatos: “Eis o vosso rei!”Nar. 2: Eles, porém, gritavam:Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!”Nar. 2: Pilatos disse:Pilatos: “Hei de crucificar o vosso rei?”Nar. 2: Os sumos sacerdotes responderam:Ass.: “Não temos outro rei senão César”.Nar. 2: Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.Nar. 1: Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado “Calvário”, em hebraico “Gólgota”.Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio.Nar. 1: Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego.Nar. 1: Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:Ass.: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.Nar. 1: Pilatos respondeu:Pilatos: “O que escrevi, está escrito”.Nar. 1: Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo.Disseram então entre si:Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”.Nar. 2: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados.Nar. 1:  Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena.Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:Pres.: “Mulher, este é o teu filho”.Nar. 1: Depois disse ao discípulo:Pres.: “Esta é a tua mãe”.Nar. 1: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:Pres.: “Tenho sede”.Nar. 1: Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus.Ele tomou o vinagre e disse:Pres.: “Tudo está consumado”.Nar. 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.(Aqui todos se ajoelham.)Nar. 2: Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz.Nar. 1: Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus.Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.Nar. 2: Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis.Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.Nar. 1: Depois disso, José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus — pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido encontrar-se com Jesus de noite. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés.Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.Nar. 2: No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado.Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

Reflexão: Nesta Sexta-feira da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, nós contemplamos o Cordeiro de Deus, o Cristo Jesus, que morre pelos nossos pecados. Sim, nós não precisamos mais do sacrifício de ovelhas, de cordeiros; não, nós não precisamos mais disso, porque um só se compadeceu de nós, um só se humilhou por nós, um só deu a Sua vida por nós!

Meus irmãos, se o Senhor Jesus foi capaz de fazer isso por nós, não sejamos soberbos! Que nós também sejamos capazes de dar a nossa vida para o resgate de muitos e para a salvação daqueles que Deus colocou ao nosso lado.

Hoje um grande silêncio toma conta da face de toda a Terra, mas, sobretudo, do coração daqueles que são os discípulos e os seguidores de Jesus Cristo. Não é um silêncio de túmulo e de tristeza não! O Senhor morreu uma vez só, nós hoje fazemos memória de Sua paixão, nós hoje contemplamos o Cristo Crucificado. Não é para ter dó de Jesus, não é para ficar com piedade de Jesus. É o contrário, é para o Senhor ter piedade de nós, ter compaixão de nós e pela Sua sagrada cruz, pela Sua sagrada Paixão, pela Sua dolorosa Paixão, que Ele possa nos lavar dos nossos pecados e ter misericórdia de nossa natureza humana tão frágil e tão pecadora.

O que nós hoje queremos é contemplar o Crucificado e permitir que a obra que Ele realizou na cruz produza frutos em nossa vida. Nós, hoje, queremos morrer para aquilo que ainda não conseguimos morrer: o pecado que está latente dentro de nós, o pecado que cresce, muitas vezes, dentro de nós e aos quais não somos capazes de dizer ”não” a ele. É uma luta, a Palavra de Deus diz que nós não lutamos até o sangue contra o pecado.

E hoje nós queremos olhar para o Senhor Crucificado e pedir: ”Senhor, tem compaixão e misericórdia de mim, porque eu sou pecador. Que a Tua compaixão gloriosa, que a Tua Paixão na cruz seja redentora para mim, que ela me purifique inteiramente, ela me faça um homem livre, despojado, crucificado, amante da cruz e amando os crucificados que a vida coloca diante de nós”.

Que nós saibamos cuidar, amar e ter delicadeza com Cristo Jesus, que se apresenta a nós por intermédio de tantas pessoas que são crucificadas pelos seus sofrimentos, pelas suas dores. E assim como o Senhor deu Sua vida por nós, que nós a cada dia aprendamos também a dar a nossa vida pelo próximo.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2014/04/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_9182.html

Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/fe-em-deus/evangelho-de-hoje-joao-181-1942/

ORAÇÃO

Senhor Deus Pai Todo Poderoso, que contemplação da Paixão de Cristo move-nos a amá-Lo, dado que Ele nos deu provas da verdade e da grandeza do seu amor. Move-nos à contrição, à conversão, a evitar o pecado, a seguir Cristo e a imitá-Lo para abraçar a vontade de Deus, mesmo carregando a nossa cruz. Amém!
Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2014/04/homilia-diaria-comentario-e-reflexao-do_9182.html

O aprofundamento da nossa fidelidade

Mc 15,1-39
Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos:

1Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da Lei e todo o Sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. 2E Pilatos o interrogou:

Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?”

Narrador 1: Jesus respondeu:

— “Tu o dizes”.

Narrador 1: 3E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. 4Pilatos o interrogou novamente:

Leitor 1: “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!”

Narrador 1: 5Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. 6Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. 7Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. 8A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. 9Pilatos perguntou:

Leitor 1: “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?”

Narrador 2: 10Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. 11Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. 12Pilatos perguntou de novo:

Leitor 1: “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?”

Narrador 2: 13Mas eles tornaram a gritar:

— Crucifica-o!

Narrador 2: 14Pilatos perguntou:

Leitor 1: “Mas, que mal ele fez?”

Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força:

— Crucifica-o!

Narrador 2: 15Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. 16Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. 17Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. 18E começaram a saudá-lo:

— “Salve, rei dos judeus!”

Narrador 1: 19Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. 20Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo.

Narrador 2: 21Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. 22Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. 23Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. 24Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um.

Narrador 1: 25Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 26E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: “O Rei dos Judeus”. 27Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda.(28) 29Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

— “Ah! Tu, que destróis o Templo e o reconstróis em três dias, 30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!”

Narrador 1: 31Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo:

— “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar!” 32O Messias, o rei de Israel… que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!”

Narrador 2: Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 33Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. 34Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte:

— “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?”

Narrador 2: Que quer dizer:

— “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”

Narrador 2: 35Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram:

— “Vejam, ele está chamando Elias!”

Narrador 2: 36Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo:

— “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”.

Narrador 1: 37Então Jesus deu um forte grito e expirou. (Todos se ajoelham um instante) 38Nesse momento, a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. 39Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse:

— “Na verdade, este homem era o Filho de Deus!”

Reflexão : Nossa celebração de hoje inicia-se com o Hosana! E culmina no crucifica-o! Mas este não é um contrassenso; é, antes, o coração do mistério. O mistério que se quer proclamar é este: Jesus se entregou voluntariamente a sua Paixão; não se sentiu esmagado por forças maiores do que Ele (Ninguém me tira a vida, mas eu a dou por própria vontade: Jo 10,18); foi Ele que, perscrutando a vontade do Pai, compreendeu que havia chegado a hora e a acolheu com a obediência livre do filho e com infinito amor para os homens: “… sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).

Hoje Jesus quer também entrar triunfante na vida dos homens, sobre uma montaria humilde: quer que demos testemunho d’Ele com a simplicidade do nosso trabalho bem feito, com a nossa alegria, com a nossa serenidade, com a nossa sincera preocupação pelos outros. Quer fazer-se presente em nós através das circunstâncias do viver humano…
…Jesus tentou tudo com Jerusalém, e a cidade não quis abrir as portas à misericórdia. É o profundo mistério da liberdade humana, que tem a triste possibilidade de rejeitar a graça divina.

Como é que estamos correspondendo às inúmeras instâncias do Espírito Santo para que sejamos santos no meio das nossas tarefas, no nosso ambiente? Quantas vezes em cada dia dizemos sim a Deus e não ao egoísmo à preguiça, a tudo o que significa falta de amor, mesmo em pormenores insignificantes?

A entrada triunfal de Jesus foi bastante efêmera para muitos. Os ramos verdes murcharam rapidamente. O hosana entusiástico transformou-se, cinco dias mais tarde, num grito furioso: Crucifica-o! Por que foi tão brusca a mudança, por que tanta inconsistência?

São Bernardo comenta: “Como eram diferentes umas vozes e outras! Fora, fora, crucifica-o e bendito o que vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas! Como são diferentes as vozes que agora o aclamam Rei de Israel e dentro de poucos dias dirão: Não temos outro rei além de César! Como são diferentes os ramos verdes e a Cruz, as flores e os espinhos! Àquele a quem antes estendiam as próprias vestes, dali a pouco o despojam das suas e lançam a sorte sobres elas.”

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém pede-nos coerência e perseverança,aprofundamento da nossa fidelidade, para que os nossos propósitos não sejam luz que brilha momentaneamente e logo se apaga. Muito dentro do nosso coração, há profundos contrastes: somos capazes do melhor e do pior. Se queremos ter em nós a vida divina, triunfar com Cristo, temos de ser constantes e matar pela penitência o que nos afasta de Deus e nos impede de acompanhar o Senhor até a Cruz.

No texto de Mc 15,1-39, somos chamados a contemplar a PAIXÃO e a MORTE de Jesus. Que durante a Semana Santa possamos tirar muitos frutos da meditação da Paixão de Cristo. Que em primeiro lugar tenhamos aversão ao pecado; possamos avivar o nosso amor e afastar a tibieza!

Cabe a nós escolher com que atitude queremos entrar na história da Paixão de Cristo: com a atitude de Cirineu, que se coloca ao lado de Jesus, ombro a ombro, para carregar com Ele o peso da cruz; com a atitude das mulheres que choram, do centurião que bate no peito e de Maria que fica silenciosa ao pé da cruz; ou se queremos entrar com a atitude de Judas, de Pedro, de Pilatos e daqueles que “olham de longe” para ver como irá terminar aquele episódio.

Toda nossa vida é, em certo sentido, uma “semana santa” se a vivemos com coragem e fé, na espera do “oitavo dia” que é o grande Domingo do repouso e da glória eterna.

Neste tempo, Jesus nos repete o convite que dirigiu a seus discípulos no Horto das Oliveiras: “Ficai aqui e vigiai comigo” (Mc 14, 34; Mt 26,38).

Fonte: http://www.presbiteros.org.br/homilia-do-mons-jose-maria-domingo-de-ramos/

Fonte: http://www.ofmscj.com.br/?cat=130

Pai, ajuda-me a descobrir, na morte de Jesus, um testemunho consumado de sua liberdade, e de fidelidade a Ti e ao Teu Reino. Amém!
Fonte: http://liturgia.catequisar.com.br/domingo-de-ramos-mc-151-39/?future=all

Deus Pai, instrui-me por Teu Espirito, e leva-me a aderir a Teu filho Jesus

João 3,16-18
Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.

Reflexão:  Jesus Cristo veio ao mundo para trazer salvação à humanidade mergulhada no pecado, e incapaz de ver-se livre desta trágica situação. De nada adiantaria submetê-la ao julgamento e à condenação. Já a persistência no pecado não dava margens para dúvidas: o relacionamento com Deus estava rompido. Era necessário alguém para ajudá-la a por fim a esta inimizade antiga com o Criador. E nisto consistiu a missão de Jesus!

O caminho da salvação passa pela fé no Salvador. Crer, neste caso, não se limita a confessar, com os lábios, que Jesus salva, mas requer, também, que assimilemos o seu modo de ser. Ou seja, a total submissão à vontade de Deus, expressa na vivência no amor entranhado ao próximo, sem jamais deixar-se levar pelo egoísmo. Como na vida de Jesus o Reino de Deus foi o objetivo absoluto, o mesmo deve ser para todos os cristãos. O Reino deverá pautar todas as suas ações.

A salvação de Jesus apresenta-se como uma proposta, a qual pode ser acolhida ou recusada. Jesus mesmo experimentou a rejeição sistemática por parte dos seus contemporâneos, embora muitos se tornassem discípulos dele, e acolhessem com fé suas palavras. A atitude hostil de muitos não intimidou o Mestre. Ele continuou a ser a luz, apontando, para toda a humanidade, o caminho da salvação.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/04/homilia-comentario-e-reflexao-do_9.html

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/04/homilia-comentario-e-reflexao-do_9.html

ORAÇÃO

 

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Espírito de amor, dai-nos o dom do vosso santo temor, para que, conscientes de nossas fragilidades, reconheçamos a força de vossa graça. Vinde, Espírito Santo, e dai-nos um novo coração. Amém.

Fonte: http://www.cristominhacerteza.com/2013/04/homilia-comentario-e-reflexao-do_9.html

O Espírito Santo vai nos colocando no caminho da graça

João 16,12-15

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora. Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará.Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu”.

Reflexão: O Espírito de Deus, que vem em nosso auxílio, dado pelo Pai como dom e dádiva divina, é um pedagogo e nos conduz a viver a pedagogia divina. Jesus está dizendo que nós não somos capazes de acolher e compreender tudo de uma vez só. É próprio de nossa natureza humana, do nosso limite humano.

Quando entramos numa escola, não temos condições de aprender tudo, como as quatro operações matemáticas, por exemplo. Vamos, de forma pedagógica, crescendo e assimilando os conhecimentos; quando chegamos ao fim da vida, vemos que não conhecemos quase nada do que precisaríamos conhecer.

No Reino de Deus, acontece algo até mais profundo do que isso, porque Ele vai nos dando doses da Sua graça para amadurecermos, mas podemos ter a certeza de que não conhecemos nenhum milésimo daquilo que é a plenitude da graça divina e das verdades do nosso Deus.

Quem vai nos revelando o que precisamos saber e viver, a cada dia, é o Espírito Santo de Deus. Não são nossos conhecimentos nem nossos estudos – eles até nos ajudam e auxiliam, dão-nos respostas para muitas situações –, mas quem nos mergulha na verdade que precisamos viver é a sabedoria por excelência, a sabedoria de Deus. Os dons d’Ele nos vêm por ação do Espírito.

Mais do que conhecer as coisas do Senhor, mais do que reconhecer como viver neste mundo segundo a vontade de Deus, é preciso mergulhar na essência d’Ele. Não é preciso ser letrado, conhecer ou saber muito; é preciso ter muita submissão, docilidade, abertura para a graça, disposição de viver segundo a vontade do Senhor, abertura para a graça e para o dom do Espírito. Devemos deixar que nossos conhecimentos humanos, a nossa sabedoria humana se submetam à sabedoria divina.

Esse Espírito vem em nosso socorro, em nosso auxílio para quebrar a nossa ignorância, quebrar aqueles conceitos, preceitos e preconceitos que formamos dentro de nós que não correspondem à graça de Deus.

A vida no Espírito é a submissão a Ele, para que, pedagogicamente, vá nos conduzindo, orientando-nos, direcionando-nos e iluminando, colocando-nos na rota e no caminho da graça.

“Espírito Santo, eis-me aqui! Dai-me a graça e a sabedoria necessárias para viver neste mundo com sobriedade, sobretudo submissos à vontade do Senhor.”

Fonte: http://homilia.cancaonova.com


 imagem fonte: http://www.franciscanos.org.br/?p=36492

ORAÇÃO

Só o nome do Senhor é excelso. Sua majestade transcende a terra e o céu. Conferiu a seu povo um grande poder. Louvem-no todos os seus fiéis (Sl 148, 13-14).
fonte: http://www.padrelucas.com.br

O Espírito Santo nos torna íntimos do Pai, na vivência de um amor que extrapola o humano

Jo 15,26–16,4a
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Quando vier o Defensor que eu vos mandarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim. E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o começo. Eu vos disse estas coisas para que a vossa fé não seja abalada. Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que aquele que vos matar julgará estar prestando culto a Deus. Agirão assim, porque não conheceram o Pai, nem a mim. Eu vos digo isto, para que vos lembreis de que eu o disse, quando chegar a hora”.

Reflexão: O Espírito dá vida, desperta entusiasmo, incentiva a solidariedade. Ele deu vida ao corpo de Jesus e o ressuscitou, e o mantém sempre vivo em seus membros. Ele é o Espírito da verdade, nosso defensor. Jesus deve partir. É uma exigência da encarnação. Não pode permanecer sempre entre nós em sua humanidade visível. Ele vai, mas não nos deixa órfãos, não nos deixa abandonados. Outro defensor vem, o Espírito Santo de Deus, que permanece em cada um de nós segundo o ritmo de nossa vida. Ele é a vida da comunidade dos seguidores de Jesus. Na realidade, Jesus volta no Espírito Santo.

Jesus subirá ao céu em sua ascensão e enviará o Espírito Santo sobre todo o universo. Jesus viveu o tempo de sua encarnação na terra de Israel. Foi o Emanuel, Deus conosco, que não pode ficar para sempre em sua humanidade neste mundo. O ser humano tem um tempo de permanência na terra. Por isso ele deve partir para voltar um dia. Enquanto esperamos sua vinda definitiva, expandimos o Amor que foi derramado em nossos corações por meio de ações concretas. Os cristãos, que amam o Senhor e querem fazer a sua vontade, penetram todas as camadas da vida humana para lhes dar sabor. Toda a ação da Igreja se encaminha para o que é primordial: a expansão do Espírito de Amor. O Espírito se manifesta nos gestos concretos de amor fraterno solidário que os discípulos de Jesus introduzem gratuitamente nos relacionamentos humanos.

O Espírito Santo se manifestou e a primeira comunidade se expandiu. Ao Batismo inicial, seguiu-se a confirmação com a presença dos apóstolos. Filipe, um dos sete, não restringiu sua atividade ao serviço da mesa. Sua ação social foi acompanhada do anúncio da palavra e de boas obras em favor dos doentes e oprimidos. Santificamos Jesus em nossos corações, deixando que o Espírito Santo vá se manifestando na mansidão, no respeito e na boa consciência no relacionamento mútuo. Assim procedendo, damos com segurança a razão da nossa esperança. Vamos entrar na sétima semana do Tempo Pascal, contemplando a ascensão do Senhor e aguardando em oração a manifestação do Espírito da Verdade no dia de Pentecostes.”

Fonte: http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm

ORAÇÃO

Pai, concede-me o dom do teu Espírito que, como luz, dissipa as trevas e me faz caminhar seguro pelos caminhos de teu Filho Jesus. Amém!
Fonte:http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm